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segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Mombojó - Extra (2024)...



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 “Zabumba bumba esquisito”. Segundo Alceu Valença, compositor de “Coração Bobo”, é assim que batem os corações dos aflitos, iludidos por uma paixão que não tem jeito, porque estoura que nem pipoca dentro do peito. Segundo o próprio, também ficam descompassados os corações aos poucos devorados pela “Solidão”, a fera “prima-irmã do tempo, que faz nossos relógios caminharem lentos”. Após um período em compasso de espera, essas duas canções foram regravadas e formam Extra, as faixas-bônus que agora se integram ao repertório do elogiado e premiado Carne de Caju, projeto do grupo Mombojó em homenagem ao mestre conterrâneo. Rememorando os antigos compactos, que traziam uma música de cada lado... Continue Lendo na Revista O Grito!

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Mombojó - Carne de Caju (2024)...



 

Para uma banda autêntica em seus mais de 20 anos de carreira, caso da Mombojó, lançar um disco inteiro de faixas não-autorais, as referências tem que estar na raiz. Tal raiz se encontra no cancioneiro de Alceu Valença, o que tem tudo a ver com a proposta da banda. Ao longo dos anos, a noção de pertencimento local sempre foi bastante orgânico. Com os pés fincados numa paixão territorial pelo Recife, por Pernambuco, o grupo revela Valença como território de inspiração e homenagem. Em Carne de Caju, sétimo disco da carreira, Mombojó resgata oito canções lado B (dentro dessas “Como Dois Animais”, que nem é tão B assim e “Estação da Luz”, hit absoluto) de um dos maiores nomes da MPB e representante áureo da música Pernambucana. A poesia de Alceu, somente compreendida por quem se permite a mergulhar em suas palavras e em seu instrumental que ora é místico, solar, tropical, ora soturno e profundo, ganha os contornos da criatividade musical da banda. O rock da guitarra forte do grupo se embriaga da guitarra hipnótica proposta por Alceu. A percussão de um baixo ousado com uma bateria fundamental trazem um clímax enérgico ao maracatu, ao frevo, formando releituras que ao mesmo passo que trazem a essência das canções inspiradoras, as revigoram... Continue Lendo na Revista O Grito

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terça-feira, 29 de agosto de 2023

Banda Del Rey - O Disco (2023)...




 Há sempre alto risco quando uma banda de baile vai para o estúdio gravar as músicas com que anima eventos festivos. Formada em 2004 no Recife (PE) para tocar em festa de aniversário de amiga do vocalista Chinaina, a Banda Del Rey escapa ilesa ao lançar – após 19 anos nos palcos e bailes da vida – o primeiro álbum, intitulado O disco e disponível desde ontem, 22 de agosto, data em que, no ano de 1965, Roberto Carlos, Erasmo Carlos (1941 – 2022) e Wanderléa estrearam o programa Jovem Guarda (1965 / 1968) na TV Record. Se nos shows a Banda Del Rey apresenta recorte mais amplo do repertório desse movimento pop brasileiro dos anos 1960, tocando canções como Coração de papel (Sérgio Reis, 1966), Chinaina, Chiquitito Corazon (órgão, synth, pandeirola e vocal), Felipe S. (guitarra), O Príncipe (guitarra, violão e vocal) e Vicente Machado (bateria) abordam no álbum somente sucessos de Roberto Carlos, o rei da juventude naquelas tardes de domingo. Das 10 faixas d'O disco, nove são da Jovem Guarda ou do período imediatamente posterior, quando Roberto ainda fazia transição para a fase adulta da discografia. A exceção é Ilegal, imoral ou engorda (1976), parceria com Erasmo do reinado na década de 1970. Embora deixe um grito de rebeldia parado no ar, essa música soa deslocada n'O disco... Continue Lendo no blog do Mauro Ferreira

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quinta-feira, 11 de maio de 2023

Modern Cosmology - What Will You Grow Now? (2023)...




Modern Cosmology, supergrupo formado pelos pernambucanos da Mombojó e a francesa Laetitia Sadier, do Stereolab, estão de volta com mais um novo trabalho de estúdio. Intitulado What Will You Grow Now? (2023), o registro de seis faixas segue de onde o coletivo parou há seis anos, durante o lançamento do colaborativo Summer Long (2017). São canções que alternam entre momentos de maior experimentação e pequenos delírios psicodélicos, como uma combinação do que há de melhor na obra de cada integrante. “Somos criadores de nossas vidas, de nossos ambientes, de nossos futuros, de nossas realidades. Somos criaturas de habilidades extraordinárias. No entanto, todos os dias entregamos nosso poder a governantes psicopatas que conseguem encolher as mentes da maioria“, disse Sadier. “Coletivamente, parecemos nos recusar a assumir nossa responsabilidade criativa, virando nossas cabeças para o outro lado, arriscando coisas tão fundamentais quanto nossa subsistência e bem-estar aqui em nosso planeta“, provocou... Via Música Instantânea 

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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Mombojó - Deságua (Trilha Sonora Original do Filme) (2020)...




Mombojó é daquelas bandas que nos permitem ter sempre as expectativas altas. Ao olhar para sua discografia, videografia e carreira nos palcos, vemos um grupo que sempre busca inovar em algum aspecto, com produções longe da mesmice, conquistando assim respeito e carinho de crítica e público. Por isso, não é de se estranhar – ainda que seja uma belíssima surpresa – saber que seu próximo lançamento não é um mero disco, mas um projeto multiplataformas. “A gente quis se aventurar em outros formatos”, contou o vocalista Felipe S ao Música Pavê por telefone, “sempre quis se misturar com outras artes, acho que só faltava um maluco mesmo que topasse (risos)”. A pessoa em questão é Luan Cardoso, que produziu e dirigiu Deságua, filme montado a partir de nove videoclipes lançados pela banda desde 2018. E a ideia agora é transformar as faixas no disco Trilha Sonora Original do Filme Deságua, que terá as cenas do longa exibidas durante o show... Continue Lendo no Música Pavê
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terça-feira, 27 de junho de 2017

Mombojó & Laetitia Sadier - Summer Long EP (2017)...




Summer Long é fruto de um projeto aprovado em uma lei estadual de incentivo à cultura, e foi criado durante uma temporada de confinamento da banda Mombojó e da artista em uma casa na região de Aldeia, no município pernambucano de Camaragibe. Lá foram registradas as quatro canções inéditas do EP, que trazem Laetitia cantando em francês e em inglês. A parceria entre os músicos começou em 2014, quando Laetitia participou de “Summer Long”, faixa de mesmo nome do novo trabalho, integrante do disco Alexandre (2014). A união foi retomada no ano passado, quando a música ganhou um elaborado videoclipe. E a relação entre Mombojó e Laetitia vai além da colaboração musical. Isso porque o Stereolab é declaradamente a maior influência dos integrantes do grupo pernambucano desde o começo da carreira, há mais de uma década. Depois de se juntarem para a canção de Alexandre, os brasileiros foram atrás da cantora novamente, desta vez para algo mais sólido... VIA
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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Felipe S - Cabeça de Felipe (2017)...




Felipe S é vocalista e um dos fundadores do Mombojó, uma das bandas mais populares de pernambuco no cenário nacional. Depois de mais de 15 anos de carreira com o grupo e alguns projetos paralelos bem sucedidos no meio do caminho, ele resolveu que chegou a hora de lançar um disco solo. Cabeça de Felipe tem esse nome por causa de uma arte feita por Mauricio Silva, pai de Felipe, que tem este nome. O disco foi gravado durante o ano de 2016 no estúdio que ele tem na casa dele em São Paulo. O trabalho apresenta 10 faixas que soam diferente do Mombojó na atualidade, mas ao mesmo tempo parece ser uma revisitação na carreira do Felipe entre seus projetos paralelos e sua banda. Além de canções que saíram da cabeça de Felipe e em parcerias... VIA
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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Mombojó - Alexandre (2014)...





Nem tudo que é mangue tem cheiro de lama. Mangue também é folhas e água fresca, vento que vai longe. E às vezes nem é mais mangue, é o mundo afora com sons que se misturam. Assim é o Mombojó banda com 13 anos de estrada e que agora nos presenteia com o ótimo álbum Alexandre – já disponível nas plataformas digitais e nas lojas. O título do disco vem de um teclado que pertencia a Samuel, ex-baixista da banda, e que disparava uma voz falando “are you sure?”, entendida pelo grupo como “alexandre”. A voz entrou em algumas composições no início da banda em 2001 e até se pensou em usar esse título no primeiro álbum, mas ele acabou se chamando Nadadenovo. Segundo os integrantes do Mombojó usá-lo agora foi uma forma de relembrar a atmosfera criativa da época para eles também muito presente no novo trabalho. E realmente essa tem sido a tônica do Mombojó. O novo disco mostra o grupo mais uma vez com um trabalho aberto a experimentação e uma pegada electro indie com influências assumidas de Radiohead e Stereolab. Ele não nega, porém, uma relação vacinal com o manguebit, movimento de quem, na verdade, o Mombojó sempre foi uma voz ao mesmo tempo próxima pelo contexto geracional e dissonante nas escolhas musicais... Leia Mais
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segunda-feira, 25 de março de 2013

Mombojó - 11º Aniversário (2013)...





Demorou um bocado, mas saiu, meio as escondidas, o ‘novo’ álbum do quinteto pernambucano Mombojó. Trata-se de 11º Aniversário. Um registro de 10 músicas recheado de participações especiais e regravações de canções da banda. Há apenas uma única canção inédita no trabalho, a tranquila “Procure Saber”... Leia Mais e Entrevista Felipe S
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sábado, 12 de junho de 2010

Mombojó - Amigo do Tempo (2010)...



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Quatro anos sem lançar um disco e a banda pernambucana Mombojó volta a figurar com um dos nomes promissores da cena musical. A diferença, agora, é que o grupo abandona relações com o universo independente e mesmo com o rock, para se tornar um dos melhores grupos de música popular brasileira... Resenha
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Os Melhores discos nacionais da década - 30 a 26...

Chegamos na metade da lista dos 50 disco mais relevantes no Brasil nesta primeira década do século XXI. Soube esses dias que está pra sair a lista com a votação que nos participamos e nos inspirou a jogar nossa listagem por aqui, só que aqui todos os nossos pra download...

30) Conta (2007) - M. Takara - Maurício Takara está envolvido no cenário musical brasileiro há alguns anos, predominantemente tocando percussão/bateria na Hurtmold, Instituto, SP Underground. Mas também se utilizando de programações eletrônicas e trompete. Já se apresentou em Barcelona e Berlim. Este é seu 3º trabalho solo. Se eu tivesse que resumir o CD em uma palavra, certamente ela seria EXPERIMENTALISMO! É isso que vem a cabeça imediatamente ao começar a ouvi-lo. Este é um dos melhores CDs do Takara, seja solo ou com as bandas das quais participa...

29) Hominis Canidae (2009) - Eu Serei a Hiena - Este é o 2º disco da banda paulista Eu Serei a Hiena, que é um projeto paralelo formado por integrantes de outras 4 bandas: DOD, Ratos, Discarga e Hiena. Este trabalho mostra uma versatilidade enorme em músicos que normalmente tocam punk/hardcore. Recheado de participações da cena independente paulista, o disco mostra uma evolução enorme no trabalho dos caras, e influências passando do post-hardcore de At The Drive-in ao Jazz, do experimental do Fugazi ao post-rock, e por isso está nessa lista...

28) Fora de Hora (2009) - Porto - O Porto é o projeto solo do baterista brasileiro Richard Ribeiro (Debate, Diagonal, SP Underground). este é o 1º registro lançado pelo projeto. Carregado de acidez e viagem por todo o EP, trata-se de um show de bateria e instrumentos percurssivos, permeado por guitarras carregadas de Jazz. Uma das figuras mais atuantes no cenário instrumental brasileiro traz um projeto solo englobando jazz, experimentalismo, rock, Soul, Blues e sem soar com nenhuma outra banda da qual fez ou faz parte...

27) Nada de Novo (2004) - Mombojó - Esse é o 1º cd dos pernambucanos do Mombojó. Este é também o melhor CD da banda, nele a banda ainda era um sexteto. A Mombojo foi uma das bandas que melhor soube aproveitar da internet e o crescimento do cenário independente nesta década. Este disco saiu na revista Outra Coisa, alcançando todo o país e projetando a banda ao ponto de tocarem no Tim Festival. Algumas participações do disco são China e Queops Negão. Seria a nova onda do Manguebeat?! Ou uma MPB moderna, com guitarras e sintetizadores...

26) Inacabado (2008) - Polara - Este foi o último trabalho da banda paulista Polara. Paulista, porém formada por um pouco de Rio e Porto Alegre. Músicos que tocavam em outras bandas (Rafael era do Planet Hemp, por exemplo) mas se identificavam com outras vertentes músicas. Trata-se de um Som urbano, musicalidade que não pode ser definida, dançante, alegre em algumas horas, angustiante e emocionante em outras. A música Empate é um hino para jovens que andam por Sampa, de skate ou nos botecos. Assim o é o melhor disco da carreira do Polara, lançado em 2008 apenas virtualmente, quando a banda já tinha anunciado seu fim...
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Mombojo - Nada de Novo (2004)



Esse é o primeiro cd dos pernambucanos do Mombojó. Este é o melhor CD da banda, nele a banda ainda era um sexteto. Algumas participações presentes no disco são China e Queops Negão. Seria a nova onda do Manguebeat?! Ou uma MPB mais moderna, com guitarras e sintetizadores...
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