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Mostrando postagens com o rótulo almoço de domingo

Escrever é preciso.

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Vários dias sem escrever aqui. Um pouco, por falta de tempo. Que com certeza encontraria, caso também encontrasse um bom tema. Bom tema nem sempre é fácil, principalmente nessa fase alucinante da pátria amada Brasil. Mas escrever é preciso. E como comer também é preciso, lembrei do almoço de um dos últimos domingos, com o experimento de um prato com camarões, que sempre são muito bem-vindos. Havia congelado alguns camarões grandes, bem grandes, que estavam aguardando um bom uso. Poderiam ser um pouco menores, e até acho que ganhariam em sabor.  Esperei que descongelassem, vi quais outros ingredientes e temperos que tinha em casa, fiz uma ligeira pesquisa de receitas e fui pro fogão. O prato ficou muito bom. Uma massa leve, com molho cítrico e camarões apetitosos. Registro o modo de fazer e compartilho, para que também possa se espalhar o comentário "hummm, que delícia". Massa com camarão 250 gramas de macarrão fusilli (usei o sem glúten) Cozinh...

Quem gosta de frutos do mar?

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Adoro frutos do mar. Camarão, lagosta, siri, vieiras, lulas, mariscos e até ostras. Quando viajo para algum lugar rico nesses frutos, como Santa Catarina e o nordeste, passo todos os dias comendo essas delícias. Carne e frango, nem pensar. Ficam para a volta da viagem. Em casa, sempre tenho um pequeno estoque de peixes e frutos no "freezer" e, no último domingo foi um final de camarões e de kani que me trouxe inspiração para o almoço. De entrada, uma casquinha de kani, prato leve e gostoso, que me lembra muito minha mãe. Sempre que eu fazia as casquinhas, ela ia almoçar comigo e, elogiando, comia mais de uma. Saudades! As casquinhas, agora, também têm o gosto de saudade. Depois, um bobó de camarão, servido com arroz integral e acompanhado por um vinho "pinot gris". Camarões e mandioca são a base desse prato delicioso. Para encerrar, o cardápio pedia uma sobremesa leve, e o Pudim de Laranja cumpriu bem seu papel. Foi um d...

Domingo em família

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(Momento vovó). Há algumas décadas, os domingos eram dias de visita aos avós. Dias de almoço em família, quando todos se reuniam para trocar ideias e manter vivos os laços familiares. Durante a semana os encontros eram mais difíceis, poucos tinham carro, e os avós dificilmente iam à casa dos filhos. Assim, para verem os netos, esperavam pelos domingos. Lembro quando meus irmãos mais velhos casaram, e começaram a ter filhos, como eram gostosos os domingos na casa dos meus pais. Com o tempo, tudo mudou muito. Ficou difícil manter o costume do almoço na casa dos vovôs. Os filhos, e netos, muitas vezes moram em outras cidades, e até em países diversos. Quando podem, os vovôs se deslocam, enfrentam viagens e vão visitar suas “crianças”. Ou, então, ficam esperando as datas especiais, para poderem reunir os filhos e netos em torno de uma mesa. Por isso, fico muito feliz quando em domingos normais recebo a visita dos filhos e da netinha. E não é que para este último fim de semana tive um almoç...

Fim de semana colorido

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Foi assim, bem coloridinha e feliz, que minha netinha chegou para passar, em Santos, um fim de semana prolongado. E quando viu, no domingo, que a vovó se preparava para fazer uma sobremesa refrescante, colocou seu avental rapidinho e assumiu seu lugar de ajudante de cozinha. Uma "gelatina colorida", ou "mosaico de gelatina", combinou bem com o forte calor desses dias. Fiz 4 caixinhas de gelatina, de sabores e cores diferentes. Usei somente uma xícara de água fervente para cada uma delas. Levei para gelar bem. Cortei em quadradinhos. Minha ajudante se encarregou de colocar todos os pedacinhos de gelatina numa vasilha. À parte fiz uma caixinha de gelatina de abacaxi, com duas xícaras de água, e misturei bem a uma lata de creme de leite. Em seguida, a pequena ajudante foi colocando a mistura de creme de leite sobre os quadradinhos de gelatina. Virou tudo, e misturou bem. Com a ajuda da vovó, colocou a gelatina nas tacinhas. Depois, geladeira pelo mínimo de 4 horas, pa...

Ecos do domingo

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Domingo caseiro com comidinha gostosa, leitura de jornais, conversa e tricô. E também com visita da Adriana, que me trouxe essas lindas margaridas. Lombo de bacalhau não exige muito, para um bom resultado. Para esse prato basta um caprichado purê de batatas, grão de bico cozido (que pode ser dispensado), e um bom refogado de alho em lâminas com pimentões verdes, vermelhos e amarelos. E, é claro, um bom azeite extra-virgem. Colocar um pouco de azeite no fundo de um pirex, arrumar o bacalhau (que recebeu uma leve fervura) rodeado pelo purê. Regar o bacalhau com um pouco mais de azeite e cobrir com o refogado. Levar ao forno para terminar o cozimento (pode-se cobrir alguns minutos com papel de alumínio). Abaixo a foto do prato antes de ir ao forno.  Retirado do forno (faltou a foto) foi saboreado com arroz branco e um bom vinho. Saúde!

Almoço a dois

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Não é comum almoçarmos sozinhos aos domingos mas, hoje, filha e netinha foram para São Paulo antes do almoço, e estávamos sem outras companhias. Não tínhamos nada pronto, e nem contávamos com ajudante para a cozinha. Às 13 horas, a dúvida : Vamos almoçar fora? Será? Não, vamos almoçar em casa. Vendo o que tínhamos em casa, para um almoço gostoso e ligeiro, conseguimos o seguinte resultado: Salada criada na hora , com ervilhas tortas (cozidas rapidamente em água fervente e resfriada com água gelada), coração de alcachofra (em conserva), pedacinhos de tomate, atum (em água), pedacinhos de queijo de cabra e de nozes. Molho com mostarda, azeite, sumo de limão, azeite balsâmico e sal. Risoto de açafrão , feito da seguinte forma: 2 colheres (de sopa) de manteiga cebola picadinha (meia cebola das grandes) 2 xícaras de arroz arbóreo 1 litro de caldo de galinha 6 a 8 pistilos de açafrão meia xícara de vinho branco 2 colheres de queijo parmesão mais duas colheres de manteiga Modo de fazer – Desm...

Fim de semana

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No início dos tempos, o sétimo dia da semana foi dedicado ao descanso, conforme nos conta o Livro dos Livros. Depois, houve épocas em que o trabalho era constante. Não havia nenhum dia para o repouso. Aos poucos a sociedade foi evoluindo, os costumes foram mudando e o direito ao repouso semanal passou a ser reconhecido. Entre nós, existe previsão constitucional já há bastante tempo. Os trabalhadores precisam de um dia para a recomposição de suas forças físicas, e mentais. E isso lhes é garantido. Daí começou toda uma história de dia de lazer que, para muitos, transformou-se em dois dias: o sábado e o domingo. Todos esperam por seu dia de folga : os que trabalham, os que estudam. É o dia de mudar a rotina, de ir à praia, ao campo, ao cinema. É dia de ficar tranquilo em casa, de ler um bom livro, de encontrar com os amigos, de brincar com os filhos. É o dia de fazer um churrasco, de experimentar uma nova receita, de tomar uma caipirinha, de ir andando até a sorveteria. Enfim, é o dia de ...

Almoço em família

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Durante a semana, o almoço é com os amigos, ou colegas de trabalho. Não há tempo para almoçar em casa, pelo menos nas cidades grandes. À noite, praticamente já não existe mais jantar em família. Às vezes, um lanche rápido, em conjunto. Outras vezes, cada um faz seu lanche num horário. Café da manhã, é a mesma coisa. A não ser que os filhos sejam pequenos, é quase impossível que todos o tomem na mesma hora. Nos fins de semana, tudo se repete. Os jovens saem com os amigos, para programas diversos, ou viagens curtas. A convivência com pais, irmãos, ou outros familiares, quase não encontra espaço nas agendas. Até o almoço de domingo, que tradicionalmente reunia toda a família, parece ter virado coisa do passado. Acho uma pena. É em torno da mesa de refeição, que os membros de uma família têm a melhor oportunidade para a convivência, para fortalecer os laços de afeto, para melhor conhecimento, um do outro. É a ocasião para a troca de idéias, para dar boas notícias, para dar boas r...

Moças Prendadas

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São muitos blogs de culinária e de gastronomia. Cada um mais bonito que o outro, e com receitas que parecem ser fantásticas. Alguns mostram os passos da confecção do prato, outros só mostram o resultado final. Mas todos, com fotos tão bem feitas, que nos sentimos diante dos quitutes. Confesso que, até pouco tempo, eu achava que as moças de hoje em dia não se interessassem por culinária. Com a vida atual tão corrida, pensava que elas nem mesmo pusessem o pé na cozinha. Contudo, não é isso que estou observando nas minhas circuladas pela blogosfera. Essas jovens modernas, não só colocam os pés na cozinha, como as mãos e a imaginação. Criam pratos saborosos, mostram os passos a passos, colocam fotos lindas. Acho incrível essa realidade, que eu desconhecia: a de jovens (ou de jovens senhoras) quituteiras. Parabéns para essas blogueiras que fazem maravilhas, e que contam seus segredos de cozinha de forma tão generosa. E estou tão entusiasmada com as receitas que tenho visto, que hoje resolvi...

Domingo de chuva

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Ontem, quase na hora do almoço, estava lendo os jornais de domingo e escutando a chuva, que caía sem parar. Dia escuro, triste, quase sem visão do mar, que eu adoro enxergar da minha janela. De repente, escuto um barulhinho do elevador chegando na minha porta, vou olhar e dou de frente com a claridade. Chegou minha netinha, linda, dengosa, com capa e guarda-chuva. Não há tempo ruim que encubra essa luz. Luz total!