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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Alien: Convenant

Assisti Alien: Covenant (2017) de Ridley Scott no TelecinePlay. Estava com uma certa preguiça de ver esse filme. Gosto da série, mas nunca fui muito apaixonada. Demorei bastante pra me animar de ver. É bom e tem momentos preciosos como o início quando o androide é criado e há um clássico debate criador e criatura. É em um apartamento repleto de obras de arte, com uma vista deslumbrante, um piano Steinway, música de Wagner. Belo momento do filme!

Mas como morre gente nesse filme. O androide é interpretado por Michael Fassbender. É o único ator mais conhecido. Outros do elenco são: Katherine Waterson, Billy Crudup, Danny McBride, Demiàn Bichir, Carmem Ejogo e Jussie Smolett. Vários personagens são muito burros, nem parecem que tem treinamento para inspeção de lugares desconhecidos, não olham onde pisam, não tem malícia, burros mesmo. Acho que até concordo com o androide em achar que os Aliens são espécies mais evoluídas, comparadas com esses personagens, são mesmo.

Quem está curioso assista. Quem gostava da série também porque é um bom filme. Agora quem não gosta do gênero não veja mesmo.  As locações são belíssimas! Eu até adivinhei o que estava acontecendo no final, cheguei até achar que me enganei, mas não porque sou adivinha, mas porque era meio óbvio mesmo. 

Beijos,
Pedrita

sábado, 26 de abril de 2008

O Bom Pastor

Assisti O Bom Pastor (2006) de Robert De Niro no Telecine Premium. Gostei bastante, principalmente porque adoro o Matt Damon e ele está excelente. O roteiro de Eric Roth fala das organizações secretas de investigações que culminaram na criação da CIA. Mostra bastante o quanto os Estados Unidos estavam aficcionados com a idéia de que haviam homens perigosos que seriam na maioria os comunistas, cubanos ou russos e que eles precisavam proteger o país daquele mal. Com isso cometem uma série de equívocos prepotentes e um número alto de preconceitos contra os seus semelhantes.

O personagem do Matt Damon acaba se casando meio que forçado com uma mulher de um importante senador. Ela é interpretada pela Angelina Jolie e o senador por Keir Dullea.

Eu não gostei da participação do personagem do Robert De Niro, achei muito caricato e não vi necessidade dele atuar em seu próprio filme. Adoro esse ator mas seu personagem era bastante artificial.

Há uma série de parceiros e informantes próximos ao protagonista e estão todos muito bem: Alec Baldwin, Billy Crudup, William Hurt e Timothy Hutton.

Gostei muito do ator que interpreta o filho do personagem do Matt Damon, Eddie Redmayne. E também a atriz que interpreta a primeira paixão do protagonista, Tammy Blanchard.

O Bom Pastor ganhou o Urso de Prata de Melhor Contribuição Artística, no Festival de Berlim.


Música do post e do filme: Embraceable You




Beijos, Pedrita

segunda-feira, 3 de março de 2008

Quase Famosos

Assisti Quase Famosos (2000) de Cameron Crowe na HBO. Sempre quis ver esse filme pelos elogios e prêmios que recebeu, mas não consegui ver nos cinemas. É realmente incrível e eu ficava pensando como alguém parecia compreender tão bem esse universo e esse momento histórico. Aí li que o Cameron Crowe escrevia para a revista Rolling Stone, aos 15 anos de idade, e acompanhou parte da turnê da banda Led Zeppelin e que o filme teria muito de sua experiência. Li também que o roteiro de Quase Famosos teria ficção e uma união de acontecimentos ligados as bandas Led Zeppelin, Allman Brothers e Lynyrd Skynyrd.


Como a história de Cameron Crowe, nosso protagonista tem 15 anos e vai com uma banda para fazer uma matéria. O roteiro de Quase Famosos é muito bem construído, o elenco excelente. Mostra um período típico de um momento histórico, quando as bandas viajavam de ônibus em turnês. Hoje ainda existem essas configurações, mas há mudanças, não especificamente para melhor ou pior, só diferente. Antes as bandas representavam a evolução social dos costumes e os fãs idolatravam os ídolos pelas suas idéias. Hoje os ídolos que são idolatrados e se algumas de suas idéias propagam é porque eles são adorados. Inverteu a ótica!


O elenco é muito bom e eu gostei muito da dupla protagonista, Patrick Fugit e Kate Hudson. Os que interpretam músicos de uma banda estão muito bem caracterizados e são: Billy Crudup e Jason Lee. Outros são: Frances McDormand, Noah Taylor e Philip Seymour Hoffman.

A trilha sonora é incrível com Led Zeppelin, Yes, Simon and Garfunkel, The Beach Boys, David Bowie, The Who, Cat Stevens.

Só não gostei de alguns clichês, apesar de não interferiram muito no ótimo filme. A cena no avião foi meio forçada e o final meio moralista, como o jargão "profundidade", com dizeres de "moral" de história, clichê americano desnecessário.

Quase Famosos ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original e 2 Globos de Ouro de Melhor Filme - Comédia/Musical e de Melhor Atriz Coadjuvante (Kate Hudson).

That's the way - Led Zeppelin


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Beijos, Pedrita

domingo, 2 de setembro de 2007

Missão Impossível 3

Assisti Missão Impossível 3 (2006) de J.J. Abrams no Telecine Premium. É tecnicamente muito bem feito, um ótimo roteiro, excelente direção e eu gosto muito do Tom Cruise.

Atualmente os filmes de ação precisam ter uma dose maior de violência, o que não me agrada muito, tenho uma certa dificuldade de vê-los. Missão Impossível 3 me causou bastante sofrimento, é muito violento e triste, mas muito bem feito.

Gostei muito do vilão de Missão Impossível 3 ser o Philip Seymour Hoffman, gosto muito desse ator.
Também gostei muito do desempenho de Keri Russell, par romântico do Tom Cruise.

A edição de Maryann Brandon e Mary Jo Markey de Missão Impossível 3 é excelente e começa com uma seqüência do meio do enredo, um momento muito denso que me fez sofrer o filme todo. Os efeitos especiais da Industrial Light & Magic e da Lola Visual Effects são excelentes.

Alguns outros do elenco são: Ving Rhames, Bahar Soomekh, Laurence Fishburne, Billy Crudup, Simon Pegg, Michelle Monaghan e Jonathan Rhys Meyers.

Haviam vários erros no figurino de Colleen Atwood no vestido da personagem da Maggie Q. Era um evento formal no Vaticano. Mesmo que ela desejasse ir estonteante, um evento no Vaticano requer um vestido mais formal, clássico e menos vulgar. Fora que por ela ter corpo de modelo, o vestido cheio de furos caía mal no seu corpo reto. Ela corria sério risco de ser barrada em uma festa no Vaticano, o que comprometeria toda a missão.

Beijos,
Pedrita