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domingo, 20 de julho de 2025

Órfã 2 - A Origem

Assisti Órfã 2 - A Origem (2022) de William Brent Bell na HBO Max. Isso mesmo, o Max voltou a ter HBO no nome, virou até piada, o que não faltou foram memes sobre as sucessivas mudanças de nome, até o streaming brincou com isso. Porque sábado é dia de fantasminhas que vi esse filme, só que esse não é de fantasminha, é de uma pessoa bem vivinha. 

Eu achei que esse não seria tão interessante como o primeiro. Também tinha muitas críticas negativas. Esse iria falar da origem da menina que é sempre menina porque não cresceu e tem agora 30 anos. Mas não é que me surpreendi várias vezes e muito? O roteiro é muito bom. A jovem está em um sanatório na Rússia, lá eles sabem que ela é uma adulta em um corpo de uma criança. Ela pinta, lê. Ela sabe o fetiche que gera, sendo criança, então consegue seduzir um guarda e fugir. Isabelle Furhman faz brilhantemente a jovem.

Ela procura pelo computador por crianças desaparecidas, até achar uma muito parecida com ela, e como foi há alguns anos, as diferenças podem ser porque ela está mais velha. É a família da maravilhosa Julia Stiles.

Rossif Sutherland é o pai, ele pinta também. É com ele que ela aprende aquela técnica de pintura sem luz que vamos ver no filme anterior. O irmão de Matthew Finlan não gosta nada da vinda da irmã e faz um inferno da vida dela. Ficamos o tempo todo avisando-o que é perigoso provoca-la dessa forma, mas ele não ouve.
O filme tem uma reviravolta surpreendente. O final é bem forçado, as cenas em cima do telhado da casa são constrangedores, mas é um bom filme.

Beijos,
Pedrita

domingo, 26 de abril de 2020

Riviera - 2ª Temporada

Assisti a 2ª Temporada da série Riviera (2019) na Fox Premium. Eu tinha amado a primeira, confesso que estou bem confusa em relação a essa. Primeiro porque tenho muitas perguntas e não achei uma única matéria que respondesse. Na primeira temporada li que os autores, um é um escritor que amo John Banville, estavam muito insatisfeitos com a confecção da série. Que a série era solar e positiva, que eles diziam não ser assim o roteiro. Eu gostei dessa temporada, é boa, mas tem muito tema impossível e reviravolta forçada.

A 2ª Temporada é bem mais forte e amoral, mas com clichê e carimbo psicológico que discordo, então  não sei se essa temporada se aproximou mais do texto original, ou se perdeu de vez, queria muito saber. Eu gosto que essa série traz protagonistas mulheres e fortes.

Eu achei que a protagonista, Georgina Clios, mudou muito de personalidade. Julia Stiles continua maravilhosa na personagem. E a série tentou explicar forçando os argumentos. O pai da Georgina morre e ela vai aos Estados Unidos. Há muitas questões estranhas, primeiro ela vai com a ex do marido, a Irina (Lena Olin), e com a filha do marido (Roxane Duran). A enteada não foi tão estranho, mas a ex foi bem surreal, nunca foram muito amigas. Aparece então um irmão mais velho da personagem (Will Arnet) que caiu de paraquedas. Se eles fossem tão unidos, ele teria ido quando ela ficou viúva. Nada a ver ele só existir na segunda temporada, e pior, ser tão invasivo. Ele passa a investigar a irmã e o namorado dela, julgá-la, machista demais. Georgina, na verdade ela tinha outro nome, teve um grande trauma na infância, então essa temporada tenta justificar os assassinatos que ela provoca pelo trauma. Georgina era muito coerente na primeira temporada, equilibrada, o desequilíbrio na segunda temporada fica muito artificial. Se ela tinha trauma e a influenciasse, era um trauma nunca resolvido, estaria sempre presente nas atitudes dela, não só na segunda temporada. A série também tenta reforçar o argumento que qualquer pessoa em uma situação limite comete assassinatos. Forçado demais.
Outros personagens estão em uma família que tem dois psicopatas (Julie Stenvenson e Jack Fox).  Outra integrante da família é interpretada por Poppy DelevingneConstantine (Anthony LaPaglia) não morreu. Essa temporada virou muito novelinha impossível. Uma mulher guarda Constantine em quase coma em uma torre inacessível. Ela quer ele só pra ela. É avisada por enfermeira ou médico, que ele corre risco de vida, que precisa de UTI, mas ela ignora. A série ignora essa paranoia dessa mulher, e põe tudo na conta do filho dela que mata Constantine um pouco depois. Vários episódios guardando o segredo que Constantine está vivo pra matar ele em menos de 3 minutos. 
Mas como disse carregam a mão nas teorias psicológicas, querendo rotular e fica pobre o roteiro. 

Eu achei o final dessa temporada muito estranho. O incêndio na exposição foi muito esquisito. Achei meio incoerente. Vai ter uma terceira temporada. Lena Olin não estará. Vamos ver como vão seguir com as tramas.



Beijos,
Pedrita

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Riviera

Assisti a 1ª Temporada da série Riviera (2017) na Fox Premium. Eu fiz umas mudanças de planos da NET, consegui muito desconto e ainda incluíram esse canal e mais outro. Fui em Crimes e Investigação e escolhi essa série pra começar. Gostei demais! O roteiro é de Neil Jordan e John Banville. Amo esse escritor. Li que os dois estavam muito insatisfeitos com os 3 primeiros episódios, que tinha sido desconfigurado o texto, mas não conheço o texto, fiquei curiosa em saber como ficaria. Mas independente disso, a série é ótima!

A série começa com a protagonista dormindo e o marido admirando-a. Aos poucos descobrimos que ele é muito, mas muito rico e ela é a esposa do segundo casamento. Ele a conheceu porque ela é especialista em obras de artes e leilões, sempre comprava obras de artes em leilões para clientes. Julia Stiles está deslumbrante e que figurinos maravilhosos que usa. Um parceiro que tem o mesmo trabalho que ela é interpretado por outro ator deslumbrante, Adrian Lester.
Ela liga do leilão para o marido que queria uma obra. Depois não consegue mais falar com ele. Nós vemos o marido em um barco que explode logo depois. Ela então descobre um mundo pavoroso ligado a muita corrupção. Um dos quadros inclusive que ela comprou é atualmente uma cópia muito bem feita. O filme entra em investigações muito complexas, muita violência. É uma trama muito interessante.

Lena Orlin está no elenco. Ela faz a ex. A família do marido da protagonista é insuportável. A desrespeitam como podem. São dois filhos, Iwan Rheon e Dimitri Leonidas. Iwan é o ator de Game of Thrones que tem um personagem igualmente insuportável. Ele não se cansa de tentar manipular a madrasta e assediá-la pesadamente. Todos tentam prejudicá-la. O outro enteado é viciado em drogas e odeia a madrasta.
A única que gosta da madrasta é a enteada interpretada pela Roxane Duran. As paisagens são deslumbrantes, várias em Mônaco, lindíssimas as duas casas da família. E ainda surgem outros atores que adoro: Vincent Perez e Arm Waked. E ainda muitos outros ótimos: Igal Naor, Phil Davis, Daniil Vorobyov, Chlóe Jouannet e Nora Arnezeder. A música de abertura é muito linda. Vi que há uma continuação que quero ver.
Beijos,
Pedrita

sábado, 1 de julho de 2017

Jason Bourne

Assisti Jason Bourne (2016) de Paul Greengrass no Telecine Premium. Fiquei muito empolgada quando vi de manhã na grade de programação que esse era a Super Estreia. Adoro os outros filmes da série, gosto dos princípios éticos de Jason Bourne.

Adoro Matt Damon e é muito bom ver a passagem de tempo no protagonista. Só me incomodou o fato de a cada filme suas parceiras serem cada vez mais jovens. Agora a maravilhosa Alicia Vikander que aparece para fazer contraponto. A personagem de Julia Stiles morre logo no começo.

Jason Bourne reaparece. Na verdade sua parceira. Ele tenta ajudá-la, pega uma chave e começa a ser perseguido. Muito mal o personagem do Tommy Lee Jones.  A parte tecnológica também é muito boa. A fera em tecnologia é interpretada pela Alicia Vikander. Riz Ahmed criou um aplicativo, ele jura que haverá privacidade. Não entendo como alguém ainda acredita em privacidade nesses novos tempos. Mais estranho ainda é encontrar multidões em palestras sobre aplicativos que falam de privacidade. Qualquer sistema que prometa privacidade, desconfie. Nunca acredite que só um grupo de pessoas vê os seus dados porque é muito fácil mudar isso. Se acha que alguns não podem ver o seu conteúdo, nunca coloque na rede.

O perseguidor é interpretado por Vincent Cassel. Gostei muito.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Má Conduta

Assisti Má Conduta (2016) de Shintaro Shimosawa no TelecinePlay. Eu procurava um filme para distrair e vi que esse é com Al Pacino e Anthony Hopkins, atores que amo. É um bom filme, um pouco rocambólico, mas um bom filme. Um jovem advogado muito ambicioso consegue umas provas contra um poderoso da indústria de remédios. Ele procura o adversário desse industrial para juntos armarem o flagra para que o empresário não escape. O rapaz é interpretado por Josh Duhamel.

Esse jovem ambicioso costuma utilizar métodos anti-éticos para ganhar as causas. E procura o adversário do seu alvo para ter a causa. O que ele não espera é que é toda uma trama perversa, de profissionais do crime empresarial e ele se embaralha todo.

Logo no início eu desconfiei que a namorada do chefão fosse uma boa pisca. Mas ela se supera. Todos se superam. Má Conduta tem várias reviravoltas. A namorada do chefão é interpretada por Malin Akerman. A esposa do advogado por Alice Eve. O rapaz da moto por Byung-hun Lee. E ainda: Julia Stiles, Glen Powell e Lea McKendrick.
Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O Sorriso de Mona Lisa

Assisti O Sorriso de Mona Lisa (2003) de Mike Newell na HBO Plus. Esse filme é da série "todo mundo viu menos você". Minha mãe já havia visto e gostado muito. Mas nunca dava certo para eu ver. Gostei bastante, embora seja um filme mais convencional. O que mais me agradou é a história dessa professora que almejou dar aulas em uma escola tradicional, da alta sociedade, mas ela não era convencional e obviamente sofreu as consequências de não se encaixar nos padrões. Julia Roberts interpreta a professora.

O elenco tem ótimas atrizes: Kristen Dunst, Julia Stiles, Maggie Gyllenhaal e Dominic West.

Beijos,
Pedrita


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O Ultimato Bourne

Assisti O Ultimato Bourne (2007) de Paul Greengrass no Telecine Premium. Como comentei no post de A Identidade Bourne, o Telecine passou esse filme na Super Estréia, mas antes colocou os anteriores na programação e consegui ver os três. Realmente a diferença do segundo e desse é bem grande em relação ao primeiro que é bom, mas tem algumas lacunas, uns momentos arrastados e outros que não convencem. Percebe-se em Paul Greengrass um grande diretor, porque esses dois dirigidos por ele são ágeis, muito bem dirigidos, e muito bem organizados na trama complexa baseada na obra de Robert Ludlum. Como em A Supremacia Bourne, O Ultimato começa com nosso protagonista fugindo da perseguição em Moscou. Nesse aparece um outro grupo interessado em capturá-lo, homens especializados em localizar grupos terroristas. Os três de uma certa forma trilham aquele caminho de filmes americanos mais recentes, mostrar a irracionalidade dessas instituições que em nome de uma segurança ao homem americano praticam verdadeiras atrocidades com outros seres humanos. Esse grupo então que caça terroristas mata qualquer um que possa ser uma ameaça, mesmo que seja um jornalista porque escreveu uma matéria com o que ouviu de uma fonte.

Dessa vez Julia Stiles tem uma participação bem maior. Matt Damon é sempre excelente. Outra que continua no elenco é a ótima Joan Allen. Outros novos que entram nesse episódio são: David Strathairn, eu gosto muito desse ator e ele está muito bem interpretando um personagem desprezível; Albert Finney; Paddy Considine, Joey Ansah e Colin Stinton.
Em O Ultimato Bourne, o Telecine resolveu colocar legendas da música principal, ficou ótimo.
O Ultimato Bourne ganhou 3 Oscars de Melhor Edição, Melhor Som e Melhor Edição de Som e 2 prêmios no BAFTA de Melhor Som e Melhor Edição.

Música do post: Extreme Ways (Bourne's Ultimatum) - Moby

Beijos,

Pedrita

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A Supremacia Bourne

Assisti A Supremacia Bourne (2004) de Paul Greengrass no Telecine Action. Como disse, os três filmes estão na programação do Telecine e consegui ver esse agora. E vocês têm razão, adorei o primeiro, mas esse é muito melhor. Achei bem mais coordenado, mais ágil e melhor editado que o primeiro. Esse também é baseado no livro do Robert Ludlum. É interessante que apesar de ser um filme de ação, tem um roteiro complexo sobre sentimentos. Matt Damon novamente arrasa. Gostei muito das imagens e da fotografia quando mostravam os vários países por onde nosso protagonista passa. A direção de fotografia é de Oliver Wood e a edição de Richard Pearson e Christopher Rouse.
Alguns outros que estão no elenco de A Supremacia Bourne são: Franka Potente, Joan Allen, Brian Cox, Julia Stiles, Karl Urban, Oksana Akinshina e Marton Csokas.
Música do post: Extreme ways
The Bourne supremacy




Beijos,

Pedrita

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Inimigo Íntimo


Assisti Inimigo Íntimo (1997) de Alan J. Pakula no Maxprime. Esse filme é daqueles que todo mundo viu faz tempo, menos você. É mais ou menos. O que vale mesmo é ver os dois belíssimos Brad Pitt e Harrison Ford na tela. No início parecia um filme sobre os conflitos na Irlanda, o grupo revolucionário IRA, mas acaba sendo um filme sobre valores, com a visão americana deles.

O que mais incomoda é querer justificar ações dos personagens com fatos marcantes, pensamento tipicamente americano apesar do personagem do Brad Pitt dizer várias vezes ao personagem do Harrison Ford que essa não é uma história americana. Nosso protagonista viu seu pai ser morto na sua frente no jantar por homens encapuzados. Ele se torna no futuro um revolucionário do IRA. Então ele vai aos Estados Unidos comprar mísseis. Fica escondido na casa de uma família do personagem do Harrison Ford que é um policial e não tem idéia de quem abriga dentro do seu teto. Ele é um policial todo certinho.

Inimigo Íntimo começa então a debater os valores, preconceitos de profissionais, de ações revolucionárias, tudo com a visão forçada do que os americanos acreditam ser a verdade, como se só existisse uma única verdade. A questão do IRA vira pra lá de pano de fundo, mal explicam suas razões, transformam tudo em questões pessoais. O revolucionário parece que será perdoado de seus atos já que não tem culpa de um dia ter visto em criança seu pai ser morto. Como se existissem verdades, lados e justificativas únicas para os fatos. O roteiro de Inimigo Íntimo é bem fraquinho.
Alguns outros do elenco são: Margaret Colin , Natascha McElhone, Julia Stiles, Ashley Carin, Kelly Singer e Rubén Blades.
Música do post: Cranberries - There She Goes (Precisa apertar o play). Gostei muito que no início colocaram uma música do Cranberries que são irlandeses, mas não consegui descobrir qual era, fica essa pra ilustrar o post.
Beijos,
Pedrita