Primeiro álbum da banda paulistana fala de cansaço, desejo, identidade e vida adulta Quem acompanha o Minuto Indie já esbarrou algumas vezes na Turmallina por aqui e não é por acaso. A banda paulistana vem se firmando como um dos nomes mais interessantes da cena indie brasileira, com guitarras que passam pelo shoegaze e pelo dream pop. Lançado no último dia 21, Enquanto o Mundo Dorme é o primeiro álbum de estúdio do grupo que estávamos bem ansiosos pra conferir. Gravado ao longo de quase dois anos, entre 2024 e 2026, o disco nasceu principalmente nas horas que sobravam depois do expediente, dos deslocamentos e das obrigações da vida adulta. Te identifica? A ideia aparece de forma direta no próprio título. “Fazemos nossa arte enquanto o mundo dorme, pois é o tempo que nos resta fora da rotina de trabalho formal”, explica o guitarrista e compositor Caio Silva. Em vez de romantizar o corre de quem precisa conciliar emprego e criação, o álbum deixa o cansaço aparecer como parte real desse processo, com todo o ônus de levar uma vida se desdobrando entre criação e responsabilidades da vida CLT... Continue Lendo no Minuto Indie
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Turmallina - Enquanto o Mundo Dorme (2026)...
Primeiro álbum da banda paulistana fala de cansaço, desejo, identidade e vida adulta Quem acompanha o Minuto Indie já esbarrou algumas vezes na Turmallina por aqui e não é por acaso. A banda paulistana vem se firmando como um dos nomes mais interessantes da cena indie brasileira, com guitarras que passam pelo shoegaze e pelo dream pop. Lançado no último dia 21, Enquanto o Mundo Dorme é o primeiro álbum de estúdio do grupo que estávamos bem ansiosos pra conferir. Gravado ao longo de quase dois anos, entre 2024 e 2026, o disco nasceu principalmente nas horas que sobravam depois do expediente, dos deslocamentos e das obrigações da vida adulta. Te identifica? A ideia aparece de forma direta no próprio título. “Fazemos nossa arte enquanto o mundo dorme, pois é o tempo que nos resta fora da rotina de trabalho formal”, explica o guitarrista e compositor Caio Silva. Em vez de romantizar o corre de quem precisa conciliar emprego e criação, o álbum deixa o cansaço aparecer como parte real desse processo, com todo o ônus de levar uma vida se desdobrando entre criação e responsabilidades da vida CLT... Continue Lendo no Minuto Indie
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Artur Miranda - Minha Cidade Deixa de Existir (2026)...
É lindo ver como a cena independente brasileira continua revelando artistas que carregam uma identidade tão forte quanto autêntica. Em um momento em que tantas produções parecem seguir a mesma fórmula, encontrar trabalhos que realmente possuem uma personalidade própria é quase um respiro. E foi exatamente isso que aconteceu quando escutamos “Minha cidade deixa de existir”, novo álbum de Artur Miranda. Um disco diferente, sensível e profundamente honesto, onde é possível sentir a força do shoegaze, do indie e do rock alternativo que só o Brasil consegue transformar em algo tão íntimo. Existe uma melancolia muito particular em cada faixa, mas ela nunca pesa. Pelo contrário, ela acolhe... Continue Lendo no Divergentbeats
quarta-feira, 22 de julho de 2026
THIS LONELY CROWD - Eldritch Magnificence (2026)...
O This Lonely Crowd, quinteto paranaense que transita entre o Shoegaze, Post Rock e Metal, construiu sua identidade a partir do encontro entre atmosferas oníricas e paisagens sonoras que desafiam os limites entre delicadeza e peso. Em atividade desde 2009, a banda apresentou seu nono álbum, Eldritch Magnificence, reafirmando uma trajetória marcada pela experimentação e pela busca constante por novos territórios musicais. O disco nasceu a partir de uma reflexão sobre o chamado vale da estranheza, espaço indefinido entre aquilo que percebemos como realidade e aquilo que nossos sentidos são capazes de imaginar. Em Eldritch Magnificence, o impossível deixa de ser apenas uma ideia abstrata e ganha forma através do som... Continue Lendo TMDQA
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Delmore - Tão Logo Cada Poste Se Ilumina (2026)...
Se você ler alguma entrevista do Delmore – projeto capitaneado pelo músico Gabriel Magrisso, mas com várias participações – vai entender que o som que você ouve em Tão logo cada poste se ilumina segue uma lógica em que a gravação é que manda nas músicas. Tudo obedece à lei do improviso, e overdubs vão sendo acrescentados aos poucos. Não são canções no sentido mais estrito do termo “canção”, na real. Por acaso, o nome do projeto é uma homenagem ao escritor Delmore Schwartz (1913-1966), poeta e contista norte-americano que teve Lou Reed como aluno na Universidade de Syracuse. Ouvindo o disco, por sua vez, dá pra ver essa ideia sendo levada ao extremo: o Delmore é influenciado por uma gama de bandas que inclui de Mazzy Star a Cocteau Twins, pode ser definido até como dream pop, mas está mais para um pesadelo violento do pop. Tão logo cada poste se ilumina é uma visão louca, assustadora e despersonalizadora dos pensamentos que voam na mente de noite – e dá sustos como os discos do Suicide ou de Nico... Continue Lendo no Pop Fantasma
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Morro Fuji - Ainda nem doeu (2026)...
Download: Ainda nem doeu (2026).rar
Álbum do quinteto do ABC Paulista mistura indie rock, shoegaze e música brasileira, com participações de nomes ligados ao Bixiga 70 e Cidade Dormitório Já chegou às plataformas digitais o disco Ainda nem doeu, primeiro álbum da banda do ABC Paulista, Morro Fuji. Com 11 faixas, o disco consolida o som que o grupo chama de “MPBaze”, uma mistura de música brasileira, indie rock, shoegaze, ruído e melancolia urbana. Com produção de Lucas Rocha, da Cidade Dormitório, e arranjos de sopro de Daniel Gralha, do Bixiga 70, em faixas como “Eu do Futuro”, “Asa de Cera” e “Sobre o Tempo e Essas Coisas”, o disco mistura uma sonoridade de registros ao vivo, depois trabalhados com overdubs, mantendo a energia de banda sem perder a construção de camadas. Destaques para “Memorável”, “Asa de Cera” e “Brisa”... Continue Lendo no Minuto Indie
quarta-feira, 13 de maio de 2026
quedalivre – seres urbanos (2026)...
terça-feira, 28 de abril de 2026
Separable - Brincando de Deus (2026)...
"Brincando de Deus" é o segundo EP da one-man band Separable trazendo em seu título uma homenagem a banda baiana que carrega o mesmo nome, a Brincando de Deus, que marcou a cena do rock alternativo brasileiro underground. São 5 intensas faixas que carregam uma atmosfera densa cheia de influências como Jesu, Pavement, Slowdive e MBV. Uma sonoridade que mistura passado noventista com um toque autoral moderno e destemido. Foi inteiramente produzido pelo membro único Thiago Bittencourt em seu homestudio em Lavras, Minas Gerais durante todo 2025...
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
O Fauno - Em Outro Lugar (2026)...
"Em Outro Lugar" (2026) é o sexto álbum/EP do projeto musical paraense O Fauno, e assim como seus antecessores, foi totalmente gravado e produzido de forma experimental e amadora, uma das características mais marcantes da banda. Com duração total de 30 minutos e contendo 7 faixas, o trabalho passeia pela sonoridade do shoegaze como na faixa-título, Em Outro Lugar; do lo-fi como em Hazel e Alone Since `89 (Faixas resgatadas de 2020 que originalmente eram B-sides) e o indie como em 110V e A Todos os Meus Amigos. A proposta do EP foi se aprofundar ainda mais em uma atmosfera intimista e introspectiva, abordando temas como sonhos a serem alcançados, ansiedade, relacionamentos e amizades, sem deixar de ter um toque mais pesado e contestador na faixa Acordar, Exaurir, Repetir. A faixa Sonhos conta com a participação especial de Tamires Nobre nos vocais...
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Piadademalgosto - Terceiro Ato (2025)...
Me chamo Felipe sou natural de João Pessoa PB, atualmente morando em Recife, galera me conhece mais como Jack Tyler e tenho meu projeto solo que é o Piadademalgosto. Sou ex-guitarra da Emerald Hill (2018-2022), tenho um duo com a cantora Sofia Molas (Molas de Malgosto). O Terceiro Ato, que foi lançado (21/11/25) em todos os streams e download gratuito, é o terceiro lançamento com um conceito fechado da minha carreira como Piadademalgosto. É o encerramento de uma etapa criativa desse projeto, um dos motivos de se chamar Terceiro Ato é justamente esse. Geralmente é no terceiro ato que a resolução narrativa tem que ocorrer, o momento mais intenso e catártico que se espera de uma história, e os personagens são todos sugados pra um novo futuro de possibilidades, que nós só podemos imaginar acreditando nas informações mostradas, pois toda historia como tudo tem um fim...
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Echo Upstairs - nossas sombras serão águas (2026)...
2025 foi uma montanha-russa para Ana Zumpano, a força-motriz na Echo Upstairs e mais uma meia-dezena de bandas da cena paulistana. O ano passado teve lançamento do álbum de estreia da Echo Upstairs, álbum da Antiprisma, turnê com Retrato e culminou com a primeira turnê na Europa da Ana, acompanhando o Oruã. Depois de vários loopings e velocidades vertiginosas, a volta ao Brasil no final de 2025 veio com um diagnóstico de câncer e a parada brusca para tratamento. Foi com enorme alegria e esperança que Ana mandou mensagem no final de 2025 avisando sobre “nossas sombras serão águas“, novo EP da Echo Upstairs, que está sendo lançado dia 26 de janeiro de 2026. Com 8 faixas, a maioria instrumental, o novo ep é mais um espaço de expressão para Ana, que vem falando abertamente sobre o tratamento no seu Instagram. “Percebi que esse assunto é abordado de uma forma muito ruim sempre, com poucas informações relevantes. Quem passa pelo tratamento fica muito traumatizado para falar e quem fala sem ter passado pelo tratamento nunca vai ter a dimensão do que é“, explica Ana... Continue Lendo no Site da Midsummer Madness
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
afterhourless - No Friends at Dusk (2025)...
Sabe aquele som indie de guitarras, meio ensimesmado, vocal enterrado na mixagem, algumas eventuais explosões? Mesmo que sua resposta seja “sei”, as referências serão bem diferentes dependendo da sua idade. Os mais veteranos vão pensar no My Bloody Valentine e seus filhotes, os mais jovens vão pensar nesse revival shoegaze… e é com ambos que o aferhourless quer falar. Projeto de um homem só do multiinstrumentista curitibano Rafael Panke, o afterhourless lança agora seu EP de estreia, “No Friends at Dusk” (2025), em meio a muitas “retomadas” do seu criador. Também integrante do ruído/mm, um dos maiores nomes do post-rock brasileiro, Panke retornou aos palcos com sua banda depois de um hiato de quase sete anos, se enfurnou no estúdio caseiro para registrar todos os instrumentos, e ainda assumiu a frente do selo Spleen Teen, que articulou um lançamento conjunto do EP na Inglaterra com o selo local Shore Dive Records, vinil incluído... Continue Lendo no Scream Yell
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
Asterisma - Honra Entre Os Novos Ladrões (2025)...
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
BlackBuzz - Vs. A Implacável Razão Sinal-Ruído (2025)...
A BlackBuzz é uma banda de Shoegaze/Noise localizada na cidade de Petrolina no interior de Pernambuco, formada no final de 2024 por Aiza (baixo e vocais), Iago Coimbra (guitarra, sintetizador e vocais), JP (bateria e vocais), contando também com Caio Zuffo na produção audiovisual. A banda tem como objetivo alcançar sonoridades do shoegaze e do noise-rock a partir dos próprios recursos e referências, além da produção de um projeto visual que busca acrescentar à estética do grupo. A banda acaba de lançar o seu primeiro EP intitulado de “Vs. a Implacável Razão Sinal-Ruído” que vem sendo produzido desde o início do ano de 2025, com 5 faixas que vão desde temas mais simples e humorísticos até abordagens existenciais mais complexas. Todas as faixas foram compostas, produzidas e gravadas 100% em home-studio, sendo derivadas de ideias de cada um dos integrantes relacionadas a temas do cotidiano, com influências variadas...
terça-feira, 18 de novembro de 2025
DRVA - Término EP (2025)...
No Recife, cidade que pulsa entre ruas históricas, prédios modernos e esquinas muitas vezes esquecidas, surge a DRVA, banda formada em 2023 por Guilherme Barbosa, Gabriel Veloso e Minino Johnny. Em apenas dois anos de existência, o trio construiu um universo sonoro próprio, que traduz a complexidade e os contrastes da capital pernambucana. Com o lançamento de seu primeiro EP, “Término”, o grupo entrega um trabalho compacto em número de faixas, denso em texturas, camadas sonoras e narrativa. É assim que os artistas exploram desde o peso intenso do Post-Rock até a sutileza melancólica do shoegaze e do jazz experimental. Cada acorde e letra parece capturar tanto a energia caótica da cidade quanto os momentos de introspecção de seus moradores, fazendo do EP um retrato sensível e crítico do Recife contemporâneo... Continue Lendo no Manguetown Revista
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Babycarpets - Different Lifetime (2025)...
O Babycarpets vem do Maranhão, é liderado pelo compositor, guitarrista e cantor Lucas Ferreira, e se dedica ao que chama de indiepopshoegaze. Different lifetime, segundo álbum do grupo, é repleto, na verdade, de momentos em que o despojamento do guitar rock dos anos 1990 encontra a melancolia do grunge (Candy, Drop dead, as boas guitarras de Ego death e Doom folks) e a vibe solar do power pop (Zombie, Lost in a dream, Below the surface). O resultado coloca o Babycarpets na fileira dos herdeiros de bandas como Teenage Fanclub e Velocity Girl, mas também torna a banda interessante para fãs de Nirvana e Soundgarden. Entre as outras novidades de Different lifetime, Mother says une climas viajantes e intensos herdados de bandas como My Bloody Valentine a guitarras com cara blues. Já The hedgehog’s dilemma é um punk rock ágil que abre em clima de bossa nova – num dedilhado que toma conta da faixa toda, disfarçado. Estreia bacana e versátil... Continue Lendo no Pop Fantasma
sábado, 11 de outubro de 2025
Sagrados Anônimos - Figuras Letárgicas (2025)...
segunda-feira, 6 de outubro de 2025
lento, distante - Tecendo Ficções (2025)...
Download: Tecendo Ficções (2025).rar
“Só sou solidão”, confessa a vocalista Sandy Iketani logo nos primeiros minutos de Tecendo Ficções (2025, Independente). Estreia do grupo paraense Lento, Distante, o álbum de nove composições avança em uma medida particular de tempo, por vezes arrastada e sem pressa, mas fascinante em cada mínimo fragmento poético e instrumental do trabalho. Um delicado jogo de sensações que lentamente se conecta ao ouvinte. Próximo e ao mesmo tempo distante de outros nomes recentes da cena brasileira, Tecendo Ficções deixa de lado as texturas e ambientações ruidosas de artistas como terraplana e Adorável Clichê para destacar a suavidade dos arranjos, melodias e o uso das vozes. É como uma interpretação ainda mais polida e serena do dream pop/shoegaze, direcionamento que valoriza a construção dos versos do início ao fim do trabalho... Continue Lendo no Música Instantânea
sexta-feira, 8 de agosto de 2025
Marrakesh - Marrakesh (2025)...
A Marrakesh lança nesta sexta-feira seu aguardado terceiro álbum de estúdio — Marrakesh — pela Balaclava Records. O disco marca uma nova fase da banda curitibana e chega junto ao lançamento da live “Levi’s Apresenta: Marrakesh”, que traz a performance da faixa de trabalho “Quem Sabe”. Gravada na Macro Bar e Pista, em Curitiba, a produtora responsável pela live é a Gopnik, que conta com direção de Gustavo Baez, produção de Francisco Faganello e edição de Eduardo Chagas, com apoio da Levi's, Balaclava Records e Macro Bar e Pista... Continue Lendo no Site da Radio Rock
sexta-feira, 1 de agosto de 2025
Lupe de Lupe - Amor (2025)...
Se em Um Tijolo Com Seu Nome (2023) a Lupe de Lupe metralhava o ouvinte com uma sequência de faixas curtas, com Amor (2025, Balaclava Records / Geração Perdida), o grupo formado por Vitor Brauer, Renan Benini, Gustavo Scholz e Jonathan Tadeu segue o caminho oposto. São apenas quatro canções, porém todas extensas, com mais de nove minutos cada, e tematicamente centradas no sentimento que dá nome ao disco. Inaugurado pela avassaladora Vermelho (Seus Olhos Brilhando Violentamente Sob os Meus), o trabalho diz a que veio logo nos momentos iniciais. São pouco mais de dez minutos em que Tadeu, autor e vocalista da composição, discorre sobre o fim de um relacionamento intenso e repleto de memórias afetivas. São versos sempre expositivos, quase documentais, que culminam na constatação melancólica de que, com o tempo, o esquecimento será inevitável. “Um dia aleatório a gente vai acordar e perceber / Que já não lembra mais um do outro”, repete em meio a coros de vozes e guitarras carregadas de efeitos, altamente ruidosas e sujas... Continue Lendo no Música Instantânea
sexta-feira, 4 de julho de 2025
A Terra Vai se Tornar um Planeta Inabitável - Ident II dades (2025)...
Novo EP do projeto de música experimental e brasileira A Terra Vai se Tornar um Planeta Inabitável, formado por João Zablonski, Guilherme Oliveira, Felipe Amaral e Carlos Eduardo que de longe conseguem transmitir a energia e o ruído que habitam dentro dos mesmos com suas músicas melancólicas, com temas de fim de mundo, relacionamento e despedidas, com uma produção musical básica o projeto segue lançando seus díscos de longe e prezando a qualidade e nível musical de suas faixas, expressões de sentimentos são bem característicos em suas melodias transmitindo o sentimento que habita dentro da faixa ao ouvinte. enfim a terra vai se tornar um planeta inabitável...