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segunda-feira, 2 de maio de 2016

O Grande Lebowski

Assisti O Grande Lebowski (1998) dos Irmãos Coen no Telecine Cult. Eu tinha visto que ia passar na programação e coloquei pra gravar. É muito surreal. Um pobre Lebowski é confundido com um milionário Lebowski. Ele vai então tomar satisfação com o milionário e se envolve em tanta atrapalhada.

O pobre é tranquilão, não trabalha, joga boliche com dois amigos. Jeff Bridges é o Lebowski pobre. Um amigo é violento interpretado pelo John Goodman. O terceiro por Steve Buscemi.

Muitos grandes atores: Julianne Moore é a filha do milionário que é interpretado por David Huttleston. O assistente por Philip Seymour Hoffman. E ainda Peter Stormare, John Turturro, Mark Pellegrino, David Thewlis, Aimee Mann e Ben Gazzara.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Tudo Pelo Poder

Assisti Tudo Pelo Poder (2011) de George Clooney no Telecine Touch. Resolvi ver porque tenho lido que o George Clooney tem investido em projetos que questionam o meio em que vive. Achei estranho do filme estar no Telecine Touch e fiquei com receio de ser muito banal, mas é excelente! No início George Clooney interpreta um candidato a governador. Ele faz um discurso, eu estava com sono e fiquei com receio que o filme todo ia ser por aquele caminho e que ia deixar pra ver outro dia. Mas Tudo Pelo Poder toma um rumo interessantíssimo. O nome original é mais interessante mas não serve no Brasil, The Ides of March, mas o nome encontrado no Brasil é péssimo.

George Clooney não aparece tanto. Boa parte do filme passa com os responsáveis pela campanha. Dois grandes atores Ryan Gosling e Philip Seymour Hoffman. O personagem do Ryan Gosling acredita muito no candidato, trabalha por paixão. Ele é convidado pelo Philip Seymour Hoffman a trabalhar na campanha. Me incomoda essa transformação de políticos em heróis nas campanhas. São pessoas comuns que representam na política, esse exagero de palmas, como se fosses deuses, me incomoda profundamente.

O roteiro é muito bom e é baseado no livro Beau Willmon, Farragut North. O elenco continua incrível. Paul Giamatti interpreta um profissional da oposição. Evan Rachel Wood a estagiária. Alguns outros são Jeffrey Wright, Marisa Tomei e Max Minghella.



Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Dúvida

Assisti Dúvida (2008) de John Patrick Shanley na HBO. Eu queria muito ver esse filme. Merryl Streep está maravilhosa, ela faz uma freira que desconfia que o padre toma liberdade com os alunos. O padre é interpretado maravilhosamente por Philip Seymour Hoffman. O filme é delicado, sutil, tudo realmente causa dúvida. Há muitos indicíos, mas nenhuma prova. A personagem de Merryl Streep também é muito rica, ela é severa, aparentemente severa demais, mas há detalhes de carinho em suas atitudes, praticamente imperceptíveis, que nos cativam. Ela esconde que uma freira idosa está praticamente cega, ajuda-a sutilmente, porque sabe que se descobrirem ela será afastada e irá sofrer muito. Há sim uma grande rigidez em seus comportamentos, mas não parece ter atitudes injustas.

Há uma freira que começa a desconfiar do padre, inter-pretada muito bem por Amy Adams. Há diálogos maravi-lhosos, os duelos entre Merry Streep e Philip Seymour Hoffman são excelentes, que atores. Mas há um outro embate com um texto incrível, feito com a Merryl Streep e a personagem da mãe do menino negro, interpretado magistralmente por Viola Davis. Nós ficamos divididos. A mãe expõe uma realidade que parece ser muito pior do que o rapaz passa no colégio. A proteção do padre, mesmo que com suas consequências, parece ser melhor que o rapaz perder a oportunidade de estudar. Tomamos um choque de realidade nesse momento que nos revira por dentro, é um dos grandes momentos do filme. Não significa que eu não ache monstruoso a suspeita de abuso pelo padre, mas que há uma visão muito chocante da realidade de um negro nos Estados Unidos. 



From Mata Hari e 007
Beijos,
From Mata Hari e 007
Pedrita

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Cold Mountain

Assisti Cold Mountain (2003) de Anthony Minghella em DVD. Detestei! Absurdamente melodramático! Tudo é óbvio, exagerado e artificial! Eu comprei esse DVD em um sebo e o adquiri porque achei que era uma história desses três personagens em uma fazenda na montanha. No início mostrou uma Guerra Civil Americana. Achei que ou ia mostrar a vida daquele soldado antes, ou depois, mas não, a guerra se arrasta no filme todo. Cold Mountain se arrasta em uma sucessão de equívocos e exageros melodramáticos. Volte e meia eu pensava, mas isso não se encaixa, percebia furos. E o casal principal, Jude Law e Nicole Kidman, não está bem. Toda vez que começa uma cena, pode esperar sempre o mais trágico dela. Até nas cenas extras do DVD haviam exageros monumentais. Como a da personagem da Natalie Portman, que soou muito artificial. E é muito difícil que naquela época um soldado carente, solitário, evite uma mulher sozinha só porque ama outra mulher. Ainda mais se essa mulher pedir que ele durma com ela e ele aceitar. Surreal!


Cold Moutain é muito arrastado e muito longo. Devem inclusive terem diminuído muitas cenas, bem a mais do a que as que estão nos extras, então tem muitas lacunas. Renée Zellweger é a que está melhorzinha, tanto que ganhou Oscar, Globo de Ouro e Bafta de Melhor Atriz Coadjuvante. O elenco é muito bom, mas estranhamente vários grandes atores estão muito caricatos como: Philip Seymour Hoffman , Kathy Baker e Donald Sutherland. E eu fiz bem de só ler o resumo na caixinha depois de ver o filme que como sempre conta o final.

Música do post: Cold Mountain- Andrey Cechelero




Beijos,

Pedrita

segunda-feira, 3 de março de 2008

Quase Famosos

Assisti Quase Famosos (2000) de Cameron Crowe na HBO. Sempre quis ver esse filme pelos elogios e prêmios que recebeu, mas não consegui ver nos cinemas. É realmente incrível e eu ficava pensando como alguém parecia compreender tão bem esse universo e esse momento histórico. Aí li que o Cameron Crowe escrevia para a revista Rolling Stone, aos 15 anos de idade, e acompanhou parte da turnê da banda Led Zeppelin e que o filme teria muito de sua experiência. Li também que o roteiro de Quase Famosos teria ficção e uma união de acontecimentos ligados as bandas Led Zeppelin, Allman Brothers e Lynyrd Skynyrd.


Como a história de Cameron Crowe, nosso protagonista tem 15 anos e vai com uma banda para fazer uma matéria. O roteiro de Quase Famosos é muito bem construído, o elenco excelente. Mostra um período típico de um momento histórico, quando as bandas viajavam de ônibus em turnês. Hoje ainda existem essas configurações, mas há mudanças, não especificamente para melhor ou pior, só diferente. Antes as bandas representavam a evolução social dos costumes e os fãs idolatravam os ídolos pelas suas idéias. Hoje os ídolos que são idolatrados e se algumas de suas idéias propagam é porque eles são adorados. Inverteu a ótica!


O elenco é muito bom e eu gostei muito da dupla protagonista, Patrick Fugit e Kate Hudson. Os que interpretam músicos de uma banda estão muito bem caracterizados e são: Billy Crudup e Jason Lee. Outros são: Frances McDormand, Noah Taylor e Philip Seymour Hoffman.

A trilha sonora é incrível com Led Zeppelin, Yes, Simon and Garfunkel, The Beach Boys, David Bowie, The Who, Cat Stevens.

Só não gostei de alguns clichês, apesar de não interferiram muito no ótimo filme. A cena no avião foi meio forçada e o final meio moralista, como o jargão "profundidade", com dizeres de "moral" de história, clichê americano desnecessário.

Quase Famosos ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original e 2 Globos de Ouro de Melhor Filme - Comédia/Musical e de Melhor Atriz Coadjuvante (Kate Hudson).

That's the way - Led Zeppelin


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Beijos, Pedrita

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Capote

Assisti Capote (2005) de Bennett Miller no Telecine Cult. Mais um filme que tentei ver no cinema e não consegui. Eu li há muitos anos A Sangue Frio de Truman Capote e tinha ficado fascinada pela descrição da mente de um criminoso. Com o filme compreendi o porquê. Truman Capote ficou quatro anos em conversas na prisão com o assassino, em estado obssessivo.
Em 1959, Capote lê uma matéria sobre o assassinato de quatro pessoas de uma mesma família no Kansas. Ele segue para a cidade e fica lá até os assassinos serem presos. Eram assassinos "comuns". Souberam de uma quantia de dinheiro e partiram para a fazenda. Capote então se aproxima de um dos presos e passa a visitá-los na prisão até o cumprimento da pena de morte.

Capote paga advogados para defendê-los, principalmente para demorar a pena de morte para conseguir que um dos presos contasse como matou a família e desse dados de sua mente para o livro. Mas ele também se afeiçoa ao preso. A obsessão do Capote é tão intensa que ele abandona toda a sua vida para viver nesse universo. Agora compreendi como conseguiu ir tão fundo em sua análise, de uma forma um pouco intensa demais, doentia. Todos os livros posteriores A Sangue Frio ficaram inacabados e ele morreu de alcoolismo na década de 80. O filme Capote só relata os fatos no final. Todo o filme se passa realmente no período de construção de A Sangue Frio. Achei interessante que apesar dos presos serem condenados a morte pelo tipo de crime que cometeram, o filme não debate o assunto. Só se pensa no assunto pelo percurso do filme, não há discussões sobre o tema.

Philip Seymour Hoffman está simplesmente maravilhoso, mereceu todos os elogios e prêmios que recebeu sobre sua maravilhosa interpretação. Chris Cooper também intepretou maravilhosamente o "doce" preso. Capote ganhou inúmeros prêmios como o Oscar de Melhor Ator para Philip Seymour Hoffman, Globo de Ouro de Melhor Ator - Drama (Philip Seymour Hoffman), BAFTA de Melhor Ator (Philip Seymour Hoffman, 2 prêmios no Independent Spirit Awards, Melhor Ator (Philip Seymour Hoffman) e Melhor Roteiro.



Beijos,

Pedrita

domingo, 2 de setembro de 2007

Missão Impossível 3

Assisti Missão Impossível 3 (2006) de J.J. Abrams no Telecine Premium. É tecnicamente muito bem feito, um ótimo roteiro, excelente direção e eu gosto muito do Tom Cruise.

Atualmente os filmes de ação precisam ter uma dose maior de violência, o que não me agrada muito, tenho uma certa dificuldade de vê-los. Missão Impossível 3 me causou bastante sofrimento, é muito violento e triste, mas muito bem feito.

Gostei muito do vilão de Missão Impossível 3 ser o Philip Seymour Hoffman, gosto muito desse ator.
Também gostei muito do desempenho de Keri Russell, par romântico do Tom Cruise.

A edição de Maryann Brandon e Mary Jo Markey de Missão Impossível 3 é excelente e começa com uma seqüência do meio do enredo, um momento muito denso que me fez sofrer o filme todo. Os efeitos especiais da Industrial Light & Magic e da Lola Visual Effects são excelentes.

Alguns outros do elenco são: Ving Rhames, Bahar Soomekh, Laurence Fishburne, Billy Crudup, Simon Pegg, Michelle Monaghan e Jonathan Rhys Meyers.

Haviam vários erros no figurino de Colleen Atwood no vestido da personagem da Maggie Q. Era um evento formal no Vaticano. Mesmo que ela desejasse ir estonteante, um evento no Vaticano requer um vestido mais formal, clássico e menos vulgar. Fora que por ela ter corpo de modelo, o vestido cheio de furos caía mal no seu corpo reto. Ela corria sério risco de ser barrada em uma festa no Vaticano, o que comprometeria toda a missão.

Beijos,
Pedrita