Assisti Michael Collins (1996) de Neil Jordan na HBO Mundi. O 007 comentou: "aquele filme antigo?". Bom, não muito antigo, mas de algumas décadas. Desde que o Max ficou HBO Mundi o canal passou a programar filmes de algumas décadas atrás, gostei, mas espero que não tirem os filmes recentes independentes de vários países, minha paixão. Eu tinha colocado pra gravar. Recentemente descobri que esse sistema novo de gravação da Claro/Net tem tempo para o filme sair. Fica disponível por um tempo e vi que alguns filmes que eu tinha gravado estavam pra sair, esse foi um deles. Agora vou ficar mais atenta e tentar ver primeiro os que gravei há mais tempo.
O filme é bastante violento, sobre os conflitos entre Irlanda e Inglaterra. Há vários filmes sobre o tema. Michael Collins era um dos líderes irlandeses. Eles promoviam ataques aos líderes ingleses que retaliavam com igual violência. Em um momento mandam um tanque em uma jogo e metralham todos jogadores, mulheres e crianças. Liam Neeson interpreta Michael Collins. Júlia Roberts integra o triângulo amoroso com Aidan Quinn. Stephen Rea faz o policial e Alan Rickman o intelectual. Aparecem ainda no elenco: Ian Hart, Brendan Gleeson e Jonathan Rhys Meyers.
Assisti Uma Promessa (2013) de Patrice Leconte no Max. Quando eu vi as chamadas quis ver, mas só depois de ver que li que é com esse diretor que adoro. E só depois também que vi que é baseado em uma obra do Stepan Zweig que tanto quero ler. O Max tem dois filmes com o mesmo nome, então as informações que aparecem na grade desse filme é de outro, então os dados não batem.
Uma Promessa é um belíssimo filme de época. Começa antes da guerra. Um jovem órfão consegue um emprego em uma grande empresa. Inteligente, ele logo ganha um cargo de confiança do dono da empresa. E muito rapidamente descobre que esse diretor está muito doente. Por orientações médicas só pode trabalhar em casa e ficar de repouso a maior parte do tempo. O secretário passa a frequentar a casa dele.
E se apaixona pela esposa dele. Uma Promessa é um filme delicado, muito bonito. Lindo o ator que faz o rapaz Richard Madden. Alan Rickman faz o marido doente. E a belíssima esposa é interpretada por Rebecca Hall. O filho do casal é interpretado por Toby Murray.
Assisti Um Pouco de Caos (2014) de Alan Rickman no TelecinePlay. Que filme lindo! Nunca tinha ouvido falar. Mas é estranho a protagonista não ter existido, aí desmonta o filme todo. Um Pouco de Caos fala da construção do jardim de Versalhes.
Começa com a escolha de um jardineiro para fazer o jardim, lindas as plantas. Escolhem a mulher que nunca existiu. Mas é muito bonita a história. Adorei a trama dos jardins, o cuidar da terra, é o lado mais mágico e fascinante do filme. Eu prefiro jardins mais anárquicos, gosto das plantas fazendo os caminhos, essa obsessão em formatar tudo não me agrada, mas o filme é bonito de qualquer forma. Kate Winslet mais linda que nunca. Lindo o rapaz que a contrata que é construtor também e jardineiro interpretado pelo belga Matthias Schoenaerts. Alan Rickman faz o Rei Luís XIV.
Apesar da protagonista ser ficcional o filme é bem feminino. A personagem é forte, corajosa. Ainda no elenco: Steven Waddington, Stanley Tucci, Cathy Belton, Jamie Bradley, Jennifer Ehle e HelenMcCrory.
Assisti Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (2010) de David Yates na HBO. Queria muito ver, cada vez mais esses filmes ficam mais tristes e sombrios. Nossos protagonistas só tem ao pequeno grupo. Iam me emprestar a coleção dos livros de J. K. Rowlin, mas não fizeram, vou ter q procurar em outro lugar. Visualmente é muito bonito, eles viajam por lugares muito bonitos, mas é bastante triste. Realmente essa série tem ótimo texto, densidade na ação e ótimo elenco. É muito triste quando a Hermione apaga ela da sua família.
Estão ótimos agora os adolescentes: Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Aparecem nesse: Ralph Fiennes, Bill Nighy, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Tom Felton, Jason Isaacs, Timothy Spall, Imelda Staunton e Robbie Coltrane.
Assisti Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009) de David Yates na HBO. Estava muito empolgada pra ver esse filme, eu gosto muito dos filmes do Harry Potter, mas esse eu não gostei tanto. É, como todos os outros da série, muito bem realizado, adoro o elenco, mas algo comigo não funcionou. Eu que adoro fantasia, embarco plenamente nas histórias volte e meia pensava no ridículo de algumas cenas, principalmente as finais, algo dentro de mim não funcionou. A trama é sempre muito bem elaborada, eletrizante, mas confesso que na meia hora final não me agradou tanto. E o final me frustrou. A sensação que fiquei é que foi muito nervoso pra nada. Termina sem solução nenhuma.
Todos estão ótimos: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Michael Gambon, Alan Rickman e Maggie Smith. Gostei que nesse episódio aparece a ótima atriz Helena Bonham Carter. Outra questão que não me identifico, é que sempre acho que o Harry Potter deveria ficar com a Hermione, não sei se é uma sensação minha, afinidade com os atores. E não me identifiquei com a moça que dá o primeiro beijo no Harry Potter, achei a menina com muito cara de menina e que destoava do protagonista. E achei bem mais interessantes as duas atrizes que se interessam pelo Harry, a que está no bar e a da biblioteca, mas isso pode ser gosto pessoal. Procurando informações na internet, li um texto onde diziam que talvez os fãs dos livros não gostassem desse episódio porque muito foi cortado. Entendo que filmes sejam mais enxutos e mais selecionados, mas pensei se não era isso que me fazia essa sensação estranha de que algo não funcionou, como disse, não sei se só em mim. Mas continuo gostando e curiosa pelos outros.
Assisti Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001) de Chris Columbus na HBO. Isso mesmo, eu nunca tinha visto o primeiro da série. Tinha só visto uns dois espalhados. Foi divertido ver o Daniel Hadcliffe tão novinho, bem como os seus amigos Rupert Grint e Emma Watson. Realmente a história do Harry Potter é muito triste e ter que viver com aquela família que tanto o maltratava, o tratava como empregado da casa, é revoltante. O roteiro baseado nos livros de J. K. Rowling é sempre ótimo.
Os efeitos especiais são muito bons e gosto muito do elenco: Richard Harris, Maggie Smith, Alan Rickman, Ian Hart e John Hurt.
Youtube: Harry Potter and the Sorcerer's Stone Trailer
Assisti no cinema ao filme Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007) de Tim Burton. Eu achava que esse subtítulo tinha sido colocado no Brasil, mas realmente existe no título do filme. Fui com minha irmã, conhecemos pela primeira vez os Cinemarks do Eldorado. Precisamos de um mapa para sair da sala, já que como sempre, fomos as últimas a sair, as únicas que pagam e vêem o filme todo, incluindo todos os créditos. Era o último que queria ver dos filmes que concorreram ao Oscar, infelizmente Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet não concorreu a Melhor Filme. É denso, complexo e maravilhoso! Mas não sei se a Academia deve ter gostado. O próprio 007 disse que não tem vontade de ver porque não acha que o tema combine com musical. Eu achei tudo perfeito, maravilhoso, um dos grandes filmes que já vi.
Gostei posteriormente de saber detalhes do filme. Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet é baseado em musical de Stephen Sondheim e Hugh Wheeler e o autor não achava que poderia ser bem adaptado para o cinema, até conhecer a proposta do Tim Burton. Esse diretor é realmente sensacional e o seu não-convencionalismo nos proporciona maravilhas da criação. Tim Burton insistiu que Johnny Deep fosse o barbeiro e fez bem, não tinha idéia que o ator teria tão linda voz e cantasse tão maravilhosamente. Gostei de saber sobre todas as atrizes que foram pensadas para ser a protagonista, mas de todos os nomes que li, achei muito acertado ser Helena Bonham Carter, ela também canta muito bem. E foi igualmente acertada escolher atrizes desconhecidas para a mulher e a filha do nosso protagonista interpretadas por Laura Michelle Kelly e Jayne Wisener.
O roteiro é muito dramático. Um barbeiro inocente, belo e feliz tem uma bela esposa e uma linda bebê. Um juiz mal manda prender o barbeiro para poder ficar com a esposa dele. Anos depois o barbeiro consegue fugir das prisões e volta pra se vingar. É um roteiro muito triste e perverso!
Gostei muito do elenco. Belo e ótimo cantor o rapaz inocente interpretado por Jamie Campbell Bower, outro ator praticamente desconhecido. O juiz e seu ajudante são ótimos atores, não tinha idéia que o ator que faz o juiz, o Alan Rickman, cantasse tão bem. O seu ajudante é interpretado por Timothy Spall. O garoto interpretado por Ed Sanders também está muito bem, canta bem. É o primeiro papel dele no cinema.
Merecidíssimo o Oscar de Melhor Direçãode Arte. A utilização das cores, a direção de fotografia de Dariusz Wolski , são impecáveis. Essa é uma das cenas que nosso protagonista anda no meio da multidão cantando, mas ele não está lá. De uma criatividade e brilhantismo incrível. No período da inocência tudo tem tons sépia, no período da escuridão tudo é branco, preto e cinza, só o sangue é vermelho. Outra que tem cor na roupa é a doce filha de nosso protagonista. Tudo é de um brilhantismo surpreendente!
Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet ganhou ainda 2 Globos de Ouro de Melhor Filme - Comédia/Musical e Melhor Ator - Comédia/Musical (Johnny Depp).
Estou muito feliz que Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet seja o post de tag 100 sobre cinema no Mata Hari e 007 no blogspot. Amei esse filme e gostei de ser uma das minhas incursões no cinema.