“Que a contradição nos banhe com sua feitiçaria” é o pedido que Linn da Quebrada faz em “amor amor”, a primeira faixa de seu segundo álbum de estúdio, “Trava Línguas”, lançado na última sexta, como você pôde acompanhar aqui na NM. Seguindo isso, a cantora se coloca a cumprir essa solicitação com maestria, brincando com sonoridades, trocadilhos, semântica e dualidades/contradições da vida como se a mesma fosse uma feiticeira. O disco de onze faixas e quase quarenta minutos é por completo uma ode às nuances que governam a exploração de gênero e as experiências de uma mulher trans ou travesti – além de contar com Linn honrando sua cultura como pessoa negra e brasileira. A artista explora muitos ritmos e assuntos, sempre encontrando o fio que une todos estes temas. “Trava Línguas” é diferente de “Pajubá” (2017), seu disco de estreia, mas é claro que a artista por trás dos álbuns é a mesma. Enquanto Linn da Quebrada era dominante, sexual e apertava o pé na garganta da sociedade transfóbica a cada linha em “Pajubá”, a protagonista de “Trava Línguas” não perdeu sua dominância, mas conseguiu se abrir ainda mais – explorando todos os cantos da língua portuguesa e a moldando em seu favor para criar um disco que acima de tudo força o ouvinte a refletir, além de aproveitar... Leia mais no Br Nação da Música
Mostrando postagens com marcador Linn da Quebrada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Linn da Quebrada. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 30 de julho de 2021
Linn da Quebrada - Trava Línguas (2021)...
Download: Trava Línguas (2021).rar
“Que a contradição nos banhe com sua feitiçaria” é o pedido que Linn da Quebrada faz em “amor amor”, a primeira faixa de seu segundo álbum de estúdio, “Trava Línguas”, lançado na última sexta, como você pôde acompanhar aqui na NM. Seguindo isso, a cantora se coloca a cumprir essa solicitação com maestria, brincando com sonoridades, trocadilhos, semântica e dualidades/contradições da vida como se a mesma fosse uma feiticeira. O disco de onze faixas e quase quarenta minutos é por completo uma ode às nuances que governam a exploração de gênero e as experiências de uma mulher trans ou travesti – além de contar com Linn honrando sua cultura como pessoa negra e brasileira. A artista explora muitos ritmos e assuntos, sempre encontrando o fio que une todos estes temas. “Trava Línguas” é diferente de “Pajubá” (2017), seu disco de estreia, mas é claro que a artista por trás dos álbuns é a mesma. Enquanto Linn da Quebrada era dominante, sexual e apertava o pé na garganta da sociedade transfóbica a cada linha em “Pajubá”, a protagonista de “Trava Línguas” não perdeu sua dominância, mas conseguiu se abrir ainda mais – explorando todos os cantos da língua portuguesa e a moldando em seu favor para criar um disco que acima de tudo força o ouvinte a refletir, além de aproveitar... Leia mais no Br Nação da Música
quarta-feira, 6 de maio de 2020
Linn da Quebrada - PAJUBÁ REMIX II (2020)...
Download: PAJUBÁ REMIX II (2020).rar
Três anos depois de lançado, e a estreia de Linn da Quebrada com Pajubá – 10º colocado em nossa lista com Os 50 Melhores Discos Brasileiros de 2017 –, continua rendendo bons frutos. Pouco meses após a primeira coletânea de remixes do álbum, trabalho que contou com a presença de nomes como Cyber Kills, Malka & Subaze, Lechunga Zafiro e Colin Self, a rapper paulistana está de volta com a segunda edição do projeto. São 13 novas versões para alguns das principais músicas presentes na edição original do disco, como Necomancia, Transudo, Bomba Pra Caralho e Coytada. São pouco menos de 60 minutos de duração em que a voz da artista vai das pistas ao experimentalismo eletrônico, proposta que ganha ainda mais destaque na série de colaborações que surgem e desaparecem durante toda a execução da obra... Continue Lendo
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Linn da Quebrada - Pajuba (2017)
Download: Pajubá.zip
"A visibilidade do discurso trans tem ganhado cada vez mais espaço na
esfera nacional, um fato revolucionário, considerando que o Brasil é um
dos países onde há mais casos de homicídio de transexuais. Dessa forma,
cada episódio na história dessa luta tem uma importância indiscutível,
desde as crescentes marchas em vários estados brasileiros e a aparição
da modelo trans brasileira Valentina Sampaio na capa da Vogue Paris, até
a grande visibilidade de artistas como Liniker", continue lendo.
Assinar:
Postagens (Atom)