"Madrugada" traz em sua essência os mais de 40 anos da trajetória artística do contrabaixista e compositor Felix Baigon, que iniciou sua carreira dominando o instrumento de forma autodidata e, depois, passou a tocar com os amigos em bares, boates e festivais universitários. A primeira faixa, Galope, começa como nasceram algumas de suas composições, dedilhada no violão até a entrada do contrabaixo e a união dos demais instrumentos. Ao longo do álbum, suas experiências musicais vão sendo apresentadas. São as temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, os vários reencontros com Maceió, sua terra natal, a liberdade para improvisar. As composições, que vieram inclusive de partituras escritas à mão e que foram lapidadas com o passar dos anos, ganham corpo quando Felix Baigon se encontra com Everaldo Borges (saxofone), Ricardo Lopes (guitarra), Juliano Gomes (piano) e Ítalo Vinícius (bateria) As diferentes referências, obtidas ao dividir os palcos com renomados artistas nacionais e produzindo trabalhos de cantores alagoanos, também estão presentes. Suas músicas dialogam com samba, bossa nova, jazz e baião. Nas nove faixas, o contrabaixo varia entre um condutor rítmico e um solista sutil que costura as melodias. Segue a linha do que Felix Baigon sempre fez ao longo de sua carreira: deixa a música ser construída em camadas, com o diálogo de todos os instrumentos, como em uma grande jam session...
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sábado, 6 de maio de 2023
Felix Baigon - Madrugada (2022)...
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"Madrugada" traz em sua essência os mais de 40 anos da trajetória artística do contrabaixista e compositor Felix Baigon, que iniciou sua carreira dominando o instrumento de forma autodidata e, depois, passou a tocar com os amigos em bares, boates e festivais universitários. A primeira faixa, Galope, começa como nasceram algumas de suas composições, dedilhada no violão até a entrada do contrabaixo e a união dos demais instrumentos. Ao longo do álbum, suas experiências musicais vão sendo apresentadas. São as temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, os vários reencontros com Maceió, sua terra natal, a liberdade para improvisar. As composições, que vieram inclusive de partituras escritas à mão e que foram lapidadas com o passar dos anos, ganham corpo quando Felix Baigon se encontra com Everaldo Borges (saxofone), Ricardo Lopes (guitarra), Juliano Gomes (piano) e Ítalo Vinícius (bateria) As diferentes referências, obtidas ao dividir os palcos com renomados artistas nacionais e produzindo trabalhos de cantores alagoanos, também estão presentes. Suas músicas dialogam com samba, bossa nova, jazz e baião. Nas nove faixas, o contrabaixo varia entre um condutor rítmico e um solista sutil que costura as melodias. Segue a linha do que Felix Baigon sempre fez ao longo de sua carreira: deixa a música ser construída em camadas, com o diálogo de todos os instrumentos, como em uma grande jam session...
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