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sábado, 5 de setembro de 2026

Israel Costa Band - Viagens Atemporais (2026)...



 O cantor e compositor maranhense Israel Costa apresenta uma nova etapa de sua trajetória com o lançamento de “Viagens Atemporais”, sexto álbum de estúdio da carreira. Produzido integralmente em home studio, o disco amplia a liberdade criativa do artista e reforça uma caminhada independente construída há mais de 13 anos. O novo trabalho parte do pop brasileiro contemporâneo para transitar por diferentes territórios musicais. Eletropop, reggae, rock, rap, música eletrônica e groove aparecem entre as referências do álbum, que também incorpora, pela primeira vez na discografia de Israel, elementos do pagodão baiano. Embora percorra gêneros distintos, “Viagens Atemporais” mantém uma identidade coesa por meio da linguagem pop. Instrumentos orgânicos, recursos eletrônicos e melodias acessíveis funcionam como pontos de conexão entre as faixas, conduzindo o ouvinte por diferentes atmosferas sem romper a unidade do disco... Continue Lendo no site da Radio VB News

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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Sons de Mercúrio - Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores (2026)...




Quase seis décadas depois de Geraldo Vandré transformar Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores em um dos principais símbolos da resistência política e social brasileira, a frase ganhou novos sentidos na música baiana. É a partir dessa memória que a banda Sons de Mercúrio, de Feira de Santana, no interior da Bahia, batizou seu novo EP como Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores. Longe de ser apenas um trocadilho, a escolha do título estabelece a proposta central do material que fala de sentimentos, vínculos e vulnerabilidades em um tempo marcado pela hiper conectividade e, paradoxalmente, por relações cada vez mais distantes. A apropriação do verso de Vandré desloca a ideia de resistência para o campo dos afetos. Nos anos 1960, a canção se tornou uma expressão de enfrentamento político e, agora, a Sons de Mercúrio encontrou na exposição dos sentimentos uma forma de transgressão moderna... Continue Lendo no TMDQA!

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Lucas Kastrup - Maranhão Raiz (2026)...




Lucas Kastrup lança nesta quarta-feira (27) o álbum “MARANHÃO RAIZ: Lucas Kastrup visita mestras e mestres”, resultado de uma pesquisa realizada pelo antropólogo, compositor e baterista da banda Ponto de Equilíbrio em povoados da Baixada Maranhense. Com oito faixas, o trabalho reúne registros de manifestações populares e tradições orais que atravessam gerações na região. O projeto nasceu de uma pesquisa iniciada de forma independente em 2018 e aprofundada durante o pós-doutorado de Kastrup no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da UFRJ. Ao lado de técnicos de som, o pesquisador percorreu comunidades rurais para registrar cantos, ritmos e celebrações preservados por mestras e mestres locais... Continue Lendo na Bilboard

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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Vida Ruim - Nem Mestre, Nem Escravo (2026)...





 A banda curitibana Vida Ruim lança seu novo compacto neste domingo com o show na clássica domingueira do Lado B Bar. “Nem Mestre Nem Escravo” é o quarto registro em vinil da banda em sua parceria com o selo Zoom Discos. Com quatro músicas no total, o lado A contém a faixa “Seu trabalho não te ama de volta”, hit surf-apocalíptico das classes operárias e anti-hino do Linkedin. Já o lado B traz 3 faixas punk aceleradas em 4 minutos naquela energia frenética que caracteriza a banda ao vivo. O disco já está disponível nas plataformas de streaming e o vinil também já pode ser adquirido com qualquer um dos selos parceiros. As faixas foram gravadas em 2025 no Laje Estúdio, com produção e mixagem de Michael Wilseque (Clan dos Mortos Cicatriz). O vinil no formato 7”l conta com edição caprichada característica dos lançamentos da Zoom Discos. A capa é feita artesanalmente em serigrafia e numerada uma a uma pelo artista e baixista da banda, Chico Felix. A ilustração do tigre é da artista paulistana V/V. Além da Zoom, foram fundamentais para o lançamento a colaboração e o apoio dos selos parceiros O Porão Discos, Mandinga Records, Zoombie Records, Pólvora Records e Estopim... Saiba Mais

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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Turmallina - Enquanto o Mundo Dorme (2026)...





 Primeiro álbum da banda paulistana fala de cansaço, desejo, identidade e vida adulta Quem acompanha o Minuto Indie já esbarrou algumas vezes na Turmallina por aqui e não é por acaso. A banda paulistana vem se firmando como um dos nomes mais interessantes da cena indie brasileira, com guitarras que passam pelo shoegaze e pelo dream pop. Lançado no último dia 21, Enquanto o Mundo Dorme é o primeiro álbum de estúdio do grupo que estávamos bem ansiosos pra conferir. Gravado ao longo de quase dois anos, entre 2024 e 2026, o disco nasceu principalmente nas horas que sobravam depois do expediente, dos deslocamentos e das obrigações da vida adulta. Te identifica? A ideia aparece de forma direta no próprio título. “Fazemos nossa arte enquanto o mundo dorme, pois é o tempo que nos resta fora da rotina de trabalho formal”, explica o guitarrista e compositor Caio Silva. Em vez de romantizar o corre de quem precisa conciliar emprego e criação, o álbum deixa o cansaço aparecer como parte real desse processo, com todo o ônus de levar uma vida se desdobrando entre criação e responsabilidades da vida CLT... Continue Lendo no Minuto Indie

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YELL - Viajem (2026)...




 Inspirado por viagens espaciais e encontros com alienígenas, o projeto explora a fluidez e a abstração da música eletrônica experimental junto às pulsações cativantes da eletrônica de pista, criando uma paisagem sonora imersiva de “outro mundo”. O EP explora, dentro de uma alegoria intergalática, a ideia de encontrar consigo mesmo no decorrer da jornada e como esse processo é transformador. Compactado em seis faixas que têm como estilo primário a Deconstructed Club e a IDM, influenciado por artistas como Arca, Autechre e SD Laika, brinca com a ideia de um futurismo clássico, inspirado também na estética sonora da eletrônica do passado, como Kraftwerk e Giorgio Moroder. YELL é maranhense, de 24 anos e desde 2020 tem se aventurado na construção de uma sonoridade futurística e fora da curva, especialmente para o que tem sido feito na eletrônica brasileira, tendo lançado outros dois EPs, Neo Dream em 2024 e Abaporu em 2025. O título do EP, que a princípio pode sugerir um erro de digitação, é na verdade uma brincadeira com o verbo, funcionando como um convite ao ouvinte se permitir viajar através do som. Os títulos das faixas funcionam como capítulos em uma história de exploração espacial com início, meio e fim. Como um filme para os ouvidos...

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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Big Marias - Hungry Heart (2026)...





 A banda tocantinense Big Marias apresenta oficialmente seu novo álbum, Hungry Heart, no dia 28 de agosto. Segundo álbum da Big Marias, Hungry Heart reúne o power trio formado pelas irmãs Sam Cayres (voz e guitarra) e Didia Cayres (bateria), ao lado de Felipe Supernaut (baixo). Depois de apresentar sua identidade no disco de estreia, lançado em 2025, a banda retorna com um trabalho mais maduro, intenso e seguro de suas escolhas, reafirmando seu lugar entre os principais nomes do rock alternativo produzido no Norte do Brasil. Gravado no RockLab Estúdio, em Anápolis (GO), com produção de Gustavo Vázquez e Daniel Mota, Hungry Heart nasceu de um processo criativo pouco convencional. Parte das canções foi resgatada de composições esquecidas em um antigo iPhone 6 de Sam Cayres, enquanto outras surgiram durante uma imersão artística realizada em Taquaruçu (TO), onde a banda se dedicou exclusivamente à composição, aos ensaios e à construção da identidade estética do disco... Continue Lendo no Midia Ninja

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Meio/Cão - Animal Por Excelência (2026)...



O quarteto carioca meio/cão apresenta "Animal Por Excelência", seu segundo EP — e o trabalho mais preciso da banda até aqui. Gravado, produzido, mixado e masterizado por Lucas Gabriel em home studio no Rio de Janeiro, com coprodução de Victor Bueno, o disco chega após um ano de hiato da banda e nasce de um processo de reconciliação: tempo, distância e reencontro moldaram um som mais afiado do que o do primeiro trabalho. Lucas Gabriel (voz, guitarra, sax, synth, produção), Victor Bueno (baixo, voz, coprodução), Jay Fernandes (bateria, percussão) e o novo integrante Guilherme Jungstedt (guitarra, também da banda Metabrisa) constroem um som que habita a tensão antes do colapso: abrasivo, melódico, enrolado até o limite. Se o debut estabeleceu a identidade da banda, Animal por Excelência chega com um alvo. O disco é declaradamente político — não no sentido panfletário, mas no sentido mais visceral da palavra. meio/cão não explica, acumula pressão. O post-punk sempre foi um gênero que recusou o conforto: nasceu da raiva, sobreviveu pela tensão, e chegou até hoje porque a raiva não foi embora. Animal por Excelência entende isso. As letras operam num registro abstrato e cortante — imagens que pesam sem precisar ser literais, que deixam marca sem precisar explicar de onde veio o golpe...

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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

IVYSON - ContraTempo (2026)...




O cantor e compositor pernambucano IVYSON lançou nesta quinta-feira (20/8) o EP ContraTempo, disponível em todas as plataformas digitais de streaming pelo selo Babel. O projeto reúne quatro faixas inéditas que abordam reflexões sobre o ritmo acelerado da rotina contemporânea, términos de ciclos, saudades e encontros afetivos, sucedendo a fase do álbum AFINCO (2024). IVYSON é um dos nomes revelação da nova cena independente pernambucana. Com produção musical e mixagem assinadas por Duda Raupp e masterização de Filei Filizzola, o EP apresenta arranjos que transitam entre a MPB, o pop contemporâneo e elementos da música urbana. O trabalho conta com a participação do rapper amazonense Victor Xamã na faixa de abertura, “Antigo Eu”, e traz o trio curitibano Tuyo na canção de encerramento, “Sinto”... Continue Lendo na Revista O Grito!

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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Veja Luz - Revoada (2026)...



Veja Luz divulga “Revoada”, novo EP de estúdio que marca mais um capítulo de sua trajetória no reggae brasileiro contemporâneo. Reunindo cinco faixas inéditas, “Revoada”, “Força e Leveza”, “Acredite Sempre”, “Enquanto a Cidade Dorme” e “Almirante Negro”, o trabalho traduz em música temas como liberdade, consciência, afeto e transformação coletiva, reforçando a identidade artística construída pelo grupo ao longo de 18 anos de trajetória independente. Formada em 2008, em Taboão da Serra (SP), a Veja Luz desenvolveu uma linguagem própria que dialoga com o reggae jamaicano e inglês enquanto incorpora influências do soul, jazz, blues, R&B e hip-hop, sempre atravessadas por uma sonoridade brasileira. O novo EP amplia essa pesquisa ao equilibrar elementos eletrônicos, como beats, samples e texturas digitais, com guitarras, metais e arranjos orgânicos... Continue Lendo no Groovin Mood

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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Artur Wais - Se Acostumar (Ao Vivo na Tec Audio) (2026)...




Coroando o projeto audiovisual que recriou as canções do seu álbum de estreia, o cantor e compositor gaúcho Artur Wais lança o EP "Se Acostumar (Ao Vivo na Tec Audio)". O trabalho une todos os singles revelados quinzenalmente ao longo das últimas semanas e apresenta como novidade a versão ao vivo inédita da faixa-título, "Se Acostumar". O registro carrega um peso histórico contínuo para a música do Sul do Brasil, pois foi integralmente gravado na Tec Audio, em Porto Alegre, estúdio que completa 50 anos de atividades em 2026. A gravação captura a energia de uma banda tocando junta na mesma sala, trazendo arranjos encorpados para as canções. Para essa execução, o cancionista conta com a parceria do produtor musical Marcelo Corsetti na guitarra, de Miguel Tejera no baixo e de Dani Vargas na bateria. Com o ciclo de lançamentos do EP concluído, Artur leva a força desse formato aos palcos em uma nova sequência de shows. Na capital gaúcha, o artista se apresenta em show com entrada gratuita no Teatro Moacyr Scliar no dia 08 de setembro, seguido por um show no Teatro de Câmara Túlio Piva no dia 07 de outubro. A turnê também marca um momento importante para a trajetória do álbum: a primeira apresentação do show na cidade de São Paulo, que ocorrerá no Alvenaria Espaço Cultural no dia 24 de setembro, com entrada franca e contribuição espontânea...

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Cães de Prata - Um Ano aos Estilhaços (2026)...



Num contraponto geográfico, Mateus, que vive em São Paulo desde 2023, compôs as oito faixas que formam Um Ano aos Estilhaços justamente em suas temporadas em Maceió. Esse distanciamento possibilitou que o álbum respirasse outros ares além dos paulistas, com as canções vestindo, de alguma maneira, “uma roupa formada por essa mudança de espaços”, ele diz. Aterrado, mas com momentos mais livres, Um Ano aos Estilhaços expande-se por diferentes fases, alternando ruídos e texturas, delicadeza e intensidade, traduzindo uma rota de ansiedade, “quase depressiva, mas que encontra uma saída”, reflete Mateus. As duas primeiras músicas — “Um Ano aos Estilhaços” e “Dez de Espadas” — abrem o álbum sob uma atmosfera de crise, situação que as demais canções buscam solucionar. Essas tentativas culminam na última delas — “Cavalo desde ontem” —, cujo verso final — “nem só podemos morrer” — conclui a obra com uma perspectiva menos densa, “numa sensação de alívio, deixando tudo às claras”, ele pondera. A amplitude d’A Cães de Prata não se projetou somente nas perspectivas craqueladas do eu lírico de Um Ano aos Estilhaços. O perfil de produtor musical de Mateus veio à tona novamente, repetindo o que já havia se dado no álbum anterior d’A Cães de Prata, Cassius e Sonny, lançado em 2023. “Quando lancei ‘Nocaute’, meu primeiro álbum, em 2021, fiquei restrito à composição, dirigindo uma produção coletiva com cada um dos músicos, mas, no trabalho seguinte, comecei a explorar mais o lado da produção em si, botando a mão na massa mesmo”, ele completa. “Neste de agora, participei da produção de todas as canções, além de ter assinado parte dos arranjos de ‘Um Truque’, ‘Dez de Espadas’ e ‘Fumaça’”... Continue Lendo no Inhai

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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Pedro Fraeman - Nem Todo Dia é Carnaval (2026)...



Pedro Fraemam, 27, é um artista, compositor e músico recifense independente. Começou a trabalhar com música desde 2016, quando era mais intérprete e tocava em bares e festas. Foi em 2024 que mergulhou de vez na música autoral, com o single de estreia “Árvore da Vida” e com o EP “um mergulho no meu melodrama”, produzidos por Matheus de Bezerra, artista e produtor recifense, e Gabriel Cordeiro (Chant), ambos da Cordilheira Estúdio, no ano de 2023. Agora em 2026, ele retoma com seu novo EP "nem todo dia é CARNAVAL”, que traz uma nova estética para o seu som, com influências pernambucanas e brasileiras mais diretas, em contraponto ao seu trabalho prévio que seguia outro caminho. Pedro mescla várias de suas influências, que passeiam por diversos gêneros musicais, mas que no final criam um verdadeiro caldeirão sonoro autêntico e sincero...

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Alex Skulla - menu arauto exe (2026)...

 



"menu arauto exe" é o ep que precede o o álbum "este pode ser o último" previsto para ser lançado em dezembro de 2026, o trabalho marca uma nova etapa estética e sonora do artista Alex Skulla, com experimentações entre noise, rap, ciberpunk e música de guerrilha, os temas transitam entre alienação, danos mentais e consequências da vida digital, O EP é estruturado como uma jornada reflexiva e experimental sobre como é existir em um mundo que muda a cada segundo...

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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

LULE - Cláudia Raia da Loucura (2026)...





O lançamento nº 44 da Bumpy Records é “Cláudia Raia da Loucura”, o novo álbum de LULE — projeto do músico de avant-rock Luiz Bruno, de Porto Alegre (Brasil). “Cláudia Raia da Loucura” reúne faixas de *psych-rock* solar que evidenciam a versatilidade de Bruno como compositor, oferecendo um contraste caloroso em relação ao seu projeto experimental/eletrônico de tom mais niilista (ou realista?), o I Know I’m An Alien. As canções aqui remetem mais ao Flaming Lips de meados dos anos 90 do que ao Devo dos anos 70, conseguindo combinar a exploração lúdica de paisagens sonoras característica de ambos os grupos...

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Luan Sodré Quarteto - TRAMA (2026)...




Download: TRAMA (2026).rar

Há discos que contam histórias por meio das palavras. TRAMA escolhe outro caminho. Em sete composições instrumentais, o novo álbum do Luan Sodré Quarteto — a ser lançado nas plataformas digitais no dia 12 de agosto — conduz o ouvinte por uma paisagem sonora em que violão, baixo acústico, bateria e percussão dialogam com os sambas da Bahia, as sonoridades afrodiaspóricas, de terreiro, o maracatu, o coco, o jazz e a improvisação contemporânea. O resultado é uma obra que transforma diferentes referências musicais em uma experiência marcada pelo encontro entre tradição e criação. O disco inaugura uma nova fase na trajetória de Luan Sodré ao apresentar, pela primeira vez, seu trabalho em quarteto. Depois do álbum Afrodiaspórico (2021), gravado em trio, o músico amplia a formação ao lado de Alexandre Vieira (baixo acústico), Marcos Santos (bateria) e Marcelo Pinho (percussão). Inspirado na arte da tecelagem, TRAMA parte da ideia de que diferentes lugares se entrelaçam, tecendo uma grande rede de conexões traduzida em música... Continue Lendo no Midia Ninja

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domingo, 23 de agosto de 2026

Y3ll - Mais Material Pra Descarte (2026)...




Daniel Oliveira, ou Y3ll, vive no extremo leste de São Paulo (entre Guaianases e Cidade Tiradentes) e desde 2016 está na vivência do hip hop e lançando raps. Ao longo dessa trajetória de quase 10 anos, fez parte de um grupo com amigos chamado Retângulo de Ouro e lançou alguns trabalhos. “Minha relação com rap sempre foi de fazer o que eu gostaria de ouvir e ter liberdade em fazer o que eu acho certo”, comenta o artista. Entre os lançamentos, estão dois álbuns: “Diaz dy Baile” (2019), em colaboração com o produtor/trapper Sloope, e a coletânea solo “ART INpopular” (2021), que conta com diversas participações. E três EPs: “Jazzchave” (2021), focado em rimas sobre bases de jazz, em colaboração com o rapper Alamim e produção de Trempa Palace; além dos EPs solo “Material pra Descarte” (2023), formado por faixas não terminadas e experimentos, e “Entre Samples Roubados & Cerveja Barata” (2025). Numa sonoridade mais atrelada ao rap alternativo, com ecos de city pop, indie, animes e música brasileira, o trabalho versa sobre liberdade em tempos de redes sociais e conexão permanente... Continue Lendo no Zona Suburbana

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sábado, 22 de agosto de 2026

Edwin de Paula - Alfabeto (2026)...




 O repertório de “Alfabeto”, segundo álbum de Edwin de Paula, começou a ser divulgado em 2023, com o single “Tempestade solar”, mas o conceito do disco tomou forma em 2025, após uma viagem que o cantor, compositor e produtor fez pela Cordilheira dos Andes, de Kombi, ao lado de três amigos. O artista passou um mês rodando pela região, observando as montanhas e tendo contato com novas pessoas e tradições, uma experiência transformadora. Como o título do registro sugere, “Alfabeto”, lançado na última sexta-feira (31 de julho) nas plataformas digitais, é um trabalho sobre linguagem. “Aprender o espanhol me expandiu bastante os horizontes e ter contato com os diferentes povos da região que a gente conheceu, de população predominantemente indígena, da relação da língua indígena com a do colonizador, que é bem diferente da gente, lá eles usam mais a linguagem local”, comentou o músico, que é professor de inglês em Joinville. O álbum pode ser caracterizado como folk, de folclore. Munido do violão e do computador, o artista produziu tudo sozinho utilizando samples e instrumentos virtuais, um trabalho de pesquisa por sonoridades e curadoria. As canções têm forte carga étnica, não somente latina: na abertura em “100 milhões”, o produtor usa um trecho de música da Armênia, enquanto “Shanidar” traz elementos do assouf, conhecido ritmo do povo Tuaregue (da região do Saara), também chamado de blues do deserto. “Alfabeto” também apresenta batidas eletrônicas, como em “Sussurro do tempo”, e conta com a participação da cantora e compositora Ellen Mirú em “Humana”, tema central do disco, que apesar da pluralidade de referências, soa coeso. Edwin de Paula falou sobre o conceito e a estética de “Alfabeto”... Continue Lendo no Rifferama

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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Ana Be - Sintonia dos Novos Começos (2026)...



A cor azul carrega a serenidade dos recomeços, a profundidade das emoções e a delicadeza de encontrar beleza na vulnerabilidade. Através do tom, Ana Be apresenta Sintonia dos Novos Começos (2026) que transforma o amor em uma narrativa distante das idealizações, preferindo explorar seus caminhos mais honestos, contraditórios e humanos. ana be sintonia de novos começos. Nascida e criada na Zona Leste de São Paulo, a cantora e compositora apresenta um trabalho que enxerga o afeto como um movimento constante. Em vez de buscar respostas definitivas, suas canções acompanham as mudanças de um eu-lírico feminino que descobre, desaprende e reconstrói a própria maneira de amar. O disco entende que a vulnerabilidade não é um desvio, mas uma força capaz de abrir espaço para novas experiências... Continue Lendo no Desalinho Cultural

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Madame Ralph - Inventário (2026)...





Madame Ralph é um projeto autoral do cantor, compositor e músico carioca Ralph Holzmann e traz Luis Calil (Cambriana) na produção musical. O trabalho apresenta 5 faixas autorais, três delas inéditas - “Roda” e “Hilda” já haviam sido lançadas como singles. Neste “Inventário”, Ralph abre uma coleção de memórias díspares na tentativa de articular sentimentos sobre o absurdo da vida e nossas atitudes sobre ela. “O título é assim porque quando decidi gravar, olhei para um histórico longo de composições minhas e elas pareceram justamente como um testamento de todas as minhas fases. E tudo isso é ‘herdado’. São ideias transmitidas pela família ou por linguagens comuns que partilhamos como seres humanos”, ele reflete. Como não poderia deixar de ser, o nome do EP também evoca uma ideia de luto e perda, na tentativa de ilustrar o que permanece após uma ruptura. “Por isso a representação visual da capa com diversos elementos e formas encobrindo um corpo: a composição de nossa existência é heterogênea e produzida a partir de raízes que permanecem encobertas, sobrepostas”, pondera Ralph. Musicalmente falando, “Inventário” é um registro puro da criação do artista, que esteve ativamente envolvido nas composições como um todo: letras, melodias e propostas de timbre. A entrada do produtor Luiz se deu pélo desejo do artista em inovar sonicamente aquelas ideias primeiras, o que acabou se concretizando de maneira fluida...

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