No próximo dia 08 de fevereiro, a partir das 18h, o Espaço Cultural Discodelia, no Rio Vermelho, será palco do lançamento de “Feito à Mão No Fim Do Mundo“, o novo EP da cantora, compositora e percussionista UNA. O evento contará com a abertura especial do coletivo Time Punany convida Maico Rasta. O trabalho é um manifesto em defesa do sensível e do manual, questionando a crescente automação dos afetos e da música contemporânea. Produzido no Estúdio Sem Freio, com assinaturas de Raonir Braz e Junior Falcão e direção criativa de Sista Katia, o EP reúne cinco faixas inéditas (SOL, CLOSET ARAMADO/T DIZER, ANOS 2000, PRIMEIRA VERSÃO e 2 CHUVAS DE JUNHO) que transitam entre o R&B, o Pop e as referências afro-brasileiras. Para abrir os caminhos, o coletivo de mulheres Time Punany, referência na cultura de sound system em Salvador, traz como convidado o cantor Maico Rasta. Esta junção reforça a proposta do projeto: uma música feita por pessoas e trocas reais, em contraposição à frieza dos algoritmos... Continue Lendo no Aldeia Nago
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segunda-feira, 16 de março de 2026
Una - Feito à Mão No Fim Do Mundo (2026)...
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No próximo dia 08 de fevereiro, a partir das 18h, o Espaço Cultural Discodelia, no Rio Vermelho, será palco do lançamento de “Feito à Mão No Fim Do Mundo“, o novo EP da cantora, compositora e percussionista UNA. O evento contará com a abertura especial do coletivo Time Punany convida Maico Rasta. O trabalho é um manifesto em defesa do sensível e do manual, questionando a crescente automação dos afetos e da música contemporânea. Produzido no Estúdio Sem Freio, com assinaturas de Raonir Braz e Junior Falcão e direção criativa de Sista Katia, o EP reúne cinco faixas inéditas (SOL, CLOSET ARAMADO/T DIZER, ANOS 2000, PRIMEIRA VERSÃO e 2 CHUVAS DE JUNHO) que transitam entre o R&B, o Pop e as referências afro-brasileiras. Para abrir os caminhos, o coletivo de mulheres Time Punany, referência na cultura de sound system em Salvador, traz como convidado o cantor Maico Rasta. Esta junção reforça a proposta do projeto: uma música feita por pessoas e trocas reais, em contraposição à frieza dos algoritmos... Continue Lendo no Aldeia Nago
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Una - Esquartejada (2019)...
Download: Esquartejada (2019).zip
A voz – assim como o que ela pode cantar – não é uma exclusividade da garganta. Física e metafisicamente falando, ela pode vir dos lugares mais insólitos. Ela pode brotar dos pés, ou da barriga, nascer no pulmão e chegar ao mundo através da pele. Foi sob o impacto da estranheza dessa descoberta que a artista recifense Aninha Martins começou a compreender que o ato de cantar pode reverberar não apenas da sua voz, mas do seu corpo como um todo. Foi uma revolução para a jovem cantora que, em meio ao processo de descoberta do seu fazer artístico em linguagens outras, como o teatro, ousou trazer esse corpo para a música, mesmo que aos pedaços. É assim que chega aos ouvidos gerais Esquartejada, o álbum de estreia de Una, a persona que Aninha assumiu para representar o seu lado musical. Esquartejada foi o nome que, inicialmente, batizou o show de estreia solo da cantora, em 2013. Promessa antiga e envolta em expectativas, Esquartejada – o disco – chega como resultado de um processo criativo repleto de inquietações artísticas e emocionais de Una. “O esquartejamento do meu corpo é só um deslocar. Como se várias micropotências que eu falo em cada música criassem um corpo”. Esse corpo – que já carrega em si, como ela faz questão de pontuar, os estigmas e as opressões intrínsecas ao fato de ser uma mulher negra, pobre e nordestina –, em sua amplitude de significados, é o condutor cênico do que as canções no disco se propõem a dizer... VIA
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