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terça-feira, 8 de julho de 2025

FBC - ASSALTOS E BATIDAS (2025)...




Quando gentilmente FBC nos enviou as guias de Assaltos e Batidas, ainda no ano passado, ao escutar eu pensei com meus botões: De novo? Pois é, desde o seu EP de estreia CAOS em 2014 já são 11 anos de produções fonográficas que não se repetem. Até aqui, foram 6 discos e dois EP, onde o MC – cria das batalhas – mostrou ao cenário nacional uma versatilidade que não se assenta apenas na capacidade de rimar e sim, na inventividade de mundos, de ilhas criativas. O filho bastardo do caos, F.B.C., sabe como poucos no rap nacional organizar esse caos de onde provém socialmente, como um demiurgo profano. Do boombap ao trap, do trap ao drill, do drill ao miami beat, do miami beat ao house/funk, não existe outro artista com essa mesma obra singular no rap nacional, fato. Agora, em Assaltos e Batidas (2025) ele retoma uma sonoridade que no Brasil ficou conhecida através de grupos de São Paulo como Doctor MC”s e RPW, do X-4 Hip-Hop e do Potencial 3. Fruto da união do rap de periferia com um público oriundo em grande parte do skate, o “Bate Cabeça” – como ficou conhecido – marcou época no rap nacional. Estes grupos nacionais se inspiravam em grupos norte americanos como House Of Pain, Cypress Hill, Onyx entre outros. O disco conta com a produção de Coyote Beatz e Pepito, com Nathan Morais no Baixo e Jackson Ganga no sax, e o DJ Cost nas quadradas... Continue Lendo no Oganpazan

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

FBC - Feito A Mão (2024)...




 Feito à Mão. Sim, esse é nome do novo lançamento de FBC. Título que cai como uma luva ao trabalho que apresenta 10 faixas de personalidade, o que já é notável na carreira do rapper há um bom tempo. Depois do estrondoso sucesso de O Amor, o Perdão e a Tecnologia Irão nos Levar para Outro Planeta (que entrou para diversas listas de melhores discos do ano passado) onde flerta com a House Music, o artista mineiro retorna ao que sabe fazer de melhor: Hip Hop. Uma escolha acertada depois de furar a bolha e chegar aos ouvidos de milhares com o álbum anterior. Feito à Mão é chique. Utiliza beats limpos, arranjos de metais, piano e claro, os scratches. E se já não fosse o bastante, ainda conta com participações decisivas como Letrux, Djonga, Coyote Beats, Fernanda Valadares, entre outros. Parcerias que se estabelecem de forma sutil, porém marcantes, em cada música... Continue Lendo no Fringe

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terça-feira, 1 de agosto de 2023

FBC - O AMOR, O PERDÃO E A TECNOLOGIA IRÃO NOS LEVAR PARA OUTRO PLANETA (2023)...




‘’A música é a arte de manifestar os diversos afetos da nossa alma mediante o som.’’ (ELVIS PAZ) Essa frase eu ouvi nas aulas de música, quando frequentava uma Igreja evangélica. Fui poucas vezes e não piso mais lá. Mas o propósito deste texto é falar sobre o novo álbum do FBC, quer dizer, meu objetivo é um texto rápido, não é fazer uma quebra lírica ou qualquer coisa do gênero. Estou escrevendo isso após o almoço, deveria ser apenas um tweet (como Bk conversando com o Sant em ‘Poetas no Topo 1’, não vou falar ‘xeet’), mas acabou se tornando a necessidade de escrever algo com mais caracteres. Enfim, FBC é um cara talentoso, e esse disco demonstra isso muito bem. Em um cenário onde a inteligência artificial ‘’produz música’’, a originalidade de Fabrício é muito necessária. Ele traz um som discotecado, de bailes blacks, mas aborda temas muito atuais. Quase como se buscasse nas raízes de um TD 3000, a resposta para as dores do presente. E não se engane, FBC também fala de amor, mas do amor real, não do virtual, ele valoriza a proximidade... Continue Lendo no Medium do Pedro Afonso

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

FBC & Vhoor - Dias Antes do Baile (2023)...




 Há dois anos, FBC e VHOOR encantaram a cena com um dos álbuns mais quentes de 2021. Com ritmos contagiantes, as faixas viralizando rapidamente, virando até mesmo trend no aplicativo de vídeos curtos, TikTok. O aclamado disco da dupla, intitulado “Baile”, retrata a década de 90, quando os raps e melôs evidenciam o cotidiano dos moradores dos subúrbios, abordando temas como a violência, criminalização, o amor e a dança. Com tanto sucesso, o disco deixou um gostinho de quero mais, e agora a dupla retorna com um novo EP “Dias antes do Baile”. O rapper mineiro já agitava o novo lançamento há algum tempo e recentemente lançou a faixa “Fofoca” para atiçar ainda mais seus fãs. No geral, o novo EP “Dias antes do Baile”, chega com uma refrões que grudam na mente, e versos que lembram a g(old) era do hip-hop, misturando vários estilos em uma composição harmônica. Como mencionado antes, o EP é uma colaboração entre o rapper FBC e o beatmaker/produtor VHOOR, mas contam também com Abbot e Toyu para deixar essa obra o mais incrível possível... Continue Lendo no Portal Rap Mais

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Vhoor & FBC - Baile (Instrumental) (2022)...




 Inspirados pela cultura de rua e a música produzida entre o final dos 1990 e começo dos anos 2000, o rapper FBC se uniu ao produtor VHOOR para dar vida ao excelente Baile – 10º colocado em nossa lista com Os 50 Melhores Discos Brasileiros de 2021. São pouco menos de 30 minutos em que os dois artistas se concentram na produção de um repertório tão nostálgico quanto atual, efeito direto da poesia urbana que destaca as conquistas da população periférica, além de temas como violência e repressão policial... Continue Lendo no Música Instantânea

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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

FBC & Vhoor - Baile (2021)...



Download: Baile (2021).rar

“Se a semana foi mal, se o dia foi ruim, esquece tudo e vem assim na pista do baile”: o refrão de “Quando o DJ Toca”, cantado por FBC com participação da cantora Uana, evoca o baile funk como uma válvula de escape da tensão social. Ao longo de suas 10 faixas, BAILE, o novo álbum da parceria entre o rapper mineiro e o beatmaker VHOOR aprofunda esse olhar e vai compondo um retrato colorido e multifacetado do baile funk como uma complexa organização social, sônica e histórica de resistência — e diversão, sobretudo — do povo negro e das quebradas do Brasil. A partir de uma caprichosa reelaboração das sonoridades oitentistas do Miami Bass, a dupla apresenta um mosaico de personagens, histórias e alegorias que acendem um vasto leque de tópicos, da solteirice à covardia da violência policial. BAILE é um álbum com um arco narrativo definido, como sugere o subtítulo “Uma ópera em Miami”. Acompanhamos o personagem do disco indo ao baile para curtir, mandar o passinho, apaixonar-se e ser trocado por outro, até o trágico desfecho quando o seu bairro é invadido por milicianos. Nesse percurso, as emoções fazem bruscamente dos lamentos de uma separação precoce (“não era amor, eram as suas projeções em mim”, canta suavemente Mariana Cavanellas no refrão de “Não Dá pra Explicar”) aos gritos de revolta e desamparo contra a violência (“a polícia covarde atirou na minha filha”, exclama FBC em “Polícia Covarde”)... Continue Lendo no MonkeyBuzz

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segunda-feira, 22 de março de 2021

FBC & Vhoor - Outro Rolê (2021)...





“Mano, eu sou DV e sempre vou ser” é a afirmação que FBC faz em “Levar a Sério”, segunda faixa do seu mais novo trabalho de estúdio, o EP Outro Rolê (2021). Logo após aparecer para o público nacional acompanhando seus conterrâneos de Belo Horizonte no instinto coletivo DV Tribo, o MC lançou o elogiado S.C.A. (Sexo, Cocaína e Assassinatos) (2018) – seu disco de estreia –, que veio com ostensiva e irreverente campanha de divulgação pela web, capitaneada pelo próprio MC. A sensação agora é de que FBC, como o próprio título do álbum indica, está buscando outro rolê – um mais afastado da internet e que resgata a rispidez característica dos tempos de DV Tribo. Outro Rolê pode ser encarado como prelúdio de União da Força e da Fé, álbum que FBC já vem antecipando nas redes sociais. O conceito, apoiado pela sigla “UFFÉ”, usada muitas vezes como ad-lib, guia o EP e se traduz musicalmente pela impecável produção de VHOOR – permeada por percussões marcantes. A densidade obscura do Drill é responsável por trazer a força, e a fé é transposta a partir da ambivalência dos atabaques, instrumentos tanto de cantigas de candomblé e umbanda quanto de Funk (em especial Atabacada e Tambor 1990, os quais, basicamente, aceleram o ritmo das religiões afro-brasileiras)... Leia a resenha na Monkeybuzz

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terça-feira, 14 de abril de 2020

FBC & Iza Sabino - BEST DUO (2020)...




Os artistas FBC e Iza Sabino resolveram se unir em uma dupla batizada de BEST DUO para o lançamento de um projeto que leva o mesmo nome. Após meses divulgando o aguardado projeto nas redes sociais, o álbum finalmente foi lançado neste final de semana. ‘Best Duo” apresenta 10 músicas e participações de X Sem Peita, Djonga e Paige, além de diversas produções com a assinatura de SMU. Este é o segundo álbum do rapper FBC em menos de 6 meses. Em Novembro do ano passado o rapper, que surgiu das favelas de Belo Horizonte e conquistou sucesso emplacando narrativas sobre sua própria história, lançou o álbum “PADRIM”, aonde ele rima sobre assuntos como racismo estrutural, depressão e outras coisas... VIA
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

FBC - Padrim (2019)...




Tudo bem que não somos trappeiros de marca maior, nem daqueles especialistas no sub gênero musical do tipo que conhece o nome da vó do Young Thug, mas de vez em quando a gente dá uns chutes. Nesse final de 2019 desgracado para o Brasil e grandioso para o rap nacional, preenchido de lançamentos maravilhosos que contrastam com a penúria que é o cenário político e talvez por isso mesmo, enquanto o rame rame de melhor disco do ano não para, cravamos aqui: Padrim (2019), do FBC, é o melhor disco de trap nacional que escutamos.Veja bem, não falamos melhor mixtape, nem melhor EP, falamos em melhor disco e é sobre isso que vamos desxavar abaixo. É preciso que se diga que o Trap nacional tem uma história muito pouco conhecida, fãs de trap são muitos, consumidores e trappeirxs influencers são muitos, mas a história do gênero, suas nuances e pioneiros, as formas como o sub gênero desembarcou no país, as conquistas técnicas? são muito pouco conhecidas. E aquela peça publicitária, pois aquilo não pode ser chamado de documentário, lançada pelo Spotify certamente apenas contribuiu para manter a desinformação e a ignorância... VIA
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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

FBC - S.C.A (2017)...



Download: S.C.A (2017).zip

No último dia 26 de Outubro o rapper FBC liberou seu aguardado álbum “S.C.A.”, o projeto é o segundo disco solo do rapper e segue o disco “C.A.O.S.” lançado há 5 anos. Fabrício FBC ganhou destaque no Duelo de MC’s e começou a despontar no cenário nacional com coletivo DV Tribo e participando de Cyphers, além de ganhar destaque em colaborações, o rapper tem 29 anos e dedicou 15 exclusivamente ao Hip Hop. “Ele (O Hip Hop) chegou até na minha casa por uma fita k7 de “Sobrevivendo no Inferno”, ouvindo ali com meu irmão mais velho uma passagem me chamou atenção, a faixa “Gênesis” quando o Brown fala que tem uma bíblia velha e uma semi automática e está tentando sobreviver no inferno, acho que foi ali que a faixa contradições surgiu” explicou. “Foi ali que o hip hop me chamou, Alguns anos depois alguém me disse que eu era bom no freestyle já que conseguia fazer paródias de maneira muito fácil e natural. Colei no duelo de MC’s e entendi que o hip hop é a cultura e o rap a música feita por um elemento, essas coisas que fazem de você um mc, bboy, DJ ou grafiteiro, que é o entendimento do “fazer parte” acho que esse foi o ponto alto da minha caminhada, entender que o hip hop é foda”... VIA
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

FBC - S.C.A Instrumental (2018)...



Download: S.C.A (2018).zip

No último dia 26 de Outubro o rapper FBC liberou seu aguardado álbum “S.C.A.”, o projeto é o segundo disco solo do rapper e segue o disco “C.A.O.S.” lançado há 5 anos. Fabrício FBC ganhou destaque no Duelo de MC’s e começou a despontar no cenário nacional com coletivo DV Tribo e participando de Cyphers, além de ganhar destaque em colaborações, o rapper tem 29 anos e dedicou 15 exclusivamente ao Hip Hop. “Ele (O Hip Hop) chegou até na minha casa por uma fita k7 de “Sobrevivendo no Inferno”, ouvindo ali com meu irmão mais velho uma passagem me chamou atenção, a faixa “Gênesis” quando o Brown fala que tem uma bíblia velha e uma semi automática e está tentando sobreviver no inferno, acho que foi ali que a faixa contradições surgiu” explicou. “Foi ali que o hip hop me chamou, Alguns anos depois alguém me disse que eu era bom no freestyle já que conseguia fazer paródias de maneira muito fácil e natural. Colei no duelo de MC’s e entendi que o hip hop é a cultura e o rap a música feita por um elemento, essas coisas que fazem de você um mc, bboy, DJ ou grafiteiro, que é o entendimento do “fazer parte” acho que esse foi o ponto alto da minha caminhada, entender que o hip hop é foda”. O artista mineiro trouxe um álbum recheado de referências com músicas que falam sobre ambição, sucesso, celebração, dinheiro, dificuldades, mulheres e Drogas... VIA
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