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Viroses?

Há um mês, ou mais, uma virose atrás da outra. No meio, uma infecção urinária e uma erupção na pele, que não cede. O catarro e a tosse, também persistem. Já se passaram os três dias em que a virose deveria ceder, e mais três, e mais três... Médicos, laboratório, pronto socorro infantil. Parece que os cuidados com a saúde das crianças ficaram mais difíceis. Não sei se isso se deve ao aumento dos “vírus”, ou ao desenvolvimento das especialidades médicas. Há tempos atrás, resolvíamos os problemas praticamente com o médico pediatra, como já tive a oportunidade de relatar no meu post do dia 27/08/08 ( http://blogdavovohelo.blogspot.com/search/label/pediatra ). Pronto-socorro, raramente, até conto nos dedos (três vezes para dois filhos). Exames laboratoriais, nem me recordo. É verdade que o pediatra que acompanhou o nascimento dos meus filhos seguiu-os até a adolescência.   É verdade, também, que para as pequenas ocorrências, e antes que aumentassem, ou agravassem, usávamos remédios ...

Doenças infantis

Há anos atrás, as doenças infantis eram bem definidas e apresentavam sintomas que permitiam um diagnóstico fácil. Algumas eram mais comuns, e muitas vezes as mães até incentivavam o contágio para que as crianças logo ficassem livres delas. Em certos casos, tendo uma vez a doença, ela não se repetiria. E, quanto mais cedo tivessem, melhor era, pois os riscos na adolescência, ou na idade adulta, seriam maiores. Assim, nossos filhos tinham caxumba, coqueluche (ou tosse comprida), catapora e, às vezes, rubéola (era menos comum). Sabia-se exatamente quais eram os sintomas, qual era o tempo de incubação, e qual o tempo de duração da doença. Muito freqüentes, também, eram as amidalites, que causavam febre alta. Com o tempo, quase todas essas doenças foram sumindo, graças ao desenvolvimento das vacinas. E daí, houve a explosão das viroses sem nome (pelo menos para os leigos). Vírus de múltipas espécies, que passam a causar problemas para nossas crianças principalmente quando elas começam a fre...