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sábado, 6 de dezembro de 2025

O Filho de Mil Homens

Assisti O Filho de Mil Homens (2025) de Daniel Rezende na Netflix. Queria muito ver esse filme tão elogiado! É baseado no livro de Valter Hugo Mãe. Eu li um único livro desse autor, agora quero ler esse. Que filme, que poesia! Me emocionei demais! Tudo é lindo! É um filme meio fantasioso, mágico, com várias histórias que se entrelaçam de alguma forma. Poesia pura!

Rodrigo Santoro está majestoso. Ele é um pescador solitário que tinha o sonho de ter um filho. O filme se passa em um pequeno vilarejo e ele espalha bilhetinhos que quer ter um filho. Até que surge a personagem de Teka Romualdo dizendo que tem um garoto que ficou órfão interpretado pelo ótimo Miguel Martinez. O pescador tinha um boneco que o acompanhava em tudo quanto era lugar, que ele falava com ele, é muito lindo. O filme foi realizado em Búzios e as paisagens são lindas!

São muitas histórias como da Juliana Caldas que adoro. A casa dela é a coisa mais linda. Tudo é milimétrico. Cada casa e ambiente parece ter o sentimento do personagem. Que filme sensorial. Ela está grávida e a médica é a maravilhosa Tuna Dwek casada com o personagem de Marcello Escorel. Augusto Madeira também está no elenco. A narração é de Zezé Motta.

São muitas histórias. Duas tristes do jovem que gosta de olhar homens e sofre por isso. Jonnhy Massaro arrasa. A mãe de Inez Viana tenta resolver a situação com um casamento arranjado com uma moça que sofreu abuso do namorado, da ótima Rebeca Jamir, que atriz linda e talentosa. A relação de amor que vai se construindo com os personagens é emocionante! "Família pode ser feita de muitas coisas." O Filho de Mil Homens fala muito de amor, acolhimento e respeito tão urgente nesses tempos.
Beijos,
Pedrita

domingo, 19 de outubro de 2025

O Último Azul

Assisti no cinema O Último Azul (2025) de Gabriel Mascaro na Espaço Petrobras de Cinema. Às terças e quartas é meia entrada pra todo mundo, só R$ 14,00. Queria muito ver esse filme, acompanha há muito tempo. Merecidamente, o filme ganhou Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim.

O Último Azul é Denise Weinberg, que atriz, que personagem, que filme. No futuro, o sistema decide que pessoas mais velhas, com mais de 80 anos, vão pra colônia, é obrigatório. 

A protagonista é Tereza. Ela trabalha em um frigorífico, tem amigas, mora sozinha em uma casinha simpática, cuida das plantas, das suas coisas, é independente, ativa. Até que começa a ser abordada pelo governo. Ela diz que tem 77 anos, que falta ainda 3 pra ir pra colônia, mas avisam que mudaram, agora é 75. A filha de Clarissa Pinheiro já recebe um auxílio pra ser a tutora da mãe. A filha não está nem aí pra mãe. Tereza é demitida sem querer do emprego, adora o que faz. Ela resolve realizar o sonho de viajar de avião, vai para a agência de turismo, quer uma passagem ida e volta no mesmo dia, o primeiro voo que tiver, mas ligam pra filha tutora que não autoriza.
Ela fica sabendo que existe ultraleve em uma cidade, que voa também, resolve procurar um barco pra viajar até a cidade que a indicam. Ela tem uma dificuldade enorme de encontrar quem aceite levá-la clandestinamente. É muito perigoso, podem ser multados. É quando surge Rodrigo Santoro que faz uma participação. É linda a viagem dos dois pelos rios da Amazônia, é poesia pura. E também é quando surge o último azul. Santoro acha o caracol Barba Azul que diz que é o contrário, o caramujo que acha a pessoa, que é o último azul. Ele pinga o azul dele nos olhos e tem alucinações e febre por dias. Diz que foi uma experiência inesquecível.
O filme é praticamente um boat movie, lindo demais. Depois de muitas andanças ela encontra Roberta de Miriam Socarras. Ela tem um barco e vende bíblias virtuais. Também mais velha como Tereza, ela fica distante da fiscalização e jura quem tem uma autorização que comprou, Tereza também quer, mas é muito caro. A cena final do filme no barco com a música Rosa dos Ventos na voz de Maria Bethânia é de rasgar o coração. Fiquei muito emocionada! Que filme lindo! Inesquecível!



Beijos,
Pedrita

domingo, 21 de setembro de 2025

Grandes Cenas

Assisti Grandes Cenas da Casa de Cinema de Porto Alegre no Canal Curta! Descobri por um acaso esse programa que é apresentado pelo Matheus Nachtergaele. Curtinho, fala de uma grande cena de grandes filmes. Na internet descobri que está na terceira temporada. Vi episódios da primeira e da segunda. Após achar o primeiro zapeando, o que faço cada vez menos, usei aquele recurso de pedir para o sistema gravar todos, então eles vem aparecendo nas gravações.

O primeiro que vi foi Central do Brasil. O programa escolhe uma grande cena, integrantes do filme falam sobre a construção da cena. Essa da procissão é muito impactante mesmo. Fernanda Montenegro e Vinícius de Oliveira atravessam uma procissão. A cena termina nas salas de ex-votos, onde a personagem desmaia e termina no colo da criança. Depois de contarem sobre a cena, mostrarem trechos, o episódio termina com a cena integral. Como amei esse formato. Quero ver se consigo ver outros. Só não vi dos filmes que ainda não assisti.
Acabei vendo Grandes Cenas dos filmes da minha vida. Em Como Nascem os Anjos falaram da cena que a personagem de Priscila Assum pede, apontando uma arma, pra moça mostrar os seios . Ela ainda uma menina queria ver os seios de uma linda mulher.

Outro filme da minha vida é A Ostra e o Vento. O diretor Walter Lima Jr. contou como foi realizada a cena do vento levando o lençol, Leandra Leal com apenas 13 anos correndo atrás, até a cena final quando o lençol cai nela na praia e ela menstrua sem ter ideia do que acontecia, já que vivia na ilha só com o pai. O diretor contou também sobre a seleção da atriz, como estava difícil encontrar uma jovem para o papel e que Leandra surgiu e ele percebeu que ela já estava pronta.


Mais um filme entre meus grandes filmes, Bicho de Sete Cabeças que foi um divisor de águas na minha vida, quando passei a ser da luta anti manicomial. Laís Bodanky fala da cena que o interno de Rodrigo Santoro vê uma oportunidade de fugir do manicômio, mas muito dopado por remédios, consegue ser capturado. É uma cena doída demais.

O último que vi foi Todas as Mulheres do Mundo. E foi uma aula de cinema, todos são, mas esse falou de como era, quando raramente se podia editar, os rolos de filme eram caríssimos. Após um dia exaustivo de gravação, eles não conseguiam finalizar a cena. Até que Paulo José colocou uma música na vitrola, Leila Diniz começou a dançar, eles filmaram, é uma bela e saudosa cena, com tanta naturalidade e beleza.
Beijos,
Pedrita

domingo, 25 de maio de 2025

Bom Dia Verônica - 3ª Temporada

Assisti a 3ª Temporada de Bom Dia Verônica (2024) de Raphael Montes na Netflix. Ansiava muito por esses episódios, mas foi o que menos gostei por ser menos crível. Continua ótima, bem realizada, bom roteiro, mas ficou muito fantasiosa. São só 3 episódios.

Verônica da ótima Tainá Muller agora está meio tapada. Ela vai em uma cidade investigar o orfanato dos horrores. Chega em uma procissão. Os líderes lá estão e são os gatos Rodrigo Santoro e Maitê Proença. Ele a leva pra fazenda de cavalos dele. É riquíssimo e ela nem desconfia. Ok, a gente já sabe que ele será o vilão, mas milionário dificilmente subiu na vida sem explorar as pessoas. Ela até desconfia, mas ele conta uma linda e triste história do orfanato e sua mãe e Verônica cai que nem um patinho. Sim, difícil resistir ao charme do Santoro, mais lindo e viril que nunca, mas ela conta a história toda dela, abre toda a guarda, muito burra. Nem parecia aquela Verônica das outras temporadas, nem poderia ficar com raiva da família que não desconfia de um contato da filha adolescente, porque Verônica não é nada brilhante nessa temporada.
Pra piorar Verônica põe em risco a vida da jovem que tanto sofreu na mão do pai, da incrível Klara Castanho. Reynaldo Gianecchini aparece novamente, agora preso até que foge. A mãe da personagem de Camila Márdila também tem uma participação importante. Bem interessante a possível cura da filha.

As mulheres ficam presas em baias e são usadas em reprodução. Verônica entra na fazenda, o amigo de Adriano Garib sabe dos riscos, mas fica dias esperando ela retornar o contato, não faz nada. Que bom que Verônica sobreviveu sem ele, porque se dependesse dele estava ferrada. Esse núcleo de mulheres é lindo, só ótimas atrizes Bella Camero, Rhaisa Batista e Liza Del Dala. Confesso que achei meio forçado homens ricos participarem de leilões de mulheres décadas. As que eram fertilizadas eram mortas após o parto e sumiam, sempre na mesma fazenda. Verônica diz que eles eram comprados, juízes, políticos, poderosos, mas mesmo assim, no mesmo lugar sempre, tantos sumiços, achei forçado.
Gostei que tem uma conversa bem discreta entre Verônica e a filha. Ela tinha sido fertilizada na fazenda e escolhe o aborto. Fez muito bem, inclusive estava amparada pela lei porque foi um estupro. Gostei do desfecho final. A série cutuca a impunidade no Brasil. Boa parte dos homens que participavam dos leilões ficaram impunes. Verônica, Ângela e outras mulheres se juntam pra fazer justiça. Essa foi a temporada final, mas esse gancho final permite o retorno a qualquer hora, quem sabe.
Beijos,
Pedrita

sábado, 8 de abril de 2023

Wolf Pack - 1ª Temporada

Assisti a 1ª Temporada de Wolf Pack (2023) de Jeff Davis na Paramount +. É baseada nos livros do canadense Edo van Belkon. Eu tinha visto um vídeo do Rodrigo Santoro no instagram dele falando dessa série. Ele é um entusiasta do projeto. E deve ser mesmo, ele integra o elenco de protagonistas dessa série. A primeira cena inclusive é com ele. A floresta pega fogo, ele é um dos engenheiros florestais. É uma série de lobisomens e com pegada juvenil, que não me atrai tanto, vi mesmo por ele estar no elenco protagonizando com a Sarah Michelle Gellar.

O personagem do Santoro é pai de dois adolescentes (Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Grey). No começo, o incêndio chega perto de carros e um ônibus escolar. Dois jovens que estão no veículo são machucados por animais. Esses dois e os filhos do engenheiro florestal se unem pra entender o que acontece. A história da infância dos filhos do engenheiro emociona. Sarah é a policial que investiga o incêndio junto com o engenheiro.
O outro jovem (Armani Jackson) tem uma vida confortável com pais super protetores. Ele sofre de ansiedade. A jovem (Bella Shepard) já tem uma vida muito difícil com o pai (James Martinez) e o irmão autista (Nervada Jose). O pai está em sérios problemas financeiros. O irmão só se acalma com ela. É uma boa série. Não pensava em ver a segunda temporada, mas o gancho me prendeu.
Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Westworld - 3ª Temporada

Assisti a 3ª Temporada de Westworld (2020) de Jonathan Nolan na HBO e HBO Go. Eu amo essa série e não foi diferente com essa. Sim, é bem diferente e não recebeu boas críticas. Continuo gostando!

Dolores agora abandonou Westworld para destruir a humanidade, pelo menos é isso que muitos acham. Que atriz, Evan Rachel Wood. Eu mesma desconfiei que não era bem esse o intento. Ela vem destruir uma máquina criada pra controlar a humanidade. Essa máquina define os destinos das pessoas com base no seu perfil psicológico. A máquina decide quem ter perfil para atividades, quem tem que ser morto e quem tem que ser afastado da sociedade, baseado em critérios altamente questionáveis. Um personagem fundamental dessa temporada é interpretado por Aaron Paul. Eu gosto demais da filosofia de Westworld, tão próximas do mundo atual. E nesse momento atual já há quem decida sobre a vida de outros baseado em critérios.
Nessa temporada trava-se um embate entre Maeve e Dolores, eu desejava o tempo todo que elas se unissem, mas Maeve une-se a Serac, o verdadeiro vilão dessa temporada, interpretado pelo maravilhoso Vincent Cassel. Amo a Thandie Newton que faz a Maeve. Triste demais quando Maeve descobre que o parceiro dela está preso as narrativas de Westworld e não consegue se libertar daquele mundo. Ele é interpretado pelo belíssimo Rodrigo Santoro.

Serac é um lunático que acha que louco é o seu irmão. Os dois criam uma máquina que controla a humanidade. Quando Serac vê que seu irmão está cada vez mais alucinado pelos seus problemas mentais, o interna. E fica sozinho comandando todos. No meu entender o maior problema dessa temporada é ter luta demais e ser praticamente tudo à noite. Mas como disse a parte filosófica continua incrível. Detestei que o final não tem nada a ver com o que eu queria.
Continuam nessa temporada vários personagens interessantes interpretados por: Tessa Thompson, Ed Harris e Jeffrey Wright.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 9 de maio de 2019

O Tradutor

Assisti no cinema O Tradutor (2018) de Rodrigo e Sebastián Barriuso. Eu tinha visto matérias sobre esse filme e o FabioTV também comentou que tinha visto. Foi difícil achar um sessão que desse pra ver em geral filmes não comerciais ficam pulverizados em salas alternativas, em horários quase inconfessáveis.

Os diretores são irmãos cubanos e contam a história do pai deles. Apesar que há interferências ficcionais. O pai deles era professor de literatura russa e é designado a ser tradutor em um hospital para crianças de Chernobyl. Ele reluta, mas em Cuba não pode-se escolher o que deseja fazer. Mas ele acaba se envolvendo demais e ajudando muito aquelas crianças. O filme é doloroso, mas imagino que a situação das crianças deveria ser muito pior do que a mostrada.

 Ele é casado com uma renomada artista plástica e tem um filho pequeno. O trabalho além de exaustivo é à noite e ele tem muita dificuldade de inverter o horário de sono. A enfermeira arruma uma medicação para ele dormir. Então mal fica em casa. De dia dorme, e à noite trabalha. Eles tinham uma vida confortável, mas com a queda do muro de Berlim e as mudanças na Rússia começa a faltar tudo em Cuba. Não há mais combustível, comida, o filho começa a emagrecer muito, a esposa fica grávida. Ele tem que andar quilômetros de bicicleta até o novo trabalho. Rodrigo Santoro é e está maravilhoso, que atuação difícil. Tem muita criança no elenco. A enfermeira que o ajuda é interpretada por Maricél Álvarez. A esposa por Yondra Suárez. Em uma matéria, Santoro disse que teve pouco tempo para decorar foneticamente o idioma russo. Mas muitas crianças falavam espanhol e eram dubladas depois, mas como ele tinha que contracenar com crianças e não é sempre fácil, ele se preparava muito para as cenas para conseguir interagir melhor, caso tivesse algum imprevisto. Só uma criança falava russo realmente. O filme começou no Canadá, onde os diretores agora vivem, e depois seguiu para Havana.
Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Westworld - 2ª Temporada

Assisti Westworld - 2ª Temporada (2018) de J. J. Abrams, Jonathan Nolam na HBO. Como ansiei por essa continuação que está mais sombria que nunca, só pelo pôster já é possível perceber. Muito interessante que a série levou dois anos pra ser retomada, foi uma difícil espera e já estou sentindo muita falta de tanto questionamento. O post da primeira temporada está aqui.

A primeira terminou de modo dramático. Os anfitriões mataram os visitantes e seus criadores. A matança continua na segunda. Há muitas perguntas que continuam, inúmeras que surgem e a falta de respostas é o melhor em Westworld. Muito triste a trama da Dolores. Descobrimos que ela é uma das mais antigas do parque, que ia no mundo externo em reuniões para atraírem investidores, então ela tem uma consciência maior do parque e do mundo exterior. Seu amado só viveu no seu script. Quando morria era reprogramado para o mesmo personagem, portanto ele tem dificuldade de acompanhar os raciocínios de Dolores. É muito triste a decepção dela e mais triste ainda o desfecho desse amor. Evan Rachel Wood e James Marsden estão incríveis.
Maeve não quer acompanhar Dolores na busca pela saída do parque. Ela quer ir buscar sua filha. Dolores quer seguir para o portão que leva eles embora do parque. Muito tristes as tramas de Maeve. Ela leva com eles os programadores. E descobre outras narrativas mas que se assemelhavam a sua triste história e de sua filha. Amo Thandie Newton e Rodrigo Santoro aparece bem mais nessa temporada.

Triste demais a história do índio. Há um episódio só com a história dele. Como Maeve, ele tinha uma bela história em uma tribo onde vivia em paz. Como os donos do parque quiseram mais aventuras, ele vira um perverso. Esse índio e Maeve começam a ter consciência e comunicação com os anfitriões sem precisar encontrá-los. Passam a dar comandos pelo cérebro. Zahn MacClarnon está impressionante também.
Mais maluco ainda o homem de preto que cria muitos problemas para todos, anfitriões e visitantes, com raciocínios confusos e muita maldade. Ed Harris continua arrasando. A trama da sua história,  sua esposa e sua filha é muito dolorida. Também incomoda demais o homem cobaia em cativeiro. Descobrimos que o parque não foi criado para divertir visitantes e sim para escanear os visitantes para recriá-los e promover a vida eterna da humanidade.

A trama mais confusa e não menos intrigante é a de Bernard. Há inúmeras idas e vindas no tempo, mas nada claro, nós que vamos tentando unir a ordem cronológica. Ford morreu, mas como ele previa que morreria, criou comandos nos anfitriões para continuar coordenando-os depois de morto, ou não, ou os anfitriões achariam que era Ford, mas seriam suas memórias e consciências. Anthony Hopkins tem então vários diálogos com os personagens. Logo no início descobrimos uma reviravolta, não foi Bernard que criou Dolores, mas sim Dolores que criou Bernard a semelhança de Arnold, um dos fundadores do parque com Ford que na primeira temporada ficamos sabendo que se matou porque não gostou dos rumos do parque e do que tinha criado. Dolores conheceu muito Arnold e preparou Bernard a sua semelhança. Vários Bernards foram descartados e aparecem nessa temporada. Jeffrey Wright está incrível.
Dolores e Bernard travam grandes embates filosóficos por divergências de consciência. Dolores acha que o portal é mais uma enganação dos criadores do parque. Os corpos morrem e só suas mentes seguem para viver em paz no portal e lá ficam presas. Dolores não acredita que isso seja algo bom e sim mais uma mentira do parque. E que essa solução não é o livre arbítrio.

O desfecho é muito interessante e a abertura para a nova temporada simplesmente genial. Ford diz que só um único anfitrião conseguiria viver no mundo lá fora. E é a Dolores, em uma nova forma que consegue. Com os comandos que recebeu ela localiza a casa que Ford preparou para eles, consegue levar as bolas de consciências de outros anfitriões e recria Bernard e Dolores, ficando duas Dolores, ou não. Dolores diz que agora sim há livre arbítrio. Que eles podem escolher como querem viver. Simplesmente genial! A nova Dolores é interpretada pela ótima Tessa Thompson. Mas a verdadeira Dolores também é recriada.


Beijos,
Pedrita