No cenário musical brasileiro, grandes parcerias podem resultar em obras memoráveis. É o caso do segundo álbum do grupo Alzira E + CORTE, intitulado “Mata Grossa”, que promete marcar o universo surrealista da música contemporânea. Com data de lançamento prevista para setembro, o disco traz Alzira E ao lado dos talentosos Marcelo Dworecki, Cuca Ferreira, Daniel Verano e Fernando Thomaz, reunindo novamente esse time de músicos em estúdio para criar uma experiência única para os ouvintes. “Mata Grossa” é fruto de uma jornada artística e colaborativa que conta com participações especiais de renomados artistas da música brasileira, como Tetê Espindola, Ney Matogrosso, Iara Rennó, Alice Ruiz, Tiganá Santana, arrudA, Peri Pane, Jerry Espíndola, além da cineasta e diretora de arte Marina Thomé e do engenheiro de som e mixador Bernardo Pacheco. Essa constelação de talentos promete levar o ouvinte a uma viagem sonora única e provocar reflexões sobre a vida, o tempo e a natureza.“Mata Grossa” é fruto de uma jornada artística e colaborativa que conta com participações especiais de renomados artistas da música brasileira, como Tetê Espindola, Ney Matogrosso, Iara Rennó, Alice Ruiz, Tiganá Santana, arrudA, Peri Pane, Jerry Espíndola, além da cineasta e diretora de arte Marina Thomé e do engenheiro de som e mixador Bernardo Pacheco. Essa constelação de talentos promete levar o ouvinte a uma viagem sonora única e provocar reflexões sobre a vida, o tempo e a natureza... Continue Lendo no Site OPS4
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quarta-feira, 27 de setembro de 2023
Alzira E, Corte - Mata Grossa (2023)...
Download: Mata Grossa (2023).rar
No cenário musical brasileiro, grandes parcerias podem resultar em obras memoráveis. É o caso do segundo álbum do grupo Alzira E + CORTE, intitulado “Mata Grossa”, que promete marcar o universo surrealista da música contemporânea. Com data de lançamento prevista para setembro, o disco traz Alzira E ao lado dos talentosos Marcelo Dworecki, Cuca Ferreira, Daniel Verano e Fernando Thomaz, reunindo novamente esse time de músicos em estúdio para criar uma experiência única para os ouvintes. “Mata Grossa” é fruto de uma jornada artística e colaborativa que conta com participações especiais de renomados artistas da música brasileira, como Tetê Espindola, Ney Matogrosso, Iara Rennó, Alice Ruiz, Tiganá Santana, arrudA, Peri Pane, Jerry Espíndola, além da cineasta e diretora de arte Marina Thomé e do engenheiro de som e mixador Bernardo Pacheco. Essa constelação de talentos promete levar o ouvinte a uma viagem sonora única e provocar reflexões sobre a vida, o tempo e a natureza.“Mata Grossa” é fruto de uma jornada artística e colaborativa que conta com participações especiais de renomados artistas da música brasileira, como Tetê Espindola, Ney Matogrosso, Iara Rennó, Alice Ruiz, Tiganá Santana, arrudA, Peri Pane, Jerry Espíndola, além da cineasta e diretora de arte Marina Thomé e do engenheiro de som e mixador Bernardo Pacheco. Essa constelação de talentos promete levar o ouvinte a uma viagem sonora única e provocar reflexões sobre a vida, o tempo e a natureza... Continue Lendo no Site OPS4
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
CORTE - Corte (2017)
Download: Corte.zip
"Alzira Espíndola, que atualmente assina como Alzira E, é uma artista de carreira longa e sólida no underground brasileiro optando quase sempre pelos caminhos mais obtusos e corajosos. Integrante do clã sul-mato-grossense dos Espíndola, ela estreou ao lado dos irmãos em “Tetê e o Lírio Selvagem”, no final dos anos 70. Na década de 80, já residindo em São Paulo, enveredou-se pela Vanguarda Paulista, lançando seu disco de estreia produzido pelo amigo Almir Sater em 1987. Nos anos 90, Alzira viajou pela Europa ao lado de Itamar Assumpção e lançou, com ele, o disco “AMME” (1991), pelo selo loja Baratos Afins, depois mais dois discos ao lado de sua irmã Tetê Espíndola. No início do novo século recuperou o repertório da cantora Maysa em “Ninguém Pode Calar” (2000) e ao lado da poeta Alice Ruiz gravou “Paralelas” (2005). Em 2007 assumiu a alcunha Alzira E e iniciou uma parceria com o poeta arrudA, que segue até esse disco “Corte”, encontro da artista com músicos da nova geração de São Paulo. “CORTE”, a banda, o show, o disco, surgiu de um convite do músico Marcelo Dworecki – integrante do Bixiga 70 e que já tocava ao lado de Alzira há alguns anos – para que juntos eles fizessem algo novo e diferente. Para o show, eles chamaram Daniel Gralha (trompete) e Cuca Ferreira (flauta e saxofone), ambos também do Bixiga 70, e o baterista Fernando Thomaz, parceiro de Marcelo na banda Strombólica. O repertório ficou todo por conta de músicas de Alzira, compostas ao lado de arrudA e Tiganá Santana. Tocando juntos desde 2015, o grupo se reuniu em maio de 2016 e, em apenas quatro dias, gravou o disco, de forma ao vivo e crua. Essa gravação veloz transmite a intensidade que permeia o som de “CORTE”, algo híbrido entre o rock e o free jazz, apresentando ao ouvinte uma luta entre os instrumentos de sopro, mesclando distorções e criando um caminho de espinhos em torno da voz de Alzira. Ela, aliás, estreia aqui também como baixista, instrumento com o qual geralmente compõe", continue lendo no Scream Yell.
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