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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Boi da Macuca - Frevo Macuca (2025)...




Sopro de novidade que ajuda a oxigenar a tradição do frevo, o álbum “Frevo Macuca” - parceria entre o maestro, multi instrumentista e arranjador Henrique Albino com o Boi da Macuca, entidade referência da cultura popular pernambucana - chega em todas as plataformas de música, nesta quinta-feira (11). Lançado pelo Selo Babel, o disco apresenta doze frevos-canções inéditos e reúne diversos artistas que interpretam frevos compostos especialmente para o projeto. Participam Lenine, Juliana Linhares, Jorge Du Peixe, Almério, Siba, Flaira Ferro, Buhr, Isaar, Juba Valença, Zé Manoel, Surama Ramos, Mãe Beth de Oxum, Tiné, Urêa, Jéssica Caitano, Isadora Melo e Silvério Pessoa... Continue Lendo na Folha de Pernambuco

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quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Antonio Adolfo - CARNAVAL - The Songs Were So Beautiful (2025)...





“Desde muito pequeno, me apaixonei pelas canções do carnaval, a maioria com ritmos típicos como marchinhas, marchas-rancho, sambas e frevo. Fui muitas vezes com minha família ver os blocos carnavalescos desfilando nas ruas, ou para os bailes infantis nos clubes durante os anos 50. Acrescente-se à diversão das festas, máscaras, e fantasias, confete e serpentinas. Eu ficava fascinado quando escutava as bandas tocando e o povo cantando aquelas canções lindas” Depoimento do pianista, arranjador e compositor carioca Antonio Adolfo na apresentação do seu novo disco, Carnaval-The Songs Were So Beautiful (AAM), que será lançado dia 7 de julho, nas plataformas, e em CD. O álbum celebra a folia brasileira, com repertório formado por uma seleção dos tempos áureos da música carnavalesca, indo da primeira década do século 20, até os anos 60, quando começou sua decadência... Continue Lendo no Teles Toques

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segunda-feira, 3 de março de 2025

Orquestra de Frevo do Babá - Frevoessência (2025)...




 A Orquestra de Frevo do Babá apresenta seu segundo álbum, FREVOESSÊNCIA, como um manifesto de resistência cultural e celebração do gênero que é a alma do carnaval pernambucano. Produzido de forma totalmente independente, sem o apoio de editais públicos, o trabalho reafirma o compromisso do grupo com a preservação e a renovação do frevo. Inspirado por referências como o clássico CD do Coral Mucambo, de 1982, o álbum resgata a essência e a diversidade da folia pernambucana por meio de hinos icônicos e composições menos conhecidas, interpretadas por artistas que imprimem novas nuances. “Esse álbum é uma forma de mostrar que continuamos produzindo, celebrando e renovando o frevo, mesmo diante de tantos desafios”, afirma Babá, líder da orquestra e um dos nomes mais emblemáticos das ladeiras de Olinda. Para ele, manter o importante ritmo – reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade – vivo é mais do que uma missão artística. “O frevo é nossa identidade, e não podemos deixar que se perca”... Continue Lendo no Site da Revista O Grito!

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sábado, 1 de março de 2025

Orquestra Malassombro - Recife, Início, Meio e Fim (2025)...





A renovação do frevo tão desejada pelos pernambucanos, especialmente seus músicos e fiéis foliões, tem um impulso extra no show de lançamento de Recife, início, meio e fim, da Orquestra Malassombro. O terceiro álbum do grupo faz uma ode ao gênero centenário e é apresentado na íntegra ao público com a participação especial da bailarina e cantora Flaira Ferro, do instrumentista Henrique Albino, da cantora e preparadora vocal Surama, da musicista Laila Campelo e do cantor Karlson Correia. O repertório do show é integrado pela composição que título ao álbum, que tem participação de Claudionor Germano, Paulo da Hora, filho dele, e o Coral Edgard Moraes. A composição assinada por Rafael Marques, Isadora Melo, André Mussalem e José Demóstenes Torres exalta hábitos, locais e costumes recifenses e se tornou pública através de vídeo em estúdio com a presença de Claudionor, personagem incansável na divulgação do frevo aos 92 anos de idade... Continue Lendo na Continente

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terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

Orquestra Frevo do Mundo - Moraes É Frevo (2024)...




 Em 1975, Moraes Moreira subiu no trio elétrico de Dodô e Osmar e cantou. Ali, naquele momento, se iniciava uma revolução. Até então apenas com aparato instrumental, era a primeira vez que alguém cantava num trio. Moraes trouxe “na sua sacola” a verve genuína do frevo, que foi assimilado pelo Carnaval da Bahia e foi estopim para o fenômeno cultural que explodiria anos depois. Moraes, baiano de Ituaçu, notabilizou-se, entre outras coisas, por ser um exímio compositor de frevos, inclusive como uma forma de exaltar seu amor por Pernambuco. Sua incursão pelo gênero também ajudou a romper fronteiras geográficas e geracionais, eletrificando o frevo, com o auxílio da guitarra baiana – invenção de Dodô e Osmar – pelas mãos de Armandinho, dando um novo sotaque para o estilo nascido em Pernambuco e popularizando-o em todo o Brasil. Quarenta e nove anos depois, os frevos de Moraes – falecido em abril de 2020 – continuam ecoando por aí e fervendo a massa carnavalesca. E um recorte glorioso desse repertório ganhou novas versões, no excelente álbum “Moraes é Frevo”, lançado nas plataformas digitais no último dia 19. O disco é um projeto da Orquestra Frevo do Mundo (capitaneada pelo baterista e produtor musical Pupillo), junto com Davi Moraes (músico/guitarrista e filho de Moraes Moreira), reunindo, em 10 faixas, nomes da música contemporânea brasileira como Lenine, Céu, Criolo, Otto, Maria Rita, Moreno Veloso, Luiz Caldas, Uana, Agnes Nunes, interpretando as canções de Moraes... Continue Lendo no site da Folha PE

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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

Orquestra Pé-de-Cachimbo - Vol. I - Carnaval (2024)...




 Orquestra Pé-de-Cachimbo é a união de vários músicos da cena lo-fi/ psicodélica do Recife e região, dentro do guarda chuva do selo lo-fi  Pé-de-Cachimbo Records, criado pelo músico D Mingus. Nessa mini coletânea carnavalescas, vários músicos dessa nova cena lo-fi participam da composição de 5 faixas carnavalescas, que passam pelos tipos de frevo, mas com aquela pegada lo-fi caracteristica. Ficou bem legal a compilação...

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quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Banda Eddie - Carnaval Chanson (2023)...




 O Carnaval 2023 pode ser considerado o mais apoteótico desses últimos tempos. Com razão, já que a pandemia privou os brincantes desse prazer por dois anos. O que restava nesses períodos reclusos era rememorar os fios condutores da festa, o frevo, as marchinhas, reproduzidos nas caixinhas de som, e fazer das próprias casas, a rua, a folia. Ainda que o ritmo dono da celebração de momo parecesse esquentar o espírito carnavalesco, não se tinha certeza de nada em relação ao retorno. Aí que vem 2023, um ano de redenção, aumento na vacinação e vírus controlado. Portas abertas para novas “temporadas” de Carnavais, já que no exato momento que vivemos, tornou-se, novamente, impossível, se imaginar sem esse momento catártico. O frenesi do período é inspirador. Carnaval é como um sentimento, e este último foi sentido com ressalvas de dois anos sem deleite. A alegria da volta, a ressonância dessa energia e a paixão pura pelo universo musical da época estão em Carnaval Chanson (Canção de Carnaval, na tradução literal), novo disco da banda pernambucana Eddie, que chega com os reforços de Karina Bühr e Isaar nos vocais. O trabalho não só saúda a festividade momesca, como celebra a potência do frevo e das canções carnavalescas, que sempre caem bem “fora de época”... Continue Lendo na Revista O Grito!

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Ugo Barra Limpa, D Mingus - Frevos Trevosos (2023)...




Em 14 de fevereiro será lançado o split-EP carnavalesco que traz os frevos "Marcha para Satanás" e "Pareidolias" de Ugo Barra Limpa e D Mingus, respectivamente. As duas faixas foram arranjadas e produzidas por seus autores e contou com a captação, edição, mixagem e masterização de D Mingus, responsável pelo estúdio Pé-de-cachimbo Records, selo indepependente pelo qual sairá o single. Ao contrário do clima ensolarado e festivo pelo qual é conhecida a música carnavalesca, FREVOS TREVOSOS inova ao seguir por um caminho permeado por uma atmosfera mais sombria e com letras fora da temática usual do frevo. Já está disponível para pré-save nas principais plataformas de streaming...

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sábado, 19 de fevereiro de 2022

Orquestra de Frevo do Babá - Traditio Frevo Olinda (2022)...




Depois de mais de 25 anos fazendo a maior festa popular brasileira acontecer, a Orquestra de Frevo do Babá entrega o primeiro disco solo da carreira, ‘Traditio Frevo Olinda’. Registro, composto por 14 faixas, reúne a maioria dos hinos do carnaval olindense, desde os mais clássicos até aqueles que ocupam um “LADO B” da folia, sendo menos conhecidos e entoados pelos quatro cantos da cidade. “A ideia de gravar esse trabalho surgiu em 2014. Na época, por conta do nascimento do meu filho, fui presenteado com um frevo pelo amado Maestro Ivan do Espírito Santo. Intitulada Alegria de Babá, a música integra este álbum. Aquele gesto, tão afetuoso, me despertou para esse sonho que, no comecinho de 2020, passou a caminhar para a realidade, junto com meu amigo Zé Oliveira, produtor e especialista em direitos autorais. Iniciamos juntos, então, toda a pesquisa autoral para saber quem era responsável pela autorização de cada obra. Esse processo foi bem trabalhoso e demorou um pouco mais de um ano até se finalizar e obtermos todas as liberações necessárias. No final de 2021, quando entramos em estúdio, já tínhamos ali o desenho de uma playlist com o melhor do nosso carnaval, dando uma atenção especial para as letras, já que pelas ruas é somente a versão instrumental que se toca e os intérpretes são os foliões”.

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Chinaina - Carnaval da Vingança (2022)...




Carnaval da Vingança é o novo EP do músico, cantor e compositor Chinaina – nome artístico do pernambucano Flávio Augusto Câmara, que até pouco tempo atrás assinava como China –, que já está disponível nas principais plataformas digitais através do selo Pedra Onze. O repertório mescla músicas inéditas e regravações de duas de suas composições mais conhecidas. Carnaval da Vingança é o sexto trabalho solo de Chinaina e combina duas de suas referências seminais: o frevo e o hardcore. O som que irrompe dos alto-falantes catapulta o ouvinte direto para o meio da folia do carnaval pernambucano. A atmosfera festiva é contagiante. Mérito da produção, conduzida com propriedade pelo próprio artista, frequentador assíduo das festas de rua de sua cidade natal, Olinda, e que sempre observou aquele peculiar conjunto de regras e atitudes carnavalescas sob uma ótica moldada desde cedo pelo punk rock... Continue Lendo na coluna do Roger Lerina no Matina Jornalismo

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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Bloco Pula Catraca - Pula Catraca! (2021)...




“Se você paga / Não deveria / Pois o transporte / não é mercadoria!”. Difícil achar quem tenha pulado Carnaval em Belo Horizonte, em 2014, sem esbarrar neste refrão – seja no desfile do Pula Catraca ou em outros blocos de rua e de luta da cidade. Derivação carnavalesca do movimento Tarifa Zero, o bloco construiu, desde seu primeiro cortejo, um repertório de músicas autorais que vão além do consagrado hino que o batiza. Junto a essa e outras marchinhas antitarifárias, estão canções autorais de nomes da cena musical de BH que formam o disco “Pula Catraca”. Evocando a irreverência e a importância das pautas da mobilidade urbana e do acesso à cidade, o álbum, lançado nesta sexta-feira, dia 27 de agosto, com live no YouTube. O encontro virtual acontece às 20h e terá participação de compositores e intérpretes de músicas do álbum, tais como Du Macedo, Jhonatan Melo, Vivian Andrade, Mestre Cascão e Nathalia Duarte, além das bandas Caminantes e Djalma Não Entende de Política. O bloco Pula Catraca surgiu no fim de 2013, como um desdobramento do movimento Tarifa Zero, que emergiu no contexto dos protestos de junho daquele mesmo ano, reunindo ativistas que se interessavam pela pauta da mobilidade urbana. “Nossa ideia inicial era fazer um batuque para fortalecer as movimentações de rua, que eram frequentes naquele ano, quase semanais. Então, decidimos organizar o desfile de 2014 e eu compus a marchinha ‘Pula Catraca’, que virou o hino do bloco”, conta o músico Du Macedo, lembrando que a marchinha ficou com o segundo lugar no Concurso Mestre Jonas de 2014, atrás apenas de “O Baile do Pó Royal”. “Ficamos muito surpresos e satisfeitos com o resultado, que trouxe mais visibilidade e adesão ao movimento. A partir daí, também começamos a ganhar outras músicas autorais, agora reunidas no álbum”, completa. Um dos criadores do Tarifa Zero e do bloco Pula Catraca, Rodolfo Pinhón relembra o contexto político da época. “O reflorescimento do carnaval de BH faz parte do clima politicamente efervescente que já existia na cidade e que foi atravessado pelos protestos de junho de 2013. Não por acaso, muitas pessoas que faziam parte do Tarifa Zero já gostavam e participavam ativamente dos blocos de rua que surgiram desde 2009”, afirma. “A criação do bloco Pula Catraca foi algo muito natural para o movimento, pois, desde seu surgimento, ele já se propunha a fazer política com festa, entendendo que ocupar a cidade é um ato político e que a cidade é também o lugar da festa. Foram feitas chamadas para ensaios abertos em praças públicas e, aos poucos, outras pessoas somaram-se na construção coletiva e o repertório do bloco ganhou uma série de paródias antitarifárias, além das próprias marchinhas autorais”...

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domingo, 14 de fevereiro de 2021

Coletânea Kaosrnavalesca anárquica mista de frevo jovem - O Ano Que Não Teve Carnaval (2021)...




Mesmo em meio ao cancelamento do Carnaval em 2021, devido à pandemia de Covid-19, com a solidão que paira nas ladeiras de Olinda e nas ruas do Recife, o frevo ainda resiste. A coletânea “O Ano que Não Teve Carnaval” celebra o tradicional gênero sob a batuta de Juvenil Silva e chega a todas às plataformas digitais hoje, não coincidentemente comemorado como Dia do Frevo. São 13 faixas de 13 artistas que não seguem necessariamente as diretrizes estabelecidas para o frevo, reunindo canções de “cunho carnavalesco”, entre frevos e “ousadias” a partir do gênero. Entre os autores e intérpretes, uma mistura entre os nomes da nova geração da música independente pernambucana com alguns veteranos da cena manguebeat. Participam de "O Ano que Não Teve Carnaval": Isaar, Publius, Feiticeiro Julião, Juba, Graxa, Manuca Bandini, André Macambira, Ex-Exus, Julio Samico, Marcelo Cavalcante e o próprio Juvenil Silva... Continue Lendo

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