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quinta-feira, 27 de outubro de 2022

A Viagem de Pedro

Assisti A Viagem de Pedro (2022) de Laís Bodansky no TelecinePlay. Fiquei eufórica quando vi que já estava disponível no canal. Que filme! Eu amo essa diretora, é genial e esse filme igualmente incrível. Cauã Reymond arrasa como Pedro I.

O filme é ambientado em uma lacuna da história, pouco se sabe sobre a ida de Dom Pedro I a Portugal. Não deve ter sido uma viagem fácil, primeiro porque essas viagens de navio eram muito longas, já deviam ser difíceis naturalmente, imagine nesse contexto histórico.
Dom Pedro resolve levar a sua filha para assumir o trono de Portugal. Seu irmão ia assumir o trono e Dom Pedro acha que é por direito dele e de sua família estar no trono de Portugal. Aquele Dom Pedro que deu o grito de independência de Portugal, achava que ainda tinha direito ao trono. Pra isso larga no Brasil seu filho de 5 anos, que assume o trono por aqui, na verdade terceirizando o trono por seus tutores. Pra ver como Pedro I não estava nem aí pro Brasil e para seus filhos.

Laís Bodansky cria um Dom Pedro atormentado. Deve ter sido uma viagem difícil por inúmeros motivos. Imagino como deve ser difícil pra Pedro a viagem, um homem demasiadamente agitado, com muitos conflitos internos. Pra piorar, ele estava com sífilis e com problemas de ereção. Para um homem compulsivo sexualmente devia ser insuportável. Nos delírios, ele tem recordações do passado.

O filme mostra toda a arrogância real, rara na cultura e na história que aprendemos, que em geral romantiza a monarquia. O jeito de superioridade com os negros na viagem, negros que tinham que ser livres porque na Inglaterra não tinha mais a escravidão. O elenco é inacreditável e diverso em culturas e idiomas. O filme tem vários idiomas com legendas. Dois atores que amo e são lindíssimos estão no elenco: Welket Bunguê de Guiné-Bissal e Isabel Zuáá de Portugal. Outros são, Victoria Guerra e João Lagarto de Portugal, Luise Heyer da Alemanha, Calvin Denangowe do Congo, Frances Magee da Irlanda, Sergio Laurentino, Rita Wainer, Luiza Gattai, Isac Graça e Celso Frateschi. Fiquei muito emocionada de ver a Sonia Guedes em uma participação. Imagino que tenha sido um de seus últimos trabalhos. Essa diversidade de nacionalidade no elenco foi fundamental para o filme, deu muita veracidade.
Beijos,
Pedrita

sábado, 26 de março de 2022

Um Lugar ao Sol

Assisti a novela Um Lugar ao Sol (2021-2022) de Lícia Manzo na . Eu amava essa novela que sofreu bastante com a pandemia. O começo foi gravado antes da pandemia, aí parou, depois tiveram que fazer ajustes pra poder finalizar.

A trama dos gêmeos era ótima, Cauã Reymond brilhou nos três personagens, três porque Christian como Renato também era outra pessoa. Abordava muitas questões. Um Lugar ao Sol falou muito sobre adoção em inúmeros personagens. Os dois eram do interior de Goiás. Como se fazia muito antigamente e ainda um pouco infelizmente, mesmo sendo ilegal, uma família vai buscar uma criança ainda não registrada de uma família pobre. Eram dois irmãos, um estava doente. A família só quer o que está melhor. Um cresce em uma família rica, a mãe o mima demasiadamente e o sufoca. Pra se libertar de toda a pressão, torna-se alcoólatra e usa drogas. Sem moral alguma vai comprando tudo e a todos. Christian é criado em orfanato, estudioso, sonha uma vida melhor e para o seu irmão de orfanato Ravi (Juan Paiva), bem mais novo que ele. Muito interessante que Christian toma o lugar do Renato e vai se parecendo cada vez mais com o irmão, mas não tanto, tem características diferentes. O final da novela desandou, Infelizmente a grande espera virou uma espera demais para a revelação de que Renato era Christian. No último capítulo, em um corre corre ruim, o que mais se esperou foi engolido em tão pouco tempo. 
Eu adorava o casal Rebecca e Felipe (Gabriel Leone). Andréa Beltrão estava majestosa. Ele, namorado da melhor amiga da filha (Fernanda Marques), ela modelo, com dificuldade de conseguir trabalho na área aos 50 anos. Pena que a autora não bancou a relação. E não foi por influência do público porque a novela começou já terminada. Todo o discurso que amor não tem idade foi por terra separando o casal. Até fez uma volta relâmpago em um momento mas mais fake impossível. A novela infelizmente teve muitos problemas de continuidade quando precisou ser esticada e muitos furos. Bom, ninguém usava whatsapp, tudo mundo aparecia na porta da casa, novela nunca tem porteiro, sem avisar. Felipe vai atrás de Rebecca, mas ela está voltando de um encontro. Teria que ser noite, ela foi dançar, como o rapaz vai sem avisar de madrugada? E o Alzheimer de Elenice que desapareceu. Ela já vinha com confusões mentais, esquecendo muita coisa., mas conseguiu fugir da clínica, achar a casa da Bárbara, lembrar em detalhes tudo o que ia dizer e um tempo depois no tribunal também lembrava de tudo. Essa autora ama doenças, fato que me manteve distante na exibição de outra novela sua. Em Um Lugar ao Sol a autora extrapolou nesse quesito. Até Felipe teve um câncer muito raro em jovens no intestino, nem se deu ao trabalho de escolher algo mais condizente com a idade dele. Os doentes em geral tinham maus raríssimos, precoces, que pouco se via, pra ser bem dramático. Doentes que ficaram ou já estavam eram a mãe da Rebecca (Débora Duarte), Felipe, Bárbara (Alline Moraes) e a mãe que já tinha morrido, só aparecia nos diálogos, Elenice (Ana Beatriz Nogueira), Santiago (José de Abreu), Túlio (Daniel Dantas), Gesiel (Antonio Pitanga), a gravidez da Ilana (Mariana Lima), sempre com maus raríssimos, onde teve uma escolha de Sofia, qual bebê ia querer salvar. José Renato (Genézio de Barros) que fica doente e morre. A parente da Elenice. O pai do Breno (Luiz Serra) sempre foi tratado como doente, mas nunca pareceu que necessitava de cuidados exagerados que impedissem sua filha (Claudia Missura) de ter uma vida própria. E após acidentes como com Ravi  e Aníbal (Reginaldo Faria). Elenice e Teodoro (Fernando Eiras) morreram de Covid, mas só comentaram, não mostraram. Dois adictos Júlia e (Denise Fraga e Eduardo Moskovis), não bastava um. E com várias cenas, demasiadas, no AA. Enquanto algumas cenas que desejávamos mal apareciam, outras ganhavam tempos absurdos. No começo queríamos ver mais em detalhes a transformação de Christian em Renato, depois a revelação. Mesmo a trama da Thaiane foi atropelada, resolvida a parte jurídica em conversas em voz baixa em um show.
Foi lindo demais o amor entre Ilana e Gabriela (Natália Lage). Ilana teve muita dificuldade de admitir que estava apaixonada por sua amiga de adolescência. Ilana teve um casamento muito difícil com Breno (Marco Ricca), que era imaturo. Ela que bancava as contas, trabalhava demasiadamente, mas ele cobrava um filho depois de muito tempo de casados. Ela aceita, engravida, e novamente parece que teria que gerir tudo sozinha. Gabriela veio pra somar, pra amar e dividir tudo, obstetra bem sucedida, poderia não só ajudar na criação da filha, mas como dividir as despesas e funções da vida adulta. Já Breno se encontrou e se uniu com outra imatura, a cansativa Julia.
As mulheres em geral eram fortes e batalhadoras. A avó Noca (Marieta Severo) ensinou a neta (Andréia Horta) a lutar por seus anseios. As profissionais (Stella Freitas, Ju Colombo e Georgina Castro) competentes do cantinho da Noca. A personagem Janine (Indira Nascimento) fez uma participação. Ela era uma talentosa escritora que se vê envolvida em uma trama sórdida de liberar direitos autorais. A professora (Betty Gofman) que interfere ajudando a aluna a ter coragem de lutar pelos seus textos e direitos. Ilana uma produtora de sucesso, com uma empresa no ramo da moda. A psicóloga (Regina Braga) que sabia mais ajudar os outros do que se ajudar e ter empatia. Até mesmo a amoral Ruth (Patthy de Jesus), que por meios errados era uma bem sucedida executiva. Cecília (Fernanda de Freitas) que era personal trainer e criava muito dignamente seu filho. Até mesmo a competente governanta (Ângela Figueiredo) que se perde quando vem uma nova chefe na casa.
Eu gostava da trama da Nicole (Ana Baiard) com o Paco (Otávio Muller). As cenas nas dublagens eram ótimas. Gostava dos dois serem do meio artístico, dois atores que complementam sua renda na dublagem. A filha o Paco foi interpretada por Samanta Quadrado e a mãe dela por Claudia Mauro. Tinham alguns ótimos personagens que apareceram na trama atuados por Renata Gaspar, Danilo Grangheia, Danton Mello, Isio Ghelman e Lara Tremouroux.
Fiquei bastante triste e frustrada com os atropelamentos na trama no final, as excessivas doenças, mas no geral eu gostei demais de Um Lugar ao Sol
Beijos,
Pedrita

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Não Devore Meu Coração

Assisti Não Devore Meu Coração (2017) de Felipe Bragança no Canal Brasil. Cauã Reymond interpreta um motociclista. Ele vive com a mãe e o irmão na fronteira do Brasil com o Paraguai. Ninguém na cidade parece fazer nada pra sobreviver. Cauã vive em uma gangue de moto participando de competições com rivais paraguaios.

O irmão mais novo se apaixona por uma índia paraguaia muito linda Adeli Gonzales. O menino é interpretado por Eduardo Macedo. A mãe, Cláudia Assunção, parece que só dorme e toma remédios. Está assim desde que se separou do pai deles. O rio separa o Brasil do Paraguai. .

É apaixonada pelo irmão a bela Zahy Guajajara. O pai, Leopoldo Pacheco, é um fazendeiro rico que lida com os conflitos de terras à bala, por isso os dois jovens são hostilizados na pequena comunidade. O capataz que não protege ninguém é interpretado por Ney Matogrosso. Na trilha sonora tem a obra de Carlos Gomes.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Cauã Reymond no Adnight

Assisti a participação do Cauã Reymond no Adnight na TV Globo. Eu tinha pré-conceito com esse programa. Terminou Justiça, fui zapear, voltei e vi o Cauã de K-One, na embalagem como boneco, fiquei vendo até o final e me diverti muito. Acho que Marcelo Adnet vai ter programas engraçados, desde que o convidado se entregue as brincadeiras como o Cauã. Adnight deverá depender muito do convidado.

Gostei muito dos participantes convidados. O Bira narrou interpretações de Adnet, Cauã e Ricardo Macchi. Estavam muito divertidos! Eu adoro o Ricardo Macchi e estou em uma campanha para ele integrar alguma novela da TV Globo.

No final Rodrigo Simas também apareceu para uma canção sobre galãs. Os quatro estavam muito engraçados. Adnight vai ao ar às quartas-feiras.
Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 18 de março de 2015

Alemão

Assisti Alemão (2014) de José Eduardo Belmonte no Telecine Pipoca. Eu não pensava em ver esse filme e pensava menos ainda depois de duas zapeadas onde vi cenas muito pesadas. Sim, Alemão é um filme pesado, mas por um azar inexplicável, as duas zapeadas pegaram a única cena demasiadamente pesada. O filme todo é pesado, mas não naquele grau que vi. Dá pra assistir e é muito bem realizado, filmado, dirigido, ótimo elenco, é um bom filme.

Alemão tem como base a invasão da polícia federal no Morro do Alemão para expulsar os traficantes de lá e iniciar a pacificação. Após esse fato histórico, resolveram fazer um filme que terminaria nesse fato. Acontece então uma semana antes, com a descoberta de policiais infiltrados. Eles se escondem em uma pizzaria no morro. O chefe dos traficantes é interpretado por Cauã Reymond

Os policiais por Gabriel Braga Nunes, Caio Blat, Marcello Melo Jr. Milhem Cortaz e Otávio Müller. As mulheres são interpretadas por Mariana Nunes e Aisha Jambo. Do lado de fora, na delegacia de polícia, o chefe da operação é interpretado por Antonio Fagundes. Alemão mostra uma polícia despreparada, que comete uma série de equívocos e se coloca em risco. Enquanto os traficantes estão muito melhor organizados e preparados. Alemão foi pensado para o cinema e não foi adaptado para a televisão. Os textos iniciais ficam quase ilegíveis e muito rápidos.

Hugo também falou desse filme no blog dele.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Reis e Ratos

Assisti no cinema Reis e Ratos (2012) de Mauro Lima no Projeta Brasil 2012, no Shopping Metrô Santa Cruz. Esse foi o segundo da minha maratona. Eu tinha ido com minha mãe no Shopping Vila Olímpia e o moço da bilheteria disse que a cópia não tinha vindo, não queríamos ver nenhum outro, fomos embora. Espero que não tenha sido mentira e tiraram o filme por algum outro motivo. Finalmente então, meses depois, consegui ver. É genial! Reparem como o Rodrigo Santoro está irreconhecível.

A trama, ambientada na década de 60, toda é atrapalhada, confusa e engraçada. Todos são uns paspalhões. Selton Mello é um americano. É uma trama de espionagem. O Cauã Reymond é gay e interpreta um locutor de rádio que incorpora alguém, nem ele mesmo sabe que recebe alguém, e esse que fala por ele sempre delata antes os planos atrapalhados dos espiões. É muito engraçado e ele está ótimo. Todos estão. 

A bela cantora é interpretada pela ótima Rafaela Mandelli. Protagonizam ainda Otávio Müller, Kiko Mascarenhas, Bel Kutner e Paula Bulamarqui. Fazem participações: Seu Jorge, Orã Figueiredo, Oberdan Júnior, Daniel Alvim, Marcelo Adnet e Gregório Duvivier. A edição é ótima. Há cenas preto e branco, coloridas, tudo entrecortado, o estilo para contar as histórias é ótimo. Os figurinos e a reconstituição de época são impecáveis. Me diverti muito!
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Meu País

Assisti Meu País (2011) de André Ristum o Telecine Premium. Queria muito ver esse filme, fiquei chateada de não ter conseguido ver nos cinemas. Minha mãe também viu na tv a cabo e igualmente gostou muito. Como viram pelo pôster o elenco é incrível e faz uma participação especial o Paulo José. Começa com o personagem do Paulo José, ele passa mal dormindo e morre. Rodrigo Santoro interpreta um executivo muito bem sucedido e casado que vive na Itália, o irmão, interpretado pelo Cauã Reymond é um playboy que vive com o pai.

Os dois se reencontram no enterro e precisam lidar com as questões do falecimento do pai, firma quase falida e ainda uma irmã da amante do pai que tem problemas mentais. Essa irmã, interpretada pela Débora Falabella, vive em um sanatório que exige que ela seja integrada a família para melhorar. Os três estão incríveis. A esposa  é interpretada pela atriz italiana Anita Caprioli. O médico é interpretado pelo Eduardo Semerjian. Fazem ainda outras participações:  Niocola Siri, Luciano Chirolli e Norman Mozzato.  Meu País ganhou Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular  no Festival de Brasília e ainda Melhor Direção, Melhor Ator para Rodrigo Santoro. Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 22 de maio de 2012

Não Se Pode Viver Sem Amor

Assisti Não Se Pode Viver Sem Amor (2010) de Jorge Durán no Canal Brasil. Eu sempre quis ver esse filme, desde que estreou nos cinemas, gostei muito, é poético, triste e instigante. Entre realidade, fantasia e imaginação, os personagens aparecem e se encontram. A fotografia é linda, o elenco incrível, um filme inspirador. Não ficamos sabendo se é imaginação do garoto, se são delírios do roteiro, só sabemos que aquelas pessoas estão desesperançosas, solitárias, mas também não sabemos se a realidade é mais feliz quando vemos o final.

Não Se Pode Viver Sem Amor começa com a Simone Spoladore e um garoto. Eles interpretam mãe e filho e ele pede para conhecer o pai. Eles moram no interior e viajam para o Rio de Janeiro. Ela passa o filme procurando o pai do menino, ele sempre passou por onde eles vão mas não está mais lá. O menino é uma graça, interpretado pelo Victor Navega Motta.  No Rio de Janeiro, Cauã Reymond está na miséria, não consegue trabalho, nem consegue convencer a moça que ama de viver com ele, ela é interpretada pela Fabiula Nascimento. Ângelo Antônio interpreta um professor que recebeu uma proposta para morar e trabalhar em outro país, mas sua namorada interpretada pela Maria Ribeiro não quer ir. Seu pai é um taxista intepretado pelo Rogério Fróes.  Babu Santana interpreta um homem que vende milho verde em uma praça e ajuda um amigo ex-presidiário interpretado pelo Roney Villela.

Beijos,

Pedrita

domingo, 25 de setembro de 2011

Cordel Encantado

Assisti a novela Cordel Encantado (2011) de Thelma Guedes e Duca Rachid e na TV Globo. Direção de Amora Mautner. Que novela maravilhosa! Está na lista das minhas preferidas. Bombou tanto no ibope que deve ter entrado na lista de preferidos de muita gente. Tudo impecável! Roteiro, cenografia (João Irênio) figurinos (Marie Salles e Karla Monteiro), elenco, fotografia (Fred Rangel). Utilizaram técnica de cinema, ficou impecável. As autoras se inspiraram em cordéis que misturavam histórias de contos de fadas com histórias do nordeste, cangaço e histórias de princesas. As autoras fizeram uma novela atemporal. Vestidos longos, mas com jeans telefone e automóveis. A trilha sonora também era um encanto.

Há tantos aspectos que gostei, espero não esquecer nenhum. Adoro os atores do elenco. Os casais que mais gostei foram Maria Cesária (Lucy Ramos) e Augusto (Carmo Dalla Vecchia), Jesuíno (Cauã Reymond) e Açucena (Bianca Bin), Antônia (Luíza Valdelaro) e Inácio (Maurício Destri), Doralice (Nathália Dill) e Príncipe (Jayme Matarazzo) Felipe, Euzébio (Enrique Diaz) e Virtuosa (Ana Cecília Costa) Adorei o amor bandido de Ursula (Débora Bloch, atriz que adoro) e do Capitão (Domingos Montagner), ator que ganhou o coração meu e de muitos brasileiros. Bruno Gagliasso simplesmente arrasou como o perverso Timóteo. O casal da Primeira Dama (Zezé Polessa) com Zóio Furado (Tuca Andrada)  foi hilário, mas gostava muito do casal Primeira Dama e Patácio (Marcos Caruso). Outro casal que adorava era Florinda (Emmanuelle Araújo) e Zenóbio (Guilherme Fontes), mas gostei do casal Florinda e Duque Petrus (Felipe Camargo).


Penélope (Paula Bulamarqui) e Berlarmino (João Miguel). João Miguel integrou o grupo de atores que adoro e conheci vendo filmes ou peças como Matheus Nachtergaele (Profeta), Antonio Karnewale (Médico), Mouhamed Harfouch (Farid), Zé Celso Martinez Correa (Amadeus), Enrique Diaz, Aramis Trindade e  Filó (Flávia Rubim). Cordel Encantado foi uma novela que colocou em destaque novos rostos da televisão ou mesmo da dramaturgia.

Além desses conhecidos dos palcos e do cinema lançaram atores que adorei seus personagens como Fausto (Renato Góes), Eronildes (João Fernandes), Juca (Max Lima), Inácio, Setembrino (Glicério Rosário), Bartira (Andrea Horta) Alguns dessa última lista podem ser conhecidos no cinema e teatro, mas eu não conhecia. As crianças estavam demais também, a linda, Sofia Terra (Lady Cecília), Matheus Costa (Salim), Barbara Maia (Dulcina), Caio Manhente (Zig), Nahuana Costa (Sofia) e Bernardo Simões (Omar).   Resgataram atores que adoro Renan Ribeiro (Galego) e Virtuoza.

Outros atores que adoro também estão no elenco: Bertha Loran (Rainha Mãe), Luana Martau (Lady Carlota), Osmar Prado (Batoré) Marcelo Novaes (Quiquiqui), Luiz Fernando Guimarães (Nicolau), Patrícia Werneck (Teínha),  Genésio de Barros (Padre Joaquim), Neusa (Heloísa Perissé), Emílio de Mello (General Baldini), Ilva Ninõ (Cândida), Tony Tornado (Damião), Claudia Ohana (Siá Benvinda), Isabelle Drummond (Rosa), Mariana Lima (Rainha Helena), Land Vieira (Tiburgo), Nanda Costa (Lilica), Débora Duarte (Amália), Reginaldo Farias (Cel Januário), Alinne Moraes (Rainha Cristina) e Thiago Lacerda. Adorava a turma da sala de cinema:  Wagner Molina,  Cristiane Amorim e Edimilson Barros e a dona do hotel,  Isabel Mello. Divertidíssimos também os soldadinhos de chumbo  Marcelo Flores e Alessandro Tcche.

Gostei tanto de Cordel Encantado que vivi o dilema de não querer que acabasse, mas da alegria de acabar e eu poder dividir com vocês essa obra linda. Que texto impecável. As autoras utilizavam trechos de cordéis, com o palavreado típico. Vai deixar saudades.

Beijos,
Pedrita