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Mostrando postagens com o rótulo brincadeiras

Brincando e aprendendo

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Alerta: conversa de vovó. Ela adora ajudar, e participar das atividades domésticas. Gosto de mexer na cozinha, para fazer uma receita de família, uma sobremesa, ou experimentar alguma receita nova. E nessas ocasiões, quando ela me vê indo para a cozinha, sempre diz: vovó, o que que eu posso fazer ? Tenho que arranjar alguma coisa em que ela possa ajudar, como ir colocando os ingredientes na tigela, mexer um pouco a massa, e até untar a forma para um bolo. Arrumar a mesa para uma refeição, é com ela. Gosta de escolher a toalha, e já sabe arrumar uma mesa funcional e bonita. Escolhe o que vai colocar na mesa do café da manhã. Coloca as xícaras e os talheres. Passar roupa, na sua idade, é impossível. Mas passar de “mentirinha”, dobrando as roupas direitinho, é com ela. Colocou sua tábua de passar roupa sobre a cama, e organizou suas roupas. E até no tricô, ela quer se aventurar. Vendo que eu estava tricotando, pediu para “costurar” um pouco. Coloquei uns pontos na ...

Quer brincar comigo?

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Ontem fui com a Isadora até a praia, para que ele pudesse brincar um pouco no parquinho. Embora inverno, a manhã estava linda, com uma agradável temperatura de outono. Quando chegamos, havia só uma menina na área do parquinho. Num instante, as duas estavam se balançando juntas. Em seguida, brincaram um pouco na areia, até que o avô da menina chamou-a para ir embora. A Isadora continuou brincando sozinha, mas logo surgiram outras crianças. Ela, então, foi chegando perto de uma menininha, sentou-se na gangorra, e logo as duas estavam na brincadeira do desce e sobe. Dali, passaram para o escorregador, balanço, e logo se divertiam juntas num monte de areia, fazendo um castelo. À tarde, fomos até um parquinho num shopping. Férias escolares, muitas crianças. A diversão começou pelo pula-pula. De repente, ela estava pulando e conversando com uma garota. De lá, foram para o carrossel, onde se divertiram em cavalinhos, e bancos giratórios. Eu, observando, e pensando, como é maravilhos...

Espelho, espelho meu

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Espelho, espelho meu , Existe alguém mais bela do que eu ? Sim , a Branca de Neve . E foi assim, vestida de Branca de Neve, que minha netinha apagou sua velinha do 4 º Aniversário no último dia 13 de julho. Muita brincadeira , muita alegria, muita comidinha gostosa. Na primeira parte da festinha , brincadeiras e desafios. s Para enfrentar uma "tirolesa", primeiro a Isadora ficou observando. Viu uma criança, outra e outra. Até que , munida de coragem, atirou -se na brincadeira . E gostou tanto, que quis repetir. Na ponte movediça foi sem medo, mas dava os passinhos com muito cuidado. Já com roupa de Branca de Neve, ouviu os "parabéns", apagou velinhas e pediu para cortar o bolo . Deu a primeira fatia para sua mamãe Pri . Foi uma festinha deliciosa, no meio de muitos amigos. Espelho, espelho meu , Existe alguém mais bela do que eu ? E o espelho, prontamente : Existe sim . Uma menininha chamada Isadora . E foi dessa forma, com muita alegria, que festejamos mais u...

Bem-me-quer, malmequer

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Ao olhar o vaso de margaridas que ganhei outro dia, lembrei de uma brincadeira da infância. Bastava um pouco de romantismo, uma margarida, e a curiosidade de saber-se querida ou não, por determinada pessoa. Bem-me-quer, malmequer, bem-me-quer, malmequer ... À medida que se desfolhava a flor, ia-se repetindo o refrão. A última pétala é que definiria a existência, ou não, do amor. No final dava bem-me-quer? Que alegria. Não dava? O jeito era tentar com outra margarida. Acho que nos tempos atuais de “consciência ecológica”, e de muitos jogos tecnológicos, essa brincadeira já não deve existir. Mas naqueles tempos de brincadeiras inocentes, e jogos simples, ela era uma boa distração, principalmente para as meninas sonhadoras.  

Mundo no quintal

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O tempo das casas com quintal grande é coisa do passado. Pelo menos nas cidades grandes. Com isso, as crianças aprenderam e passaram a brincar entre quatro paredes. E, mesmo quando estão em algum lugar com espaços abertos, preferem brincar dentro de casa. O prédio em que moro, no 18° andar, tem no térreo um espaço muito grande, com jardim e alguns bancos. Quando minha netinha está em minha casa, convido-a para ir brincar no jardim e, quase sempre, ela reluta. Parece que prefere ficar brincando dentro de casa, ou ficar vendo seus filminhos. É preciso insistir um pouco para ela descer. Quando chega no jardim, ela gosta. Lembro da infância dos meus filhos, quase toda passada em casa com quintal. Nem precisava convidá-los para irem para o quintal. Isso acontecia naturalmente. E é fácil entender o motivo : não existia qualquer embaraço ou obstáculo para que as crianças fossem para o quintal. A porta, comumente, estava aberta. Era só descer um, ou poucos degraus. Hoje, para brincar nos espaç...