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terça-feira, 14 de junho de 2022

Corona Nimbus - Obsidian Dome (2022)...





Sucessor do álbum homônimo, lançado em 2020 e presente em listas com os 50 melhores discos daquele ano, Obsidian Dome, segundo disco da banda Corona Nimbus, teve início durante o período pandêmico. Fora pré-produzido por Júlio Baros e Junior Vieira no Studio 202, em Teresina-PI, entre novembro de 2020 e fevereiro de 2021. Em março de 2021 a banda desembarcou em São Paulo para gravar no renomado estúdio Family Mob. Lá foram recebidos por Estevam Romera, Hugo Silva e Otávio Rossato (Tata); filmmaker, técnico de som e assistente de gravação, respectivamente. Também participaram das sessões no Family o produtor musical lago Guimarães (que assina mix e master da obra), Jean Dolabella (Sepultura, Ego Kill Tatent) bateria, Rob Ashtoffen (baixo), lago Dayvison (bateria)... Continue Lendo no Noiseland

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Corona Nimbus - Corona Nimbus (2020)...




Existe um ditado famoso sobre quem nasce no maravilhoso estado da Bahia: “baiano não nasce, estreia” e quem conhece este povo sabe o quanto tal ditado é pertinente. A Corona Nimbus é, na verdade, uma banda piauiense, mas quando se trata do seu primeiro álbum, homônimo, vale adaptar o ditado típico dos baianos: “A Corona não nasce, estreia”… E que estreia, caros leitores!O duo formado pelos experientes Júlio Baros (vocal e guitarra) e Júnior Vieira (guitarra) já havia divulgado dois singles deste álbum previamente (Beyond Chaos e Path To Self) e nos dado um gostinho do que estava por vir.  Contudo, só em fevereiro de 2020, fomos, finalmente, brindados com este debut de altíssimo nível. Em estúdio, o time foi reforçado pelo talentosíssimo Arthur Moreira no baixo e, cuidando das baterias, Lucas Di Matos e Nildo Gonzales. Você talvez tenha se perguntado por que eu iniciei este texto citando a Bahia e aqui está sua resposta: o produtor do disco é Igor Guimarães, que veio direto de Juazeiro/BA, para além de produzir (pré e pós), gravar os teclados e sintetizadores e apimentar as coisas! Aliás, o trabalho de produção é sem dúvida um dos destaques do álbum, por conseguir trazer à tona um produto maduro, mesmo num álbum de estreia, e tecnicamente excelente, com uma mixagem que põe tudo em seu devido lugar e uma masterização que traz a coesão e temperatura que o álbum exigia... VIA
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