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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Tudo Bem

Assisti Tudo Bem (1978) de Arnaldo Jabor no Canal Brasil. Esse eu não tinha visto, eu adoro esse diretor. Falam que é o melhor filme dele e é genial! Tudo Bem faz uma crítica a classe média brasileira. Fernanda Montenegro e Paulo Gracindo arrasam. Há anos casados, ele evita a esposa. Ela, sedenta, fica insistindo ao amor. Incrível a cena que ela fala da suposta amante e ele vai ficando empolgado. Que atores, que entrega!

O apartamento está em obras. Que agonia! Um monte de operários, cheio de comediantes e atores famosos. Stênio Garcia dá um show. Ainda integram esse grupo José Dumont, Anselmo Vasconcelos e Alby Ramos.

Os filhos do casal são interpretados por Regina Casé e Luiz Fernando Guimarães. É ator que não acaba mais. O marido tem três amigos imaginários: Fernando Torres, Jorge Loredo e Luiz Linhares

Zezé Motta interpreta a empregada. Ela é prostituta à noite, mas quer aumentar seu faturamento. Mente, dá o telefone de uma amiga pra forjar referência. Há dois números musicais com ela maravilhosos! Muitos atores aparecem, vários na festa de inauguração da casa após a reforma, muito engraçado o apartamento sempre lotado, abarrotado. Alguns que ainda aparecem são: Daniel Dantas, Álvaro Freire, Paulo César Pereio, Wellington Botelho e Guilherme Karam.
 
Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Nos Tempos do Imperador

Assisti a novela Nos Tempos do Imperador (2021-2022) de Thereza Falcão e Alessandro Marson na TV Globo. Após o sucesso de Novo Mundo, a emissora programou a continuação, agora contando parte da história de Dom Pedro II. A novela começou a ser gravada antes da pandemia. Parada por um bom tempo e depois retomada com várias restrições e protocolos. Selton Mello emocionou como Dom Pedro II, culto, ponderado. Letícia Sabatella arrasou como a imperatriz Teresa Cristina. Conhecia pouco da história dela, muito devota, culta, colecionadora, diplomática, era adorada pelo povo. Há pouco tempo localizaram cartas sobre o romance do monarca com a Condessa de Barral interpretada por Mariana Ximenez.
 

A novela reconstituiu a Pequena África onde viviam negros libertos ou cativos. O casal líder foi interpretado pelos maravilhosos Dani Ornellas e Rogério Britto. Triste demais a história do casal Mari Sheila e Alan Rocha. Eles desaparecem e Mãe Cândida tem uma visão deles mortos. Dom Lú era muito amigo de Dom Pedro II e sua visão pacifista incomodava. Ele perdoava muito os horrores da realeza com os escravizados, mas era implacável com os seus.
Eu adorava alguns casais como Lupita (Roberta Rodrigues) e Batista (Ernanin Moraes). A trama da Lupita não teve final em represálias às denúncias de racismo nas gravações. A trama da Lupita tinha erros graves, ela era cativa porque o seu "dono" não a vendia, mas ela tinha cativas. Sim, mulheres negras libertas costumavam ter cativas, mas Lupita não era liberta, então suas cativas eram na verdade de seu "dono". O mesmo caso do imóvel que Lupita herda, era do seu "dono". Tudo o que os cativos ganhavam eram dos seus "proprietários". Por uma gama de erros na novela, vários mostrando o branco salvador, a trama contratou uma consultoria para regravar cenas e mudar contextos, mas alguns erros passaram.
Foi uma grata surpresa o casal Dolores e Nélio interpretados brilhantemente por Daphne Bozaski e João Pedro Zappa. Linda também a transformação da personagem da Paula Cohen.

Quando achávamos que já tínhamos um casal preferido eis que surge Clemência e Vitória. Uma esposa e mãe do dono do casino e a outra uma arqueóloga. Maria Clara Gueiros e Dani Barros arrasaram, que lindo o amor delas.

O casal protagonista foi interpretado pelos belos Gabriela Medvedovski Michel Gomes. Ela tornou-se a primeira médica do Brasil, na época as faculdades não aceitavam mulheres, então ela estudou nos Estados Unidos. Samuel tornou-se engenheiro. Teve a Guerra do Paraguai e surgiu a figura histórica da Ana Neri (Cyria Coentro), enfermeira. Adorava os atores que interpretaram Solano Lopez, Roberto Birindelli e sua amada Lana Rhodes.


O elenco era bem extenso. As princesas adultas foram interpretadas por Giulia Gayoso e Bruna Griphão. Seus cônjuges por Daniel Torres e Gil Coelho. Eu não me incomodo muito com licenças poéticas em novelas, mas Nos Tempos do Imperador passou um pouco da conta nas liberdades nos personagens históricos, principalmente com excesso de textos de amor romântico não praticado na época. Dom Pedro II não era abolicionista e a Princesa Isabel não era tão inoperante, entre outras alterações. O Barão de Mauá foi interpretado por Charles Fricks e José de Alencar por Alcemar Vieira. Ainda no elenco estavam: Augusto Madeira, Bel Kutner, José Dumont, Heslaine Vieira, Gabriel Fuentes, Alexandre Nero, Maicon Rodrigues, Cinnara Leal, Lu Grimaldi, Raffaeli Casuccio e Jackson Antunes. Apareceram brevemente da novela anterior: Viviane Pasmanter, Guilherme Piva e Ingrid Guimarães.
Há algumas obras que tentam diminuir as lacunas da história do Brasil. Eu li alguns, comprei mais um recentemente e quero ler das cartas entre o imperador e a condessa. Vou colocar as postagens aqui de alguns que li:
No final a novela fez uma linda homenagem ao Museu Nacional que pegou fogo em 2018. Selton Mello, como professor nos dias de hoje, conta que Dom Pedro II nasceu na Quinta da Boa Vista que depois transformou-se no Museu Nacional. Lá uniram seus acervos, já que Teresa Cristina era uma grande colecionadora e igualmente Dom Pedro II. O professor lembrou que no incêndio 85% do acervo se perdeu e que atualmente o museu tenta se reconstruir com a ajuda de alguns empresários, mas que continua precisando de ajuda para poder ser restaurado.
Beijos,
Pedrita

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Cidade Invisível

Assisti a série Cidade Invisível (2012) de Carlos Saldanha na Netflix. Nossa, que série! Não queria parar de ver. Mal estreou já está entre as séries mais vistas. Saldanha é sempre genial, ele cria histórias que tem em seu cerne a história do país, mas principalmente sobre florestas e meio ambiente, na importância da preservação do meio ambiente. Nos filmes anteriores falou com as crianças, colocando animais em extinção como protagonistas. Agora colocou lendas como personagens.


Eu tinha lido que Marco Pigossi tinha aceito participar de uma produção da Netflix. Ele é um policial, sua esposa trabalha em uma comunidade na floresta. Em uma festa, a floresta pega fogo e ela morre. Ele começa a investigar e coisas estranhas começam a acontecer. Um boto cor-de-rosa aparece morto em uma praia do Rio de Janeiro.


Há muita surrealidade, realismo fantástico, que eu adoro. As histórias são baseadas nas lendas da Cuca, Tutú Marambá, Saci, Curupira e Iara. Muito bacana! Os seres que estão no meio dos mistérios são as lendas. 

Incrível o Curupira que quando se muda para a cidade se perde, acaba a sua identidade, se marginaliza. O Saci vai viver em uma ocupação. A miséria os atacam. Muito bom também mostrar que o antigo caçador e destruidor da mata tem um filho (Rubens Caribé), responsável por um empreendimento que jura que vai preservar a mata enquanto constrói. E uma comunidade começa a ser pressionada a aceitar a indenização e largar as suas casas. Apesar de temas tão densos a série é muito envolvente, cheia de mistérios, lendas, não queria fazer outra coisa. E que elenco!
Lindíssima a Iara, Jessica Cores. Alessandra Negrini interpreta a Cuca, Fábio Lago, o Curupira, Wesley Guimarães o simpático Saci, Victor Sparapane o Boto Cor-de-Rosa, Jimmy London e Corpo-Seco, Eduardo Chagas. Essas lendas sempre estiveram no meu imaginário, não porque eram contadas em casa, mas porque li um pouco Monteiro Lobado e amava o Sítio do Picapau Amarelo.
Linda demais a menina que faz a filha do casal, Manu Dieguez. Gosto  muito das atrizes que interpretam a mãe da menina, Julia Konrad e a avó, Thaia Perez. O elenco é incrível. A policial que trabalha com ele é interpretada por Áurea Maranhão, o chefe por Samuel Sieg. José Dumont  interpreta um personagem que mora na floresta e tenta preservá-la, diferente de seu filho interpretado por Samuel de Assis. A jovem grávida por Tainá Medina. Fazem participações Ivan de Almeida, Nica Bonfim e Teca Pereira.
Beijos,
Pedrita

domingo, 17 de março de 2019

Intimidade entre Estranhos

Assisti Intimidade entre Estranhos (2018) de José Alvarenga Jr. no Canal Brasil. O 007 tinha comentado comigo sobre esse filme e nós dois queríamos ver, eu já consegui. Coloquei pra gravar no dia que estreou. Continua na programação do canal.

É um filme delicado! Começa com a protagonista chegando ao aeroporto no Rio de Janeiro. Vamos descobrindo que o marido é ator e recebeu um convite para atuar em uma minissérie bíblica. Os dois estão em times diferentes. Ele super empolgado porque conseguiu finalmente uma boa oportunidade profissional, e ela super desconfortável em se mudar para o Rio de Janeiro.

O filme é enxuto, praticamente todo em um pequeno prédio, muito interessante a locação. Aos poucos também ficamos sabendo a história do prédio. O garoto mora sozinho lá, mal sai às ruas. Ele vivia com a avó que morreu e é dono do prédio. O casal aluga um apartamento, o único alugado. E começa então a Intimidade entre Estranhos. Ela fica muito no apartamento sozinha porque o companheiro está nas gravações. Então os dois no prédio passam a se conhecer e a se apoiar. O filme é praticamente os dois. Adoro a Rafaela Mandelli. O rapaz é interpretado por Gabriel Contente. O companheiro por Milhem Cortaz. Muitos outros atores fazem pequenas participações: José Dumont, Giovanna Lancelotti, Jayme Periard, Karin Rodrigues, Laís Pinho e Brenda Sabryna.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A Hora e a Vez de Augusto Matraga

Assisti A Hora e a Vez de Augusto Matraga (2012) de Vinícius Coimbra no Telecine Action. Eu não consegui ver esse filme quando estreou nos cinemas, depois esqueci dele. Qual não foi a surpresa em ver ele nesse canal. Tinha muito mais a ver com o Telecine Cult. Que filme incrível! Impressionante!

O filme é baseado no conto de João Guimarães Rosa. Teve outra adaptação de 1965 que agora quero ver. João Miguel está incrível como Augusto Matraga. Um homem violento, que vive de crimes, mulheres. 

Ele é casado. Sua esposa é outra atriz que adoro, a Vanessa Gerbelli e tem uma filha. Em meio a desavenças com um coronel, Matraga pede que a esposa vá ficar em outra propriedade. No caminho ela resolve seguir com a filha com outro homem (Werner Schünemann). Os atores são incríveis, alguns em pequenas participações, um elenco maravilhoso.

Irandhir Santos também tem um grande personagem. Ele é funcionário do Matraga, fiel, mas medroso.

O coronel é vivido por Chico Anízio. Ele manda matar Augusto Matraga, seus capangas o espancam muito, Matraga cai de uma grande altura em pedras e todos acham que está morto.

Um casal o encontra, vai buscá-lo, e os dois começam a cuidar dele. Adoro esses atores: Ivan de Almeida e Teca Pereira. O padre (José Dumont) é chamado para a extrema-unção, Mas Matraga sobrevive, o padre diz para ele ir com quem cuidou dele para bem longe, trabalhar por três e viver sem mulheres. 

João Miguel passa a ser outra pessoa, incrível a modificação de interpretação. Até o jeito de andar é outro. Ele constrói uma casa para eles, ajuda todos na região incansavelmente, trabalha duro. Até que João Bem Bem (José Wilker) aparece, Matraga oferece abrigo e comida para o bando e se encanta com as histórias das aventuras. Wilker também está excelente.

O elenco é excelente: Júlio Andrade, Glicério do Rosário e Gorete MilagresA Hora e a Vez de Augusto Matraga ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival do Rio pela crítica e pelo público. João Miguel, Melhor Ator, José Wilker, Melhor Ator Coadjuvante. João Miguel também ganhou APCA de Melhor Ator.

Beijos,

Pedrita

domingo, 30 de agosto de 2015

Trash

Assisti Trash (2014) de Stephen Draldy no Telecine Premium. Estreou na semana passada na tv a cabo e por sorte eu coloquei pra gravar já que tinha um evento. Esse filme não entrou no TelecinePlay. Eu queria muito ver esse filme quando esteve em cartaz nos cinemas. Vi algumas matérias e queria muito ver. É absolutamente incrível por vários aspectos! Primeiro, é um filme de suspense muito bem realizado, ficamos agoniados o tempo todo. Segundo, por ser um grande filme social, sem ser panfletário. Me assustou o realismo do filme. E terceiro porque os meninos não-atores arrasam. Trash é baseado no livro de Andy Mulligan.

O filme é desses meninos. O roteiro é muito inteligente. Wagner Moura aparece muito pouco. Antes de ser pego ele joga uma carteira em um caminhão de lixo. Um desses meninos acha no lixão, pega o dinheiro, divide com o amigo e guarda a carteira. Vai olhar depois com calma e descobre que a polícia está atrás da carteira. Selton Mello faz um policial que oferece pagar mil reais pela carteira. Os meninos vivem no lixão e não consideram a polícia parceira e desconfiam. Se um policial quer tanto por uma carteira, algo deve ter. Se juntam aos dois amigos um outro que mora no esgoto. E que meninos inteligentes. Eles vão desconfiando e investigando, vão ao computador, e vão descobrindo os mistérios e cada vez mais se colocando em perigo. Os meninos arrasam: Rickson Tevez, Eduardo Luis e Gabriel Weinstein. Os três meninos não eram atores. Eles foram achados em lugares diferentes, em escola de samba e na Rocinha. Trash mostra o triste destino de crianças sozinhas que ficam completamente desprotegidas por não terem quem lute por eles. Tantos filmes que mostram como os órfãos viviam no passado, Trash mostra que pouco mudou a vida de quem não tem reclame por eles.
Lindos os princípios desses meninos, a solidariedade. Dão um banho de cidadania. No lixão um padre e uma ativista os ajudam e são interpretados por Martin Sheen e Rooney Mara. O político por Stepan Nercessian. Muitos atores fazem participações: Teca Pereira, Nelson Xavier, José Dumont, Leandro Firmino da Hora, André Ramiro, Charles Paraventi, Júlio Andrade, Enrique Dias, Jesuíta Barbosa, Adriano Garib e Gisele Fróes.
Beijos,
Pedrita

domingo, 25 de agosto de 2013

A Hora da Estrela

Assisti A Hora da Estrela (1985) no Cine Clube Clássicos do Arte 1. Sempre quis ver esse filme e sempre perdia quando era programado nos canais. Essa semana tem passado no Arte 1 e por sorte agora consegui ver. A Hora da Estrela é baseado no livro de Clarice Lispector, é o primeiro filme de Suzana Amaral e deu o Urso de Prata no Festival de Berlim de Melhor Atriz para Marcela Cartaxo. Eu li há muitos anos esse livro. Os dois são uma obra de arte.

Macabéa é uma nordestina órfã, virgem, de dezenove anos, que vai viver em São Paulo. Ela consegue um emprego de datilógrafa e é uma péssima datilógrafa. No parque ela conhece o operário metalúrgico interpretado pelo incrível José Dumont. O elenco todo é maravilhoso. Tamara Taxman faz a bela amiga Glória. O patrão é interpretado pelo Umberto Magnani. Fernanda Montenegro faz a cartomante. Sonia Guedes é a dona da pensão.



Beijos,
Pedrita

sábado, 10 de novembro de 2012

Grande Sertão Veredas

Assisti a minissérie Grande Sertão Veredas (1985) de Guimarães Rosa na TV Globo. Tenho até vergonha de confessar, mas essa obra desse autor eu não li, li outros, mas essa obra ainda não me redimi com o Brasil e com ele. O livro de Guimarães Rosa é de 1956. Gostei muito da minissérie! A direção é do maravilhoso Walter Avancini. Ele sempre foi ousado, genial, é um diretor que faz falta. Há pouco tempo li que as minisséries dessa época precisavam ser mais longas e por isso eram esticadas demasiadamente, é o que acontece com Grande Sertão Veredas. O primeiro DVD é lento demais. Acho que perceberam que não devia estar agradando que ficou menos lenta nos próximos DVDs.

Essa minissérie recebeu muitos elogios, então minha mãe pediu muito que eu comprasse logo que soube que foi lançado. Ela agora me pede Tenda dos Milagres, mas até agora a Globo Marcas não lançou. Tony Ramos e  Bruna Lombardi estão impecáveis. O texto é de difícil compreensão, que dirá falado, e é genial. O cuidado dessa minissérie em cada detalhe é incrível. O elenco também é maravilhoso! Além dos atores principais, há muita participação especial de um grande elenco. O malvado é o Tarcísio Meira que está irreconhecível. Outro que demorei para reconhecer é o ator que se torna protetor do Tatarana, Umberto Magnani. José Dumont arrasa em seu personagem controverso. Os jagunços são ótimos atores. Taumaturgo Ferreira está ótimo,  bem como o excelente João Signorelli e Wilson Fragoso. Fazem participações os incríveis Rubens de Falco, Mário Lago, Maria Gladys, Linneu Dias, Neusa Borges, Sebastião Vasconcellos, José Augusto Branco e Denise Milfont. A bela Silvana Lopes faz a mulher do Hermógenes, parece que foi o último trabalho dessa bela atriz. Uma história é contada no meio da minissérie e tem só grandes atores. Yoná Magalhães, sempre linda e muito jovem, outro que está é o Ney Latorraca e ainda o grande Reinaldo Gonzaga. A trilha sonora é de Júlio Medaglia.

Eu fiquei imaginando o cansaço que deve ter sido o período de gravações. São horas e horas de minissérie, nos DVDs são 4, todos de mais de 3 horas de duração. A maior parte do tempo eles estão em lutas, no cavalo, andando. Não deve ter sido fácil a realização tanto para a equipe como para o elenco. Belo projeto!

Beijos,
Pedrita