Paulista de Ribeirão Preto, a cantora, compositora, instrumentista e produtora Verônica Ferriani acaba de lançar Cochicho no silêncio vira barulho, irmã, seu primeiro álbum duplo. Em sua discografia, além de vários álbuns colaborativos – com nomes como Cainã Cavalcante, Chico Saraiva, Gian Correa, Manoel Cordeiro, Marcelo Cabral e Swami Jr. –, estão os solos Verônica Ferriani (2009), Porque a boca fala aquilo do que o coração está cheio (2013) e Aquário (2018). Cantora afinadíssima e compositora de extrema sensibilidade, Verônica tem como uma de suas características principais o cuidado com que constrói sua obra. Seu trabalho é feito com sofisticação, influenciado pela excelência da música popular brasileira e pelo jazz, sem que isso torne seu trabalho elitista. Muito pelo contrário. Sua abordagem musical dialoga, o tempo inteiro, com seu público, trazendo-o para bem perto de si, com interpretações quentes e verdadeiras. Dividido em duas partes (Cochicho no silêncio e Vira barulho, irmã), o álbum tem como conceito a maternidade e trata das inúmeras questões que por ela são desencadeadas – da relação de amor e encantamento com o novo ser, passando pela amamentação, pelo cuidado e pela mudança do corpo, até o impacto no sexo e na vida amorosa, a depressão pós-parto, a demanda incessante, a busca de liberdade e a redescoberta da individualidade... Continue Lendo no Itaú Cultural
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quinta-feira, 8 de agosto de 2024
Verônica Ferriani - Cochicho No Silêncio Vira Barulho, Irmã (2024)...
Paulista de Ribeirão Preto, a cantora, compositora, instrumentista e produtora Verônica Ferriani acaba de lançar Cochicho no silêncio vira barulho, irmã, seu primeiro álbum duplo. Em sua discografia, além de vários álbuns colaborativos – com nomes como Cainã Cavalcante, Chico Saraiva, Gian Correa, Manoel Cordeiro, Marcelo Cabral e Swami Jr. –, estão os solos Verônica Ferriani (2009), Porque a boca fala aquilo do que o coração está cheio (2013) e Aquário (2018). Cantora afinadíssima e compositora de extrema sensibilidade, Verônica tem como uma de suas características principais o cuidado com que constrói sua obra. Seu trabalho é feito com sofisticação, influenciado pela excelência da música popular brasileira e pelo jazz, sem que isso torne seu trabalho elitista. Muito pelo contrário. Sua abordagem musical dialoga, o tempo inteiro, com seu público, trazendo-o para bem perto de si, com interpretações quentes e verdadeiras. Dividido em duas partes (Cochicho no silêncio e Vira barulho, irmã), o álbum tem como conceito a maternidade e trata das inúmeras questões que por ela são desencadeadas – da relação de amor e encantamento com o novo ser, passando pela amamentação, pelo cuidado e pela mudança do corpo, até o impacto no sexo e na vida amorosa, a depressão pós-parto, a demanda incessante, a busca de liberdade e a redescoberta da individualidade... Continue Lendo no Itaú Cultural
domingo, 3 de novembro de 2013
Verônica Ferriani – Porque a Boca Fala Aquilo do Que o Coração Tá Cheio (2013)...
A cantora e compositora Verônica Ferriani lança em outubro de 2013 o álbum “Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio”. O disco estará disponível para download gratuito no site a partir de 28 de outubro, e à venda nas principais lojas do ramo e plataformas de comercialização musical a partir de novembro. “Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio” é a frase que dá nome ao segundo disco solo de Verônica, composto integralmente por canções autorais, escritas entre 2011 e 2012, produzido por Marcelo Cabral e Gustavo Ruiz, e gravado em 2013, no Estúdio El Rocha. “Esse disco nasce do desejo e da coragem de sair da zona de conforto. Sempre gostei de escrever e desde criança tive por perto o violão, mas só recentemente tive motivos e inspiração para compor. Virou um vício. Passei um desses processos mais intensos de reflexão interior e ali as músicas foram surgindo.”, explica a cantora. Foram 28 canções finalizadas, das quais 11 foram escolhidas para o disco. Entre si, elas têm em comum o mais universal dos temas – o amor -, sob o recorte irônico dos diferentes papeis vividos por cada um em suas relações amorosas. A parceria com Marcelo Cabral e Gustavo Ruiz aconteceu pela primeira vez em 2007, quando gravaram juntos o Som Brasil, especial da TV Globo em homenagem a Ivan Lins. Cabral já havia participado das gravações do primeiro e homônimo disco de Verônica, lançado em 2009. A união com Gustavo trouxe frescor à parceria. A nuance pop impressa por ele no álbum, alinhada à sofisticação e o experimentalismo trazidos por Marcelo dão forma à “Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio”. Além dos produtores, talentosos músicos da nova geração paulistana, como Guilherme Held, Sergio Machado, Pepe Cisneros, Mauricio Takara, Regis Damasceno, Mauricio Badé, Paulinho Viveiro e Edy do Trombone completam o time responsável pela sonoridade ardente do álbum. A cumplicidade entre cantora e músicos fica evidente nos arranjos pensados coletivamente, com produtores, vocalista e banda participando ativamente do processo criativo de cada canção... VIA
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