Mostrando postagens com marcador Diane Keaton. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diane Keaton. Mostrar todas as postagens

julho 31, 2022

*************** O GARANHÃO WARREN BEATTY

faye dunaway e warren beatty

Altura:  1,85 m
Cabelos: negros
Olhos: azuis
Apelidos: Pro, The Chief


Ele é um dos atores mais bonitos que surgiram nas telas de cinema, além de talentoso. Partiu corações e foi o mais cobiçado solteirão de Hollywood, despertando paixões em muitas estrelas por mais de três décadas. Finalmente se casou com a atriz Annette Bening, em 1992, depois das filmagens de “Bugsy”. WARREN BEATTY (1937. Richmond, Virgínia / EUA) teve romances com Natalie Wood, Vivien Leigh, Joan Collins, Leslie Caron, Faye Dunaway, Elizabeth Taylor, Julie Christie, Candice Bergen, Isabelle Adjani e Madonna, entre outras. Conhecido pelos fofoqueiros de plantão como super dotado, só perdendo na história de Hollywood para Humphrey Bogart, a lista de namoradas do ator ao longo de sua carreira é gigantesca. Incluem também Brigitte Bardot, Maria Callas, Claudia Cardinale, Cher, Samantha Eggar, Jane Fonda, Melanie Griffith, Daryl Hannah, Barbara Harris, Goldie Hawn, Margaux Hemingway, Barbara Hershey, Lauren Hutton, Jacqueline Kennedy, Sylvia Kristel, Vanessa Redgrave, Diana Ross, Jean Seberg, Britt Ekland, Mary Tyler Moore, Barbra Streisand, Liv Ullmann, Raquel Welch etc. 

Ele namorou a cantora Carly Simon, e há rumores que a música “You So Vain” (“Você é tão Egoísta”) teria sido feita para ele. Segundo Elizabeth Taylor, “De zero a dez, minha nota é quinze. Ele é o máximo!”. Joan Collins foi outra que fez publicidade sobre o desempenho sexual do amado: “Warren Beatty é um amante insaciável, capaz de ter várias relações sexuais por dia!”. Nem a discreta Faye Dunaway se manteve calada a respeito do ex-namorado, declarando: “Ele teve uma infância infeliz e isso fez com que passasse a querer todas as mulheres do mundo. Mais que um garanhão, ele é sensível e cheio de qualidades”.

A fama de conquistador começou a partir do rebuliço sexual e afetivo que WARREN BEATTY provocou no coração de Natalie Wood, com quem contracenou em “Clamor do Sexo”. A atriz, até então muito bem casada com Robert Wagner, não resistiu às ardentes cenas de amor com o novo astro e capitulou ao charme dele. Resultado: o casamento da estrela foi para o espaço. E o astro em ascensão iniciou numa série formidável de conquistas amorosas. Quando parecia que seria um eterno solteirão, casou-se com Annette Bening. O casamento dura até hoje, tiveram quatro filhos e atuaram juntos em dois filmes de boa qualidade.  

Nem sempre foi assim. O irmão caçula de Shirley MacLaine vivia à sombra da irmã famosa, com quem nunca se relacionou muito bem, e era profundamente tímido. As coisas só começaram a mudar quando decidiu que tentaria a carreira de ator em Nova Iorque, onde foi morar aos 18 anos, saindo de uma pequena cidade. Para pagar o curso de interpretação com a fera Stella Adler, tocava piano num conjunto de jazz e fazia participações em seriados de tevê. Depois da estreia num filme do mestre Elia Kazan, em 1961, se tornaria definitivamente um astro em 1967, com o êxito de crítica e de público de “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Bala”. O resto é história.
 

DEZ FILMES de WARREN BEATTY
(por ordem de preferência)
 
01
CLAMOR do SEXO 
(Splendor in the Grass, 1961)

direção de Elia Kazan
elenco: Natalie Wood, Pat Hingle e Sandy Dennis
 
02
BONNIE e CLYDE – uma RAJADA de BALAS 
(Bonnie and Clyde, 1967)

direção de Arthur Penn
elenco: Faye Dunaway, Gene Hackman e Estelle Parsons
 
03
ONDE os HOMENS são HOMENS
(McCabe & Mrs. Miller, 1971)

direção de Robert Altman
elenco: Julie Christie, Rene Auberjonois, William Davane e Keith Carradine
 
04
REDS 
(Idem, 1981)

direção de Warren Beatty
elenco: Diane Keaton, Jack Nicholson e Maureen Stapleton
 
05
A TRAMA 
(The Parallax View, 1974)

direção de Alan J. Pakula
elenco: Paula Prentiss e Hume Cronyn
 
06
SHAMPOO 
(Idem, 1975)

direção de Hal Ashby
elenco: Julie Christie, Goldie Hawn, Lee Grant e Jack Warden
 
07
BUGSY
(Idem, 1991)

direção de Barry Levinson
elenco: Annette Bening, Harvey Keitel, Ben Kingsley e Elliott Gould
 
08
DICK TRACY
(Idem, 1990)

direção de Warren Beatty
elenco: Madonna, Al Pacino e Charles Durning
 
09
POLITICAMENTE INCORRETO
(Bulworth, 1998)

direção de Warren Beatty
elenco: Halle Berry
 
10
O CÉU PODE ESPERAR 
(Heaven Can Wait, 1978)

direção de Warren Beatty e Buck Henry
elenco: James Mason, Julie Christie, Jack Warden e Dyan Cannon

GALERIA de FOTOS



abril 12, 2018

****** 15 FILMES - O CHARME de RICHARD GERE



 
Altura: 1,78 m
Cor dos olhos: marron claro
Cor do cabelo: castanho
Peso: 76 Kg

 
Conhecido por sucessos extraordinários como “Gigolô Americano”, “A Força do Destino”, “Uma Linda Mulher” e “Chicago”, o sex symbol RICHARD GERE (31 de agosto de 1949. Filadélfia, Pensilvânia, EUA) declarou em recente entrevista: “Depois do American Gigolo minha vida mudou e foi maravilhosa e difícil. Eu era jovem e de repente as pessoas sabiam quem eu era. Eu só queria trabalhar. Eu não penso em mim como ‘rico e famoso’. Eu simplesmente não estou interessado nisso.” Budista, envolvido em causas pela proteção do Tibete, é amigo do Dalai Lama e após duas décadas de jornadas na China, Nepal, Mongólia e Tibete, lançou um livro de fotografias dessas viagens. Tornou-se vegetariano e se manifesta em favor da paz, dos direitos humanos e dos animais.

Criado numa fazenda até ganhar uma bolsa de estudos para estudar filosofia na Universidade de Massachusetts, RICHARD GERE começou sua carreira na Broadway. Seu primeiro filme foi em “Perigos / Report to the Commissioner” (1975), tornando-se um astro em 1980 no papel-título do drama “Gigolô Americano”. Antes de começar a atuar, fez parte de bandas de rock. Na juventude, teve sorte ao protagonizar bons filmes rejeitados por John Travolta. Experimentou também diversos inesperados fracassos cinematográficos. 
 
Casado com as modelos Cindy Crawford e Carey Lowell, e teve com esta última um filho em 2000. Além dos casamentos oficiais, viveu um romance com a artista plástica brasileira Sylvia Martins, nos anos 80. “Estive algumas vezes no Brasil e adorei. Tenho bons amigos lá”, disse. Concorreu a quatro Globos de Ouro, ganhando um deles, em 2002, por “Chicago”. RICHARD GERE nunca foi indicado ao Oscar nem se rendeu ao cinema de ação. O seu talento foi eclipsado pela beleza e charme. Uma injustiça, pois já provou sua capacidade dramática. Entre 51 filmes de sua versátil filmografia, escolhi quinze, por ordem de lançamento. Confira.

01
Tony em
À PROCURA de MR. GOODBAR
(Looking for Mr. Goodbar, 1977)

direção de Richard Brooks

Baseado em uma história real. Durante o dia, professora católica fervorosa (excelente Diane Keaton) dá aula para crianças surdas, sendo considerada um modelo de bom comportamento. À noite, assume sua compulsão por sexo, frequentando bares de Nova York em busca de parceiros. Volta para casa sempre acompanhada de desconhecidos, um dos quais seria o responsável por seu trágico assassinato. Assustador, estranho e cru, o drama mostra o lado mais escuro de encontros ocasionais sexuais. Aos 28 anos, Gere faz um dos amantes da professora, revelando desde já seu charme imbatível. Boa fotografia em tons escuros e trilha sonora composta por clássicos da disco music.

02
Bill em
CINZAS no PARAÍSO
(Days of Heaven, 1978)

direção de Terrence Malick

Sem dinheiro ou morada fixa, o personagem de RICHARD GERE e a namorada, Abby (Brooke Adams), partem de Chicago ao Texas para trabalhar numa fazenda. O patrão, portador de doença terminal, apaixona-se pela jovem, algo que o casal vê como oportunidade. Fingindo-se irmãos, eles levam a mentira às últimas consequências. O ator se sobressai pela força de seu protagonista em um choque de emoções. A beleza plástica da fotografia de Néstor Almendros foi premiada com o Oscar.

03
Julian Kay em
GIGOLÔ AMERICANO
(American Gigolo, 1980)

direção de Paul Schrader

Na história de sexo e política, Gere interpreta um personagem que leva uma vida luxuosa em Los Angeles, trabalhando como acompanhante de mulheres ricas. Sua rotina é abalada por dois acontecimentos: o relacionamento afetivo que começa a desenvolver com Michelle (Lauren Hutton), esposa de um senador, e a acusação do assassinato de uma de suas clientes. Sem poder revelar muito sobre as suas práticas pela natureza do próprio trabalho, ele começa a suspeitar que está sendo incriminado. Schrader filma essa mistura de drama e suspense com uma frieza refinada, retratando um universo de jogos de aparências. Trafegando por meios em que a opulência é regra, o garoto de programa Julian Kay cheira cocaína, faz sadomasoquimo e ganha a vida transando com socialites e esposas de políticos. Além de tornar Gere um astro, o filme ficou marcado pelos ternos Armani impecáveis, carros de luxo e a trilha sonora de Giorgio Moroder. 

04
Zack Mayo em
A FORÇA do DESTINO
(An Officer and a Gentleman, 1982)

direção de Taylor Hackford

A história centraliza-se no rebelde Zack Mayo (RICHARD GERE, em papel planejado para John Travolta, que por acabou por desistir pouco antes das filmagens) que viveu sua adolescência entre prostitutas e brigas nas ruas de Filipinas. Ele decide mudar sua vida tornando-se um oficial da marinha. Para isto passa por um difícil curso preparatório de 13 semanas comandado pelo durão sargento Emil Foley, vivido pelo excelente Louis Gosset Jr (Oscar de Melhor Ator Codjuvante). Neste curso, ele aprende a importância da disciplina, do amor e da amizade. O filme recebeu vários prêmios e Gere concorreu ao Globo de Ouro de Melhor Ator-Drama. É um longa emocionante, cuja história une romance, amizade e amadurecimento, demonstrando a força da superação e a vitória da persistência. Destaque para a canção “Up Where We Belong”, vencedora do Oscar.

05
Jesse Lujack em
A FORÇA de um AMOR
(Breathless, 1983)

direção de Jim McBride

Refilmagem de “Acossado”, famoso clássico francês de Jean-Luc Godard. No auge da fama de símbolo sexual, RICHARD GERE em excelente interpretação faz um foragido da polícia vidrado no roqueiro Jerry Lee Lewis e nos quadrinhos do “Surfista Prateado”. Durante uma perseguição de carros, ele mata acidentalmente um policial e começa uma fuga na direção da fronteira do México, com a namorada, a sensual francesa Valérie Kaprisky, estudante de arquitetura que ele acaba de conhecer em Las Vegas. Na maior parte das bonitas cenas, apresenta o ardente casal em movimentadas aventuras. Incompreendido, é um filme inovador e acima da média.

06
Dixie Dwyer em
COTTON CLUB
(The Cotton Club, 1984)

direção de Francis Ford Coppola

Misto de musical e filmes de gangsters durante a Grande Depressão. No centro, Dixie Dwyer (RICHARD GERE), trompetista que salva a vida de um gangster judeu, recebendo em troca um emprego no badalado clube noturno do título, no Harlem. No local, conhece a sedutora cantora Vera (Diane Lane), com quem tem um romance. A relação do casal é explosiva, entre brigas e momentos de carinho e paixão. Eles voltariam a atuar duas décadas depois em “Infidelidade” (2002) e “Noites de Tormenta” (2008). Entre o fascínio do jazz e a violência, não fez sucesso, mas é uma agradável produção.

07
Pete St. John em
Os DONOS do PODER
(Power, 1986)

direção de Sidney Lumet

O que faz a fama e a fortuna de Pete St. John (RICHARD GERE), um especialista em campanhas políticas vitoriosas, é a atração irresistível que o poder exerce sobre as pessoas. Capaz de trabalhar para qualquer um, durante uma campanha para o Senado, ele descobre tramas escandalosas. No extraordinário elenco, Gene Hackman, Julie Christie, Denzel Washington, E.G. Marshall e Beatrice Straight.

08
Eddie Jillette em
SEM PERDÃO
(No Mercy, 1986)

direção de Richard Pearce

Eddie Jillette (Gere), um policial de Chicago, viaja para Nova Orleans para vingar o assassinato de seu parceiro, mas acaba descobrindo a existência de um complô que mascara as atividades de ricaços descendentes de franceses. Kim Basinger interpreta Michel Duval, a ligação entre o mocinho e o vilão. Neste policial, o ator num papel durão e Basinger no auge de sua sensualidade. Boa trama com um desfecho tenso.

09
Edward Lewis em
Uma LINDA MULHER
(Pretty Woman, 1990)

direção de Garry Marshall

Concebido para ser um drama, foi reformulado pelo diretor Marshall e se tornou uma comédia romântica. Na história, um ricaço (RICHARD GERE) encontra uma prostituta (Julia Roberts) no Hollywood Boulevard e a leva para um hotel. Ele se encanta pela moça e acaba contratando-a como companhia pelos próximos dias. Graças à sensibilidade colocada no personagem de Gere, suas dúvidas, seu jeito tímido e a química com sua parceira, é que o filme nos conquista. O ator recebeu uma indicação ao Globo de Ouro. “Uma Linda Mulher” emociona e diverte. Mérito de seu realizador, de um galã bonitão e de um sorriso feminino que se tornaria lendário.

10
Dennis Peck em
JUSTIÇA CEGA
(Internal Affairs, 1990)

direção de Mike Figgis

Dennis Peck (Gere) é um policial que burla a lei, e, por isso, o investigador Raymond Avilla (excelente Andy Garcia) recebe a missão de arrastá-lo aos tribunais para que pague pelos seus crimes. Porém, ele não se entrega facilmente, fazendo de tudo para se livrar das grades. O conflito entre os dois policiais é implacável. Com garra, RICHARD GERE faz um tira sedutor, corrupto e cínico.

11
Jack em
SOMMERSBY – O RETORNO de um ESTRANHO
(Sommersby, 1993)

direção de Jon Amiel

Adaptação do francês “O Retorno de Martin Guerre / Le Retour de Martin Guerre” (1982), de Daniel Vigne. Gere interpreta um militar dado como morto na Guerra Civil norte-americana. Depois de seis anos, ele retorna ao lar. Sua mulher Laurel (Jodie Foster) fica em dúvida se é mesmo o homem com quem casara, já que seu marido era rude e o que retornou é gentil e dedicado. Teria a guerra o transformado ou seria um impostor? O amor cresce na mesma proporção que as suspeitas. Se ele não é o mesmo com quem se casou, ela sabe que este é o homem que sempre sonhou. A dupla central rende bonitas atuações nesta história de paixão e mistério.

12
Martin Vail em
As DUAS FACES de um CRIME
(Primal Fear, 1996)

direção de Gregory Hoblit

Esta produção é mais lembrada por revelar Edward Norton, que logo em sua estreia rouba as cenas em que aparece. Mas é inegável que RICHARD GERE tem uma expressiva atuação como o arrogante advogado Martin Vail, que adora aparecer e parece trabalhar mais pela fama que seus casos podem lhe trazer. Ao defender o coroinha Aaron Stampler (Norton), acusado de assassinar um adorado arcebispo, vemos o desenrolar de um thriller inteligente e com boas surpresas, onde o ator encarna convincentemente o ego do protagonista, que aos poucos passa a se preocupar com o caso que tem em mãos ao invés de apenas com sua imagem.

13
Declan Mulqueen em
O CHACAL
(The Jackal, 1997)

direção de Michael Caton-Jones

Um famoso terrorista e assassino (Bruce Willis) é contratado por setenta milhões de dólares para cometer o assassinato de um influente político norte-americano. Os órgãos de segurança dos EUA descobrem o complô, mas se equivocam quanto a vítima, protegendo a pessoa errada. No entanto, existe um preso, membro do IRA (Gere), que é a única pessoa que conhece o rosto deste frio e temível matador de aluguel e tem motivos particulares para ajudar na perseguição.

14
Billy Flynn em
CHICAGO
(Idem, 2002)

direção de Rob Marshall

Um musical primoroso, mordaz e satírico. Entre a realidade e a fantasia, são 113 minutos de prazer. O teatro musical invade uma prisão para mulheres onde a sonhadora Roxie (Renée Zellweger) se encontra com Velma (Catherine Zeta-Jones) e outras tantas assassinas de maridos e amantes. Zellweger, Zeta-Jones e RICHARD GERE têm desempenhos primorosos. O advogado porta de cadeia charmoso é um marco na carreira do ator. Astuto, esperto, safado, dinheirista e competente, ele investe no sensacionalismo e se destaca em cena. Ganhou o Globo de Ouro.

15
Robert Miller em
A NEGOCIAÇÃO
(Arbitrage, 2012)

direção de Nicholas Jarecki

O empresário Robert Miller (Gere) é um embusteiro. Trai a mulher, Ellen (Susan Sarandon), com uma amante francesa (Laetitia Casta) e mexe nos números de suas firmas, com o propósito de vendê-las a um grande banco. Tentando manter as aparências, se vê encurralado pela pressão exercida por sua esposa, pela filha contadora e também por sua amante. O ator é a personificação da ambiguidade moral na pele de um personagem que oculta suas imprudências fiscais a fim de preservar o alto estilo da vida que leva. Numa bonita performance, RICHARD GERE traduz com competência as lacunas éticas no caráter do bem-sucedido enganador.