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domingo, 9 de julho de 2023

Elza Soares - No Tempo da Intolerância (2023)...



Hoje, 23 de junho, a inspiradora Elza Soares completaria 93 anos de idade. Em sua homenagem, foi lançado o novo álbum “No tempo da intolerância” nesta quinta-feira, disponível nas plataformas digitais e de música. O álbum foi gravado em setembro de 2021, antes de falecer, e contém samba inédito de Dona Ivone Lara, na voz da Elza na faixa “No compasso da vida”, além de letras de Rita Lee e Pitty. As músicas trazem muitas reflexões contra o governo Bolsonaro e busca por justiça social. Este é considerado um dos álbuns mais políticos da artista. Falecida em janeiro do ano passado, Elza deixou um recado importante logo na introdução do disco: “Eu nunca disse que a luta tinha acabado”, e a música “No tempo da intolerância”, traz citação de Martin Luther King, discurso contra o machismo e a lgbtfobia. O álbum ficou parado por um ano desde a gravação, até que todos os envolvidos se sentissem confortáveis para finalizar a obra. Eles já tinham as vozes gravadas, as ideias de Elza para as músicas, os escritos em seus cadernos... Continue Lendo no Mundo Negro

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domingo, 28 de junho de 2020

Elza Soares - Se Acaso Você Chegasse (1960)...




Nessa semana que passou, a rainha Elza Soares completou 90 anos de vida. Como prometemos mandar alguns clássicos por aqui, achamos que era um bom motivo pra soltar o primeiro álbum dela, lançado 60 anos atrás.

“A bossa negra de Elza Soares
Elza é o morro que desceu para o asfalto…
Bateu na porta do ritmo…
E ali resolveu morar…”

É assim que a cantora está descrita na contracapa do primeiro LP que gravou: Se Acaso Você Chegasse (1960). Lançado pela Odeon, o disco traz no título o nome do presente que Lupicínio Rodrigues lhe deu. “Foi a música que me deu chance de abrir fronteiras, de abrir caminhos”, diz Elza Soares nesta entrevista. Esse disco inaugurou uma carreira que virou a mesa da música popular brasileira. O sucesso explosivo daquela jovem negra incomodou tanto que, no fim dos anos 1960, a casa onde morava com seu marido, o jogador Mané Garrincha, sofreu um atentado que motivou a fuga deles para a Itália, onde ficaram amigos do Chico Buarque e sua esposa na época, Marieta Severo... Continue Lendo no site da Revista Noize
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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Elza Soares - Planeta Fome (2019)...




Planeta Fome, que chegou às plataformas digitais nesta sexta-feira, confirma uma ideia que há muito ronda minha cabeça. Elza Soares, aos 82 anos, é a mais atual e contemporânea artista brasileira. Reverências a essa gigante figura são necessárias, sobretudo pelo momento atual do Brasil. Não se trata só de política institucional – com seus mandos e desmandos –, mas de um grito de uma sociedade incapaz de se manter inerte diante da absurda cena de um menino negro chicoteado na sala dos fundos de um supermercado. É com essa mensagem que a cantora abre o disco: “Eu não vou sucumbir, avisa na hora que tremer o chão. Amiga, é agora, segura a minha mão”... VIA
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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Elza Soares - Deus é Mulher (2018)...




Deus é mulher. O título forte, talvez provocativo para os mais conservadores, funciona como um poderoso indicativo da poesia política, crua e necessária que invade o novo álbum de estúdio de Elza Soares. Sequência ao material entregue no elogiado A Mulher No Fim do Mundo (2015) – primeiro registro de inéditas da cantora carioca –, o trabalho de 11 faixas amplia significativamente parte do universo detalhado pela artista há três anos. Um desvendar da alma feminina, debates sobre religião, o florescer da sexualidade e violência urbana.Fuga declarada do samba torto incorporado ao álbum anterior, Deus é mulher se entrega ao rock não apenas na estrutura musical montada por Guilherme Kastrup, produtor do disco, em parceria com Romulo Fróes, Kiko Dinucci, Marcelo Cabral e Rodrigo Campos, mas, principalmente, no discurso. Do momento em que tem início, em O que se cala, faixa composta por Douglas Germano, também responsável por Maria da Vila Matilde, até alcançar a derradeira Deus há de ser, Elza se projeta com ferocidade, revelando uma postura quase punk, anárquica... VIA
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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Elza Soares - A Mulher do Fim do Mundo (2015)




"A carreira de Elza Soares sempre foi pautada pela ousadia, seja pela maneira de cantar, pela atitude no palco ou pelas escolhas artísticas. No álbum “A Mulher do Fim do Mundo”, que chega às lojas físicas e virtuais dia 3 de outubro, a cantora dá mais um salto ao se unir à vanguarda musical paulistana, no primeiro trabalho de sua trajetória composto somente por canções inéditas.A inovação se evidencia também na sonoridade do novo disco – o 34º de uma carreira que já ultrapassa a marca de seis décadas –, proporcionada por um time de músicos idealizado e montado especialmente para o projeto pelo produtor e baterista Guilherme Kastrup. Com o núcleo criativo formado por Kiko Dinucci (guitarra), Marcelo Cabral (baixo), Rodrigo Campos (guitarra), Felipe Roseno (percussão), Celso Sim (direção artística) e Rômulo Fróes (direção artística), nomes conhecidos da cena paulista, o projeto traz onze faixas que transitam por gêneros diversos, como samba, rock, rap e eletrônico, em arranjos sobrepostos por timbres arrojados, ruídos, distorções e dissonâncias.Confeccionadas sob medida para a voz de Elza, as canções levam a assinatura tanto de integrantes da banda quanto de outros compositores incensados da cidade, como José Miguel Wisnik, Cacá Machado, Clima, Douglas Germano e Alice Coutinho. São letras críticas, mais do que atuais, que jogam luz sobre a vida urbana de São Paulo, a partir de temas como transsexualidade, violência doméstica, narcodependência, a crise da água e a morte".

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