Guilherme Granado e Bruno Abdala se reúnem para um segundo volume de batidas, fantasmas do jazz e poeira de synth-funk. Após o lançamento do primeiro álbum no início deste ano (Vol. 1, pela Sucata Tapes / SUC66), a dupla retorna com um impacto ainda maior, mais profundo e mais suave em Vol. 2 – Filhos. Os grooves permanecem intactos, expandindo a essência crua do funk do Vol. 1 — agora infundida com a liberdade da Tropicália, o caos celestial à la Sun Ra e uma sonoridade mais coesa e confiante. A paleta sonora é rica e eclética: samplers, sinos, sintetizadores analógicos, bateria, marimba, vibrafone, baixo, violas e muito mais se sobrepõem em uma tapeçaria rítmica e calorosa que homenageia o passado enquanto forja novos territórios sonoros... Continue Lendo em Discrepant
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Filhos - Vol. 2 (2025)...
Guilherme Granado e Bruno Abdala se reúnem para um segundo volume de batidas, fantasmas do jazz e poeira de synth-funk. Após o lançamento do primeiro álbum no início deste ano (Vol. 1, pela Sucata Tapes / SUC66), a dupla retorna com um impacto ainda maior, mais profundo e mais suave em Vol. 2 – Filhos. Os grooves permanecem intactos, expandindo a essência crua do funk do Vol. 1 — agora infundida com a liberdade da Tropicália, o caos celestial à la Sun Ra e uma sonoridade mais coesa e confiante. A paleta sonora é rica e eclética: samplers, sinos, sintetizadores analógicos, bateria, marimba, vibrafone, baixo, violas e muito mais se sobrepõem em uma tapeçaria rítmica e calorosa que homenageia o passado enquanto forja novos territórios sonoros... Continue Lendo em Discrepant
sábado, 16 de maio de 2026
Vários Artistas - 40% Foda/Maneirissimo 100 (2026)...
Pra comemora o 100º lançamento do selo 40% Foda Maneiríssimo, o selo carioca lançou uma coletânea com vários projetos que passaram pelo selo e anunciou também o fim do selo, uma perda enorme pra #musicabr e pra gente, que curte muito os trampos lançados pelo selo. Segue o anuncio:
"Nenhuma porcentagem faria sentido passando da sua etmologia. No centésimo lançamento do 40% nós tambem anunciamos o fim do selo, entregando a unica segunda compilação, uma inversão total da primeira compilação, afinal, o ao contrario de 100 é 001. Agradecemos a todo mundo que participou da caminhada do selo. A meta foi cumprida, mesmo que tenha sido quase pela metade."
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Animal Invisível - Animal Invisível (2026)...
Criado em meio ao isolamento social, Animal Invisível se manifesta ao mundo em um álbum homônimo e autoral. O projeto de Guri Assis Brasil - apresentado em 2025, com o lançamento do single "Didi" -, faz referência a algo que não se vê, mas que está sempre presente, como o vírus que atravessou o mundo durante a pandemia de covid-19. A ideia parte dessa atmosfera de ameaça silenciosa, quase imperceptível, que se infiltra no cotidiano. No entanto, ao contrário da carga de medo associada àquele período, a música de Animal Invisível segue na direção oposta: as composições exploram movimento, ritmo e energia coletiva. Entre nove composições que transitam entre jazz, funk, soul, samba, psicodelia e rock, Animal Invisível (NuBlu Records, 2026) reúne influências acumuladas ao longo da trajetória do artista como guitarrista, compositor e produtor. A partir de sua guitarra - instrumento central do disco -, o músico cria uma paisagem sonora que se expande em diferentes camadas, revelando um trabalho atento aos detalhes... Continue Lendo no Desalinho
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Lívio Nascimento - De Volta à Base (2026)...
O músico piauiense Livio Nascimento consolida-se como um dos nomes mais criativos da cena instrumental contemporânea. Guitarrista, produtor e arranjador, sua trajetória é marcada pela fusão refinada entre o Jazz, a Música Brasileira e o Rock. Com técnica apurada e uma sonoridade autêntica, Livio carrega na bagagem parcerias e palcos divididos com grandes expoentes da música nacional e agora apresenta seu mais novo EP "De Volta à Base". "“De Volta à Base” não é apenas o título do meu novo EP instrumental. É um estado de espírito. Às vezes, a gente precisa silenciar o ruído externo para reencontrar aquilo que ficou guardado na essência: as primeiras notas, os aprendizados que moldaram o caminho e a verdade por trás de cada acorde. São 5 faixas autorais que narram esse reencontro com o que é fundamental", explica Livio...
quarta-feira, 29 de abril de 2026
GRINGOS DE ABRIL: Mais uma volta ao mundo através da música de vários estilos e pegadas sonoras diferentes...
Penúltimo dia do mês (e do ano) e aportamos com nosso post gringo de Abril de 2026, trazendo alguns álbuns e EPs bem interessantes e recém lançados na música esquisita do mundo pra vocês conhecerem. Desta vez, 5 trabalhos com sons de artistas de países diferentes, que vão da música erudita até a música eletrônica, passando por experimentais abstratas que sinalizam novos estilos sonoros, rock instrumental e muito mais!
Na capa deste post, o quadro Calculation (de 1925), do pintor e escultor espanhol Joan Miró (1893 - 1983), que nasceu num mês de abril. Abaixo, os álbuns e EPs que curtimos muito neste mês. Todos lançados recentemente, vários lançados neste mês...
Vale ler sobre eles e ouvir na íntegra, porque música se ouve por completo e não a pedaços:
domingo, 19 de abril de 2026
Guerrinha - Pobre Papigaquígrafo (2026)...
Gabriel Guerra, o Guerrinha, está de volta com mais um novo EP de inéditas. Em Pobre Papibaquígrafo (2026), o instrumentista carioca se aventura na construção de seis faixas marcados pelo caráter atmosférico. São composições que vão do jazz à música ambiente, conceito que embala a experiência do ouvinte até os minutos finais. “Por muito tempo viciei meus EPs em terem mudanças de acordes, estruturas obvias e foco no 2 e 4”, revelou o artista no texto de apresentação... Continue Lendo no Música Instantânea
sexta-feira, 17 de abril de 2026
QMAR - Orações Oferecidas a Estranhos (2026)...
Duas trajetórias importantes da cena experimental de São Paulo se encontram em QMAR, projeto reúne Paula Rebellato, conhecida por seus trabalhos no Rakta e no Madrugada, e Cacá Amaral, da Rumbo Reverso e ex-Firefriend, em uma colaboração que explora canção, improviso e texturas eletrônicas com rigor e liberdade na mesma medida. A dupla parte da livre improvisação como ponto de origem, mas o resultado vai além do improviso puro. Em QMAR, há uma busca por arquitetura rítmica e construção vocal, com pesquisa detalhada de timbres e uma convergência estética que sustenta a identidade do projeto. O primeiro fruto dessa parceria é o álbum Orações Oferecidas a Estranhos, gravado e produzido pela própria dupla em seu home studio em meados de 2025. O trabalho foi finalizado no Estúdio El Rocha, com mixagem e masterização assinadas por Fernando Sanchez... Continue Lendo no Minuto Indie
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Marcelo Onofri & Retrato Brasileiro - Divertimento (2026)...
Composto por Gabriel Peregrino (vibrafone), Guilherme Saka (guitarra) e Théo Fraga (contrabaixo), o Retrato Brasileiro propõe em “Divertimento” (2026), ao lado de Marcelo Onofri (piano), uma sonoridade pouco convencional dentro da música instrumental brasileira, sem bateria e com forte diálogo entre timbres, contrapontos e narrativas. “Apesar de a maioria das obras já terem sido gravadas em algum momento da carreira do Marcelo, ele nunca havia trabalhado com essa formação. A guitarra elétrica e o vibrafone trouxeram uma nova cor para músicas que ele já havia gravado em outros contextos, fomos desenvolvendo juntos os arranjos e sentindo quais peças encaixavam melhor no conjunto que queríamos construir”, explica o trio. Musicalmente, as obras de Onofri são compostas a partir de uma fusão entre referências da música de concerto (Bach, Ravel), da música brasileira (Tom Jobim, Gilberto Gil) e da tradição latino-americana, como em “Tragitango”, homenagem a Astor Piazzolla. O título “Divertimento” sintetiza tanto a estética musical quanto o processo de criação do disco. Além de remeter à ideia de peças camerísticas, o nome traduz o clima de troca, experimentação e prazer coletivo que marcou os ensaios e gravações. “É um disco muito energético, diverso e divertido de ouvir. Uma homenagem que também é um encontro de amizades”, define o trio... Continue Lendo no ScreamYell
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Pupillo - Pupillo (2026)...
terça-feira, 31 de março de 2026
Hominis Canidae #190 - Março (2026)...
segunda-feira, 30 de março de 2026
GRINGOS DE MARÇO: essa mistura de línguas e sons é o melhor post gringo do ano (até agora)...
quarta-feira, 25 de março de 2026
Banda Cucamonga - Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim (2025)...
Banda Cucamonga une o jazz e a brasilidade no álbum “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim“. Quinteto de São Paulo apresenta fusão inédita de gêneros musicais revitalizando as possibilidades sonoras que refletem a diversidade cultural do Brasil . Uma explosão de alegria, improviso e criatividade, assim é “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”, álbum que a Banda Cucamonga lançou nas plataformas de música em 13 de setembro. Com uma proposta ousada e contagiante, o disco funde o espírito do jazz tradicional americano com sotaques tropicais e referências genuinamente brasileiras, em uma celebração sonora que é, ao mesmo tempo, brincadeira e reverência... Continue Lendo na Revista Prosa e Arte
domingo, 15 de março de 2026
Mateus Alves & Tomaz Alves Souza - Trilha Sonora dO Agente Secreto (2026)...
Além da visão, o mais recente filme de Kleber Mendonça Filho convida o espectador a se atentar a outro sentido: o da audição. Não à toa, no dia do lançamento de O Agente Secreto, em 6 de novembro, o diretor compartilhou em suas redes sociais uma carta que enviou aos responsáveis pela projeção das mais de 1.300 salas de cinema que exibem o longa. “Meu pedido: que passem o filme com volume ALTO. Assim, terão os melhores resultados junto ao público e estaremos mais próximos do trabalho feito durante meses na mixagem sonora deste filme brasileiro. É garantia também de um impacto maior desse filme na programação”. Ambientado em 1977, O Agente Secreto traz em sua trilha canções que são um reflexo daquela década, intensa e efervescente, e também resgata tesouros da nossa música. Entre as cenas, esses sons são entrelaçados aos temas originais, assinados pelos irmãos Mateus Alves e Tomaz Alves Souza, antigos colaboradores do diretor. Descubra 5 curiosidades sobre a música do filme a seguir... Continue Lendo na Noize
domingo, 8 de março de 2026
Grupo Sebulba - Grupo Sebulba (2026)...
segunda-feira, 2 de março de 2026
Rafael Baldam - Sumidouro (2026)...
O primeiro álbum de Rafael Baldam, “Sumidouro” apresenta uma jornada sonora construída a partir de seis interpretações instrumentais. O trabalho nasce como um projeto multimídia que integra música, narrativa e colagens, formando uma obra que se expande para além do áudio. Cada faixa funciona como um capítulo dessa viagem, guiando o ouvinte por caminhos que se transformam ao longo do disco. . “Tenho uma tendência a me interessar por áreas diversas – e uma certa dificuldade em escolher só uma. Por isso acabo experimentando: compor, tocar, gravar, fazer colagens, escrever, fazer vídeos… Tudo começou como teste, mas em algum momento percebi que essas práticas precisavam fazer parte do processo desse projeto”... Continue Lendo na Revista Prosa Verso e Arte
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Guilherme Granado Goat Unity - Ghost Parades (2025)...
Guilherme Granado faz sua estreia solo pela gravadora Keroxen sob o nome de seu projeto Goat Unity, resultado de uma série de colaborações com amigos e rivais músicos. Natural de São Paulo, Guilherme vem construindo discretamente uma reputação como o cara certo para batidas baseadas em loops e linhas de baixo envolventes. Ele tocou e gravou com Mauricio Takara no Hurtmold (4 álbuns) e também faz parte do São Paulo Underground (também com Takara e Rob Mazurek). Além disso, se apresenta, produz e grava sob o nome Bodes & Elefantes e já fez diversas turnês pela América do Sul, Estados Unidos e Europa com o São Paulo Underground, Prefuse 73 e outros. Com Ghost Parades, Guilherme mergulha fundo em suas experimentações com batidas, conseguindo, de alguma forma, conectar os pontos entre o Wu-Tang Clan e a Sun Ra Arkestra, adicionando uma boa dose de tropicalismo para completar...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
Criolo, Amaro e Dino - CRIOLO, AMARO E DINO (2026)...
Lançado hoje, CRIOLO, AMARO E DINO nasce do encontro entre três artistas de trajetórias sólidas, reconhecimento amplo e, sobretudo, uma disposição real para a escuta e para o risco. Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago partem de universos distintos, rap, jazz, música afro-atlântica, mas recusam a lógica da soma de estilos. O disco não busca fusão nem síntese fácil. Ele se constrói a partir do deslocamento, da troca e da criação de um território comum. Ao longo do álbum, tudo funciona como conversa. O piano cria espaço e respiração, as vozes transitam entre palavra, canto e presença quase espiritual, e os silêncios têm peso estrutural. Não há protagonismo fixo nem disputa por atenção. Cada elemento entra e sai com precisão, respeitando o tempo da música e o tempo do outro. É um trabalho guiado pela contenção, pela escuta e pela confiança mútua... Continue Lendo no Ismo
domingo, 15 de fevereiro de 2026
Guilherme Arantes - Interdimensional (2026)...
Nos últimos anos, um Guilherme Arantes verborrágico surgiu nas redes sociais decidido a cobrar seu espaço na história da música brasileira, ora contando como produziu um dos pilares do pop brasileiro dos anos 80, a clássica “Perdidos na Selva”, da Gang 90, ora relembrando momentos luminosos de sua carreira de esteta pop, ora buscando entender como alguns nomes do rock brasileiro foram alçados ao posto de gênios enquanto ele foi escanteado (este último, um dos temas da longa conversa de 30 páginas que Guilherme teve conosco em 2021, texto presente no livro “Eu Nem Queria Dar Entrevista – O Melhor do Scream & Yell, Vol. 1”). Paralelamente, enquanto fazia esse balanço pessoal da carreira, que chega aos 50 anos em 2026, Guilherme também vinha afiando a sua musicalidade: a partir de “Lótus” (2007) e, principalmente, do excelente “Condição Humana” (2013), um Guilherme Arantes cada vez mais inspirado dava às caras, interessado em um acerto de contas com (a crítica, o público e) o mundo. O auge desse compositor e intérprete ciente de seu dom se deu com o deslocado “A Desordem dos Templários” (2021), um ótimo disco de viés medieval e progressivo lançado no meio da pandemia, mas que parece não pertencer a esses tempos de trap, sertanejo universitário e proibidão... Continue Lendo NO Scream Yell
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
João Parahyba - Mangundi (2025)...
João Parahyba inventa cada uma. No final dos anos 60, por exemplo, ele criou a timbateria, uma espécie de bateria compacta – apenas três peças, tocadas com uma escovinha. Foi a forma como encontrou para driblar a falta de espaço do Jogral, bar que reunia a nata musical e intelectual de São Paulo daquela época. “Era o nosso Blue Note ou o equivalente paulistano do Beco das Garrafas”, lembra ele sobre o lugar onde começou a carreira, aos 16 anos. “Era um espaço efervescente, de resistência à ditadura, onde cada noite tinha uma banda ou artista diferente, além de muita gente bacana aparecendo para dar canjas. Como o palco era pequeno, eu precisei me adaptar, inventando esse kit.”... Continue Lendo no Site da Squire Brasil
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
F L P S - Flps, Vol.2 (2025)...
Segundo trabalho do artista brasiliense Felipe Lopes, pela alcunha de F L P S e mais uma vez lançado pela Torto Disco. "Em 2007, no LN Studio em Brasília, convidei meus amigos Bruno Rocha e Giordano Azevedo para improvisar e gravar uma série de células rítmicas. Evitamos o compasso 4x4 sempre que possível, embora esse hábito nos influenciasse a não abandonar completamente a sagrada fórmula de compasso do pop, principalmente durante as longas improvisações. Eu toquei um violão barítono que utiliza as duas primeiras cordas graves, Giordano no baixo e Bruno na bateria. A gravação ficou abandonada por anos devido a projetos paralelos. Em 2025, decidi trabalhar nessas improvisações, isolando-me por meses em um DAW com um teclado MIDI. Criei uma orquestração eletrônica digna de sugerir o nome EM para o estilo musical. Você pode escolher se EM significa "Música Eletrônica" ou "Metal Eletrônico""...