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terça-feira, 29 de março de 2016

Qualquer Gato Vira-Lata 2

Assisti Qualquer Gato Vira-Lata 2 (2015) de Roberto Santucci no TelecinePlay. Eu tinha gostado bastante do primeiro que comentei aqui, muito bonitinho. Queria ver o segundo que também é uma graça. O casal protagonista vai para o Caribe. Ele dará uma palestra sobre o seu livro. Sua namorada aproveita para montar um esquema surpresa para pedir ele em casamento. Nada melhor que um lugar paradisíaco para fazê-lo.

Ela prepara um alto esquema, câmeras escondidas para amigos e familiares acompanharem o momento, a sogra vai escondida, tudo pronto e... Ele gagueja e diz se pode pensar. Imaginam a crise. Ela é interpretada pela Cleo Pires, o namorado que quer pensar pelo Malvino Salvador e o ex pelo Dudu Azevedo. Como foi em conferência, o ex viu por engano da amiga, e claro, resolve aproveitar o momento para reconquistar a amada e viaja para Caribe com o amigo.

O amigo do ex é interpretado por um ator que adoro, o Álamo Facó. A amiga da protagonista também é muito divertida interpretada pela Letícia Novaes. Sabe aquela amiga que acha que está ajudando?

Outro momento engraçado é a deliciosa participação da Mel Maia. Ultra politicamente incorreta a artimanha, a menina é contratada pelo ex para ele justificar estar no Caribe e enternecer o coração da amada. Ele descobriu que tem uma filha e viajou para conhecê-la melhor. Pagam a menina. Mel Maia é fofa demais, são os melhores momentos do filme. Muito engraçados também o trio do Cucurucucu que aparece nos momentos mais inoportunos. No trio está o ator Marcelo Escorel.

As desculpas são muitas para vários atores bacanas estarem no Caribe. Ou trabalham no resort, ou foram para lá por motivos diversos. A ex do protagonista está lá e é interpretada pela Rita Guedes. A sogra é interpretada pela Stella Miranda, a personagem está doida para se relacionar no resort, nem que precise pagar um garoto de programa. Ele é interpretado por Marcelo Saback. Fábio Jr. dá um jeito de aparecer como pai da protagonista. Nem vi que o diretor faz uma participação, curiosa agora em ver novamente e achá-lo.



Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Questão de Família - 1ª Temporada

Assisti Questão de Família - 1ª Temporada de Sérgio Rezende na GNT. Localizei essa série no Now, em séries. Tinha uma certa curiosidade porque as propagandas na época em que foi exibida eram interessantes. Gostei bastante. A cada episódio um processo judicial acontece. Eduardo Moscovis interpreta um juiz da vara da família. Sem ser didático, acabamos aprendendo um pouco as instâncias. No departamento dele, as pessoas lutam por reconhecimento de paternidade, tentam conseguir a guarda de filhos, resolver inadimplência de pensões. O juiz deixa claro em alguns momentos que essa vara não resolve questões financeiras de herança. Caso algum filho consiga o reconhecimento de paternidade e quiser a herança, terá que iniciar outro processo que será julgado em outro departamento.

Esses casos solucionados a cada capítulo tem um olhar bem otimista. Uma avó não aceitava o pedido de guarda da criança pela esposa não-oficial de sua filha que morreu. Era bem intolerante, dificulta o trabalho da justiça, mas ao perder a guardar e sair do fórum, abraça a esposa da filha, fica amiga. Achei bem artificial. Essa avó é interpretada pela Suely Franco. Bonito a forma como o tema foi tratado, mas um pouco forçado o desfecho amigável. São bem diversificados os temas, mostrando as novas formações familiares.

Ao contrário dos casos resolvidos a cada capítulo, a história do juiz é bem mais sombria. De uma família desajustada, o juiz tem seu pai em coma no hospital assassinado. Começa então a investigação. Esse caso passa a primeira temporada inteira. O juiz é separado, lindas as meninas que fazem as suas filhas. Está com um romance superficial com duas mulheres, mas realmente gosta da juíza que teve algum desentendimento. Seu irmão está em tratamento em uma clínica de drogas totalmente ineficiente. Em flashback vemos os dois irmãos na infância assistindo os conflitos dos pais. A mãe linda, volte e meia tem casos extraconjugais, o pai fica então violento. O juiz tem uma verdadeira adoração pelo pai e via a mãe com outros homens. O irmão mais novo tem verdadeira adoração pela mãe e não suportava o pai violento.

O elenco é muito bom. A ex-mulher é interpretada pela Georgiana Góes. A juíza pela Malu Galli. A advogada por Luiza Mariana. A vizinha por Bellatrix. O pai por Eduardo Galvão. A mãe por Juliana Martins. O irmão por Iano Salomão. O promotor por Pablo Sanábio. O detetive por Pedro Brício. As duas meninas são Giovannas, uma Estefanio e outra Maluf. Roberto Brindelli faz o advogado da família do juiz.

A cada episódio atores participam para as cenas de julgamentos da vara da família. Infelizmente Questão de Família comete os mesmos erros ainda da TV Globo. Negros fazem sempre pobres, filhos de empregada, jogadores de futebol, moradores de comunidade. Até há advogados negros, mas eles só defendem os negros. Há uma negra que senta com o juiz, mas não há o nome nem foto da atriz no site da série nem em outro lugar. Negros em papéis de negros. Sérgio Malheiros está em um desses personagens e faz o filho da empregada. Na TV Record ele teve papéis fora desse esteriótipo. Vanessa Lóes atua grávida e interpreta uma advogada participando de dois episódios. Alguns atores convidados foram Rita Guedes, Letícia Colin, Dedina Bernadelli, Peter Brandão, Rodrigo dos Santos, Paulo Reis, Márcia Cabrita, Ernani Moraes e Bernardo Marinho.



Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Qualquer Gato Vira-Lata

Assisti Qualquer Gato Vira-Lata (2011) de Tomas Portella no Telecine Pipoca. Eu confesso que não tinha muito ânimo de ver esse filme, mas minha mãe gostou tanto e insistiu tanto que resolvi ver. Ela e o 007 gostaram, ele viu no cinema. Eu me surpreendi, é muito bem realizado, é uma bonitinha comédia romântica. O texto é baseado na peça de Juca de Oliveira, que já tinha visto em jornais montagens, mas nunca assisti a algum espetáculo. O filme é a Cléo Pires e é para a Cléo Pires, ela está incrível, além de linda. Ela interpreta uma descompensada, ciumenta e com pouca estima. Ela é apaixonada pelo personagem do Dudu Azevedo, mas ele não está nem aí pra ela. Na verdade ele só gosta dele mesmo.

O texto é bem inteligente. Ela conhece o professor de biologia interpretado pelo Malvino Salvador que tenta ensinar ela a não correr atrás do rapaz e fazer o jogo da sedução. É interessante porque o jogo funciona, mas na verdade, atrai a presa, o conquistador, mas muito provavelmente o conquistador vai se desinteressar assim que reconquistar a presa. O rapaz só gosta dele mesmo, só gosta de ser o centro das atenções, como disse minha mãe, a moça corre atrás de um rapaz que não estuda, que não trabalha, vive do dinheiro e do bom dinheiro da mãe. O personagem do Malvino Salvador também estava em uma relação de abuso, a ex, interpretada pela Rita Guedes, vai sempre no seu apartamento, ainda tem a chave e leva sempre mais alguma coisa e invade a sua privacidade. 

Gostei que o texto mostra que em relações de verdade os dois gostam, é menor a manipulação um do outro para satisfazer os seus desejos. Minha mãe e o 007 adoraram o ator que faz o amigo do bonitão, eu não conhecia também, Álamo Facó. A amiga da personagem da Cléo Pires é interpretada por Letícia Novaes. Confesso que achei muito estranho o site oficial ignorar os nomes dos outros atores. Como em vários filmes brasileiros, ótimos atores fazem sempre boas participações: Jean Pierre Noher, Ilya São Paulo, Gregório Duvivier e Kiko Mascarenhas.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Eterna Magia

Assisti a novela Eterna Magia de Elizabeth Jhin na TV Globo. Eu adoro novelas das seis e com essa não foi diferente. Está certo que começou difícil, precisou de alguns ajustes, mas eu amei! Acho que o 007 faria um tópico bem mais divertido que eu meu. Até o fim da novela ele fazia comentários sarcásticos sobre a participação do Paulo Coelho. Ele disse que o fracasso no ibope se deve ao azar que esse mago traz a televisão. E sua participação no início foi patético. Recentemente revi um Vídeo Show e ele chegou a ir para a Irlanda fazer umas cenas. Que desperdício! Ele não tinha dicção nenhuma e não se entendi nada do que ele dizia. Tanto que ele nunca mais voltou na novela, até seu quadro foi destruído.

Eu adorava o casal principal e ficava torcendo para que eles acabassem juntos. Sofrimento para essa pobre moça não faltou. O rapaz a largou no altar, disse não na hora do sim e fugiu com sua irmã grávida para a Irlanda. Gostei demais das transformações dessa personagem. Assim que ela vê que todos têm pena dela, ela se fortalece, vai para a capital estudar e se torna uma grande empresária no segmento das pedras preciosas. Ela é a excelente Maria Flor, eu adoro essa atriz e acompanho a sua carreira há um tempo. Principalmente desde que ela me emocionou em Cabocla. Ele foi interpretado por Thiago Lacerda. Sua irmã voluntariosa e mimada foi interpretada por Malu Mader.

Outro casal que eu amava era do Max e da Pérola. Eles também sofreram um bocado para conseguirem viver o seu amor. Eliane Giardini estava maravilhosa e eu gosto muito do Werner Schünemann. A trama de Eterna Magia tinha muitos segredos. Muitas histórias traziam segredos demais. Era muito interessante.

Em Eterna Magia apareceram ótimos atores. Eu e minha mãe delirávamos com a Suzana, interpretada divinamente por Daniela Fontan. Adorava quando ela tentava explicar o sumiço do "bibelau". Ou as desculpas quando ela dormia no sofá da patroa. Outros atores que gostei muito foram: o estrangeiro Pierre Kiwitt, os divertidos Eduardo Mancini e Nica Bonfim, que tiveram um final emocionante e lindo, a bela Milena Toscano que o 007 é fã, o gato do Vinicius Manne, minha mãe também suspirava por ele.


Eu adorava as famílias principalmente porque muitas eram pouco ortodoxas. A do Joaquim, interpretada maravilhosamente pelo Osmar Prado era a mais complexa. Ele largara a mulher porque se envolvera com outra. Só que ele descobre depois que ela morre que a maioria dos filhos que ele acha que teve com ela não eram dele, mesmo assim ele cria todos, claro, ele teve tem dificuldade de aceitar os "filhos", mas nunca deixou de amá-los. E ele ainda se casa de novo. A história deles era linda e os atores desse núcleo eram excelentes: Ana Carolina Godoy, Rafaela Victor, Guillermo Hundadze, Rita Guedes, Isabelle Drummond e Lara Rodrigues. Adorava também a família da Loretta, interpretada pela Irene Ravache e sua afilhada Marcella Valente.

Outra família maravilhosa era encabeçada pela incrível Cleyde Yáconis, com Aracy Balabanian, Isaac Bardavid, Thiago de Los Reyes, Cauâ Reymond e Marco Pigossi. Adorava ainda a família cômica dos donos do hotel e padaria da cidade, interpretados pela a doce Lívia Falcão, o simpático Carl Schumacher.
A trilha sonora também era muito bonita, tanto que minha mãe pediu que eu comprasse os dois CDs, nacional e internacional, para ela.



Beijos,
Pedrita