Nessa edição eu tinha muitos preferidos. Adoro a Leticia Colin e gostava muito da motoqueira, achei que ela saiu cedo demais. Eu já tinha visto a atriz cantar maravilhosamente em O Despertar da Primavera. Eu não gostava do caranguejo que amavam e fiquei com muita culpa de não gostar quando descobri que é a excelente Aline Wirley, canta muito e eu fui implicar com a fantasia. Uma graça a coxinha ser a Heloísa Perissé.
Que surpresa ser a Isabel Fillardis o Abacaxi. A Taís Araújo afirmava muito que era ela, que ela cantava muito, mas eu não imaginava que ela cantava, muito menos daquela forma. Tem uns vídeos dela cantando no youtube que são impressionantes. Eu adoro essa atriz e agora essa cantora.
Gosto da positividade do programa, possivelmente orientam que o artista se predispõe a usar aquela fantasia que nem sempre é confortável, participar da brincadeira, que é uma grande entrega. Ensaios, preparação, então todos são o tempo todo elogiados por terem aceito participar da brincadeira. É um programa positivo, onde todos se elogiam, a brincadeira é descobrir o mascarado. Gostamos de escolher o melhor número, a melhor canção, mas não é o motivo principal.
O capricho é tanto que criaram uma camaleoa para o número final do Camaleão. Gostei muito que era o Thiago Fragoso e logo já sabíamos. Fragoso participa muito de musicais, mereceu o segundo lugar.
Adorei que Juan Paiva era o robô e igualmente não tinha ideia que cantava. Fiquei curiosa qual era o mecanismo que fazia aparecer olho triste, coração, já que eles enxergam muito pouco dentro da fantasia.
Beijos,
Pedrita