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Mostrando postagens com o rótulo Dia das mães

Fidelidade e amor

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Ele está comigo há, aproximadamente 35 anos. Eficiente, sempre pronto para me ajudar. Nunca me deixou na mão, e faz exatamente o que dele necessito. Para compensar, nunca pensei em substituí-lo. Conto com a sua presteza, e ele, com minha fidelidade. Falo do meu pequeno secador de cabelos, presente dos meus filhos num distante dia das mães. Durante esse tempo todo, surgiram dezenas de modelos prometendo vários recursos e funções, não só para secar os cabelos, como também para garantir brilho, maciez e beleza. Nunca me seduzi.  Secadores coloridos, alguns com acessórios, outros que liberam cargas elétricas para neutralizar a eletricidade dos cabelos, e outros que até garantem a revitalização dos fios. Nada disso me convence. Vou ficando com o meu velhinho. Nesses quase 35 anos, desenvolvemos uma parceria de sucesso pois, na sua simplicidade, ele me atende perfeitamente. E tem, ainda, outra coisa que nenhum outro pode me dar.  ...

Doçura!

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(Alerta: Conversa de vovó) Atendi o telefone e, do outro lado, uma vozinha delicada: -Oi, vovó. -Oi, minha linda. Que surpresa. Tudo bem? - Tudo, vovó. -Você já sabe ligar o telefone? - Já. Lembra que outro dia eu liguei para você do celular da mamãe? Então, vovó, eu estou ligando porque o dia das mães está chegando e eu quero comprar um presente para a mamãe. E eu estou falando da sala, para ela não escutar. - É mesmo, minha netinha. O dia das mães está chegando. E o que você quer comprar? -Não sei, vovó. Eu quero que você me ajude. - Vamos ver. Que tal um brinco? -Não, brinco não. Quero dar uma coisa diferente, que ela não tenha. -Então está bem. A vovó vai para São Paulo no fim de semana e, assim, nós podemos sair para escolher um presente bem bonito. - Tá bom, vovó. - Beijo, minha boneca. - Beijo, vovó. É incrível essa minha netinha. Com 5 anos e 9 meses, com uma antecedência de mais de 15 dias, ela está pensando no presente de sua ...

Despedida

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Sentimentos e emoções me envolvem inteiramente. Caminhando pela alameda do cemitério, num cortejo familiar, lembrei da primeira grande viagem que minha mãe fez, logo após sua viuvez. Nós, seus filhos, achamos que a viagem seria muito boa para ela, e fomos todos, mais ou menos em cortejo, acompanhá-la para as despedidas no aeroporto. Hoje, repetimos nossos passos em conjunto, num acompanhamento silencioso, para nossas últimas despedidas. Não pude deixar de lembrar e comparar. Alegria, e tristeza. Muita festa, muitas lágrimas. Após uma trajetória de vida maravilhosa, de fé e luta, deixando espalhadas em seus 9 filhos, 26 netos e 33 bisnetos, sementes de coragem, generosidade, alegria, amor, minha mãe partiu aos 96 anos e 11 meses de idade. Missão totalmente cumprida. Só me resta agradecer por nossa convivência durante tantos anos, por sua luz, por seus exemplos, por sua vida. E lembrar, lembrar muito, com muita saudade. Acima, com os filhos, na festa dos seus 90 anos. Filhos, genros, nor...

Do jeito que eu gosto

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E deu certo o almoço do dia das mães. Deu até para preparar um bolo de aniversário para que um dos irmãos, que havia aniversariado na véspera, apagasse suas velinhas entre os demais. A Torta de Bananas ficou, realmente, com gosto de infância, assim como o Manjar Branco. E para registrar a data: A dona da festa As flores A mesa As cenas E.... a Torta de bananas