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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Henry Rick - Músicas Pro Seu Vizinho Tremer de Medo! (2021)...



Músicas pro Seu Vizinho Tremer de Medo! é o primeiro EP lançado pelo cantor e compositor brasileiro Henry Rick em abril de 2021. Transitando pelo gênero folk punk, o artista de Campinas (SP) é conhecido por produções independentes com letras melancólicas, viscerais e instrumentação crua. "Esse EP faz parte de uma trilogia chamada "Músicas pro seu vizinho". Com violão, voz, e zero noção de produção musical, eu gravei essas quatro faixas muito inspirado pela música folk. E apesar do meu não se prender à gêneros, a ideia de ser algo baixo-orçamento folk D.I.Y está sempre presente nos meus trabalhos"...

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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Luan Sodré Quarteto - TRAMA (2026)...




Download: TRAMA (2026).rar

Há discos que contam histórias por meio das palavras. TRAMA escolhe outro caminho. Em sete composições instrumentais, o novo álbum do Luan Sodré Quarteto — a ser lançado nas plataformas digitais no dia 12 de agosto — conduz o ouvinte por uma paisagem sonora em que violão, baixo acústico, bateria e percussão dialogam com os sambas da Bahia, as sonoridades afrodiaspóricas, de terreiro, o maracatu, o coco, o jazz e a improvisação contemporânea. O resultado é uma obra que transforma diferentes referências musicais em uma experiência marcada pelo encontro entre tradição e criação. O disco inaugura uma nova fase na trajetória de Luan Sodré ao apresentar, pela primeira vez, seu trabalho em quarteto. Depois do álbum Afrodiaspórico (2021), gravado em trio, o músico amplia a formação ao lado de Alexandre Vieira (baixo acústico), Marcos Santos (bateria) e Marcelo Pinho (percussão). Inspirado na arte da tecelagem, TRAMA parte da ideia de que diferentes lugares se entrelaçam, tecendo uma grande rede de conexões traduzida em música... Continue Lendo no Midia Ninja

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sábado, 22 de agosto de 2026

Edwin de Paula - Alfabeto (2026)...




 O repertório de “Alfabeto”, segundo álbum de Edwin de Paula, começou a ser divulgado em 2023, com o single “Tempestade solar”, mas o conceito do disco tomou forma em 2025, após uma viagem que o cantor, compositor e produtor fez pela Cordilheira dos Andes, de Kombi, ao lado de três amigos. O artista passou um mês rodando pela região, observando as montanhas e tendo contato com novas pessoas e tradições, uma experiência transformadora. Como o título do registro sugere, “Alfabeto”, lançado na última sexta-feira (31 de julho) nas plataformas digitais, é um trabalho sobre linguagem. “Aprender o espanhol me expandiu bastante os horizontes e ter contato com os diferentes povos da região que a gente conheceu, de população predominantemente indígena, da relação da língua indígena com a do colonizador, que é bem diferente da gente, lá eles usam mais a linguagem local”, comentou o músico, que é professor de inglês em Joinville. O álbum pode ser caracterizado como folk, de folclore. Munido do violão e do computador, o artista produziu tudo sozinho utilizando samples e instrumentos virtuais, um trabalho de pesquisa por sonoridades e curadoria. As canções têm forte carga étnica, não somente latina: na abertura em “100 milhões”, o produtor usa um trecho de música da Armênia, enquanto “Shanidar” traz elementos do assouf, conhecido ritmo do povo Tuaregue (da região do Saara), também chamado de blues do deserto. “Alfabeto” também apresenta batidas eletrônicas, como em “Sussurro do tempo”, e conta com a participação da cantora e compositora Ellen Mirú em “Humana”, tema central do disco, que apesar da pluralidade de referências, soa coeso. Edwin de Paula falou sobre o conceito e a estética de “Alfabeto”... Continue Lendo no Rifferama

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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Madame Ralph - Inventário (2026)...





Madame Ralph é um projeto autoral do cantor, compositor e músico carioca Ralph Holzmann e traz Luis Calil (Cambriana) na produção musical. O trabalho apresenta 5 faixas autorais, três delas inéditas - “Roda” e “Hilda” já haviam sido lançadas como singles. Neste “Inventário”, Ralph abre uma coleção de memórias díspares na tentativa de articular sentimentos sobre o absurdo da vida e nossas atitudes sobre ela. “O título é assim porque quando decidi gravar, olhei para um histórico longo de composições minhas e elas pareceram justamente como um testamento de todas as minhas fases. E tudo isso é ‘herdado’. São ideias transmitidas pela família ou por linguagens comuns que partilhamos como seres humanos”, ele reflete. Como não poderia deixar de ser, o nome do EP também evoca uma ideia de luto e perda, na tentativa de ilustrar o que permanece após uma ruptura. “Por isso a representação visual da capa com diversos elementos e formas encobrindo um corpo: a composição de nossa existência é heterogênea e produzida a partir de raízes que permanecem encobertas, sobrepostas”, pondera Ralph. Musicalmente falando, “Inventário” é um registro puro da criação do artista, que esteve ativamente envolvido nas composições como um todo: letras, melodias e propostas de timbre. A entrada do produtor Luiz se deu pélo desejo do artista em inovar sonicamente aquelas ideias primeiras, o que acabou se concretizando de maneira fluida...

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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Clayton Barros - Primitivo Atemporal (2026)...




Violonista e um dos fundadores da Cordel do Fogo Encantado, Clayton Barros estreia solo com “Primitivo Atemporal”, álbum que ganha lançamento em parceria com o selo Estelita. “Primitivo Atemporal” traz uma miscelânea de estilos musicais, com músicas que passam pelo samba, pelo rap, repente, baião, eletro, funk, além do rock e da MPB, ritmos base do artista, que tem o violão como espinha dorsal do novo álbum. “O disco fala diretamente sobre o Sertão”, adianta Clayton Barros. “Desde os tempos primitivos até a diversidade do território, os povos originários, entradas e bandeiras, invasão, luta, miscigenação, a cultura e a relação com a natureza, instinto, misticismo, conhecimento autóctone e as personagens em desenvolvimento ao longo do tempo. O termo ‘Primitivo’ abrange isso tudo e muito mais. Já o termo ‘Atemporal’ busca evidenciar o resultado da nossa face primitiva nos dias atuais”, explica o músico... Continue Lendo no Scream Yell

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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Júlio Ferraz - Transe Solstício (2026)...




Após três anos marcados por um período de recolhimento, cuidado e trânsito constante entre Recife e Floresta — impulsionado pelo peso de um luto profundo —, o compositor e multi-instrumentista Júlio Ferraz apresenta o seu novo álbum de estúdio, "Transe Solstício", lançado hoje pelo selo Discobertas. O trabalho explora as fronteiras da neopsicodelia e do rock alternativo contemporâneo, marcando o retorno do artista em um novo momento criativo. O título do projeto sintetiza a fusão entre o delírio da mente e a paralisia do tempo. De um lado, o transe representa a febre, o estado alterado de consciência e a catarse necessária para processar sentimentos densos como o isolamento; do outro, o solstício simboliza o ápice da escuridão íntima e o tempo suspenso, marcando o exato momento em que a luz retoma seu espaço para a abertura desse novo ciclo criativo. Afastando-se de fórmulas acústicas, a sonoridade ergue-se sobre uma base estritamente elétrica e ácida. O álbum apresenta um contraste que une elementos de psicodelia e música brasileira a arranjos de timbres sessentistas, transformando o silêncio anterior em uma experiência de alta intensidade. Essa densidade dialoga diretamente com correntes filosóficas e literárias fundamentais para a concepção da obra, como o niilismo e o ceticismo, traduzidas não como vazio, mas como ponto de partida para questionar estruturas e buscar a autonomia existencial...

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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Nil Tavares - Pelos Outonos da Alma (2026)...




 O cantor, compositor e pesquisador gaúcho Nil Tavares apresenta Pelos Outonos da Alma, EP autoral composto por quatro canções criadas entre os outonos de 2024 e 2025 e concluídas no outono de 2026. Com produção musical e arranjos de violão assinados por Mariano Telles, o trabalho convida o ouvinte a desacelerar e a escutar com mais atenção as relações que nos conectam à vida, à natureza e aos outros. Mais do que uma coincidência cronológica, o outono tornou-se parte da própria identidade da obra. Duas das canções nasceram no outono de 2024, outras duas foram compostas no outono de 2025. A finalização do EP, a gravação das últimas faixas e a criação da capa, assinada por Antonio Filippi, ocorreram no outono de 2026. O lançamento também acontece durante essa estação, fazendo com que todo o percurso criativo seja atravessado por um mesmo tempo simbólico: a estação da maturação, da contemplação e da colheita dos aprendizados da vida. Com sonoridade centrada nos violões e enriquecida por discretas texturas eletrônicas, Pelos Outonos da Alma apresenta uma faceta intimista de Nil Tavares. As canções surgem da observação da natureza, de experiências pessoais, de leituras e reflexões sobre a existência, compondo uma obra que não pretende oferecer respostas definitivas, mas abrir espaço para perguntas, encontros e escutas mais profundas...

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terça-feira, 11 de agosto de 2026

Gabriel Gorini - Ruínas da Nova Roma (Trovazinhas) (2026)...




Gabriel Gorini nasceu no Rio de Janeiro em 1993. Escritor, compositor e editor da revista USINA (desde 2013). Publicou os livros Marimbondo (Garupa Editorial, 2017), o cinema é uma arte menor (USINA, 2021) e Nihil (USINA, 2025). Ruínas da Nova Roma (Trovazinhas) é o seu primeiro álbum solo. Gravado de forma analógica em fita, o trabalho conta com voz e violão sobre montagens de sons captados por Vitor Faria.  Além desse álbum, lançou os EPs autorais Dorvatro (2021) e Instrumental (2025). Com a banda Samba Esquema Russo, lançou o álbum O (interminável) ano do rato (2023) e Interlúdio (2024)...

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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

As Beattas - Pro Inferno com As Beattas (2026)...




As Beattas é uma banda indie do subúrbio carioca, um duo formado por Miss Sirius na voz e pandeirola e Greco Blue na guitarra e voz. Há pouco mais de um ano, a banda vem apresentando o seu garage folk psicodélico pelos palcos do Rio de Janeiro. Chegam agora com seu EP de estreia “Pro Inferno com As Beattas”, gravado e produzido por Marcos Thanus, no estúdio Caverna Mamó, com seis faixas: “Coringou”, “Trocando Línguas (Shy & High)”, “Classe”, “Muito Obrigada”, “Hey Neguinha”, “Dona de Casa Rock (eletro hippie mix)” – e algumas participações especiais. Marcelo Callado toca violão de aço em “Trocando Línguas (Shy & High)” e diversos instrumentos de percussão em todas as faixas do álbum, o seu companheiro nas bandas Do Amor e Cê, Ricardo Dias Gomes, toca baixo em “Hey Neguinha”, e o maestro Gabriel Ares toca piano e órgão na faixa de abertura “Coringou”. O produtor e a banda tocam todos os demais instrumentos. O trabalho valoriza as imperfeições humanas, sem abrir mão de rigor técnico, evitando correções e edições desnecessárias, entregando ao público um retrato daquela execução dos músicos envolvidos. Um confronto direito ao processo de robotização do ser humano, em curso nos tempos atuais. Esse conceito se reflete na capa do álbum, assinado pela vocalista, com um desenho retirado do seu caderninho de composições...

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sábado, 8 de agosto de 2026

Samucapta - SAMUCAPTA (2026)...



Samuel Brandão é um artista plástico, compositor e produtor nordestino que mora no Piauí e já participou das bandas Captamata e Fabulah. Com o nome artístico SAMUCAPTA, ele já lançou alguns singles solos ou em parceria com a banda Ultrópico Solar, de Parnaíba, litoral do Piauí. Agora, o artista finalmente lança seu primeiro álbum solo homônimo: o trabalho apresenta sonoridades que passeiam pelo regional com o som de viola caipira e bandas de pífano, ao rock clássico, psicodelia, música celta, folk, étnica e instrumental com influências das mais variadas partes do mundo, além da nossa tradicional MPB. Apesar de ser um trabalho solo, não se trata de um álbum solitário. Várias faixas de “SAMUCAPTA” (2026) foram produzidas por Samuel em parceria com outros amigos compositores como Gabriel Medeiros, Esaú Barros, Joe Ferry, Vitor Lira, ambos parceiros dos tempos da banda Fabulah. Além de nomes da cena local, como Lívio Nascimento, Jean Medeiros, André Oliveira, Lucas Rolim, Eduardo Speeden, Luís Duailibe, Leo Mesquita, Levi Nunes, Savina Alves, Inácio Botelho, entre outros artistas. “SAMUCAPTA” traz 12 faixas que vem sendo produzidas e desenvolvidas desde o pós pandemia, maturadas com toda calma. O álbum ganha os streamings e apresenta um nordeste que se conecta, não apenas geograficamente com a América do Sul e Latina, mas que viaja ao longo do tempo, bebendo da psicodelia setentista do próprio nordeste de outrora, mas também do além mar de Beatles, Floyd, Jethro Tull, Gentle Giant e outros grandes artistas, influências sonoras seculares. Tudo isso mantendo a identidade nordestina que percorre todo o trabalho... Continue Lendo no Scream Yell

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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Saci Wèrè - Pra Ninar o Fim do Mundo (2026)...




 O segundo álbum da banda brasiliense Saci Wèrè surge numa garagem, atravessa um luto e renasce como missão. Chega às plataformas no dia 24 de julho, com participações de Martins, Flaira Ferro e Talíz e oito videoclipes, um para cada faixa, assinados por Gui Campos, Gabriel Pinheiro e Mihay. Seis anos após o sucesso do primeiro álbum Cabeça Sem Tampa, o saci rodopiou. No novo giro, a banda chega ao segundo álbum com uma ambição poética: ninar o fim do mundo. Entre vozes de rezadeiras, conselhos de velhos sábios e manifestações do invisível, Pra Ninar o Fim do Mundo costura grooves ancestrais e futuristas com o deboche necessário para atravessar este tempo estranho em que bilionários passeiam de foguete enquanto o mundo padece. É antídoto, ritual e brincadeira. Uma rasteira de jiboia nas crises da modernidade... Continue Lendo no Boomerang Music

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terça-feira, 28 de julho de 2026

cajupitanga - Ubá (2019 - 2024) (2026)...




“Ubá”. Em tupi-guarani, é uma canoa de uma só peça escavada em tronco de árvore. É também um município de Minas Gerais, e ainda a Manga Ubá, que vem dessa mesma região. Agora, ganha mais uma correspondência: o novo disco da dupla conquistense cajupitanga, lançado no último dia 2. Com 18 faixas, “Ubá (2019-2024)” é construído por composições registradas ao longo dos primeiros seis anos do projeto, marcadas por gravações de campo, registros caseiros e proposta lo-fi, com o violão como eixo central – o que sempre permeou os trabalhos do duo formado por Candioco e Gabriel Tupy... Continue Lendo no portal do jornal Correio 24h
 

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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Lüz Leffa - curto, curtíssimo, curtérrimo (2026)...




 A ideia é ser um EP curto (até por isso o nome) pensando numa estética psicodélica e de rock experimental, e em uma das músicas até uma referência as Guaranyas Paragaias. Eu sou a Lüz Leffa, uma artista travesti de Porto Alegre-RS, e produzi esse EP independentemente e com a ajuda da minha amiga Valentina Coelho na produção de algumas das músicas...

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quarta-feira, 15 de julho de 2026

Matheus Nicolau - Feixe no Escuro (2026)...





O que significa o tempo em uma era onde tudo parece urgente? Em "Feixe no Escuro", o cantor e compositor Matheus Nicolau propõe uma pausa necessária frente à aceleração da vida contemporânea. Para dar vida a esse manifesto sonoro, o artista conta com nomes consagrados da música brasileira. Com a participação especial de Pedro Luís e colaborações de instrumentistas como Lan Lanh, Milton Guedes, Marcos Suzano e Lui Coimbra, o projeto revela uma MPB intimista e sofisticada, onde o violão dita o pulso e a percussão colore as paisagens. O disco inicia com duas metacanções. "Pra tocar no rádio", enriquecida pela percussão de Marco Lobo, fala sobre o desejo de eternizar o amor no curto tempo de uma música radiofônica. Em seguida, "A Canção em Mim", envolta em uma atmosfera lo-fi, revela a origem do título do disco, ao descrever que a arte "invade como um feixe no escuro", e traça o nascimento involuntário da própria música... Continue Lendo no site do Correio brasiliense

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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Luis Vilhora - Em Trânsito (2026)...



 Luis Vilhora
iniciou sua trajetória musical ainda jovem: foi do violão de nylon ainda adolescente para a guitarra elétrica e rockeira na juventude, passando por experiências com bandas e fazendo música coletivamente em alguns projetos. Além de músico, o professor e pesquisador coleciona experiências que, enfim, transparecem em seu álbum de estreia: ‘Em Trânsito’ chega dia 12/06 nas plataformas digitais. E não foram só as referências que culminaram no disco, muitos artistas que encontraram Luis neste processo participam do trabalho: Caio Bars, Giu Melito, Jônatas Marques, Mariana Estol, Luccas Bracco, Roberto Angerosa, Thata Ozzetti, Thiago Boecan e Vico Iasi. Trajetória, atravessamentos e caminhos são temas que permeiam a estética de ‘Em Trânsito’ durante as 10 faixas. O disco pode ser interpretado como um diário de viagem com um começo (empolgação e expectativas otimistas), meio (turbulência e estranhezas necessárias) e fim (a experiência acumulada desta aventura). Atrelado a essa temática, Luis divide a setlist em Lado A e Lado B, tomando como referência os vinis clássicos... Continue Lendo no Palco Com Música

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domingo, 12 de julho de 2026

Vários Artistas - Ser Rio, Ser Mar (2026)...



Tramandaí não é exatamente um nome que aparece com frequência na imprensa cultural brasileira. Mas a partir de hoje a cidade tem uma coletânea inteira dedicada a ela. A Coletânea "Ser Rio, Ser Mar" reúne sete músicas autorais e inéditas de sete artistas que moram em Tramandaí/RS, cada um convidado a compor uma canção sobre o que significa viver nesse lugar. O resultado não é uniforme: são sete universos sonoros distintos, unidos pelo mesmo território e atualizando uma identidade litorânea a partir deste retrato artístico. Os artistas participantes são Aloisio Rodrigues, Claudia Zúñiga, Cris Corrêa, Jean Hussein, Lili Fernandes, Mila Ká e Paulinho Ricoli, acompanhados de um time de musicistas também do litoral. A produção musical é de Cris Corrêa pela Bicuíra Produtora. A direção de arte e capa do projeto são de Ana Mânica. Junto com o álbum, a produtora lança o Documentário Ser Rio, Ser Mar (48 min) no YouTube - com depoimentos dos artistas e registros das sessões de estúdio. O projeto foi viabilizado pelo edital Vozes da Cultura da PNAB/Tramandaí e teve pré-estreia presencial na Casa ColArte, com sessão dupla lotada e pocket show ao vivo com os artistas...

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sábado, 11 de julho de 2026

Rodrigo Caçapa - UM INVENTÁRIO DAS VIOLAS, DAS CANTORIAS E DOS SAMBAS NORTISTAS: DE 1800 A 1930 (2026)...



Download digital do livro em 3 formatos: EPUB | PDF | MOBI

O livro em formato impresso e digital apresenta, em 768 páginas ilustradas com mais de 120 imagens, uma ampla seleção de documentos históricos contendo menções aos diversos usos da viola e à prática das múltiplas formas de samba e cantoria, no espaço das antigas capitanias e províncias nortistas – os atuais estados nordestinos. O recorte temporal abrange o final do período colonial (Vice-Reino e Período Joanino), o Império e a Primeira República. Foram transcritos ofícios e cartas de autoridades coloniais, legislações municipais, relatos de viajantes, anúncios de escravos fugidos, notícias policiais e jurídicas, trechos de romances, contos, crônicas e poemas, dicionários e glossários, obras de folcloristas e etnógrafos, versos, motes e glosas improvisados e memorizados por cantadores e sambistas, ao longo de 130 anos. A pesquisa e as transcrições foram realizadas pelo músico Rodrigo Caçapa, organizador do livro e autor dos textos de introdução e notas... Continue Lendo no site Raiz

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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Joana Castanheira - Desapreço (Acústico) (2026)...





Joana Castanheira revisita o repertório de Desapreço em um novo formato. Lançado em 29 de maio, Desapreço Acústico apresenta releituras de faixas do álbum lançado em 2023, agora em arranjos reduzidos construídos a partir da combinação de voz e violão. Gravado ao lado do músico David Toledo, o projeto registra canções que já vinham sendo apresentadas dessa forma nos shows da artista. A proposta aproxima o repertório de uma atmosfera mais intimista e coloca a interpretação vocal no centro das atenções. No repertório estão músicas como “Cantar”, “Caso Quebrado”, “Átame” e a faixa-título “Desapreço”. O trabalho também inclui “Soneto de Amor Puro e Simples”, parceria entre Castanheira e Toledo. Já “Meu Amor”, escolhida como faixa de divulgação do lançamento, ganhou um registro em vídeo... Continue Lendo no Under Floripa

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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Catarina Zenaro - I Want The Love I See In Movies (2026)...

 




Catarina Zenaro acaba de abrir um novo capítulo na carreira e disponibilizou para o Conexão POP o seu trabalho em primeira mão. A cantora e compositora paulistana lançou o EP I Want The Love I See In Movies, projeto com cinco faixas autorais em inglês que mergulha em histórias de amor, despedidas e expectativas construídas a partir dos romances vistos nas telas. O trabalho chega ao público pelo selo canadense The Citadel House. Com produção de Rique Di Azevedo, o EP aposta em uma sonoridade orgânica, combinando bateria, baixo, guitarras e teclados com leves elementos eletrônicos. O resultado acompanha letras confessionais que transitam entre a vulnerabilidade e o amadurecimento emocional... Continue Lendo no Conexão Pop
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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Bruno Rk - Volta Volta (2026)...



 Na terça-feira (16/06), o artista e produtor sorocabano Bruno Rk apresenta seu segundo disco, “Volta Volta”. Após um período de muita incerteza e desconexão da arte, a produção surge enquanto Bruno vive dúvidas sobre sua identidade artística. O nome do disco, aliás, vem da metáfora de um gato: aquele bicho que sai de casa, vaga, se perde pelo mundo, mas, uma hora ou outra, sempre encontra o caminho de volta para o lar. Para Bruno, a música é esse lar, e “Volta Volta” marca o reencontro com essa arte que mudou sua vida. Com raízes nas guitarras sujas do shoegaze e na textura intimista do bedroom pop. Isso, é claro, porque foi 100% gravado, mixado e masterizado pelo artista em seu quarto... Continue Lendo no Agenda Sorocaba

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