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sábado, 13 de novembro de 2021

Negro Leo, Rodrigo Coelho & Thomas Harres - BALANCETE VOL. I (2021)...




Cheirinho de VHS no ar. A UIVO Records tem o prazer de lançar exclusivamente pelo Bandcamp (até pq os streamings censuraram o conteúdo) BALANCETE VOL.I. Negro Léo, Thomas Harres e Rodrigo Coelho numa audionovela forma livre inspirada nas grandes emissoras cariocas dos anos 80, a bem dizer o berço do conservadorismo bundalelético que nos assola hoje. Entre sintetizadores, MPC e vocais doentios, o Balancete emula sonoramente aquele misto de terror e frenesi que a criançada sentiu na primeira aparição do É o Tchan em rede nacional, 10 da manhã no Xou da Xuxa.

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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Negro Leo - Água Batizada (2016)...




Novo disco do músico maranhense radicado no Rio de Janeiro Negro Leo. Em "Água Batizada" temos 13 faixas que se você sacar no bandcamp estão divididas nas infos em lado A e B por que em breve sai em vinil pelo selo Rockit. Todas as 16 sessões de gravação foram feitas após rituais onde a galera bebeu uma aguinha batizada e por isso o nome do disco. Leo é um dos nomes mais interessantes da música torta brasileira. Sempre bom lembrar que Leo se apresenta com a Little Monster da China na Áudio Rebel na sexta (19/08). Geral tem tempo de aprender as músicas novas...
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segunda-feira, 30 de março de 2015

AVA ROCHA - AVA PATRYA YNDIA YRACEMA (2015)





"Estava ansiosa pra ouvir o novo disco de Ava Rocha depois do impacto que me causou Diurno. Na época lembrei de Cássia Eller cantando Luiz Capucho com aqueles botões de rosa espalhados pela casa, falei de beleza e estranhamento. E aqui estamos. Ava, com seu timbre especialíssimo e suas escolhas acertadas mexendo com meus sentidos outra vez. Ava Patrya Yndia Yracema traz as provocativas canções de Negro Leo, as letras de sonho, as costas lisas para o mar, imagens tropicais (ou cariocas) e surreais. Jonas Sá, que produz o disco e toca violões e guitarras, vibrafone, caxixi e outras mumunhas mais, comparece também como compositor com a linda Jardim - que tem uma adorável cara de Torquato Neto. O mar sempre presente, como uma sensação. A mulher que não é a que você procura. Uma onda suave, uma quebrada dissonante, mudanças de clima de uma faixa para outra, muitas dinâmicas numa só canção. A doçura de ser mãe, a força de ser mãe e o discurso manifesto, o engajamento tão necessário e raro. Um disco, digo mais uma vez, cheio de imagens. Sugestões. Ouço cordas em contraste com a percussão densa, de mata escura. Arranjos de cordas e sopros assinados por Jonas e Daniel Vasques. Perfeitamente bem usados, esses instrumentos deixam o trabalho ainda mais sofisticado. Mais denso, cheio de camadas, níveis, texturas desenhadas ao lado de feras como Pedro Sá, Thomas Harres, Pedro Dantas, Gabriel Bubu, Gustavo Benjão, Marcelo Callado, Ricardo Dias Gomes, Claudio Andrade, Marcos Campello. Domenico Lancelotti tem aquela presença suave coisa nenhuma, é um inventor. E ainda assina a deliciosa Doce é o Amor com Bruno di Lullo. Nós sabemos que a música feita hoje no Brasil é diversa e rica assim por que esses músicos existem, esse estofo, essa retaguarda que dá todo o poder ao discurso poético da canção. E Ava está muito bem cercada, sendo ela mesma - já - uma artista de destaque nesse contexto. O disco chega com a marca de uma geração cheia de talento e de possibilidades. Numa hora em que se pode fazer tudo e que a relevância é discutível, esse é um trabalho pra ficar. As composições de Ava Rocha são tão especiais quanto sua voz. Chuva saliva caindo da língua, marinheiros que tombam no forte, boca do inferno, pau de angola…palavras, imagens pra sair do comum mesmo falando do ordinário da vida. Sei que é cansativa essa insistência em buscar traços de tropicalismo em toda nova onda, mas Ava é Macalé, é Fatal, é Sailormoon, é herdeira direta. Já temos um passado, meu amor. Nessa eu mergulho de peito aberto, sem pensar, do coração até o mar".
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

eueueunegroleo - Eueueu e NegroLeo (2013)




negro leo e eueueu: embaralhando as cartas da sacação, novos modos de produção e escuta postos na mesa: posicionamento crítico no campo cancional / longe do esquema reverencial que informa a mitologia da canção brasileira, a maquinaria sonora aponta pra si, aponta pro sim: a alegria / daí o som de estatuto tátil: curtição e tara dos meandros: convite ao jogo e à sedução: roteiros que se refazem sob o signo e o desígnio do atrito: tá na cara / mais uma vez, a linha revolutiva da música popular: agenciamento de invenção e contravenção da forma sem norma / isto é: contra o jingle, a ginga: labirinto sonoro de todas as bifurcações: poética da sugesta geral / super-homem cordial, de negro leo: transa de voz e vez em fuga: superfície-som e sempre quase outra coisa + mascarater, de bruno schiavo: deriva atenta pelas quebradas da língua e do ruído / canções de pulsos e timbres que se articulam nas e pelas fissuras: fronteiras instáveis sob pressão intensa do acaso: um lance de dardos / negro leo e eueueu: entre compor e decompor: decompropor por Tazio Zambi
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domingo, 14 de abril de 2013

Negro Leo - Tara (2013)



Download: Tara.zip

Novo álbum do Negro Léo, que encerra a trilogia criada por ele em The Newspeak e Ideal Primitivo, lançados em 2012.
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sábado, 4 de agosto de 2012

Negro Leo - Ideal Primitivo (2012)



Gravado ao vivo numa apresentação do músico no Quintavant, Ideal Primitivo é o segundo disco de um ciclo que será encerrado no final do ano, com um terceiro álbum. Experimental, louco e bastante torto, um dos registros mais interessantes do ano.
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Negro Leo - The Newspeak (2012)



http://negroleo.bandcamp.com

Download: the newspeak.zip

Na primeira ocorrência no Matéria do nome de Leonardo Campelo, mais conhecido como Negro Leo, recorri a exemplos de performers espasmódicos, agitados: James Brown, Iggy Pop, Fela Kuti foram os nomes que me ocorreram, não propriamente pela música, mas, sobretudo, pelo grito estilizado e a performance enérgica. Isso foi no ano passado, mais precisamente no mês de outubro e Léo se apresentava ao lado do Chinese Cookie Poets. (continue lendo no Materia)
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