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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Estrada Perdida

Assisti Estrada Perdida (1997) de David Lynch na Claro TV. Como eu amo esse diretor e esse canal traz alguns filmes dele. Surreal, nunca sabemos bem o que acontece. E que filme que aquece, confunde, desconcertante, atrai. Genial!

O protagonista é um saxofonista de um bar. A mulher não quer ir. No meio da noite ele liga pra a mulher que não está. Começa então cenas malucas, perdidas, confusas, absolutamente genial. Gosto do jeito quieto do diretor, das cenas silenciosas. E a trilha sonora é absolutamente maravilhosa com o tema principal cantada pelo incrível David Bowie, também tem Insensatez do Tom Jobim. Patrícia Arquette está deslumbrante. Ela faz dois personagens. O marido é interpretado por Bill Pullman.


Alguns outros do elenco são: Balthazar Getty, Robert Blake, Robert Loggia e Michael Maesse.


Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Selma

Assisti Selma (2014) de Ava DuVernay no TelecinePlay. Eu vi que esse filme tinha entrado na programação do Telecine e como soube que é sobre o Martin Luther King quis ver. O roteiro é de Paul Webb. Triste período da história. O mais triste desse filme é ver como ele fala do Brasil de hoje. Diferente em alguns aspectos, algumas frases pareciam que eu ouvia ser sobre o Brasil.

Selma é uma cidade do sul dos Estados Unidos. Havia lei que permitia que os negros votassem, mas os cartórios inviabilizavam as inscrições criando todo o tipo de impedimento, de questionários. Martin Luther King vai ver se a cidade poderá ser um bom lugar para o protesto e vê a forte segregação racial. Algumas frases lembram muito o Brasil: que adianta o negro poder entrar em uma lanchonete se ele não tem dinheiro para pagar o lanche. Que adianta o negro querer estudar se não há escolas para negros. No Brasil há escolas para pessoas sem recursos, mas são muito precárias e infinitamente diferentes das escolas particulares. É só ver o número de negros que chegam as universidades. Também muitos param de estudar pela precariedade nas escolas, mas para trabalhar e ajudar a família. O número de negros jovens assassinados no Brasil é absurdo.

Martin Luther King é interpretado por David Oyelowo. Coretta por Carmem Ejogo. Eu vi um filme sobre a Coretta e comentei aqui. Oprah Winfrey está no elenco. Alguns do elenco são: André Holland, Colman Domingo, Jim France, Tom Wilkinson, Lorraine Toussaint, Henry G. Sanders, Giovanni Ribisi, Charity Jordan, Cuba Gooding Jr. e Tim Roth. Eu sempre fico chocada com o IMDB. Os atores brancos sempre aparecem antes dos negros. Nesse filme foi diferente nos protagonistas. Mas em geral o negro pode ser o ator coadjuvante, mas terá o nome lá no final depois até de alguns figurantes.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Inimigos Públicos

Assisti Inimigos Públicos (2009) de Michael Mann no Telecine Premium. Noite sem outras possibilidades, como estão no elenco o Johnny Deep e a Marion Cotillard, resolvi assistir. Inimigos Públicos é baseado em mais um livro sobre o lendário assaltante de banco John Dillinger. Fica claro no próprio roteiro e no filme a idealização desse assaltante. O filme Inimigos Públicos é ambientado nos Estados Unidos, em 1930. Os dois protagonistas estão muito bem. Outro ator principal é o agente do FBI que tenta capturar o Dillinger interpretado pelo Christian Bale. É um bom filme, um pouco forçado em alguns momentos, mas bem realizado. O 007 simplesmente detesta esse filme.

Ainda estão no elenco: James Russo, Giovanni Ribisi, Christian Stolte e Stephen Dorff. Há vários, livros, filmes e séries baseados no Dillinger. Esse é baseado no livro de Bryan Burrough. Eu não gostei de uma cena final, logo após a morte do Dillinger um policial vai levar um recado romântico a  amada do assaltante na cadeira, ficou forçado e esquisito, se fosse um recado importante, mas um romântico? Ficou ridículo!


From Mata Hari e 007
Beijos,









Pedrita

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Avatar

Assisti no cinema ao filme Avatar (2009) de James Cameron. O 007 tinha visto e todo empolgado queria ir ver de novo e queria que eu fosse junto. Insistiu tanto, mas tanto, que acabei cedendo. Foi a minha primeira experiência em 3D e fomos na sala IMAX. Precisamos comprar com mais de uma semana de antecedência, tudo lotado. Eu particularmente tenho um certo pé atrás com filmes que promovem adorações e seguidores fanáticos. Gostei da experiência. Acabei vendo com os óculos e os óculos em cima dos óculos e foi tranquilo. Lendo o post da Marion sobre o Avatar eu vi que nem comigo nem com o 007 os óculos apertaram como aconteceram com ela. Acho que lacearam desde que ela viu.


A tecnologia é o grande trunfo de Avatar, embora eu tenho gostado da parte científica do filme. Achei interes-sante imaginarem que alguém quando dorme possa ser transferido cientificamente para outro corpo. A história de um lado mal e outro bom, homens "civilizados" contra nativos realmente é muito batida. Ainda copiaram a história do filme do dragão, que o dragão que escolhe um guerreiro. As cenas são muito bem realizadas, belíssimas, tinha curiosidade de saber em que matas tinham se baseado para criar tudo pelo computador e vi que quase tudo foi realizado na Nova Zelândia, é realmente possível que as escolhas da vegetação tenham sido baseadas nas matas dessa região. Não entendi muito bem o que a Signourney Weaver estava fazendo no elenco. Esteriotiparam a atriz em filmes de ficção. Eu gosto bastante do Giovanni Ribisi. Gostei muito do ator que faz o personagem principal, Sam Worthington. O 007 viu e disse que ficou com vontade de ver muitas outras vezes, eu não. Uma bastou. Ele disse que depois de ver um filme 3D, ele agora tem a preferência de ver filmes de ação que estejam em 3D. Comigo não, eu gosto de filmes com muitos diálogos. Gostei sim e quero ver outros em 3D, como o Alice que aguardo tanto.

No Bourbon Shopping tem a Vaca Bumbá do Cowparade da Inês Zaragoza. Adorei, muito linda! Fica ao lado do cinema!

Youtube: Avatar, trailer

From Mata Hari e 007
e

From Mata Hari e 007

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 30 de junho de 2009

As Virgens Suicidas

Assisti As Virgens Suicidas (2000) de Sofia Coppola no Telecine Cult. Esse é mais um daqueles filmes que tento ver várias vezes e não consigo. Há uns dez anos, quando o filme estreou nos cinemas e as matérias eram muito elogiosas, tentei ver. Quando estreou na tv a cabo também não consegui ver. Só consegui ver agora, depois de ter visto os outros dois filmes maravilhosos dessa diretora, Encontros e Desencontros e Maria Antonieta. Portanto, eu já conhecia o estilo dessa diretora, e orientada pelo vídeo do Marcelo Janot antes do filme começar, tudo ficou mais claro ainda. As Virgens Suicidas é um filme surpreendentemente poético. Apesar de relatar um pouco da vida de 5 lindas moças, onde todas se suicidaram. Consegue ser de uma leveza e beleza estonteante.


São os meninos ado-lescentes, que fascinados com tanta beleza relatam um pouco do que conheceram dessas doces e belas meninas. Pouco ficamos sabendo da vida delas, só sabemos aquilo que eles veem do outro lado da rua. E das poucas vezes que entraram na casa, seja pra namorar uma delas, ou para ir a uma única festa. A trilha sonora é lindíssima. As meninas são interpretadas por atrizes lindas: Kirsten Dunst, Hanna R. Hall, Chelse Swain, Leslie Heyman e A.J. Cook. Outros que completam o elenco são: Kathleen Turner, James Woods, Josh Hartnett, Robert Schwartzman, Hayden Christensen e Danny DeVito. A narração é do Giovanni Ribisi.



Youtube: Air - Playground Love video





Beijos,

Pedrita

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Cold Mountain

Assisti Cold Mountain (2003) de Anthony Minghella em DVD. Detestei! Absurdamente melodramático! Tudo é óbvio, exagerado e artificial! Eu comprei esse DVD em um sebo e o adquiri porque achei que era uma história desses três personagens em uma fazenda na montanha. No início mostrou uma Guerra Civil Americana. Achei que ou ia mostrar a vida daquele soldado antes, ou depois, mas não, a guerra se arrasta no filme todo. Cold Mountain se arrasta em uma sucessão de equívocos e exageros melodramáticos. Volte e meia eu pensava, mas isso não se encaixa, percebia furos. E o casal principal, Jude Law e Nicole Kidman, não está bem. Toda vez que começa uma cena, pode esperar sempre o mais trágico dela. Até nas cenas extras do DVD haviam exageros monumentais. Como a da personagem da Natalie Portman, que soou muito artificial. E é muito difícil que naquela época um soldado carente, solitário, evite uma mulher sozinha só porque ama outra mulher. Ainda mais se essa mulher pedir que ele durma com ela e ele aceitar. Surreal!


Cold Moutain é muito arrastado e muito longo. Devem inclusive terem diminuído muitas cenas, bem a mais do a que as que estão nos extras, então tem muitas lacunas. Renée Zellweger é a que está melhorzinha, tanto que ganhou Oscar, Globo de Ouro e Bafta de Melhor Atriz Coadjuvante. O elenco é muito bom, mas estranhamente vários grandes atores estão muito caricatos como: Philip Seymour Hoffman , Kathy Baker e Donald Sutherland. E eu fiz bem de só ler o resumo na caixinha depois de ver o filme que como sempre conta o final.

Música do post: Cold Mountain- Andrey Cechelero




Beijos,

Pedrita

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Estranha Perfeita

Assisti A Estranha Perfeita (2007) de James Foley na HBO. Era uma noite com poucas opções. Não estava muito animada com esse filme porque a propaganda apresentava um filme machista, com mulheres gostosas. Um grande equívoco! A Estranha Perfeita é um bom filme de suspense. Bem feito, com um ou dois furos não muito grandes, bom roteiro e que surpreende. Apesar do filme mostrar o Bruce Willis como o protagonista, ele praticamente faz uma participação especial. Aparece bem pouco.

Os protagonistas ficam com a linda Halle Berry e Giovanni Ribisi. Halle Berry interpreta uma brilhante jornalista que se irrita com o poder que interfere em suas matérias e se demite. Ela se encontra com uma antiga amiga, logo depois essa amiga aparece morta e ela resolve investigar um poderoso homem casado que se envolveu com sua amiga interpretado pelo Bruce Willis. Quem ajuda-a a entrar como estagiária na empresa é seu amigo interpretado pelo Giovanni Ribisi.
É uma trama intrincada, com muita tecnologia. Giovanni Ribisi é excelente em computação, consegue entrar em sistemas de empresas, investigar virtualmente, levantar emails. Achei bem feita a interferência virtual na trama. Alguns outros do elenco são: Nicki Aycox, Paula Miranda, Gary Dourdan e Florencia Lozano.

Eu gostei da trilha sonora que é do Antonio Pinto. Há uma música do Cat Power - Troubled Waters. Só essa música no youtube, no outro vou colocar outra deles, igualmente bonita.

Música do post: Cat Power - Wonderwall


Youtube: Cat Power - Troubled Waters + Lyrics (Oryginal version)



Beijos,
Pedrita