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quarta-feira, 8 de abril de 2026

Marcelo Callado - BRADO (2026)...




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 “Lenta chuva que caiu na margem do rio onde uma mulher agachada enxugava seu pranto // Isso pode ser uma imagem e tanto // Entanto …”. Este é Marcelo Callado – a certa altura, em “Encanto”, segunda faixa de seu sexto álbum solo, “Brado” – cantando sobre sua visão personalíssima de saudade, solidão, perplexidade e parvo diante do cotidiano que se impõe sobre nossas vidas. Sabemos que não é fácil descrever as sensações que experimentamos nesses tempos, mas as tentativas não param de se suceder, o que nos dá a impressão de que não estamos sozinhos. Talvez daí venha o título do trabalho, que materializa o grito diante disso tudo, a vontade de dizer que tem muita coisa errada, muita gente fazendo muita besteira e demais sentimentos que parecem irracionais, mas que, no fim das contas, são nossas provas mais concretas de sensibilidade e razão. Peço perdão por esta tentativa de teorizar sobre o que passa na cabeça do criador do álbum, mas dá quase pra cravar esses motivos. E a “esquisitice” que permeia a música de Marcelo dialoga muito bem com essa condição forçada de espectador do caos, posto no qual a capacidade de notar os detalhes não significa estar a salvo das agruras que acontecem. Daí a necessidade de gritar. Faz todo o sentido... Continue Lendo no Célula Pop

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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Marcelo Callado - Saída (2020)...




Marcelo Callado é normalmente referenciado – com justiça – a partir dos projetos pelos quais fez ou faz parte (Do Amor, Banda Cê, o excelente álbum com Nina Becker), mas a verdade é que se fosse necessário buscar uma “paridade” para sua música, seria com a de Arnaldo Antunes, uma de suas grandes influências. Assim como o ex-Titã, Callado transita entre entre rock e MPB e entre a estranheza e a acessibilidade pop. Também cabe citar o cuidado com a palavra, não só nas construções poéticas como na sonoridade, e a depuração dos arranjos, que evitam o excesso sem escapar para o minimalismo. Depois de três álbuns bastante diferentes entre si (“Meu Trabalho Han Sollo Vol. II”, de 2015; “Musical Porém”, de 2017; e “Caduco”, de 2019), Callado entrega “Saída” (2020). Esse quarto lançamento não traz tanto a carga pessoal dos dois antecessores, mas mantém tanto a influência do rock brasileiro do fim dos anos 60 e começo dos 70 como as dissonâncias e idiossincrasias inspiradas por “malditos” como Jards Macalé e Walter Franco. E se, musicalmente, não recupera todo o frescor exibido em 2017, também não investe tão profundamente no universo obscuro e dolorido de 2019... Leia o faixa a faixa no Scream Yell

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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Marcelo Callado - Musical Porém (2017)...




Lançar um vinil duplo, de tiragem limitada, e fazer dessa a principal plataforma de lançamento de um álbum pode parece ser uma estratégia de suicídio financeiro – ainda mais considerando que o disco anterior não teve muita difusão. Pois é exatamente isso que o carioca Marcelo Callado está fazendo. “Musical Porém” (2017) já está à venda na sua caprichadíssima versão física, lançada em uma parceria do selo Embolacha (do qual Marcelo é sócio) com a Rock It!, de Dado Villa-Lobos. É o segundo álbum solo de Callado – o primeiro, “Meu Primeiro Trabalho Han Solo vol. II” saiu em CD em 2015 (e pode ser ouvido e baixado no Bandcamp). Entre ambos, veio “Callado Compacto” (2016), vinil de quatro faixas instrumentais gravadas com a ajuda de Pedro Sá, Kassin e João Erbetta. O disco atual traz 20 canções, equitativamente divididas em quatro lados de cinco faixas... VIA
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Hominis Canidae #90 - Novembro (2017)...




E chegamos a nossa #Coleta90. Faltam dez para chegarmos nos 3 dígitos e quando começamos com essa brincadeira, nem sonhávamos em ir tão longe. Novembro sempre é um mês de vários lançamentos, é a correria pré-listas, geral tentando uma vaguinha no panteão do indie brasileiros, os sites e listas dos jornas. Coincidência ou não, foi um mês de vários lançamentos mineiros por aqui e alguns aparecem também em nossa mixtape. Por exemplo, o som do introspectivo Fernando Motta (por sinal, entrevistamos ele). A mix tem 17 faixas, todas elas deste ano, e tá bem misturada em estilos. Tem a mpb/ jazzistica da carioca Nina Becker, o grindcore dos pernambucanos da Rabujos, a guitarrada do paraense Lucas Estrela, entre outras baita canções (Sacai o Setlist). A canção inédita que fecha a coletânea, é o novo single do músico carioca Marcelo Callado. Em "Olhando para Baixo", Marcello mostra mais um pouco do seu lado cancioneiro, saca o som ai...


A linda arte deste mês, foi feita pelo ilustrador piauiense de União, Rubens Nery. Como ele mandou a arte em duas cores, resolvemos criar um gif para postagem, por que além de acharmos a capa foda, também adoramos gifs! Ele explicou a ideia do desenho: "Comecei a pensar no que o mês de novembro me lembrava e depois de pensar muito me veio o zodíaco (signos). Esse mês é o mês dos nascidos do nono mês segundo o calendário romano, que começava em março. E o signo representado é o "sagitário" , criatura mitológica que tem uma parte do corpo de um cavalo e um humano. Lembrando disso resolvi criar minha história: "Segundo a astrologia sagitário é um signo do fogo onde ele pode se relacionar com signos semelhantes ou os que estão ligados na outra categoria a do Ar. Sendo que os signos nas categorias da Terra e da Água, nunca poderia dar certo. Mas o amor é algo inexplicável até mesmo para a Astrologia; Sagitário (Fogo) que é um signo mais agitado e vibrante por natureza se encanta por outro signo Touro (Terra), que é um signo mais calmo e paciente; onde todos diziam que não podia e era errado nos costumes e tradições dos astros. Mas sagitário não deu ouvidos ao que os outros diziam assim como Touro também, e viu que astrologia é uma bobagem!". Achamos a explicação massa também, e vocês?! Vocês devem acompanhar um pouco mais o trabalho do camarada, seguindo ele no instagram.

Agora o de siempre, que nunca é demais repetir na terra brasilis. Esta mixtape não deve ser comercializada, apenas repassada livremente na internet. Você pode ripar um CD ou k7 (já que tá na moda) e presentear aquela gatinha ou gatinho que você curte e sabe que gosta de música. Também rola ouvir no carro, de bicicleta ou de busão. Trata-se de um resumo mensal pra quem acompanha o blog e pode ter deixado algum som que curta passar. O ano está acabando, vocês já sabem onde irão passar o réveillon e o natal olhando pro celular, sentado em algum sofá?

Continue indo aos shows, comprando discos e ouvindo música!
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Nina Becker & Marcelo Callado - Gambito Budapeste (2012)...





Por aqui, Nina Becker e seu marido Marcelo Callado acabaram de lançar seu primeiro registro, resultado de anos juntos e de um encontro musical que envolve diversos pontos distintos. Enquanto Nina trazia em sua bagagem um disco duplo, que variava entre o pop com influências do rock e um som mais sentimental, Callado, baterista, vinha de diversos projetos que incluíam a banda de rock carioca Canastra e até mesmo o disco Cê, de Caetano Veloso... Continue Lendo
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