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sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Hominis Canidae #176 - Janeiro (2025)....



Download: Hominis Canidae #176 - Janiero (2025).rar (ou vá no bandcamp e archive acima)

 Sextando com a nossa primeira mixtape de 2025, que quase não sai. Foi um mês longo, como todo mês de janeiro. Também foi bem difícil, principalmente pra gente que é autônomo e MEI. Vamos ver se melhora! Sobre a mixtape, 17 faixas, sendo 16 dos vários bons trabalhos postados no blog ao longo do mês e uma faixa inédita lançada hoje pelo artista mineiro João Jardel. "O agogô" é o segundo single do novo álbum do artista que deve chegar nesse ano. Tem uma batida de lata interessante como vocês podem sacar vendo e ouvindo no Lyric:

A arte de capa da primeira mix do ano foi feita pelo multiartista cearense Rudriquix. Ele já fez uma capa pra gente e agora mandou uma colagem artística massa, que ele explicou a ideia: 

"Essa vai ser a segunda arte que faço para Hominis e quis fazer uma arte diferente da anterior. Quase sempre utilizo a colagem em meus processos artísticos, seja nas artes visuais, na música ou nos textos. Então, evitei fazer uma colagem "direta" como a arte anterior, mas mesmo assim, o acaso, que é uma das essências da colagem, persistiu no processo de composição. Aqui, escolhi o desenho digital de forma bem simples, recortando e "mexendo nas peças" no objetivo de quem quer errar, propositalmente, ao montar um quebra-cabeça."

Eu curti as cores e os elementos! Vale sacar os vários trampos massa do camarada, que extrapolam para várias artes, música, visual, audiovisual, indo neste link.

É isso, ouça nossa coleta, dissemine com os amigos e se curte nosso trabalho, fortaleça através do nosso PIX que a chave é o nosso mail de contato: hominiscanidae@gmail.com. Se preferir, entre para o nosso APOIA.SE e nos ajude a manter a firma funcionando.

Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando musica!

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sexta-feira, 24 de maio de 2024

João Jardel - Pop (2024)...



Download: Pop (2024).rar

 Misturando o que forma o popular e o antipopular, o que é inconsciente coletivo e experiências pessoais e a canção e o ruído, o artista mineiro João Jardel lança o EP “POP”. O experimental trabalho de pretocore e macumba industrial é feito para instigar, desde o seu nome. “Explicar o ‘POP’ é tentar entender que, musicalmente e conceitualmente, tudo nasceu de um surto que mistura ideias, desconforto e luto. Pode parecer que esta é uma obra onde vou chorar várias coisas, tentar chamar atenção para outras e descrever outras mais. Mas, ao contrário do que parece, esse EP não é uma remontagem de autopiedade. Esse é o princípio do que virá a ser o ‘ANTIPOP’: uma figura confusa, debochada, extremamente irritada mas bem insegura, escondido atrás de impulsos digitais, uma certa bipolaridade e alguma revolta não tratada em terapia”, conta ele, que já trabalha em um segundo EP de contraponto a este lançamento... Continue Lendo na Trace Br

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

João Jardel - Branco (2021)...





Branco é o novo lançamento de João Jardel, músico de Itabira, Minas Gerais. O álbum, produzido pelo próprio Jardel e co-produzido por Fernando Bones, é um lançamento do selo belo-horizontino Rubedo Discos. O projeto solo é a expressão de um artista experiente, com trajetória marcada nas bandas Curved, Poison or Medicine e Postura, repaginado dentro de uma nova direção sonora. Em troca dos arranjos afinados com o rock alternativo dos anos 90, o hardcore e as íntimas canções no violão, João nos apresenta um EP concebido em torno de timbres eletrônicos e ruidosos, de poesias soturnas que desejam pensar o estado das relações sociais brasileiras a partir de seu racismo estrutural e da singularidade do ponto de vista do músico, com perspicazes observações de cunho político e pessoal. O “Branco”, como o próprio nome nos informa, é pensado como signo de uma violência fundadora, que percorre passado e presente, que é cantada por João a partir de um ponto de vista crítico e contundente. O músico conjura imagens de um Brasil campo de guerra, com solo manchado pelo sangue indígena e assombrado pelas imagens de um trauma que se reinstaura diariamente. A evidente melancolia do trabalho, no entanto, é amparada pela inspiração combativa das canções, capazes de flagrar com acidez e deboche as performances proto-fascistas e o bla-bla-bla apaziguador que mascaram as violências do país. Já na primeira faixa, “A Canção pro Senhor da Gira”, sabemos que a espiritualidade é abridora de caminhos para que João possa cantar essas dores coletivas.  À participação da cantora Grazie Zahara, em “Divina Comédia de Ponta-Cabeça”, soma-se o impactante relato de Joice Rocha Maia na vinheta “Branco”, onde ouvimos a descrição do privilégio branco como produtor de um abismo social racista. Ao fim, na faixa “O Último Manifesto”, o EP compõe uma bela circularidade que nos retorna ao desejo de conexão e cura, da festa popular e do desejo alegre de “botar o bloco na rua” – frase que vem como um respiro de esperança ao fim de um denso percurso...

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