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quinta-feira, 20 de março de 2025

Gal Costa - Gal Costa (Compacto de 1972) (1972)...




 Admiradores de Gal Costa ficaram tão surpreendidos quanto exultantes ao descobrirem na noite de ontem, 7 de março, que a gravadora Universal Music arremessou nos players de áudio, sem alarde e sem aviso prévio, três gravações inéditas da imortal cantora que festejaria 80 anos em 2025. A alegria se justifica pela alta qualidade técnica e artística do single triplo lançado com o título de Gal Costa (Compacto de 1972). Os três fonogramas fazem parte de EP gravado pela artista em estúdio, entre os dias 24 e 26 de junho de 1972, no rastro do sucesso do show Gal a todo vapor (1971 / 1972), com os toques dos músicos Lanny Gordin (1951 – 2023) na guitarra, Bruce Henry no baixo, Tutty Moreno na bateria e Perna Fróes (1944 – 1923) no piano e teclados... Continue Lendo no Blog do Mauro Ferreira

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sábado, 11 de maio de 2024

Gal Costa - Voz e violão, ao vivo na Argentina (1978)...




 No começo do ano, o perfil MrOldTapes no Youtube disponibilizou uns áudios de Gal Costa, voz e violão cantando clássicos da #musicabr num hotel na Argentina em 1978. Até fiz um video sobre lá no instagram. Surgiram 3 faixas que eu compilei numa playlist no youtube e agora posto aqui pra download, coisa linda Gal Costa e um violão...

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domingo, 13 de novembro de 2022

Gal Costa - Legal (1970)...




Me perguntaram essa semana: “Como é possível alimentar a criatividade em meio ao caos sociopolítico que o país está enfrentando?” Eu respondi que tudo é matéria prima para um artista, até mesmo os tempos sombrios. Em 1970, enquanto seus parceiros Gil e Caetano estavam exilados em Londres, Gal Costa lançou seu terceiro disco, Legal, em um dos períodos mais obscuros da tenebrosa Ditadura Militar brasileira. O álbum faz 50 anos em 2020, e chama atenção por sua narrativa perspicaz e por seu teor de atualidade assustador. “Eu te entendo Migliaccio...Agora, quando sentimos o hálito putrefato de 64 e o bafio terrível de 68...” disse Lima Duarte, recentemente em um vídeo dedicado ao seu amado e falecido amigo, denunciando os fantasmas que assombram, hoje, a tão jovem democracia brasileira. É por essas e outras que é preciso chamar atenção para essa arrojada e atual obra-prima de Gal Costa... Continue Lendo no site da Vogue

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Gal Costa - Nenhuma Dor (2021)...




Três anos após o lançamento de A Pele Do Futuro, obra que revelou encontros com Marília Mendonça (Cuidando de Longe) e Maria Bethânia (Minha Mãe), Gal Costa está de volta com um novo trabalho de estúdio: Nenhuma Dor (2021). Inicialmente batizado de Gal 75, o registro que celebra os mais de 50 anos de carreira da cantora baiana, resgata alguns dos maiores sucessos da artista, porém, agora completos pela presença de um time seleto de vozes vindas dos mais variados campos da música. É o caso de Avarandado, ao lado de Rodrigo Amarante, Nenhuma Dor, com Zeca Veloso, Juventude Transviada, parceria com Seu Jorge, Meu Bem, Meu Mal, delicado dueto com Zé Ibarra, Coração Vagabundo, com o carioca Rubel, Negro Amor, junto do uruguaio Jorge Drexler, Paula e Bebeto, com o rapper Criolo, e Baby junto de Tim Bernardes... Via Miojo Indie

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sábado, 30 de janeiro de 2021

João Gilberto, Gal Costa & Caetano Veloso - Especial Chega de Saudade da TV TUPI (1971)...




Caetano Veloso voltou do exílio em Londres em 1972. Mas, um ano antes do retorno definitivo, o músico passou cerca de um mês no Brasil. A irmã Maria Bethânia conseguiu autorização dos militares para Caetano comemorar os 40 anos de casamento de seus pais, na Bahia. A experiência foi traumática para o músico, que foi interrogado durante horas por militares assim que pisou no País. Poucos meses depois, Caetano recebeu uma ligação de João Gilberto, convidando-o para vir ao Brasil tocar com ele em um especial de TV. Em sua biografia Verdade Tropical, Caetano recorda as palavras de João ao telefone: “É Deus quem está me pedindo para eu lhe chamar. Ouça bem: você vai saltar do avião no Rio, todas as pessoas vão sorrir para você. Você vai ver como o Brasil te ama”. E assim foi. Aproveitando uma brecha dos militares, João Gilberto reuniu Caetano Veloso e Gal Costa para tocar ao lado dele em um show especial para TV Tupi. “Vim porque João mandou”, disse Caetano à Folha de S. Paulo ao desembarcar no aeroporto de Congonhas no domingo, 8 de agosto de 1971. Naquele mesmo dia, os três músicos se reuniram no Teatro Tupi e gravaram por seis horas a fio. O resultado foi um programa de cerca de 1h30, com participação do guitarrista Lanny Gordin no violão. As gravações desse show agora estão entre nós, devido ao trabalho do produtor musical e pesquisador Pedro Fontes. Ele conseguiu uma fita k7 com o áudio do show, tratou o material e lançou no YouTube. A fita lhe foi cedida por Ion de Freitas Filho, que gravou tudo em fita de rolo direto da TV e depois passou para o k7... Leia mais no Volume Morto

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sábado, 28 de dezembro de 2019

Gal Costa - A Pele do Futuro Ao Vivo (2019)...




No último mês, Gal Costa nos deu de presente o registro da sua última turnê, brindando em alto nível mais de 50 anos de carreira com A Pele Do Futuro Ao Vivo, que revisita a discografia e apresenta uma Gal reinventada, moderna e com a voz ainda melhor, sempre impecável.Gravado em São Paulo, em duas noites na Casa Natura, com direção musical de Pupillo e direção geral de Marcus Preto, as faixas do disco de estúdio A Pele Do Futuro, de 2018, se misturam aos grandes sucessos da carreira de Gal e mais uma série de clássicos da música brasileira.O início visceral com “Dê Um Rolê”, de Moraes Moreira e Galvão, gravada também pela própria cantora na década de 70, mostra bem a roupagem que temos durante o novo trabalho, sem descaracterizar as músicas e dando ainda mais beleza para uma artista que desde o ótimo Estratosférica (2015), assimila influências contemporâneas ao seu consagrado e inconfundível estilo no estúdio e nos palcos... VIA
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Gal Costa - A Pele do Futuro (2018)...





O amor é o componente central de A Pele do Futuro (2018, Biscoito Fino), novo trabalho da Gal Costa. Do momento em que tem início, na nostálgica Sublime (“Insistir em nós seria um crime / O amor que a gente sente / O amor na vida da gente / Não pode ser menos do que sublime“), passando pela composição de faixas exageradamente românticas, caso de Palavras no Corpo (“Esquecer, amor / Poucos versos são precisos / Ninguém diz eu te amo“), uma confessa homenagem à Amy Winehouse, cada elemento do disco encontra na força dos sentimentos, desilusões e poemas apaixonados o principal componente criativo para dialogar com o ouvinte. Sequência ao precioso Estratosférica (2015), obra em que decidiu revisitar o som produzido no início da carreira, A Pele do Futuro, trabalho conta com produção assinada pelo experiente Pupillo (Nação Zumbi) e direção artística de Marcus Preto, avança em relação ao tempo, lembrando os registros da cantora no final dos anos 1970 e início da década de 1980. Composições que transitam entre o samba, o jazz, o rock e o pop melancólico, proposta que muito se assemelha ao material entregue em obras como Água Viva (1978), Gal Tropical (1979) e Fantasia (1981)... VIA
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