Mostrando postagens com marcador Ben Chaplin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ben Chaplin. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de janeiro de 2016

Cinderella

Assisti Cinderella (2015) de Kenneth Branagh no TelecinePlay. Fiquei com muita vontade de ver esse filme quando estreou nos canais Telecine, a Liliane do Paulamar viu antes de mim e gostou. É lindo demais! Mesmo não sendo desenho, é mágico como se fosse. Adoro o Kenneth Branagh.

Começa com a Cinderella bebê e sua linda família. Linda as atrizes que fazem as várias fases da Cinderella até a fase a adulta, uma delas é interpretada por Eloise Webb. Na fase adulta pela linda Lilly James. E lindos os atores que fazem os seus pais. Sua mãe morre, seu pai casa novamente. Ele morre também e ela passa a ser maltratada pela madrasta e as filhas dela. Sua mãe foi interpretada por Hayley Atwell e seu pai por Ben Chaplin.

A madrasta é interpretada pela belíssima Cate Blanchett. Suas filhas são atrizes bonitas também, Sophia McShera e Holliday Grainger, elas são mais feias de comportamento do que de aparência.

Muito bonita a forma como Cinderella conhece o príncipe. Magoada com as maldades da madrasta vai cavalgar, ele está caçando e eles se conhecem sem saber quem são. O príncipe é interpretado pelo lindo Richard Madden. Ótimas as cenas com animais, parecem que falam realmente.

Adorei que a fada madrinha é a Helena Bonham Carter e ela está linda. Primeiro aparece uma pobre velha pedindo comida, depois vira uma linda princesa fada. Tudo é mágico e bonito. Achei linda a frase que a mãe fala pra ela e vira a frase do filme,"tenha coragem e seja gentil". O pai do príncipe é interpretado por Derek Jacob. Linda uma princesa interpretada por Jana Perez. O conselheiro do rei por Stellan Skargard. E o amigo e conselheiro do príncipe por Nonzo Anozie. Os figurinos são lindíssimos, os da Cate Blanchett maravilhosos, fiquei feliz que o filme concorre ao Oscar nessa categoria, merece. Preciso saber quem são os outros concorrentes.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Twixt

Assisti Twixt (2011) de Francis Ford Coppola no Telecine Cult. Eu não sabia da existência desse filme, coloquei para gravar e vi depois. É estranho, no Brasil está como Virgínia. Eu adoro esse gênero, mas esse filme é esquisito. Sei que o diretor é importante, mas o filme ficava melhor no Telecine Touch, é muito fraquinho e ruinzinho.

Val Kilmer interpreta muito mal um escritor em decadência. Mais canastrão que nunca, se isso é possível, ele segue há uma pequena cidade para fazer o lançamento de seu livro de bruxarias. Ele só vende para o xerife que na verdade quer escrever um livro. Ele vem vindo de cidade em cidade, alcoolatra, em decadência, tem uma mulher insuportável. Ele já vendeu muito do seu primeiro livro, mas agora não escreve nada que preste e depois da morte da filha só bebe. Essa mulher insuportável só grita com ele pelo computador que ela tem contas pra pagar e ele não escreve nada. Não entendi porque ela não vai trabalhar já que o problema é financeiro. Não entendi porque é o marido que tem que trabalhar sozinho. Incompetente ela.
Logo no início eu já adivinhei o final e fiquei bem irritada de descobrir que tinha acertado. Nessa cidade uma adolescente foi morta. O escritor não quer ver o rosto mas eu já adivinhei quem estava ali. Essa ausência de mistério piora o filme ruim. Quando ele dorme ele passa a sonhar e aí o filme é preto e branco e ele passa a ver o que aconteceu no passado. 

O que mais me irritou é que nessa cidade é a aparição de Edgar Allan Poe. Ele tinha ido a cidade para desvendar esses mistérios e não conseguiu. Até aí, tudo bem. O problema mesmo é que o Edgar Allan Poe aparece e começa a ter conversas com o escritor. Nunca vi nada tão ridículo. O ator consegue estar mais canastrão que o protagonista e é interpretado por Ben Chaplin. A menina é a linda Ellen Fanning. O xerife por Bruce Dern. A esposa folgada por Joanne Whalley. O pastor por Anthony Fusco. O policial por Bruce A. Miroglio. A turma do lago que recita Baudelaire também é de chorar. Não entendi porque não ganhou nenhum Framboesa de Ouro.
O trailer é bem lento, o filme é arrastado também.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O Retrato de Dorian Gray

Assisti O Retrato de Dorian Gray (2009) de Oliver Parker no HBO Plus. Eu tinha um pé atrás para ver esse filme, mas na tv a cabo até uma certa curiosidade já que o Colin Firth tem um importante papel no filme e a Bruxa do 203 do blog Um Caminho Diferente comentou que gostou, o post dela está aqui.. Eu tinha amado o livro e o filme de 1945, que são obras de arte. Esse filme atual é um bom entretenimento. Como esperava exageraram demais.

O livro aborda o narcisismo com maestria. Adoro a ideia do personagem vender a alma ao diabo e o quadro envelhecer e ele não. Mas nesse filme o quadro apodrece, bichos comem, dentes quebram, ele vira um monstro e não um homem mais velho, fica tosco. Mas o filme é bonito, bem realizado, então funciona, pena que na hora da exibição do quadro perca completamente o impacto.

No começo o Ben Barnes como o Dorian Gray me causou estranhamento, depois me acostumei. Sinta falta da força no olhar do personagem. Belíssima a atriz que ele se apaixona interpretada por Rachel Hurd-Wood. O pintor é interpretado por Ben Chaplin. O segundo amor de Dorian Gray por Rebecca Hall. Alguns outros do elenco são: Fiona Shaw, Caroline Goodall e Michael Culkin.
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Além da Linha Vermelha

Assisti Além da Linha Vermelha (1998) de Terrence Mallick no Telecine Action. Precisei perguntar ao 007 se esse era aquele tão elogiado. Há vários com nomes parecidos e só esse é que é sensacional! De virar do avesso, mas sensacional! Realmente é um filme lento. A previsão é que tivesse seis horas de duração, reduziram, mas mesmo assim é longo. E realmente é difícil ir até o final, mais por ser um filme difícil de administrarmos. É um filme de guerra que foca nos sentimentos e pensamentos dos soldados. Há um batalhão de combate, que por ser muito arrojado é sempre aquele que corre os maiores riscos, vai na frente. Durante a Segunda Guerra Mundial, ese grupo vai a uma ilha no Pacífico retirar os japoneses que lá estão em um lugar estratégico. Não faz muito sentido o que dizem ser um lugar estratégico, essas decisões de guerras sempre me soam muito insanas. Achar que um pedaço de terra ermo e afastado seja importante, mais que vidas humanas, não faz sentido algum pra mim. O roteiro é baseado no livro de James Jones.
O elenco é surpreendente, só grandes nomes e muito extenso: Ben Chaplin, Nick Nolte, John Cusack, Sean Penn, James Caviezel, Woody Harrelson, Adrien Brody, John C. Reilly , Travis Fine, Matt Doran. São poucas atrizes mulheres que aparecem em lembranças ou como nativas da ilha: Miranda Otto, Marina Malota e Polyn Leona. Fazem participações especiais: George Clooney, John Travolta e Kengo Hasuo.
Há uma modificação histórica no filme onde os japoneses se entregam eles na verdade continuaram lutando até o fim.
Além da Linha Vermelha ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim. A direção de fotografia de John Toll é maravilhosa. As cenas de guerra são muito bem feitas. E a trilha sonora de Hans Zimmer é belíssima!
Durante todo o filme os pensamentos dos soldados vêm em narração pelo elenco e são impressionantes!

Música do post: Hans Zimmer - Main Theme - Thin Red Line



Beijos,

Pedrita

terça-feira, 24 de junho de 2008

Dominação

Assisti Dominação (2000) do diretor polonês Janusz Kaminski no Cinemax. Eu gosto de filmes sobre dominação do mal, a luta do bem e vi que a protagonista é a Winona Ryder, resolvi assistir. Tive uma grata surpresa. Dominação traz um texto muito inteligente que questiona bastante a divisão entre o bem e o mal, a atuação da igreja nos exorcismos e não traz respostas, o que me agradou mais ainda. O roteiro é baseado na obra de Pierce Gardner e Betsy Stahl.

Winona Ryder interpreta uma jovem que já teve obsessões e procurou refúgio em um lugar religioso e lá aprendeu sobre exorcismos e é uma ajudante aos padres na prática. Ela, pela sua obsessão, acredita que um homem será possuído e se aproxima dele. Dominação é um filme psicológico. Infelizmente o marketing o vende como um filme de terror, quando na verdade é um filme com muitas falas, textos sobre bem e o mal e pouca ação. Mas como filme filosófico é muito bom. Nossa protagonista conseguiu dominar sua obsessão, mas isso não significa que não apareça e atrapalhe o seu discernimento.
O homem que ela acredita ter sido escolhido pelo mal é um escritor e jornalista brilhante. Os diálogos entre os dois são muito bons. Ele é interpretado por Ben Chaplin. O final não é esclarecedor, nos deixa a dúvida, mas eu acho bem coerente, já que o filme o tempo todo questiona as nossas certezas e julgamentos sobre o bem e mal, seria complicado dar uma resposta exata.

Alguns outros do elenco são: John Hurt, Sarah Wynter e Elias Koteas.


Youtube: Lost Souls Music Video






Beijos,

Pedrita