Após audição na Casa Mosaico, o músico, escritor e geógrafo Luann Ribeiro oficializa a chegada de seu primeiro EP solo, “Estufa dos Sonhos”, ao ambiente digital. Com uma trajetória de mais de uma década na cena cultural pernambucana, o artista apresenta uma obra que funde maturidade poética, pesquisa de território e uma sonoridade que transita entre o contemporâneo e o atemporal. O EP é o resultado de uma imersão artística viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Estado de Pernambuco e do Ministério da Cultura. Conhecido por ser membro fundador da Orquestra Vitoriense de Música Experimental (OVME) e da banda Filhos da Invenção, Luann utiliza este trabalho para consolidar sua voz individual, trazendo à tona o conceito de geopoética, onde a ciência geográfica de sua formação e a sensibilidade do compositor se encontram... Continue Lendo no Cultura PE
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Luann Ribeiro - Estufa dos Sonhos (2026)...
Após audição na Casa Mosaico, o músico, escritor e geógrafo Luann Ribeiro oficializa a chegada de seu primeiro EP solo, “Estufa dos Sonhos”, ao ambiente digital. Com uma trajetória de mais de uma década na cena cultural pernambucana, o artista apresenta uma obra que funde maturidade poética, pesquisa de território e uma sonoridade que transita entre o contemporâneo e o atemporal. O EP é o resultado de uma imersão artística viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Estado de Pernambuco e do Ministério da Cultura. Conhecido por ser membro fundador da Orquestra Vitoriense de Música Experimental (OVME) e da banda Filhos da Invenção, Luann utiliza este trabalho para consolidar sua voz individual, trazendo à tona o conceito de geopoética, onde a ciência geográfica de sua formação e a sensibilidade do compositor se encontram... Continue Lendo no Cultura PE
sábado, 20 de dezembro de 2025
Nailson Vieira - Sou Estou (2025)...
Nailson Vieira teve sua persona artística forjada por Mestres e Mestras da Cultura Popular. Natural de Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, desde a infância, o cantor e compositor de 24 anos, carrega na memória e no corpo a vivência como brincante do Maracatu de Baque Solto, atuando como produtor cultural, trombonista e presidente de agremiação Estrela Brilhante de Nazaré da Mata. “É como eu costumo dizer: tem quem me veja e diga que já viu o Maracatu brincando (risos). O Maracatu de Baque Solto é a minha primeira escola e, depois, veio o Bloco Rural.”, conta o artista. No último mês de outubro, Nailson lançou seu primeiro álbum da carreira: Sou, Estou, disponível em todas plataformas streamings de música. Com 11 faixas autorais, o pernambucano honra as raízes na cultura popular ao mesmo tempo em que agrega notas sonoras de outros manifestações musicais, como o Brega romântico e até o Brega Funk, para alcançar ouvidos atentos... Continue Lendo no Afoitas
quinta-feira, 9 de outubro de 2025
Siba - Máquina de Fazer Festa (2025)...
Os Melhores Dias da Minha Vida, frevo canção de Capiba, lançado, em 1951, por Carlos Galhardo, é uma das faixas do álbum Máquina de Fazer Festa (Três Selos), de Siba Veloso, que já circula nas plataformas digitais. O repertório reúne singles carnavalescos mais músicas que nunca tinham saído em vinil, total de doze faixas. O disco surgiu de um convite feito, em maio de 2025, pelo produtor João Noronha. Um álbum basicamente carnavalesco por sete das faixas vêm de singles que Siba gravou para animar a folia. Além do citado frevo de Capiba, ele incluiu Fazendo o Ar Derreter (2021), A Turma Tá Subindo (2022), Contente Igual Um Pintinho (2023), Vodivez (2024), Vaivem (2024) e Máquina de Fazer Festa (2025). Siba também traz canções de discos anteriores, tais como A Bagaceira, Canoa Furada, ou Vale do Jucá... Continue Lendo no TelesToques
sexta-feira, 3 de outubro de 2025
Jaguaribe Carne - Isabel, 7 Cirandas Negras e Um Apito (2025)...
Isabel 7 Cirandas Negras e Um Apito, um disco de inéditas do grupo Jaguaribe Carne (o anterior é de 2003). A banda é uma lenda da música paraibana, em particular, e da música brasileira, em geral. Fundada em 1974, em João Pessoa, pelos irmãos Pedro Osmar e Paulo Ró, a Jaguaribe Carne já teve em suas hostes Chico César, Totonho, Jarbas Mariz, e Escurinho, um pernambucano, de Serra Talhada, que se tornou uma instituição da música da Paraíba Entre o regional e o experimental, incursionando por outros ramos da cultura, a música do JC traz sempre a marca da imprevisibilidade, e inquietude. Lançado nesse sábado, 27 de setembro, o álbum traz oito faixas, todas assinadas por Osmar e Ró, em cima de poemas do primeiro, escritas depois do falecimento de dona Isabel, mãe da dupla, com melodias de Paulo Ró, uma das faixas tem parceria de Totonho e Os Cabra... Continue Lendo no Teles Toques
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
Batucada Tamarindo - Olóri-Agbáyé (2025)...
Com produção musical de Rodrigo Caçapa e distribuição pelo selo Fervo, Olóri-Agbáyé é o primeiro álbum totalmente autoral da Batucada Tamarindo. Uma obra que traduz a identidade afro-brasileira do grupo por meio de tambores ancestrais, baixos pulsantes, sopros essenciais e texturas eletrônicas. O disco marca uma nova fase do coletivo, com apoio do programa Rumos Itaú Cultural – uma das principais iniciativas de fomento à cultura no Brasil – e reflete uma criação guiada pela escuta, pelo afeto e pela coletividade. Gravado no Estúdio Tamarineira o álbum sintetiza a potência compartilhada entre tradição e invenção. O título, uma expressão iorubá que pode ser traduzida como “cabeças universo”, carrega o espírito do trabalho: música como pensamento, conexão e celebração... Continue Lendo na Revista O Grito!
segunda-feira, 19 de maio de 2025
Zeca do Rolete - Zeca do Rolete (2011)...
Soube do encantamento do Mestre Zeca do Rolete, de Olinda. Percebi que nunca tinha postado o único álbum dele que conheço por aqui e como não existia o álbum na internet, upei também em full no nosso canal no Youtube (em ouça). Tive acesso a esse álbum na época da Revista Mi, algum dos produtores na época fez chegar na gente e lembro de ouvir bastante e que minha ideia era entrevistar ele para Mi04, que nunca foi lançada. Um artista riquíssimo, que só lançou seu primeiro álbum já com mais de 50 anos de carreira. Além das faixas do álbum, no arquivo tem todo o encarte e um doc com a ficha técnica completa. Fica nosso sentimento aos familiares e nossa homenagem por aqui...
José Galdino dos Santos, o Zeca do Rolete, tem mais de meio século de dedicação ao coco, porém só gravou o primeiro CD em 2011. Ganhou o nome artístico vendendo roletes de cana (cana-de-açúcar cortada em rodelas, espetadas em palitos) na porta de escolas de Olinda/PE, onde nasceu.
Além de cantar e compor cocos, arte aprendida com seu pai e avô, coleciona e conserta rádios antigos. Na década de 1980, fixou residência no bairro do Janga, na cidade do Paulista/PE. É griô de tradição oral do Ponto de Cultura Coco de Umbigada e se apresenta com frequência nas sambadas da Região Metropolitana do Recife. Em 2013, realizou shows em Portugal e na Espanha.
Formação: Zeca do Rolete (voz), Silvania Maria e Karol Serafim (vocal e abê), Kátia Galdino (vocal e mineiro), Galdino dos Santos (alfaia) e Silvano dos Santos (conga)
quinta-feira, 27 de março de 2025
Sérgio Pererê - Samba de Preto Velho (2024)...
São 12 músicas que passeiam por diversos subgêneros do samba, em diálogo com influências afro-brasileiras como o maracatu, o jongo e a umbanda; show de estreia acontece na virada do ano, no dia 31, na Praça Alto Glória, às 21h, com abertura da roda de samba da cantora e compositora Fran Januário Um dos principais representantes da música afro-mineira, o cantor, compositor e multi instrumentista Sérgio Pererê transita por universos infinitos quando o assunto é música: do dos tambores de matriz africana às flautas; do Carnaval ao cancioneiro apaixonado. Com quase 30 anos de carreira, e uma bagagem fonográfica invejável, Pererê se dedica agora pela primeira vez ao gênero musical que reflete a alma do brasileiro, como ele mesmo define o disco “Samba de Preto Velho”... Continue Lendo no Cenário Minas
segunda-feira, 24 de março de 2025
Karimme - Karibé (2024)...
Falar sobre Karibé é falar sobre um resgate. Um resgate da palavra, da memória, da vontade e da voz. De várias vozes que alimentam. O projeto idealizado pela artista-pesquisadora paraense Karimme Silva - que compôs e fez a direção criativa do trabalho - soa como um alimento sonoro. A frase que abre o EP, SUMO DE RAIZ, concentra toda uma história que precisava ser contada - cantada. KARIBÉ (que vem do Caribé, um caldo de farinha muito consumido no Norte como alimento de cura) é a força sonora pros corpos arreados, mufinos, doentes, cansados, tristes. É também o apelido de infância da artista. Como quem prepara uma receita, o EP de estreia buscou os ingredientes de um alimento sonoro que come (e bebe) das fontes/temperos sonoros da ponte Norte-Nordeste - fervendo do lundu ao maracatu - ambas as Regiões consideradas como RAIZ CULTURAL BRASILEIRA, em manifestações, memória e história. Depois de vários meses levantando fervura, esse caldo engrossou e o sumo de raiz aprontou.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2024
Coco de Fulô - O Coco Rural (2024)...
O grupo Coco de Fulô lança seu primeiro EP, “Coco de Fulô: O Coco Rural”, com cinco faixas e seu primeiro videoclipe. As músicas “Cana de Santa Fé”, “O Trem”, “Canoeiro”, “Cadê Mariquinha?” e “Cana Adubada” formam a essência do projeto, que celebra a alegria do coco rural com uma sonoridade única e inovadora, misturando raízes tradicionais com uma estética distorcida. Trabalho original e envolvente que merece ser escutado em todo o Brasil. Coco de Fulô mantém viva a tradição da Mata Norte de Pernambuco. Expressa a cultura do trabalhador do campo e dos canaviais da região inspirado no cenário rural. O grupo traz a musicalidade dos terreiros e engenhos de cana-de-açúcar, onde a ancestralidade se revela nos ritmos e poesias da cultura canavieira.... Continue Lendo no Cultura PE
segunda-feira, 29 de abril de 2024
Guarda São Jorge - Guarda São Jorge de Nossa Senhora do Rosário (2024)...
terça-feira, 20 de fevereiro de 2024
Mano Unica - Nascentes (2024)...
Download: Nascentes (2024).rar
Mano Unica divulga seu primeiro disco autoral, intitulado “Nascentes”: um projeto coletivo, produzido pelos próprios membros da banda, que explora as diversas facetas dos ritmos latino-americanos, mergulhando em maracatu, candombe, coco, chacarera, zamba, vidala, cumbia, ijexá, e muito mais. As composições do álbum, todas originais, representam uma fusão audaciosa da música contemporânea com as raízes da cultura popular, resultando em canções ricas em profundidade, camadas e formas de conexão. “Nascentes” é uma obra que reflete o aspecto coletivo do grupo, com cada membro contribuindo não apenas na execução, mas também na produção musical. Cada integrante, por sua vez, tem pelo menos uma música autoral gravada, seja em parceria com outros membros ou solo. Pedro Rodrigues, percussionista e fundador da Mano Unica, compartilha: “Para nós, o Brasil deve ser entendido como parte integrante do que se convencionou chamar de América Latina. É central que deixemos de pensar o nosso cenário nacional como algo apartado e que dialogue pouco com o restante dos países que fazem parte de nosso continente.”... Continue Lendo no InterD
quinta-feira, 11 de janeiro de 2024
GRIYÖ - Afropenobeat (2024)...
Após anos de ideias e formatações de banda, o GRIYÖ, na ativa desde 2008, encontra e agarra uma estética como carro-chefe da sua performance. A proposta parte da ideia de alinhar ritmos de matriz africana locais à sonoridade mundial do afrobeat. É partindo da filosofia dos antigos “griôs”, anciãos detentores do conhecimento cultural, que Felipe Nascimento (Felipe Griyö), idealizador e vocalista da banda, constrói a temática poética do EP. “A musicalidade dos griôs não é apenas uma expressão artística, mas um elo profundo que une a história, a moralidade e a beleza da cultura africana em uma harmonia inesquecível.” afirma Felipe. O projeto GRIYÖ compreende que a musicalidade é uma expressão única e poderosa que tem o poder de ressignificar a cultura e a identidade. A banda recifense incorpora essa profundidade em sua proposta sonora, trazendo o rico universo percussivo de matriz africana e a energia contagiante da groove do soul. Ao mesclar esses elementos com os ritmos pernambucanos tradicionais, como o maracatu e coco, a banda cria um conceito contemporâneo autointitulado “Afropenobeat”, que busca transcender fronteiras e conectar pessoas por meio do som. Toda a ideia pôde se tornar palpável a partir do encontro de Felipe com o produtor musical recifense Manoel Malaquias (O Quartinho, MÀÀLÁÁ), que a partir da sua pesquisa em torno da musicalidade afrobeat e experiência dentro do universo percussivo, abraçou a proposta e colaborou na construção e produção musical das 04 faixas. Manoel também gravou as baterias, percussões, mixou e masterizou o EP, o qual também contou com o talento de grandes músicos locais...
quinta-feira, 21 de dezembro de 2023
Maciel Salú - Ogum (2023)...
segunda-feira, 11 de setembro de 2023
LIMAO THE SOUND - Tropikaldelia (2023)...
LIMAO THE SOUND, projeto idealizado pelo talentoso artista Yuri Limao de Maceió, Alagoas, finalmente lançou seu aguardado disco "TROPIKALDELIA" no dia 1º de setembro. O álbum traz consigo 14 faixas que o dividem em 3 atos/capítulos, cada um explorando diferentes estilos musicais e resgatando a autenticidade alagoana. No primeiro ato, o disco presta homenagem ao icônico movimento do mangue beat, mergulhando nas raízes musicais da região e expressando toda a energia característica desse estilo singular. Em seguida, o segundo ato se entrega a uma fusão de sons, trazendo elementos da dance music, boogie, funky e disco, resultando em uma experiência dançante e cativante para os ouvintes. No terceiro ato, LIMAO THE SOUND mergulha nas profundezas do hiphop, soul e R&B, revelando uma abordagem mais reflexiva e emocional, em que as letras abordam sentimentos do dia a dia, revolta, amor, alegria, festa e prazer. Além disso, o álbum conta com participações especiais de três talentosos artistas da cena local: HUNÁ, Matheus Nascimento e Louis, enriquecendo ainda mais as experiências musicais e criando um panorama artístico genuíno de Alagoas. A jornada de "TROPIKALDELIA" não se limita ao áudio, mas também se estende ao visual. Parte das gravações aconteceram no sertão de Alagoas, na ilha do Ferro, proporcionando um cenário autêntico e inspirador que adiciona profundidade e significado ao projeto. Essa conexão com as raízes e ancestralidade perdida é o cerne da busca de Yuri Limao como artista, e o resultado é uma experiência única e comovente...
segunda-feira, 14 de agosto de 2023
Silvia Gomes - Canto Pra Recomeçar (2023)...
Nascida em Itabirito, criada em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto(MG), Silvia Gomes vem trilhando os seus caminhos artísticos há mais de 25 anos por terras mineiras. A força pulsante do samba de Minas Gerais, vivido pela artista nas cidades de Ouro Preto e Belo Horizonte, dá sustentação ao seu primeiro álbum solo, intitulado “Canto pra Recomeçar”. Com 11 faixas, as músicas do álbum trazem sonoridades e estéticas do “samba da roça”, como destaca a cantora Silvia Gomes. "É um samba visitado por intenções plurais como o congado, o afoxé, o moçambique, o maracatu e o jongo. Canto pra Recomeçar tem a proposta de enaltecer a ancestralidade tão presente no cancioneiro mineiro e brasileiro", afirma a artista... Continue Lendo no Jornal Voz Ativa
segunda-feira, 13 de março de 2023
Afoxé Omô Nilê Ogunjá - Odara (2013)...
O Afoxé Omô Nilê Ogunjá é um grupo cultural e artístico, fundado em 4 de outubro de 2004, na comunidade do Ibura, em Recife, onde está plantado o axé. A missão do grupo é “Fomentar ações que valorizem a cultura afro-brasileira com o intuito de promover políticas afirmativas, fortalecendo a identidade étnico racial por intermédio da arte do afoxé em âmbito nacional e internacional.” “É um grito de resistência da cultura negra e uma luta através da arte pelo fim do genocídio da nossa juventude em todo o país e, principalmente, em Pernambuco (que possui elevados índices de violência)”, conta Dário Junior. O Omô Nilê Ogunjá, significa Filhos da Casa de Ogunjá. O grupo acredita que, com sua música, dança e canto constrói uma história de luta e resistência da comunidade negra. Também por isso busca referências de grande força na cena nacional e internacional. Em 2011 foram batizados pelo Afoxé Filhos de Gandhy, de Salvador, em evento que gerou grande mobilização em Recife, Olinda e região metropolitana... Continue Lendo em Encontroteca
domingo, 26 de fevereiro de 2023
Samba de Coco Raizes de Arcoverde - Samba de Coco Raizes de Arcoverde (2000)...
Nos idos de 2000, o Coco Raízes de Arcoverde atraiu atenção para sua cidade, e levou muita gente ao São João de lá, que se tornou, infelizmente por pouco tempo, uma alternativa aos festejos juninos que privilegiavam sertanejos pop e bandas de fuleiragem. Mas foi bom enquanto durou. Naquele ano o Coco Raízes de Arcoverde teve lançado seu álbum de estreia, um projeto que teve participação de muita gente na sua feitura, o que resultou num disco esmerado, e que fez o grupo reconhecido além de Pernambuco, circulando pelo Brasil e exterior. Mas as origens do coco remontam a décadas anteriores. Criado por Lula Calixto (que faleceu em 1999, aos 57 anos). O grupo nasceu em 1992, tendo Luiz Calixto à frente, mais integrantes das famílias Gomes e Lopes. começou a ser conhecido fora de sua região em 1996, no auge do manguebeat, quando houve um impulso à cultura popular inédito em Pernambuco, por tornar estas manifestações e seus brincantes como protagonistas, não apenas como fonte de inspiração. Não por acaso, foi nesse mesmo ano que Dona Selma do Coco foi uma das atrações do Abril pro Rock... Continue Lendo no Tele Toques
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023
Nação Zamberacatu - Batalhão Azul (2021)...
A Nação Zambêracatu se prepara para o seu sexto Carnaval na cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Fundada em 2012, a primeira nação de maracatu do Rio Grande do Norte surgiu em meio à retomada do Carnaval na cidade de Natal, com o objetivo de difundir a cultura afro-brasileira no estado. Desde então, o grupo, que tem referência musical no Maracatu de Baque Virado, vem se firmando e crescendo na cena cultural e social potiguar. Além da sonoridade musical, o grupo possui uma ligação espiritual coma religiosidade afro-brasileira, fundamentada no candomblé de Nação Ketu, através do Ilè Asè Obá Ogodô do Babalorixá Melquezedeque de Xangô, localizado na região metropolitana, na cidade de Extremoz... Conheça melhor o projeto lendo essa entrevista
sábado, 23 de julho de 2022
HC ENTREVISTA: Dengue, o baixista da Nação Zumbi, fala sobre o Manguebit, a banda Nação Zumbi seu novo projeto solo "Volta do Soturno" e muito mais...
| Dengue por @darue_fotografia. |
No quinto programa da temporada em vídeo do HC Entrevista, batemos um papo com Alexandre Maranhão, o Dengue, baixista e fundador da Nação Zumbi. No papo, além de contar histórias do dos 30 anos de Manguebit, ele também fala sobre seu novo projeto solo, a Volta de Soturno II, da sua relação com o baixo, do momento atual da Nação Zumbi, dos álbuns inéditos do Los Sebosos Postizos, do Praia Futuro e do 3 na massa, entre outras coisas.
Saca o papo ai e dissemina com seus amigos, deixa seu comentário pra engajar e curte ai!
O HC ENTREVISTA em vídeo é um projeto feito na raça, criado por Diego Pessoa, que ainda tá meio verde nesse negocio de entrevista por vídeo, então peguem leve. O programa tem edição, efeitos especiais e vinhetas feitas pelo videomaker paraibano Riegulate.
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