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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Marcos Valle - Cinzento (2020)...
Download: Cinzento (2020).zip
A imagem do fotógrafo Jorge Bispo simboliza a incapacidade deste cantor, compositor e músico carioca se aprisionar em ambientes e tempos nublados. Álbum lançado em 10 de janeiro com 12 inéditas músicas de autoria de Marcos Valle, Cinzento é disco menos ensolarado do que o antecessor Sempre (2019), álbum calcado no ritmo, gravado em 2018 para o exterior. Formatado pelo próprio Marcos Valle, com a colaboração fundamental de músicos como o baixista Alberto Continentino e o baterista Renato Massa Calmon, o groove do álbum Cinzento é no todo menos exuberante do que a batida do disco Sempre, mas nem por isso menos atraente... VIA
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Marcos Valle - Sempre (2019)...
Download: Sempre (2019).zip
Marcos Valle é um dos mestres da Bossa Nova, mas ele nunca foi “apenas” isso. Sua carreira nos anos 1970 sofreu uma mutação estética e incorporou elementos da música pop americana, especialmente do AOR e do funk e tornou-se algo único dentro dos parâmetros brasileiros. Sendo assim, Marcos pode contar, por exemplo, com “Samba de Verão” e “Estrelar” em seu currículo, dois hits impressionantes e muito, muito diferentes entre si. Sendo assim, Valle é muitos ao mesmo tempo e “Sempre” é um disco que privilegia largamente esse artista com musicalidade funky, jazzy e, ao mesmo tempo, extremamente brasileira/carioca. É uma festa para admiradores de sua fluência como músico e como arranjador/produtor. Também funciona como uma espécie de ensaio sobre um Rio de Janeiro harmonioso e pós-Bossa Nova, que, infelizmente, nunca existiu.Entrevistei Marcos Valle há pouco tempo (leia aqui) e ele disse que não tinha medo de remixes, versões alternativas e demais itens da cultura da pop music pós-anos 1970. “Sempre” é um disco perfeito para este tipo de abordagem, tanto que Valle já oferece as versões instrumentais de duas faixas – “Alma” e “Minha Romã” – lá no fim do tracklist, mostrando que o renascimento experimentado por ele nos anos 1990, via cena acid funk londrina, é uma parte importantíssima de sua carreira, talvez mesmo uma nova mutação estética. Não espanta que o selo Far Out Records, responsável direto por isso, esteja novamente assinando o lançamento no exterior. Com Valle está um representante de outro renascido do período, o grupo tijucano Azymuth, cujo baixista, Alex Malheiros, o acompanha em “Sempre” e, junto com gente como Armando Marçal, Jesse Sadock e o co- produtor Daniel Maunick, fornece a base jazz/funk necessária para que as faixas soem como verdadeiros colossos de groove. É uma festa para os ouvidos... VIA
domingo, 21 de abril de 2019
Marcos Valle – Mustang Côr de Sangue (1969)...
Um dos álbuns mais cultuados da discografia de Marcos Valle, Mustang Cor de Sangue também registra algumas das mais inspiradas letras do irmão do compositor, o poeta e fiel parceiro Paulo Sergio Valle. Com críticas cifradas aos excessos cometidos pelos militares, como as denúncias de tortura e desaparecimentos, o LP também escancara a alienação desenfreada da sociedade de consumo. Para além do poder lírico, o disco retrata Marcos em momento dos mais inventivos, fazendo uso de novos instrumentos elétricos e eletrônicos e extrapolando seu suingue com o amálgama de gêneros locais e estrangeiros como o funk, o samba, o baião, a soul music, a bossa, o jazz e o frevo. Alquimia que fica ainda mais sofisticada com a batuta de maestros como Lyrio Panicalli, Laércio de Freitas, Eumir Deodato e Orlando Silveira assinando os arranjos. Essencial... VIA
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