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quinta-feira, 13 de junho de 2024

Anônimos Anônimos - Xô Criaca (2024)...




 A Anônimos Anônimos, quarteto paulistano da Repetente Records (selo criado por dois músicos do CPM 22, Badauí, Phil Fargnoli), junto ao diretor artístico Rick Lion), acaba de lançar o EP Xô Criaca, o segundo da carreira, com seis músicas que alternam do post hardcore, ao punk e stoner rock. Uma das faixas, Hino da Augusta, ganha clipe com participação do ícone do punk nacional Clemente, da histórica banda Inocentes. Xô Criaca foi gravado em foi gravado em fevereiro deste ano, no estúdio Costella, em São Paulo, com a produção do experiente Alexandre Capilé (Sugar Kane)... Continue Lendo no Disconecta

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quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Anônimos Anônimos - Baita Astral (2022)...




São dois anos de existência, o que significa ser filho da pandemia. Nesse ínterim, o trio paulistano Anônimos Anônimos anuncia ao mercado fonográfico nacional seu produto de estreia. Intitulado Baita Astral, o EP foi produzido a partir de raros momentos de reunião possíveis entre as baixas ondas de proliferação da Covid-19 em 2021. Um suspense inebriante acompanha o ouvinte a partir de um sonar agudo e linear que paira pela introdução. Incertezas, expectativas e dúvidas circulam o ambiente com uma frequência quase desordenada até que, entre os deslizares das cordas, a guitarra produz um riff grave, curto e melancólico que curiosamente captura o ouvinte pelo seu teor introspectivo. Ao fundo, a bateria vem aumentando sua presença e pressão de maneira gradativa até que a melodia atinge seu ponto de ebulição ao exalar uma sonoridade cadenciada, azeda e explosiva. No primeiro refrão, um excesso de pressão proposital, estridente e potente vem do baixo de Roberto Bezerra como um chamado para que o ouvinte se atenha àquilo que Particelli tem a dizer. E em Esse Cara Não Sou Eu, o Anônimos Anônimos avalia o errôneo conceito socialmente empregado à palavra perfeição. Virilidade, força, beleza. A deuzificação do indivíduo. Porém, com sabedoria e consciência, o trio escancara a verdade de que, mesmo aqueles que, nos olhos de muitos, levam uma vida invejável, sofrem de seus próprios demônios negativistas. Mais do que dizer que a perfeição não é sinônimo de felicidade, Esse Cara Não Sou Eu, faixa mais delicada de Baita Astral, desmistifica a ideia de que o sofrimento tem presas preferidas. A depressão posta em protagonismo é uma enfermidade que não escolhe dia, hora nem classe social. Ela chega sem aviso e abraça sempre quem menos a espera. Uma análise social dramática que transpira desespero e angústia... Continue Lendo no site do Diego Pinheiro

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