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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Abc Love - Back To Love (2020)...




O ABC Love saiu das sombras. E por tempo indeterminado.Em hiato discográfico desde a fantasmagórica estreia ABC Love e o Álbum do Prazer, de 2017, a mente mestre atendida por Gevard DuLove voltou à classe de 2020 novamente chancelado pela Balaclava Records, com dois surpreendentes singles, como aperitivo do que veio a ser o novo EP Back to Love. Recriando o melhor dos climas de bailinho dos anos 80, “Flertes” ganhou vida com as cantoras YMA e Gab Ferreira com direito a videoclipe hilário – e real – do que rolava nas festas da época.A surpresa obviamente foi geral: a atmosfera soturna e o culto a carne de músicas, como  “La Petite Étoile” e “Carne Viva” deram lugar a ensolarada tarde de domingo de nuances que remetem a Marina Lima, Kid Abelha e correlacionados... Leia mais no Class of Sounds
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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

ABC Love - ABC Love e o Álbum do Prazer (2017)...




Os fantasmas são comumente associados ao medo e à assombração, mas certamente são símbolos muito mais abrangentes do que apenas isto. Podemos recorrer ao uso dessa figura quando queremos falar de um passado que é retomado constantemente, ou até mesmo de lembranças pouco concretas e bastante etéreas, não necessariamente transmitindo sensações de terror. Uma das figuras que mais parecem ter entendido esta pluralidade de significados é Gevard DuLove, protagonista e a cara do mais novo projeto a integrar o catálogo do selo Balaclava Records. ABC Love (A Band Called Love) procurou fazer sua estreia de uma forma bastante peculiar e curiosa: falar sobre um tema extremamente batido por meio de formas não tão estereotipadas. Assim, nasceu ABC Love e o Álbum do Prazer, uma narrativa sobre sensualidade e erotismo contada com tons nostálgicos, como se feita por um fantasma. Embora a máscara de uma pessoa idosa que Gervard usa não tenha a intenção de assustar as pessoas, como ele mesmo mencionou em entrevista recente, ela nos passa justamente o mote principal do disco: falar de uma maneira nova sobre o “ser sexy”. Mergulhado em referências obscuras dos anos 1970/80, como o spoken word de Serge Gainsbourg, as nuances tortas do VHS, a psicodelia e timbres fantasmagóricos, este projeto traz uma nova forma de encarar os estereótipos. Seria muito fácil entoar saxofones Kenny G ou apelar para uma voz estilo Barry White com o intuito de estimular figuras de erotismo em nossas mentes. Porém, Gervard procura sair da área comum dos clichês, produzindo dez faixas que são felizes em nos contar suas percepções ao seu modo, mesmo que, para tal intuito, acabamos passando por algumas ligações estranhas ou macabras. É justamente aí que reside o charme do disco, nos seduzindo a partir das maneiras menos convencionais... VIA
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