De Terno Rei a eliminadorzinho, de Raça a Viratempo, sobram nomes importantes da cena paulistana que fizeram dos próprios sentimentos o estímulo para a produção de obras marcadas pela vulnerabilidade dos temas, porém, ambientadas em um contexto puramente masculino. Satisfatório perceber nas canções de Atenta (2022, Independente), primeiro álbum da Crime Caqui, a passagem para uma obra que partilha de uma linguagem e identidade sonora bastante similar, mas que ganha novo tratamento no fino repertório que se aprofunda em conflitos sentimentais, inquietações e experiências voltadas ao universo feminino. E não poderia ser diferente. Para a produção do trabalho, o grupo formado por Fernanda Fontolan (bateria), May Manão (guitarras), Yolanda Oliva (baixo) e Larissa Lobo (guitarras), decidiu colaborar em estúdio com um time majoritariamente composto por mulheres. Da produção de Mônica Agena, artista que já colaborou com nomes como Fernanda Takai e Emicida, passando pela mixagem de Alejandra Luciani, uma das metades do Carabobina, sobram diferentes olhares, ouvidos e interferências que concedem ao disco uma atmosfera plural. São composições nascidas do precioso cruzamento de informações, porém, centradas em totalidade nas memórias e vivências sutilmente detalhadas por cada integrante da banda... Continue Lendo no Música Instantânea
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sexta-feira, 18 de março de 2022
Crime Caqui - Atenta (2022)...
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De Terno Rei a eliminadorzinho, de Raça a Viratempo, sobram nomes importantes da cena paulistana que fizeram dos próprios sentimentos o estímulo para a produção de obras marcadas pela vulnerabilidade dos temas, porém, ambientadas em um contexto puramente masculino. Satisfatório perceber nas canções de Atenta (2022, Independente), primeiro álbum da Crime Caqui, a passagem para uma obra que partilha de uma linguagem e identidade sonora bastante similar, mas que ganha novo tratamento no fino repertório que se aprofunda em conflitos sentimentais, inquietações e experiências voltadas ao universo feminino. E não poderia ser diferente. Para a produção do trabalho, o grupo formado por Fernanda Fontolan (bateria), May Manão (guitarras), Yolanda Oliva (baixo) e Larissa Lobo (guitarras), decidiu colaborar em estúdio com um time majoritariamente composto por mulheres. Da produção de Mônica Agena, artista que já colaborou com nomes como Fernanda Takai e Emicida, passando pela mixagem de Alejandra Luciani, uma das metades do Carabobina, sobram diferentes olhares, ouvidos e interferências que concedem ao disco uma atmosfera plural. São composições nascidas do precioso cruzamento de informações, porém, centradas em totalidade nas memórias e vivências sutilmente detalhadas por cada integrante da banda... Continue Lendo no Música Instantânea
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