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Crepúsculo esplendoroso

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Hoje é feriado, dia em que, muitas vezes, saía para alguma caminhada, e para aproveitar a beleza da praia.  Atualmente, dentro de casa, também tenho o privilégio de poder aproveitar a natureza pelo visual, até onde meu olhar pode alcançar. E o que vejo é de uma beleza enorme, nas várias horas do dia, nas diferentes fases da lua, e pela tábua das marés. Maré baixa, maré alta, mar tranquilo, mar agitado... É uma visão maravilhosa. Pensando nisso, lembrei de um fim de tarde de dias atrás, em que o por-do-sol foi especial.  O espetáculo começou às 17:45 h e se estendeu até as 18:10h. Fascinante, de beleza ímpar. Mereceu ser registrado e, agora, compartilhado. Começou assim. E no final, esse deslumbramento. Nota: A foto do início foi tirada hoje, 21/04/2020, às 17:03h.

Beleza presente

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Santista, que sou, adoro o mar. O mar me encanta, me acalma, me energiza, me faz um bem enorme. Se puder andar na sua beirada, é maravilhoso. Mas, se não puder, basta olhar para ele. Isso é suficiente para me sentir bem e, mais que isso, afortunada por ter essa visão a todo momento. Nesse instante, escrevo. Viro a cabeça e, lá está ele, o mar, numa manhã gloriosa, cheia de sol. Abaixo, foto tirada hoje, às 12:35h,enquanto escrevia esse texto. Admiro por um tempinho, encho os olhos de beleza, e volto para meu texto. Repasso rapidamente minhas fotos do ano que hoje termina, e percebo as inúmeras ocasiões de deslumbramento que a visão do mar, e da praia da minha cidade, me proporcionaram. Manhãs luminosas, mar tranquilo. Crepúsculos, que a cada dia, estão mais lindos, encerrando o dia de forma fantástica. E além desse deslumbramento caseiro, mar de outras regiões, desbravadas em cruzeiros. Acima, visão do Oceano...

Crepúsculo

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Caminhando pela praia, pensei o tempo todo em minha mãe.  Sempre aproveito a caminhada matinal para admirar a beleza da praia, dos jardins, do mar, dos recortes de relevo, das brincadeiras de crianças. Para pensar como é bom poder andar, e como é bom andar na praia. Mas nesse dia minha mãe ocupou totalmente meu pensamento, e minha caminhada foi acompanhada por lágrimas. Lembrei do quanto ela gostava de caminhar pela beirada do mar, molhando os pés, e de como gostava de entrar no mar quando ele estava bem calmo, só com marolas. Até seus 87 anos de idade ela foi bem independente. Saía sozinha, às vezes até pegava ônibus para algum compromisso (embora nós a aconselhássemos a pegar um taxi). Quando perdeu uma amiga (bem mais nova), com quem costumava sair, comentou comigo que gostaria de andar na praia, mas não tinha companhia. E eu a incentivei a ir sozinha. Disse que ela estava muito bem, e que deveria ir andar um pouco. A distância da sua casa até a praia é de uma quadra. E el...