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Dar vida às flores. Ikebana.

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Ambientes floridos são lindos. Têm cores, têm harmonia, causam bem-estar. E as flores, além de transmitir beleza, possuem uma linguagem muitas vezes universal. Rosas, principalmente as vermelhas, expressam amor, ou paixão, lírio transmite pureza, girassol expressa esperança e felicidade. Revelam sentimentos, celebram datas e estão presentes em ocasiões marcantes da vida, do nascimento à partida. No dia a dia, presentear com flores permite demonstrar amor, amizade, conforto, gratidão, carinho. Mesmo desacompanhada de palavras, as flores vão passar o recado de quem está presenteando. E pode ser somente uma flor, ou um ramalhete. A mensagem estará presente. E nesse capítulo de flores, há um arranjo que me encanta: Ikebana. É algo que eu gostaria de entender, e de praticar. Vendo um anúncio de um workshop de Ikebana, fui participar. Era um grupo pequeno que, após algumas explicações sobre a arte, recebeu algumas flores e ramos pequenos, e se lançou à criação de um arranjo. E daí logo s...

Satisfação

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Foi um dia feliz. Flores, carregadas de carinho. Lanche, preparado com amor. Bolo, docinho na medida, e dividido com bom vinho. Família, razão da reunião. E para a pequenininha, um gostoso brigadeirão. Foi um dia feliz. (Em São Paulo, no dia 17/11/2010).

Bem-me-quer, malmequer

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Ao olhar o vaso de margaridas que ganhei outro dia, lembrei de uma brincadeira da infância. Bastava um pouco de romantismo, uma margarida, e a curiosidade de saber-se querida ou não, por determinada pessoa. Bem-me-quer, malmequer, bem-me-quer, malmequer ... À medida que se desfolhava a flor, ia-se repetindo o refrão. A última pétala é que definiria a existência, ou não, do amor. No final dava bem-me-quer? Que alegria. Não dava? O jeito era tentar com outra margarida. Acho que nos tempos atuais de “consciência ecológica”, e de muitos jogos tecnológicos, essa brincadeira já não deve existir. Mas naqueles tempos de brincadeiras inocentes, e jogos simples, ela era uma boa distração, principalmente para as meninas sonhadoras.  

Ecos do domingo

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Domingo caseiro com comidinha gostosa, leitura de jornais, conversa e tricô. E também com visita da Adriana, que me trouxe essas lindas margaridas. Lombo de bacalhau não exige muito, para um bom resultado. Para esse prato basta um caprichado purê de batatas, grão de bico cozido (que pode ser dispensado), e um bom refogado de alho em lâminas com pimentões verdes, vermelhos e amarelos. E, é claro, um bom azeite extra-virgem. Colocar um pouco de azeite no fundo de um pirex, arrumar o bacalhau (que recebeu uma leve fervura) rodeado pelo purê. Regar o bacalhau com um pouco mais de azeite e cobrir com o refogado. Levar ao forno para terminar o cozimento (pode-se cobrir alguns minutos com papel de alumínio). Abaixo a foto do prato antes de ir ao forno.  Retirado do forno (faltou a foto) foi saboreado com arroz branco e um bom vinho. Saúde!

Cerejeiras em flor

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No último fim de semana fui ao cinema assistir Hanami – Cerejeiras em flor, dirigido pela cineasta alemã Dóris Dorrie. O filme, muito sensível, tem fotografia e música belíssimas. Aborda problemas da velhice, incompreensão, solidão e morte. Mostra como os pais, muitas vezes, não reconhecem os filhos que criaram, e como os filhos adultos têm dificuldades para se relacionar com os pais idosos.  Embora a seriedade do tema, o filme consegue manter leveza com a música, dança e com a visão linda das cerejeiras em flor. A 1ª parte do filme passa-se na Alemanha, e a 2ª no Japão. Achei a parte final um pouco arrastada, mas sem que isso tenha comprometido o filme. Contudo, é também nessa 2ª parte, que é mostrado o maravilhoso e tradicional costume japonês de apreciar a beleza das flores : Hanami. No caso, as flores são as das cerejeiras, e que também são mostradas como símbolo da efemeridade (uma das abordagens do filme). Muito interessante uma passagem  que mostra o movimento internac...

A força da beleza

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Essas orquídeas nasceram na minha casa. Suas antecessoras, que ganhei de presente há mais ou menos um ano, morreram.  As "raízes" foram cuidadas e, agora, fomos brindados com esse renascimento.  Não é difícil conseguir isso.  Assim que as flores murcharem, deve-se cortar as hastes e regar as "raízes" duas vezes por semana. Se os dias estiverem muito quentes, molhar mais uma vez.  Elas gostam de um lugar com luminosidade, mas sem vento. Depois, é só esperar.  De repente, surgem novas flores, com toda força da sua beleza. Adoro orquídeas, assim como hortênsias. Assim como lírios, copos-de-leite, rosas, jasmins, gérberas, flores do campo ...