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sábado, 16 de julho de 2016

Belchior - Mote e Glosa (1974)...




Belchior, como conhecemos, tem um nome completo e tanto, chama-se Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, tão grande como o seu trabalho como artista. Belchior nasceu no municípuo de Sobral, no Ceará, e foi por lá, na década de 60/70 que após trabalhar na rádio sobral, abandonou a facudade de medicina para se dedicar exclusivamente a música, daí em diante conheceu toda aquela turma de jovens compositores, como Fagner, Ednardo, Rodger, Teti, Cirino e outros – conhecidos como o Pessoal do Ceará. Belchior depois de vencer o festival de música universitária começa a ser percebido e e entendido, em 1972 vem para o Rio de Janeiro e lança, em 1974, seu primeiro disco, mote a glossa, que revela uma mescla de necessidades e conceitos novos, tanto nas músicas como nas mensagens. O disco levanta questões urbanas com um toque de sensibilidade, as músicas possuem uma variação autêntica que mostra a diversidade musical proposta, e a riqueza de conceitos nas músicas... VIA
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domingo, 6 de abril de 2014

Belchior - Alucinação (1976)...




Alucinação é o segundo álbum do cantor brasileiro Belchior, lançado em 1976 pela Polygram. Conta com sucessos que consagraram o cantor, como "Apenas Um Rapaz Latino-Americano", "Como Nossos Pais" e "Velha Roupa Colorida"...
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domingo, 30 de março de 2014

Tributo A Belchior - Ainda Somos Os Mesmos (2014)...




Um dos compositores ícones que surgiu em um dos períodos negros da história brasileira, o cantador e repentista Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes havia lançado dois compactos (“Na Hora do Almoço”, 1971; “Sorry, Baby”, 1973) e visto uma de suas canções, “Mucuripe”, uma parceria com Fagner, ser gravada por Elis Regina em 1972 (no mesmo disco que trazia “Casa no Campo”, de Zé Rodrix e Tavito, “Águas de Março”, de Tom Jobim, “Atrás da Porta”, de Chico e Francis Hilme, e “Nada Será Como Antes”, de Milton e Ronaldo Bastos), mas ainda não havia visto um disco todo seu nas prateleiras das lojas no começo dos 70.“Belchior”, o primeiro álbum, foi lançado em 1973 trazendo “A Palo Seco” e “Todo Sujo de Batom” (regravadas posteriormente), mas o melhor ainda estava por vir, e tomou forma em “Alucinação”, o segundo álbum, produzido por Mazzola e lançado pela Polygram em 1976. Com jeitão de “Greatest Hits”, “Alucinação” traz os maiores sucessos de sua carreira, alguns deles imortalizados em versões de outros interpretes, as mais conhecidas na voz de Elis Regina, mas que naquele álbum encontravam na voz roufenha de seu compositor a honestidade de um homem que acreditava que “amar e mudar as coisas” interessava mais, muito mais. Nos últimos anos, o nome de Belchior surgiu atrelado a histórias que dizem mais sobre a necessidade da mídia em criar notícia do que necessariamente à qualidade de suas canções, deixando um grande número de hinos do cancioneiro popular em segundo plano. “Ainda Somos os Mesmos” é um esforço coletivo que tenta colocar as coisas em seu devido lugar. Esta revisão de “Alucinação” impressiona muito mais por nos fazer perceber que o texto afiado de Belchior continua atualíssimo, 37 anos depois de seu lançamento original, apaixonado e violento como o dia a dia que surge pelas janelas insistentemente toda manhã.... Continue Lendo
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