O brega não tem cor. Tem o cri du coeur. E esse tal “grito do coração” — em livre tradução do francês — atinge todo mundo, em nossa horizontalidade humana. Mas convenhamos: um grito não precisa ser traduzido. Como estamos então falando a mesma língua, é perceptível que todo mundo seja brega. Até mesmo quem finge ser autêntico, de maneira inconsciente, segue uma fórmula. Talvez abraçar o clichê pode ser um modo de estar mais perto do coração das coisas. E o alagoano Janu não fica só aguardando o vento vir. Rema os nossos sinais e vai logo para a ação. Por isso, ele está lançando seu mais novo full-lenght: será um trabalho conceitual dividido em outro novo volume — como acontece com o “Lindeza”, que veio às prateleiras em Parte 1 (2015) e Parte 2 (2016)... Continue Lendo no Folha de Alagoas
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sexta-feira, 5 de julho de 2024
Janu - 10 Super Sucessos (2024)...
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O brega não tem cor. Tem o cri du coeur. E esse tal “grito do coração” — em livre tradução do francês — atinge todo mundo, em nossa horizontalidade humana. Mas convenhamos: um grito não precisa ser traduzido. Como estamos então falando a mesma língua, é perceptível que todo mundo seja brega. Até mesmo quem finge ser autêntico, de maneira inconsciente, segue uma fórmula. Talvez abraçar o clichê pode ser um modo de estar mais perto do coração das coisas. E o alagoano Janu não fica só aguardando o vento vir. Rema os nossos sinais e vai logo para a ação. Por isso, ele está lançando seu mais novo full-lenght: será um trabalho conceitual dividido em outro novo volume — como acontece com o “Lindeza”, que veio às prateleiras em Parte 1 (2015) e Parte 2 (2016)... Continue Lendo no Folha de Alagoas
segunda-feira, 17 de outubro de 2022
Janu - Miolo do Oxente (2022)...
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Muito mais que um mergulho pessoal em ritmos e estilos, o álbum “Miolo do Oxente”, do arapiraquense Janu, é um convite inesperado a uma mistura de piseiro com lambada, de guitarrada com indie, e de arrocha com dream pop. Nesse encontro de líricas e sotaques, o artista reinventa o próprio som e apresenta um disco que pode tocar em qualquer lugar do país, sem deixar de lado a marca do Agreste alagoano e suas referências mais profundas. A novidade estreou em meados de setembro e está disponível em todas as plataformas digitais. De acordo com o artista, que é um experimentador conhecido da cena local independente, “Miolo do Oxente’’ é uma andança por este Nordeste de tantos ritmos e modos de falar, mas que vai adiante. Assim, além dos estereótipos, ele reinventa os seus batuques e também os que vieram de longe, chegando a misturar Beatles com Mané do Rosário — manifestação cultural tradicional de Alagoas... Continue Lendo no GazetaWeb
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Janu - Lindeza, PT II (2016)...
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Escrevo a punho, em cursivas, palpando as ondulações de cada palavra, porque foi assim que me senti quando as Destaladeiras de Fumo de Arapiraca profetizaram em “Teu Sorriso" - “a tua voz, do silêncio me tirou”: como se eu pudesse tatear cada verso, me desandasse de mim, a partir daí, e fosse apenas tomada.O Lindeza Parte II do Janu começa desse jeito, te penetrando aos poucos, completamente embebido em regionalismos, atravessando cada célula, de repente, sem esperar, tudo pulsa, vira movimento, impossível permanecer estático, é um daqueles sacolejos gostosos na alma da gente.Em “Galêga”, um convite irrecusável para esquecer o “apesar de tudo” e transcender nesse soul nordestino de algum lugar entre 1979 e 1980. A sequência das quatro primeiras faixas, destaque para Ciranda Anti-Saudade, que conta com a participação do cantor e compositor alagoano Wado, parecem nos contar, compassadamente, uma dessas histórias de desprendimento genuíno, e porque não dizer desprendimento Januíno, na qual a leveza, a sensação de não pertencimento, se torna, a cada batida, mais envolvente, viciante, e, sem vacilar, cair na malemolência da cumbia elétrica com xaxado de "Perdi La Night"."Chicaliente", demonstrando que sua música remete à toda latinidade da América do Sul, ressalta uma das características que mais me fascinam no Lindeza: A exaltação da mulher livre. E, para terminar, com gosto de quem não quer, de jeito maneira, se despedir, o balanço delícia do "Brega da Obsessão",Quem não precisa de um ciuminho pra fortalecer o amor?...
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Janu - Lindeza - Parte I (2015)...
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Lá vem ela, lá vem: a beleza travestida de cigana. Dê-lhe a mão que seu futuro vai se prostrar diante de si. “Ela não me disse nada, ela não me disse nada”, solta Janu Leite. Vagando por entre as paredes de som, açoite, penas e sangue são elementos básicos pra confecção de um álbum independente em Alagoas, mesmo que ele conte com participações especiais, figurando o brilho maior de nossos artistas da terra. A correr pelo mote das amplidões arapiraquenses ao passo em que beberica no jazz, no samba-rock-progressivo, no baião, na música eletrônica, no rock 60, no reggae e no que a vida tem a lhe oferecer e ouvir, o cantor, violonista, guitarrista e compositor mostra o amadurecimento tanto artístico quanto de produção técnica, em comparação com seu EP debut de 2012.. Leia Mais
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