Depois de estrear seu trabalho solo anunciando uma trilogia, NINGUÉM amplia o escopo sonoro e lírico do projeto com “Balanço Oculto, Vol. II”. O beatmaker/ritmista, compositor e produtor musical carioca Compay Oliveira reimagina, ressignifica e recria a pós-MPB com olhar de vanguarda, reverenciando o passado e refletindo o presente. O novo EP já está disponível nas principais plataformas de streaming. A trilogia “Balanço Oculto” está ancorada na rítmica e lírica aberta por Jorge Ben Jor na música brasileira. Compay mergulha ainda na estética dos artistas brasileiros entre os anos 90 e 2010, quando formou suas aspirações como compositor ao observar aqueles que fugiam às regras e não se rendiam aos padrões... Continue Lendo no ParanaShop
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sexta-feira, 2 de setembro de 2022
Ninguém - Balanço Oculto Vol. II (2022)...
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Depois de estrear seu trabalho solo anunciando uma trilogia, NINGUÉM amplia o escopo sonoro e lírico do projeto com “Balanço Oculto, Vol. II”. O beatmaker/ritmista, compositor e produtor musical carioca Compay Oliveira reimagina, ressignifica e recria a pós-MPB com olhar de vanguarda, reverenciando o passado e refletindo o presente. O novo EP já está disponível nas principais plataformas de streaming. A trilogia “Balanço Oculto” está ancorada na rítmica e lírica aberta por Jorge Ben Jor na música brasileira. Compay mergulha ainda na estética dos artistas brasileiros entre os anos 90 e 2010, quando formou suas aspirações como compositor ao observar aqueles que fugiam às regras e não se rendiam aos padrões... Continue Lendo no ParanaShop
terça-feira, 3 de novembro de 2020
Ninguém - Balanço Oculto - Vol. I (2020)...
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Ninguém não é músico. Ninguém parece se virar única e exclusivamente com sua percepção, sua sensibilidade. Ninguém é uma pessoa comum, como você e eu. E se mostra assim, através de sua arte. Da construção de batidas, passando por acordes na guitarra e, por fim, a canção como a ouvimos, tudo parece fluir de forma intuitiva. Ninguém é uma das (inúmeras) provas cabais de que há arte em cada um de nós. E que cada um de nós deixa a arte que há em si fluir e encontrar o mundo de formas diferentes. Não fazê-lo seria, definitivamente, um grande erro. Afinal de contas, que desperdício seria não ter à disposição de nossos sentidos a arte que há no outro, não? Rafael Dverso sempre deixou a arte sair de si, fluir, encontrar o mundo, o outro. Desde meados dos anos 2000 na cena Hardcore e Hip Hop da Zona Oeste do Rio, intervindo e interagindo no universo dos Sound Systens ou com sua Orquestra Binária, ao lado de Helder Dutra e Márcio Silva. Aqui, já como Rafael Oliveira, que também é Ninguém... Leia a entrevista no zine Feira Moderna
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