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quarta-feira, 24 de agosto de 2022

Westworld - 4ª Temporada

Assisti Westworld - 4ª Temporada (2022) de Jonathan Nolan na HBO Go e HBO. A série demorava pra entrar no Now, gravei alguns capítulos, mas na metade um deles não exibiu mais, por sorte nesse momento já estavam os episódios no Now e pude ver. Eu amo essa série, entre as minhas preferidas, volte e meia estava nos trending topics quando passava ao vivo. Os outros episódios que comentei estão aqui.


 

Quando imaginamos que essa série não tem mais a capacidade de nos surpreender, vem mais um roteiro arrebatador. Esse é absolutamente diferente e metafórico. Qual a base da primeira temporada? Humanos criam um parque com anfitriões robôs para que passem os maiores absurdos para entreter os humanos pagantes. São mortos das formas mais absurdas, consertados e voltam ao parque. Qual a base da quarta temporada?  A vingança! Como sofre o personagem do Aaron Paul.

É a temporada das mulheres mais lindas e talentosas que nunca: Tessa Thompson, Thandiwe Newton e Evan Rachel Wood. E surge ainda outra personagem importante da Aurora Perrineau. Angela Sarafayan aparece um pouco. E Ed Harris e Jeffrey Wright também estão no elenco em personagens fundamentais na trama. Mas essa temporada é praticamente essas mulheres e vamos tendo dificuldade de compreender as tramas de tão ilógico que construíram.
E quem é o grande protagonista do começo dessa temporada? Isso mesmo, moscas! Que aflição. Mas essa criação é muito inteligente, choca, aparece, mas depois muda o foco. Não é uma série que exauri as criações, é uma criação atrás da outra, mais inteligente que a outra. E qual o objetivo das moscas? Transformar os humanos em anfitriões, inverter a primeira temporada e se vingar dos humanos. Agora os humanos que passam a ser comandados. E como? Com moscas robôs que entram pelo olho, nariz, boca, se instalam no cérebro e por som comandam todos os movimentos dos humanos. 
Os humanos passam a viver comandados por narrativas criadas por quem? Sim, Dolores que não se chama mais Dolores. É uma revelação mais surpreendente que a outra. De uma profundidade inacreditável. É muita loucura. Com tempos diferentes. Fui ficando em estado de choque a cada revelação. Que série!

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Westworld - 3ª Temporada

Assisti a 3ª Temporada de Westworld (2020) de Jonathan Nolan na HBO e HBO Go. Eu amo essa série e não foi diferente com essa. Sim, é bem diferente e não recebeu boas críticas. Continuo gostando!

Dolores agora abandonou Westworld para destruir a humanidade, pelo menos é isso que muitos acham. Que atriz, Evan Rachel Wood. Eu mesma desconfiei que não era bem esse o intento. Ela vem destruir uma máquina criada pra controlar a humanidade. Essa máquina define os destinos das pessoas com base no seu perfil psicológico. A máquina decide quem ter perfil para atividades, quem tem que ser morto e quem tem que ser afastado da sociedade, baseado em critérios altamente questionáveis. Um personagem fundamental dessa temporada é interpretado por Aaron Paul. Eu gosto demais da filosofia de Westworld, tão próximas do mundo atual. E nesse momento atual já há quem decida sobre a vida de outros baseado em critérios.
Nessa temporada trava-se um embate entre Maeve e Dolores, eu desejava o tempo todo que elas se unissem, mas Maeve une-se a Serac, o verdadeiro vilão dessa temporada, interpretado pelo maravilhoso Vincent Cassel. Amo a Thandie Newton que faz a Maeve. Triste demais quando Maeve descobre que o parceiro dela está preso as narrativas de Westworld e não consegue se libertar daquele mundo. Ele é interpretado pelo belíssimo Rodrigo Santoro.

Serac é um lunático que acha que louco é o seu irmão. Os dois criam uma máquina que controla a humanidade. Quando Serac vê que seu irmão está cada vez mais alucinado pelos seus problemas mentais, o interna. E fica sozinho comandando todos. No meu entender o maior problema dessa temporada é ter luta demais e ser praticamente tudo à noite. Mas como disse a parte filosófica continua incrível. Detestei que o final não tem nada a ver com o que eu queria.
Continuam nessa temporada vários personagens interessantes interpretados por: Tessa Thompson, Ed Harris e Jeffrey Wright.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Mãe!

Assisti Mãe! (2017) de Darren Aronofsky no TelecinePlay. Eu tinha uma certa resistência em ver esse filme pelas inúmeras críticas negativas, mas principalmente por ouvir falar que tinha religião, mas Mãe! é muito mais que isso, é absurdamente complexo, um filme que me deixou impactada e que devo ficar assim por muito tempo.

Mãe! permite inúmeras interpretações e  li uma entrevista com o diretor onde ele se divertia com as inúmeras visões que os jornalistas da coletiva tinham tido com o seu filme, mas há uma questão, a que acho mais impactante, que passa a ser fundamental para debatermos nos dias de hoje. Na entrevista o diretor fala da indiferença há duas questões ambientais no Canadá e Estados Unidos, mas que você traz a questão para dentro de sua casa, quando pessoas entram na sua casa sem você convidar e queimam o seu tapete, as pessoas ficam indignadas. E é esse o grande trunfo de Mãe! Colocar a terra como uma mulher constantemente violentada, desrespeitada, invadida, dentro de sua intimidade, dentro de sua própria casa. A terra é a casa e nós invadimos sem a menor cerimônia, mudando como bem entendemos a casa do outro.

No finalzinho que eu achei que a protagonista era a terra e tudo se encaixou junto com a perplexidade. As relações bíblicas são alegorias para contar a história. Um casal está arrumando a casa que já tinha sido totalmente destruída por um incêndio. A protagonista cuida de cada detalhe, enquanto um marido narcisista, egoísta e egocêntrico a ignora por completo. Talvez aí o ódio de muitos para esse filme já que esse homem pode ser deus. Até que o diretor não errou muito com essa imagem de deus que tudo vê e nada faz, um verdadeiro omisso que adora ser idolatrado e pouco se importa com o resto, inclusive pouco se importa com a terra. E se existe não é mais ou menos assim? As crianças continuam morrendo de fome no mundo, na Etiópia, nas travessias de fugas de imigrantes e se existe alguém que "olha por nós", porque continuam morrendo? O homem tem a mesma arrogância quando a terra cobra dele alguma proteção, alguma posição. Ele sempre a menospreza, maltrata e a violenta, mas ele vai muito mais longe, um verdadeiro monstro.
 As pessoas vão entrando nessa casa sem pedir autorização ou dizem que o marido convidou e vão usando tudo, quebrando tudo e pasmem, até pintando a casa porque viram a tinta... Ela fica indignada, mas todos riem, ou reclamam dela e continuam. Ela diz que a casa é dela e todos riem. E não é como fazemos com a terra? Compram uma fazenda e a primeira coisa que fazem é derrubar todas as árvores, inúmeras raras e centenárias. Constroem uma casa e aí plantam umas poucas árvores onde poucas vão sobreviver como "reposição". Mas se enjoam da casa naquele lugar, destroem tudo de novo, tiram as árvores de novo e plantam outras de novo depois em outro lugar. Mas fora esses exageros monstruosos, o que cada um de nós faz por essa casa de outra pessoa? Realmente simbolizar a terra na casa de alguém fica tudo mais claro. A convidada deixa inúmeras cascas de limão espalhadas pela cozinha com inúmeras outras sujeiras e a "terra" que limpe. E a pia que não estava soldada? Ela avisa várias vezes  para não sentarem nela e riem dela. E o quanto rimos de quem fala para cuidarmos melhor do planeta, quantos já vi rirem quando você fala pra não jogar lixo no chão. E voltamos de novo para nossas pequenas ações, o quanto consumimos lixo e jogamos "lá fora", no próprio planeta.
As referências bíblicas foram as que menos interessaram. Elas permitiram a história ter um roteiro, Adão e Eva, Caim e Abel, e no final o apocalipse. O diretor falou ainda que tinha o sacrifício de Jesus e outras referências, mas é o de menos. Servem para mostrar como o homem tudo invade, como cada um de nós não respeita a nossa casa que é a terra que de forma tão generosa nos acolhe. A terra é a Mãe que tenta a todo custo preservar a casa, cuida, cozinha, ama e nós só usamos, destruímos. No "apocalipse" os homens matam uns aos outros sem explicações claras. E o parto? É insuportável. Ela está em trabalho de parto e continua sofrendo violências, não é protegida, a empurram, a agridem. O filme é contundente demais, insuportável demais, como somos desumanos. Qual a parcela de culpa de cada um de nós para a destruição da terra? No filme há os monstros, os radicais, mas eu fiquei desconfortável várias vezes e me perguntava o que eu fazia para proteger a terra? Nunca vou esquecer esse filme.
 Todo o elenco está impressionante. Que incrível a atuação da Jennifer Lawrence. Como Javier Bardem está insuportável como esse homem omisso, agressivo e assassino. Os personagens do Ed Harris e da Michelle Pfeiffer também dão vontade de esganar. Ela pede que não fumem na casa, ele finge que aceita, mas continua fumando, até mesmo na cara dela. E a esposa ridiculariza o tempo todo a anfitriã. Fala mal de tudo, o quanto não reclamamos do que ganhamos de graça da terra? 

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Westworld - 2ª Temporada

Assisti Westworld - 2ª Temporada (2018) de J. J. Abrams, Jonathan Nolam na HBO. Como ansiei por essa continuação que está mais sombria que nunca, só pelo pôster já é possível perceber. Muito interessante que a série levou dois anos pra ser retomada, foi uma difícil espera e já estou sentindo muita falta de tanto questionamento. O post da primeira temporada está aqui.

A primeira terminou de modo dramático. Os anfitriões mataram os visitantes e seus criadores. A matança continua na segunda. Há muitas perguntas que continuam, inúmeras que surgem e a falta de respostas é o melhor em Westworld. Muito triste a trama da Dolores. Descobrimos que ela é uma das mais antigas do parque, que ia no mundo externo em reuniões para atraírem investidores, então ela tem uma consciência maior do parque e do mundo exterior. Seu amado só viveu no seu script. Quando morria era reprogramado para o mesmo personagem, portanto ele tem dificuldade de acompanhar os raciocínios de Dolores. É muito triste a decepção dela e mais triste ainda o desfecho desse amor. Evan Rachel Wood e James Marsden estão incríveis.
Maeve não quer acompanhar Dolores na busca pela saída do parque. Ela quer ir buscar sua filha. Dolores quer seguir para o portão que leva eles embora do parque. Muito tristes as tramas de Maeve. Ela leva com eles os programadores. E descobre outras narrativas mas que se assemelhavam a sua triste história e de sua filha. Amo Thandie Newton e Rodrigo Santoro aparece bem mais nessa temporada.

Triste demais a história do índio. Há um episódio só com a história dele. Como Maeve, ele tinha uma bela história em uma tribo onde vivia em paz. Como os donos do parque quiseram mais aventuras, ele vira um perverso. Esse índio e Maeve começam a ter consciência e comunicação com os anfitriões sem precisar encontrá-los. Passam a dar comandos pelo cérebro. Zahn MacClarnon está impressionante também.
Mais maluco ainda o homem de preto que cria muitos problemas para todos, anfitriões e visitantes, com raciocínios confusos e muita maldade. Ed Harris continua arrasando. A trama da sua história,  sua esposa e sua filha é muito dolorida. Também incomoda demais o homem cobaia em cativeiro. Descobrimos que o parque não foi criado para divertir visitantes e sim para escanear os visitantes para recriá-los e promover a vida eterna da humanidade.

A trama mais confusa e não menos intrigante é a de Bernard. Há inúmeras idas e vindas no tempo, mas nada claro, nós que vamos tentando unir a ordem cronológica. Ford morreu, mas como ele previa que morreria, criou comandos nos anfitriões para continuar coordenando-os depois de morto, ou não, ou os anfitriões achariam que era Ford, mas seriam suas memórias e consciências. Anthony Hopkins tem então vários diálogos com os personagens. Logo no início descobrimos uma reviravolta, não foi Bernard que criou Dolores, mas sim Dolores que criou Bernard a semelhança de Arnold, um dos fundadores do parque com Ford que na primeira temporada ficamos sabendo que se matou porque não gostou dos rumos do parque e do que tinha criado. Dolores conheceu muito Arnold e preparou Bernard a sua semelhança. Vários Bernards foram descartados e aparecem nessa temporada. Jeffrey Wright está incrível.
Dolores e Bernard travam grandes embates filosóficos por divergências de consciência. Dolores acha que o portal é mais uma enganação dos criadores do parque. Os corpos morrem e só suas mentes seguem para viver em paz no portal e lá ficam presas. Dolores não acredita que isso seja algo bom e sim mais uma mentira do parque. E que essa solução não é o livre arbítrio.

O desfecho é muito interessante e a abertura para a nova temporada simplesmente genial. Ford diz que só um único anfitrião conseguiria viver no mundo lá fora. E é a Dolores, em uma nova forma que consegue. Com os comandos que recebeu ela localiza a casa que Ford preparou para eles, consegue levar as bolas de consciências de outros anfitriões e recria Bernard e Dolores, ficando duas Dolores, ou não. Dolores diz que agora sim há livre arbítrio. Que eles podem escolher como querem viver. Simplesmente genial! A nova Dolores é interpretada pela ótima Tessa Thompson. Mas a verdadeira Dolores também é recriada.


Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Uma Batalha Incerta

Assisti Uma Batalha Incerta (2016) de James Franco no Telecine Play. Há um tempo via o poster do filme que não é esse que escolhi e não me interessava. Uma hora fui ver o que era e vi o nome do James Franco que tem entrado em produções de filmes complexos e questionadores. Esse filme é uma produção independente. Só depois que começou que vi que é baseado em uma obra do John Steinbeck, autor que li umas obras e tem textos sempre contundentes.

É baseado em fatos reais. Após a quebra da bolsa em 1929, os patrões passaram a explorar os funcionários, principalmente no campo. Eles ganhavam 3 dólares por dia e passaram a ganhar 1 dólar, com isso mal conseguiam sobreviver. A trama começa em 1930. Insuportável a capacidade que o homem tem de explorar o outro para enriquecimento próprio, de achar que uns são melhores que os outros e merecem mais. E incrível que pouco mudou.

O filme passa em plantações de maçãs, eu nunca tinha visto pés de maçãs. Conheço muitas árvores, plantações, mas de maçãs nunca tinha visto, como é bonito.

Dois homens seguem para uma plantação para unir os colhedores para a greve. Um é interpretado pelo próprio James Franco e o outro por Nat Wollf.

É um filme muito triste, com muita violência. A greve não deu em nada, mas as greves foram se multiplicando no país, mas só em 1935 é que os colhedores passaram a ter salário mínimo e outros benefícios. O elenco é todo muito bom. Vincent D´Onofrio está irreconhecível como o líder dos colhedores. Ed Harris faz uma pequena participação com um personagem marcante. Os nomes estrelados continuam: Robert Duvall, Josh Hutcherson, Ahna O´Reilly, Analeigh Tipton, Jack Kehler, Sam Sheppard e John Savage.
Quase toda a promoção do filme é em cima da Selena Gomez. Uma pena porque seu personagem é deslocado do todo, com trama e interpretação sofrível. Personagem desnecessário. Quiseram forçar um romance para atender ao mercado. O filme não precisava desse fraco adendo.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Westworld - 1ª Temporada

Assisti Westworld - 1ª Temporada (2016) de J. J. Abrams, Jonathan Nolam e Lisa Joy na HBO. O primeiro capítulo não me empolgou. Mas do segundo em diante enlouqueci. Achei que seria sempre em clima de faroeste, mas no segundo é que chegam os laboratórios onde os anfitriões são manipulados e criados. Que tecnologia. A abertura é maravilhosa, a música da Ramin Djawadi também.

Westworld é um parque onde as pessoas vão se divertir, então achei que a série seria só isso. Mas é muito, mas muito filosófica. Quando os convidados chegam ao parque eles são estimulados a entrar em histórias. Podem procurar prostitutas no sallon. Podem ir a caça de algum procurado. Exterminar índios. Roubos. E seguem então inúmeras perversões. Podem por exemplo chegar atirando sem motivo nenhum. Os anfitriões feridos são levados ao laboratório, consertados, reiniciados no seu roteiro e enviados de volta.
Contém spoilers. Cada anfitrião é programado para uma narrativa. O parque cria histórias para entreter os convidados, mas procura não ser óbvio. Percebemos então que os anfitriões não se comportam como robôs, ficamos às vezes na dúvida quem é anfitrião ou convidado tal a precisão.

São várias camadas. Um novo narrador de histórias é contratado. Então ficamos na dúvida se as mudanças de comportamento dos anfitriões foram programados nas mudanças, ou se realmente os anfitriões estão subvertendo seus comandos. Ou se alguém está do laboratório desejas mudanças. Os anfitriões ouvem vozes. Não sabemos se são comandos da base, se são deles, ou de outras pessoas. Essas dúvidas vão fazendo de Westworld fantástico. 

Estranhamente começamos a torcer pelos anfitriões-robôs. Os convidados-humanos que aparecem são tão monstruosos que vamos odiando-os. Sem falar nos que estão no laboratório. Parecem insensíveis. Ficamos sabendo então que eram dois sócios que criaram Westworld. Um quis destruir o parque quando achou que estava criando aberrações e morre. O segundo segue o projeto. É esse que morreu que começou a criar as consciências nos robôs estimulando um aparente livre arbítrio. 
A cada episódio vamos ficando mais confusos sobre o que é realidade ou  é programado. Simplesmente maravilhoso! Soube que só em 2018 terá a continuação, vai ser uma ansiedade absurda aguardar até lá. Amo vários atores da série: Thandie Newton, Anthony Hopkins, Jeffrey Wright, Ed Harris e Rodrigo Santoro.

Eva Rachel Wood está impressionante como Dolores. Também estão ótimos Jimmi Simpson, Leonardo Namm, James Marsden, Ptolomy Slocum, Angela Sarafyan, Sidse Babett Knudsen, Ingrid Bolso Berdal e Tessa Thompson.

Beijos,

Pedrita

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Gravidade

Assisti Gravidade (2013) de Alfonso Cuarón na HBO. Eu só soube desse filme quando falavam nos indicados ao Oscar. Gravidade ganhou muitos prêmios, inclusive vários Oscars. Eu gosto demais da Sandra Bullock, então quis ver. É muito bom, muito bem realizado.

Começa com três astronautas trabalhando flutuando no espaço. dois são interpretados por Sandra Bullock e George Clooney. Eles ouvem que um acidente está levando em alta velocidade fragmentos, mas que esses astronautas não estão na rota desses destroços. Até que começam a avisar que abortem a missão porque os destroços estão vindo. Os fragmentos os atingem. O personagem do George Clooney é o responsável por cuidar dos astronautas, Sandra Bullock é responsável pelos consertos.

Os dois partem então na tentativa de chegar em estações que os possam levar de volta a terra. O oxigênio da personagem da Sandra Bullock está acabando. É impressionante como Gravidade é bem realizado. E ela está realmente incrível. A voz que eles falam na terra é do Ed Harris. Mas eles falam pouco tempo, logo ficam incomunicáveis. Gravidade ganhou Oscar de Melhor Fotografia, Direção, Edição, Canção, Som, Mixagem e Efeitos Visuais. A lista de prêmios em vários festivais é enorme.

Beijos,
Pedrita