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Natal

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Do Natal ingênuo, com a figura simpática, mas bem pouco vista do Papai Noel, ao Natal agitado, com a figura quase intimidante do Papai Noel. Na infância, a simplicidade. Uma lembrança, colocada sobre os sapatos ao lado da cama, indicava que o Papai Noel havia passado por ali. Um livro, um pequeno jogo, um tercinho com pedras bonitas. Uma simples lembrança trazia felicidade. E o Natal tinha a grande marca da religiosidade. O presépio na Igreja, o presépio montado com detalhes, e ocupando quase que uma sala inteira na casa de um tio. A Missa do Galo à meia noite. Depois, o Natal dos filhos, que também colocavam os sapatos ao lado da cama, esperando a passagem do velhinho do dia 24 a 25 de dezembro. E o bom Papai Noel escolhia os presentes, que poderiam ser cavalinhos, fogões com panelinhas, jogos, roupas, bonecas e até um balanço que, como não podendo ser colocado sobre os sapatos, ficava no quintal esperando que suas crianças acordassem.  O presép...

Natal com livros

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E minha ideia de presentear com livros foi aprovada. Nossa árvore de Natal só continha livros bem embalados, embora  na hora da troca de presentes  tenham surgido alguns mimos diversos. Foi um desafio grande escolher livros para pessoas de idades e gostos diferentes, algumas amantes da leitura, mas outras sem qualquer gosto pela atividade. Nesse caso, procurei me fixar no maior interesse da cada uma delas, e ir atrás de alguma obra que pudesse lhes agradar.  E parece que consegui. Pelo menos foi o que me disseram. Agora, é pegar firme na leitura. Ganhei cinco livros que, com certeza, irão me distrair por um bom tempo. E já comecei com  "Doce inimiga minha", da escritora chilena Marcela Serrano, autora do ótimo Dez Mulheres. Achei que presentear com livros deixou a festa de Natal mais tradicional, mais simples. Até me transportou aos tempos de criança, quando, na casa dos meus pais, o Papai Noel deixava seu presente sobre nossos sapatos c...

Livros infanto-juvenis

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Eletrônicos, smartphones, you tube, tudo isso trouxe uma enorme motivação para nossas crianças, nossos adolescentes e jovens. Com um celular poderoso nas mãos, eles se distraem e passam horas entretidos. Talvez o mesmo número de horas que passávamos, na nossa meninice e juventude, com um livro na mão.  Em tempos antigos, tirando as brincadeiras de quintal e de rua, a leitura era a principal forma de lazer.  Com certeza, nos dias atuais, com um smartphone nas mãos, nossa garotada desenvolve muitas habilidades. O problema é que, muitas vezes, fica somente nesse tipo de atividade. Cabe a nós, mostrar aos “nossos pequenos” toda a importância da leitura. Incentivar, e dar exemplos. Internet e livros podem ter ótima convivência. Uma coisa não exclui a outra. Ao contrário, enriquece. Minha netinha Isadora, que está com 12 anos, mostra que isso é possível, embora, às vezes, tenhamos que lembrá-la que está na hora de largar o celular e passar para uma leitura. Quan...

Vamos presentear com livros?

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Conhecimento, senso crítico, raciocínio, desenvolvimento da escrita, das emoções, da memória,  cultura, prazer. Tudo isso, e muito mais, os livros nos trazem. São instrumentos poderosos da cultura, e do lazer.  São grandes companheiros, porque podem sempre nos acompanhar e nos proporcionar horas felizes. Livros didáticos, livros técnicos, históricos, livros de lazer, numa variedade incrível, para todos os gostos. Romances, ficção, ficção científica, biografias, poesia, culinária, artes, aventura, política … Quanta diversidade.  Quanto que os livros nos podem fazer crescer, e nos dar prazer. Contudo, nunca pensamos na possibilidade de ficarmos sem livros, ou de termos dificuldades para encontrá-los.  Acontece que, por conjunturas diversas, o livro, entre nós, corre risco. Livrarias fechando, livrarias em recuperação judicial. Editoras sofrendo o reflexo da inadimplência das livrarias. Sim, o mercado nacional de livros está mergulhado numa grand...

Sempre Natal.

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Bola estampada com carinha da Isadora com 2 anos. Natal chegando e, com ele, lembranças dessa época, acumuladas no decorrer dos anos. Dos tempos de criança aos tempos dos filhos crianças, e há sete anos da netinha Isadora. Que trouxe, consigo, uma nova luz, e o estímulo para a manutenção das tradições do Natal. Gus e Pri, alguns anos atrás. No último fim de semana que a Isadora veio passar em Santos, assim que chegou foi me perguntando: vovó, quando vamos montar a árvore de Natal?  - Amanhã, minha netinha. Logo cedo começamos a separar os enfeites, que saíram das caixas para ocuparem, com importância, seus lugares na nossa árvore de Natal. Separando os enfeites. 2013. Bolas de muitos anos, enfeites comprados em viagens, estrelas com nossos nomes, lembranças de amigos, e a bola estampada com a carinha da Isadora, que está na nossa árvore desde 2008. Bola da menininha, ao lado da fada sininho de Orlando. Bola de Oslo, ao lado de u...

Espírito do Natal?

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Meu aniversário é em novembro e, quando criança, sempre ganhava um “troquinho” do meu padrinho, além do presente principal. Lembro que guardava esse “troquinho” até dezembro, para convertê-lo em presentinhos de Natal. Nasci e vivi em Santos, ininterruptamente até completar 8 anos. E é desse tempo que tenho a recordação da compra dos presentinhos. Lembro que ia até uma farmácia que ficava na esquina da nossa casa, para comprar as lembrancinhas para meus irmãos: um pente, uma brilhantina, uma glostora, um sabonete ... Ficava muito feliz em poder presentear. E nesse último Natal, a lembrança dos meus presentinhos me surgiu por inteiro. Na véspera do Natal, a Isadora, que está com 5 anos e meio, me pediu: -Vovó, você me ajuda a embrulhar meus presentinhos? - Claro, minha boneca. E ela me mostrou suas lembrancinhas : pequenas embalagens de shampoo e de condicionador, mini caixinhas de cotonetes e de lenços de papel, potinhos de creme hidratante. Há poucos dias tínhamos voltado de nossa vi...

Ainda o Natal

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Viagem para Gramado, bem próxima ao Natal, falta de ajudante, e correria da época, fizeram com que me faltasse tempo para manter o blog dentro da cronologia. Por isso, vou dar um passo para trás e falar dos preparativos e detalhes da noite de Natal. No início de dezembro a Isadora veio passar um fim de semana comigo, e assim que chegou disse: -        -  Vovó, vamos montar a árvore de Natal? -        -  Vamos, sim. Amanhã cedo. E na manhã de sábado, começamos a preparar nosso Natal. Muito compenetrada, e ainda de pijama, ela carregou as caixas de enfeites, abriu-as, e começou a colocar na árvore as bolas e outros adereços. Com a nossa ajuda, a árvore ficou quase pronta. Depois veio a fase da arrumação dos presentes, que vai merecer um post especial. E, por fim, chegou a noite de Natal que, entre nós, é festejada “en pétit comité”, porque inclui só nosso pequeno núcleo familiar. Com a família em ponto grande, incluind...