Mostrando postagens com marcador Thiago Fragoso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Thiago Fragoso. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de abril de 2022

The Masked Singer - Brasil - 2ª Temporada

Assisti a 2ª Temporada de Masked Singer Brasil ( 2022) na TV Globo. A final terminei de ver no Multishow. Eu amei que foi para o domingo à tarde, mas também é legal porque dá pra ver a hora que quiser no Multishow, um dia depois que passou. Adorei! Já tinha gostado muito do primeiro e esse me emocionou muito. O Dragão não era o meu favorito, mas sim, ele emocionou muito e eu adoro o David Junior.

Nessa edição eu tinha muitos preferidos. Adoro a Leticia Colin e gostava muito da motoqueira, achei que ela saiu cedo demais. Eu já tinha visto a atriz cantar maravilhosamente em O Despertar da Primavera. Eu não gostava do caranguejo que amavam e fiquei com muita culpa de não gostar quando descobri que é a excelente Aline Wirley, canta muito e eu fui implicar com a fantasia. Uma graça a coxinha ser a Heloísa Perissé.

Adorava a leoa, cheguei a achar que pudesse ser a Wanessa Camargo porque ela dança muito. Foi uma surpresa ver que a Lucy Alves além de cantar maravilhosamente, também dança muito. Que talento! A fantasia de leoa era muito linda!

Que surpresa ser a Isabel Fillardis o Abacaxi. A Taís Araújo afirmava muito que era ela, que ela cantava muito, mas eu não imaginava que ela cantava, muito menos daquela forma. Tem uns vídeos dela cantando no youtube que são impressionantes. Eu adoro essa atriz e agora essa cantora. 

Dessa vez Tatá Werneck integrou os jurados. Foi muito divertido! Ela não estará na próxima. Gostei também que fizeram programas temáticos, temas de novelas, de carnaval. Os figurinos de todos eram impecáveis, os jurados também vinham com roupas especiais, muito colorido, brilho. Ótimos Taís Araújo, Rodrigo Lombardi e Eduardo Sterblitch. Bem como os jurados convidados. 
Gosto da positividade do programa, possivelmente orientam que o artista se predispõe a usar aquela fantasia que nem sempre é confortável, participar da brincadeira, que é uma grande entrega. Ensaios, preparação, então todos são o tempo todo elogiados por terem aceito participar da brincadeira. É um programa positivo, onde todos se elogiam, a brincadeira é descobrir o mascarado. Gostamos de escolher o melhor número, a melhor canção, mas não é o motivo principal. 
O capricho é tanto que criaram uma camaleoa para o número final do Camaleão. Gostei muito que era o Thiago Fragoso e logo já sabíamos. Fragoso participa muito de musicais, mereceu o segundo lugar.

Adorei que Juan Paiva era o robô e igualmente não tinha ideia que cantava. Fiquei curiosa qual era o mecanismo que fazia aparecer olho triste, coração, já que eles enxergam muito pouco dentro da fantasia.



Beijos, 
Pedrita

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Retrospectiva 2016

2016 fui pouco ao cinema, mas vi filmes incríveis. Andam proibitivos os custos dos ingressos. Vários filmes que vi em 2016 falavam de mulheres. As Sufragistas mostrou a força de mulheres lutando pelo direito ao voto, depois de muita violência e luta elas conseguiram e motivar mulheres pelo mundo todo e outros países também tiveram que ceder a pressão delas. Esse filme está disponível no Now agora. Carol também me impressionou muito. A dificuldade de mulheres que se amam a viver esse amor e o quanto as pessoas usaram esse desejo para impedir a mãe de ver a filha. Triste!

Também foi o ano de Nise - O Coração da Loucura onde uma psiquiatra concursada não consegue solicitar choques aos pacientes, nem lobotomia e aceita a função de terapia ocupacional que era a que sobrou para não perder o trabalho. No hospital ela começa a modificar o tratamento aos doentes com escárnio de boa parte da classe médica que hoje nem é lembrada e ela é tão cultuada. Até chegar a pintura e ser reconhecida mundialmente pelo seu trabalho. O próprio Jung trocou correspondências com ela trocando informações. Em uma entrevista o diretor comentou que achavam o filme muito local para circular pelo mundo. Estranho que Jung não achou o trabalho de Nise local, mas os avaliadores mundiais de cinema sim.

O último filme no cinema foi o maravilhoso Deserto de Guilherme Weber com a incrível Magali Biff. Que filme! Vem arrebatando prêmios por onde passa.

Em teatro As Benevolentes - Uma Anatomia do Mal foi muito, mas muito impressionante! Thiago Fragoso visceral, que grande ator. Direção de Ulisses Cruz, iluminação de Caetano Vilela, texto de Jonathan Littell. Que espetáculo! Arrebatou alguns prêmios durante o ano.

Também incrível a Sinal de Vida com texto de Lauro César Muniz com Beto Bellini no papel principal. A peça mistura um pouco ficção e realidade, com fatos da vida do escritor e o triste episódio da ditadura. Que bela montagem!

Foi o ano de espetáculos infantis muito impactantes. Como O Inimigo da República Ativa de Teatro com texto incrível do Davide Cali que mostra o quanto somos tão iguais. Em época de tanta polaridade, ver essa peça tornou-se fundamental.

E o genial Nosferatu do Maravilhoso Teatro Ambulante da Academia de Palhaços. Adoro o filme do Murnau e essa montagem foi inteligente, engraçada e excelente!

Em literatura não foram muitos livros. Acabei pegando livros extensos para ler e não foram em grande número. Mas eu acho que leitura é prazer, então não é quantidade nem agilidade que fazem uma obra ser incrivelmente desfrutada. Foram obras incríveis, mas poucas. Em geral eu alterno livros mais finos, entre os grossos, amo livros grandes, mas alguns que escolhi pareciam finos, como o maravilhoso Dôra Doralina de Rachel de Queiroz. A edição tinha letra muito, mas muito pequena, que pegava quase toda a extensão da página. Sem dúvida o melhor livro de 2016. 

Outro incrível e que não parecia tão extenso foi 12 Anos de Escravidão. Conta a trágica história de Solomon Northup sequestrado de sua família e vendido como escravo nos Estados Unidos. Que livro doloroso!

Em novela foi o ano da incrível Liberdade Liberdade. Que produção, elenco, direção de arte e que roteiro. Mesmo sendo de época foi muito inovadora, com texto ácido. Maravilhosa!

Em exposição, foi o ano de Mondrian e o Movimento de Stijl no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Que exposição!

Em época de crise econômica a tv a cabo é uma grande companheira. Foi o ano de ver grandes séries como Westworld que me deixou muito impactada. 

Concomitantemente a incrível segunda temporada de Magnífica 70 que eu achei que seria difícil ser tão incrível como a primeira e conseguiram subverter tanto e ser tão sensacional.

E a série que foi quase unânime em apreço, Justiça, que mesmo com algumas impossibilidades foi majestosa com interpretações e roteiros destroçantes.
Foram muitos eventos musicais incríveis como o recital com Emmanuelle Baldini e Dana Radu na Biblioteca Mário de Andrade.



Destaque também para o Duo Flutuart com as execuções de obras de Patápio Silva e para a pianista Eliana Monteiro da Silva que interpretou obras de compositoras brasileiras como Eunice Katunda e Nilcéia Baroncelli.

E a do Quarteto Camargo Guarnieri interpretando Dvorak e Borodin.

Filmes na tv a cabo foram muitos, vai ser difícil separar alguns. Impressionante O Duplo baseado no livro o Homem Duplicado. Muito indigesta a história contada em Spotlight.

Muito próximos uns dos outros acabei vendo três filmes incríveis Effie Gray, Uma PromessaTestemunho da Juventude. Três filmes de época, com histórias tão fortes, e algumas reais.


Fiquei muito destroçada por Elena e Meu Amigo Hindu. Gostei demais de Muitos Homens Num Só.


E fechei o ano com chave de ouro vendo A Hora e a Vez de Augusto Matraga. Incrível filme! Apesar que eu deva ver mais algum por esses dias. 



Eu adorei o BBB16 desse ano, principalmente até a saída da Ana Paula. Foi demais! Confesso que não estou apostando nada na escolha do Thiago Leifert, confesso que nem me agradou. Pedro Bial sempre foi respeitoso com todos os participantes, vai ser difícil alguém substituí-lo com qualidade. Talvez o Otaviano Costa me agradaria.

E foi o ano das Olimpíadas e das Paralimpíadas Rio 2016. Confesso que tinha muito receio que tudo saísse de acordo, mas foi emocionante e lindo. E teve um carinho especial porque vários amigos foram voluntários. A Patry do blog Marion foi uma delas e fez lindos relatos.


Um Bom 2017 pra todos!
Pedrita

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

As Benevolentes - Uma Anatomia do Mal

Assisti a peça As Benevolentes - Uma Anatomia do Mal no Teatro Arthur Rubinstein na Hebraica. Impressionante! Tudo maravilhoso! O texto é de Jonathan Littell, dirigido pelo incrível Ulysses Cruz. É um texto contundente, um monólogo de um oficial da SS na época da Segunda Guerra Mundial. O livro é extenso e quero ler, a peça focou no primeiro capítulo e pincelou alguns trechos. Eu queria muito ver e a vontade aumentou depois que vi a entrevista de Thiago Fragoso no Metrópolis da TV Cultura. A questão do mal é um tema que me interessa. Tentar entender o mal, se é que é possível. Inclusive quero ler de Hannah Arendt sobre a Banalidade do Mal. A peça aborda um pouco desse tema.

Foto de Rogério Louzada

Thiago Fragoso simplesmente arrasa e todo o em torno é impecável para transformar o espetáculo em algo magnífico e sufocante. Excelente iluminação de Caetano Vilela que nos sufoca. Igualmente o som de Laércio Salles, ora é gravado, ora é do ator aumentando o desconforto. Os cenários de Veronica Valle são montados e desmontados pelo ator que tem um trabalho corporal e físico exaustivo. Peças transformam em um quarto de criança, vigas vão sendo colocadas e o sufocamento vai aumentando. 

Então o texto que é insuportável, vai ficando claustrofóbico. Sim, o personagem cumpriu ordens, mas admite ter exagerado no final. Na adolescência brincava na floresta de enforcamento. Absurdamente inteligente e manipulador, convence um oficial a ter relações com ele. Manipulava dizendo que não podiam fragilizar o exército com risco de doenças, ele concorda que o homossexualismo é abominável, mas pela segurança dos segredos de guerra não podiam se expor com outras pessoas, precisavam ficar entre eles. E em um crescente, a manipulação chega até nós, mente quem diz que nunca irá matar, ninguém sabe se irá matar em algum dia. Fala da decisão de Hitler em exterminar os deficientes e lembra que uma enfermeira preparou o paciente, um médico deu o diagnóstico, o da câmara de gás executou a ordem e que todos se eximem de suas culpas porque não mataram, todos dizem que não foram eles. O personagem nos torna cúmplices e começamos a nos sentir culpados e nesse clima a peça termina.
Fotos de cena de Patrícia Cividanes.

Beijos,
Pedrita

sábado, 25 de julho de 2015

Sexo Frágil: Quem Vai Ficar Com Soraia?

Assisti Sexo Frágil: Quem Vai Ficar com Soraia? (2013) de João Falcão no Canal Viva. Esse programa passava na sexta na TV Globo, bem tarde, nunca tinha visto um episódio todo. É um dia péssimo pra mim. Mas eu acompanhava as transformações do elenco e me divertia. Eles fazem todos os personagens, inclusive os femininos, essa a grande graça do programa. Fazem as esposas, irmãs, mães, namoradas, amigas, é muito engraçado. A série foi criada por Luis Fernando Veríssimo e adaptada pelo Guel Arraes.

Nesse Thiago Fragoso é a estonteante Soraia. Os quatro amigos estão em um trem e ela os seduz. Eles juram amizade, que não vão esconder, mas todos começam a seduzir Soraia escondido. Os quatro são Wagner Moura, Lázaro Ramos, Bruno Garcia e Lúcio Mauro Filho. Nesse Zeu Brito faz um personagem e canta no episódio. Eu vi uma entrevista uma vez, onde eles contavam que no começo eles iam e se vestiam de mulher, mas aí um chegava com um sapato mais bacana, uma unha maior, uma peruca mais interessante, e que eles começaram a se produzir mais, a meio que disputar quem ficava mais parecido com mulher e a mulher mais bonita. 

Beijos,
Pedrita

sábado, 29 de junho de 2013

A Casa das Sete Mulheres

Assisti em DVD a minissérie A Casa das Sete Mulheres (2003) de Maria Adelaide Amaral e Walther Negrão. Direção de Jayme Monjardim e Marcos Schetman. A Casa das Sete Mulheres é inspirado no livro de Letícia Wiezchowski. Essa minissérie foi exibida na TV Globo e novamente por coincidência começou a ser exibida no Canal Viva. Outra minissérie que vi aconteceu o mesmo enquanto assistia. Eu gostei bastante e acho muito criativa a criação de um enredo pelas mulheres que ficavam aguardando em casa seus homens na guerra. E também gosto que a minissérie conte um pouco do que foi a triste Revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul.

Mas eu me incomodo com a licença poética de algumas pessoas que realmente viveram nesse período. Gosto de personagens ficcionais entre os reais, mas que os reais tenham uma história muito diferente da real eu não gosto. O elenco é enorme e incrível. As mulheres dessa foto são atrizes incríveis: Camila Morgado, Mariana Ximenez, Daniela Escobar, Eliane Giardini, Bete Mendes, Nívea Maria e Samara Felippo.

O elenco masculino também é incrível: Werner Schünemann, Murilo Rosa, Rodrigo Faro, Antônio Pompeo, Tarcísio Filho, Thiago Fragoso, Marcello Novaes, José de Abreu, Bukassa Kabengele, Zé Victor Castiel, Luís Melo, Theodoro Cochrane, Dado Donabella, Bruno Gagliasso, Zé Carlos Machado, Douglas Simon, Carmo Dalla Vecchia e Maurício Gonçalves.




A Casa das Sete Mulheres tem uma fotografia belíssima. São incríveis as cenas de guerra, são muitas cenas de batalhas, imagino a exaustão que deve ter sido realizá-las. A quantidade de figurantes é monumental. Os figurinos são impecáveis e belíssimos. No núcleo italiano, chegam para incorporar a luta o lendário Giuseppe Garibaldi interpretado pelo Thiago Lacerda e seu companheiro interpretado por Dalton Vigh. Giuseppe Garibaldi se apaixona por Anita, que se torna outra figura lendária, a Anita Garibaldi interpretada por Giovanna Antonelli. Imagino que algumas histórias sobre essas figuras lendárias nos deixem na dúvida de sua veracidade já que ídolos e lendas ampliam os fatos. Giuseppe Garibaldi era um herói da liberdade.

Me incomodei muito com as histórias ficcionais das personagens Rosário e Manuela. A da Manuela me incomodou mais porque é baseada em uma pessoa real. As duas atrizes estão ótimas, mas as personagens são muito chatas. Enquanto a família toda sofria com as agruras da guerra e muitas mortes na família as duas só sabiam chorar e suspirar por suas mesquinharias. Essa minissérie precisou ser muito longa e se arrasta em alguns momentos.

O elenco é extenso e com muitas participações. Alguns destaques do elenco são: Rosi Campos, Christiane Triceri, Viviane Porto, Ana Beatriz Nogueira, Jandira Martini, Amandha Lee,  Carla Diaz, Heitor Martinez, Arieta Correa, Mary Sheila e Carla Regina. Fazem participações: Sabrina Greve, Ney Latorraca, Ariclê Perez, Tarciana Saad, Juliana Paes e Roberto Bomtempo



Beijos,
Pedrita