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Historinhas da Isadora

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(Alerta: essa é uma conversa de vovó). Às vezes eu chego a duvidar do poder do exemplo na educação, mas em muitas ocasiões eu devo reconhecer que ele tem um papel muito importante. E digo isso só de observar vários dos comportamentos da minha netinha, que embora tenha somente 4 anos demonstra ser observadora, e assimiladora de lições passadas só por exemplos. Historinha nº1 Outro dia estávamos num shopping e ela fez um lanchinho rápido, saindo da lanchonete com um pacotinho de batatinhas. Foi comendo pelo caminho, até acabar. Nesse meio tempo entramos numa perfumaria e ela, estendendo a mãozinha para a vendedora, perguntou: Você tem um lixinho? Dentro da sua mão estava o saquinho amassado. É exatamente o que fazemos. Às vezes andamos quadras com um papelzinho na mão, até encontrarmos um recipiente para lixo. Historinha nº2 Ela é muito gentil, e gosta bastante de agradar todas as pessoas. Outro dia, estando em São Paulo, fui visitá-la. Sua mamãe estava trabalhando, e ela...

Cuidando das pernas

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Como na família temos tendência a problemas venosos, criamos o hábito de, sempre que possível, ficarmos com as pernas estendidas em banquetas ou pufes. Na frente da TV, ou lendo, se encontrarmos um pufe por perto, com certeza ficaremos na confortável posição das pernas estendidas. Esse hábito provoca, muitas vezes, atitudes gentis por parte das crianças, que se apressam a colocar um banquinho diante das vovós, ou da bisavó. Outro dia, entrando na sala onde minha netinha estava brincando, encontrei essa cena, que achei encantadora, "o bebê grande" sentado diante da televisão, com suas perninhas estendidas. Percebi, mais uma vez, a inevitável força dos exemplos. Precisamos, sempre, estarmos atentos a isso. Tomara que nossas crianças só recebam bons exemplos !

Palavras e exemplos

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Pronta para a escola Há algum tempo publiquei, aqui, um texto a que dei o nome de Palavras Mágicas (com licença, por favor, obrigada e desculpe), e que já estavam sendo usadas com muita propriedade por minha netinha. Realmente é incrível ouvi-la, com tão pouca idade, falando essas palavras no momento certo. Agora, tenho notado que, além das "palavras mágicas " ela está usando palavras de incentivo. Outro dia em que a estava levando para a escola, precisei parar o carro para aguardar que um motorista imprudente, que havia deixado a porta do carro totalmente aberta, impedindo a passagem de outros carros pela rua estreita, voltasse para fechá-la. Logo que fui obrigada a parar, exclamei: “ai, ai, ai”. E a Isadora me perguntou: “ o que foi, vovó ?” Eu expliquei que não conseguiria passar naquele espaço estreito. Em seguida, tendo o motorista percebido que estava parando o trânsito, e voltado para consertar o erro, eu avancei com o carro e disse : “consegui”. Ela, passados uns seg...