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sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Terminal Guadalupe - Como Despontar para o Anonimato (2024)...




 Quem estava lá, sabe muito bem o que vou dizer: como era legal o rock independente brasileiro dos anos 1990/00. Bandas, singles, fitas cassete, releases feitos à mão, fanzines, ações de guerrilha e, sobretudo, fé no futuro. Não se faz uma cena dessas sem acreditar num final feliz em algum ponto do porvir, mas, isso já é outro assunto. O que eu posso dizer é que, durante o tempo em que estive na Rock Press (entre 1995 e 2004), pude ver muita coisa acontecendo. Era um tempo em que a Internet era incipiente e até misteriosa, bem longe desta supervia de várias mãos de hoje. Era uma estrada vicinal, de barro, com barrancos e solavancos. Era um tempo em que o máximo de conectividade era baixar arquivos mp3 no Soulseek ou no Kazaa e, para as bandas, ter um perfil na Trama Virtual. Ou no MySpace. Ou nos dois. Mas isso já era quase 2010 e não estamos falando dessa outra década. Os anos anteriores, ou melhor, as décadas anteriores, trouxeram artistas que ainda não podiam contar com a grande rede para a divulgação de seus trabalhos. Este período, entre fim dos anos 1990 e metade dos anos 00, caracterizou-se como uma espécie de vácuo entre épocas bem distintas. E, justo neste espaço de tempo, estava o Terminal Guadalupe.... Continue Lendo no Célula Pop

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quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Terminal Guadalupe - Agora e Sempre (2022)...




 A Terminal Guadalupe está de volta. Ok, caso você não seja leitor das “antigas” do Scream & Yell, o que de certa forma pode entregar alguns cabelos brancos, e não acompanhou a incrível cena indie brasileira dos anos 00, talvez não entenda o quão saboroso é escrever “a Terminal Guadalupe está de volta”. Ou talvez você seja uma pessoa anônima, como aquele garoto que escreveu um e-mail ao Scream & Yell em 2009 lamentando “quando uma banda que a gente ama acaba” para dizer que estava arrasado com o fim da Terminal Guadalupe. De qualquer forma, não é para soltar rojões mesmo, mas sim para dedicar um tempo e dar play em “Agora e Sempre”, registro de canções novas que reúne 3/4 da banda que era o futuro do rock nacional. Surgida em Curitiba nos primeiros anos do novo século como um projeto solo do músico Dary Jr. para a trilha de um curta-metragem, “Burocracia Romântica” (2003), a Terminal Guadalupe logo virou uma banda encorpada e com personalidade devido a chegada de Allan Yokohama (guitarra, violão, programações e voz), Fabiano Ferronato (bateria) e Rubens K (baixo), formação que lançou o excelente “Vc Vai Perder o Chão” (2005) e o elogiado e obrigatório “A Marcha dos Invisíveis” (2007), uma das pérolas pop daqueles anos difíceis, um disco genial cuja resposta positiva da crítica da época não impediu que a banda se separasse em 2009 (um dos últimos registros da TG, o EP “O Tempo Vai Nos Perdoar”, está abrigado no selo do site). Passado mais de 10 anos, os parceiros Dary e Allan voltaram a se falar, e a pandemia acabou os aproximando (ainda que um estivesse em Curitiba e o outro em Olhão, Portugal): “Eu e o Dary decidimos fazer uma dessas lives para nos divertirmos um pouco. (…) O repertório e as histórias trouxeram aquela nostalgia e dias depois estávamos compondo material novo”, revela Allan na entrevista abaixo, realizada via conversa em grupo no Whatsapp, aplicativo responsável pelas primeiras trocas de ideias que resultaram no quarto álbum de inéditas da Terminal Guadalupe, “Agora e Sempre” – sem contar a coletânea “Girassóis Clonados”, de 2004 (inédita em streaming), e “Ensaio Acústico 05/12/2003”, liberado em 2021... Continue Lendo no Scream Yell

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quinta-feira, 31 de março de 2022

Hominis Canidae #142 - Março (2022)...



Playlist de Destaques do Mês: Spotify | Deezer

Download: Hominis Canidae #142 - Março (2022).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Finalmente Março chegou ao fim e com isto, chegamos com a nossa #coleta142, passando a régua e resumindo o mês no blog. O ano avança e os lançamentos da #Musicabr seguem a todo vapor e essa mix é exatamente sobre isso: novos sons da música brasileira (Sacai o Setlist). A faixa inédita que abre a mixtape, é o novo single da clássica banda indie Terminal Guadalupe, que chega 15 anos após o último lançamento. “¿Qué Pasa, Cabrón?”, mantra punk em ritmo de cúmbia, traz de volta a contundência da banda Terminal Guadalupe, hoje dividida entre o Brasil e a Europa. Ouça  acompanhando a letra no Lyric video abaixo:


A baita capa deste mês é trabalho do artista Gabriel Bhering, mineiro de nascença, mas manauara de coração. Ele explicou a ideia pra arte de forma sucinta: "Como a coletânea é da HC, tentei capturar a mistura divertida e caótica de texturas e estilos. Por sinal, também referenciei uma banda alemã dos anos 80 que gosto muito, tentem encontrar". Qual será a banda? Se tu souber, comenta aqui. Se curtir, vale acompanhar o Gabriel, ele está sempre postando novos trabalhos no instagram!

Agora o de sempre: essa mixtape não deve ser comercializada fisicamente, apenas disseminada o máximo possível na internet! Nos criamos playlists em 2 streams, mas se quiser criar uma no que você usa ou no youtube, fica a vontade e manda pra gente que a gente dissemina! A coleta serve como um resumo do que rolou no blog esse mês e também é mais uma maneira de conhecer e sacar os novos sons feitos no Brasil, nesse momento tão complexo de nossa existência.

Ouça música brasileira, apoie os artistas que você gosta como puder, SE VACINE, REGULARIZE SEU TITULO DE ELEITOR e dissemine o som!
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Terminal Guadalupe - A Marcha dos Invisíveis [2007]



A banda Terminal Guadalupe nasceu de um filme, o curta-metragem "Burocracia Romântica", em 2003. A trilha sonora foi o primeiro álbum, considerado um dos cinco melhores lançamentos independentes daquele ano pelo crítico Arthur Dapieve, do jornal carioca O Globo.
Em 2007, o Terminal Guadalupe atingiu seu grande momento com o álbum "A Marcha dos Invisíveis", lançado em disco, mp3, pen drive (suporte então inédito no Brasil) e toque para telefone celular. A crítica aclamou o trabalho, especialmente a revista Veja e o jornal Folha de S. Paulo. As guitarras vigorosas e as letras politizadas ficaram conhecidas em várias regiões do País e a banda tocou de Cuiabá (MT) a Porto Alegre (RS).
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