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Pura alegria

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Quer coisa mais gostosa do que risada de criança? E quando essa risada aberta e gostosa é dada durante um banho de mar, misturada com pulinhos de ondas? Pois foi exatamente essa cena deliciosa que vivi hoje pela manhã, em plena 2ª feira, na praia com minha netinha. Ela, que havia chegado de surpresa no sábado à tarde, me disse no domingo: Vovó, já combinei com a mamãe. Ela volta para São Paulo, mas eu vou ficar. E assim foi. Sua mamãe voltou para São Paulo e para o trabalho. E ela ficou em Santos, com a vovó, e para o lazer. Nessa idade de 4 anos, ainda dá para faltar a escola, e quem gosta, e mais aproveita, é a vovó. O dia estava maravilhoso. Sol, mar lindo com ondas pequenas, temperatura da água muito boa. Uma manhã perfeita para a praia. Ainda mais com companhia tão querida. E as risadas.... Risadas, gargalhadas... Muitas, o tempo todo. Pura alegria! Doce infância!

Espelho, espelho meu

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Espelho, espelho meu , Existe alguém mais bela do que eu ? Sim , a Branca de Neve . E foi assim, vestida de Branca de Neve, que minha netinha apagou sua velinha do 4 º Aniversário no último dia 13 de julho. Muita brincadeira , muita alegria, muita comidinha gostosa. Na primeira parte da festinha , brincadeiras e desafios. s Para enfrentar uma "tirolesa", primeiro a Isadora ficou observando. Viu uma criança, outra e outra. Até que , munida de coragem, atirou -se na brincadeira . E gostou tanto, que quis repetir. Na ponte movediça foi sem medo, mas dava os passinhos com muito cuidado. Já com roupa de Branca de Neve, ouviu os "parabéns", apagou velinhas e pediu para cortar o bolo . Deu a primeira fatia para sua mamãe Pri . Foi uma festinha deliciosa, no meio de muitos amigos. Espelho, espelho meu , Existe alguém mais bela do que eu ? E o espelho, prontamente : Existe sim . Uma menininha chamada Isadora . E foi dessa forma, com muita alegria, que festejamos mais u...

Contágio bom

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Sorriso contagia? Alegria pega? Bom-humor é contagioso? Acho que sim. Quando estamos rodeados por pessoas alegres e bem-humoradas, sentimo-nos bem. E, ainda que sejamos mais fechados, acabamos nos contagiando e passando a viver de uma forma mais leve. Talvez seja mais fácil percebermos isso se pensarmos na situação oposta. Quando ficamos muito tempo ao lado de alguém mal-humorado, ou deprimido, acabamos nos sentindo mal. Essa influência é real, e pode até ter consequências ruins.  É claro que, por esse motivo, não devemos abandonar uma pessoa nessas condições, mas devemos estar atentos para não sermos envolvidos pelo mau-humor, ou ainda pela tristeza, e até depressão. É claro, também, que se pudermos escolher, devemos procurar a convivência com pessoas alegres e de bem com a vida. Só teremos a ganhar. E, quanto mais vamos caminhando na vida, mais importante se torna o relacionamento com pessoas que sabem viver, que são sensíveis, gentis, que sempre descobrem o lado bom das coisas, que ...

Maternidade

Dia 3 de novembro. Foi numa data como essa, que me tornei mãe pela primeira vez. E foi, então, que passou a se desenrolar, em mim, uma série de sentimentos todos ligados à cadeia tão forte que há entre mãe e filho. Sentimentos ora sucessivos, ora concomitantes. Sentimentos transitórios, sentimentos permanentes. Sentimentos que me abatem, sentimentos que me deixam em estado de graça. Encantamento (acho que o primeiro), preocupações, ternura, alegrias, tristezas, dúvidas, esperança, mágoas, orgulho, mas, sobretudo, amor incondicional . E uma certeza : a de que ser mãe é doação, é um projeto sem fim.

Alegria dividida

Penso que as coisas boas, e que nos trazem alegria, devem ser divididas. Hoje fiquei muito contente ao receber a notícia de que meu blog da vovó é "notícia" num portal especializado em temas do "universo materno-infantil". Achei importante publicar isso, para poder dividir minha alegria com meus leitores. Caso queiram, vocês podem ler o publicado no seguinte endereço: http://www.semprematerna.com.br/diario_materna/08_09_15_vovo_moderna.shtml

Titio chegou

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A ansiedade terminou. O atraso no desembarque foi tão grande, que eu derramei minhas lágrimas durante a espera, diante da porta por onde entravam os passageiros recém-chegados do exterior. Chegaram quatro vôos internacionais quase que ao mesmo tempo, e havia uma quantidade enorme de pessoas na mesma espera que nós. Aos poucos, o número de quem aguardava foi diminuindo. E nós, ainda ali. Esperamos em pé, por mais de uma hora e trinta minutos. Considerando-se que eu não agüento ficar em pé, parada, por mais de 15 minutos, dá para imaginar como estava cansada. Mudava a posição dos pés, fazia alongamentos, dava pequenos passos (para não perder o lugar), até que resolvi abandonar o posto e sentar durante pouco tempo. Tinha a impressão, contudo, que assim que sentasse, o Gustavo apontaria na porta do saguão de desembarque. Foi o que aconteceu. Durante todo o tempo, estava com a máquina preparada para as fotos, e a Priscila com sua máquina ajeitada para um filme. De repente, ele chegou, e a ...