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sábado, 23 de maio de 2026

Lucas Filmes - Quanto Amor/Pai (2026)...




 Cantor e compositor paulistano, Lucas Filmes estreia com Pai e Quanto Amor. Produzidas em colaboração com o músico Chico Bernardes, que assume a gravação, mixagem e bateria do material, as canções destacam a sensibilidade poética do artista que canta sobre a partida e o período de luto após a morte do próprio pai. “Estava escutando muito Bob Dylan, Nick Drake e Alice Phoebe Lou na época, que acabaram sendo referências para a composição”, disse o artista no texto de apresentação que acompanha o material... Continue lendo no Música Instantânea

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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Bruna Lucchesi - Bandoleira (2026)...




“Bandoleiro”, segundo o dicionário Michaelis, é aquele que “não tem paradeiro, errante”. O verbete ainda se expande para adjetivos como “ocioso, vadio”. É diferente do flâneur francês, que caminha pelas ruas com lenço, documento e cep próprio para voltar. Mais diferente ainda é quando se inverte o substantivo para o feminino: ao homem, era permitido flanar e bandolear, para a mulher, é sempre mais difícil. Talvez, para experimentar e comprovar a própria liberdade, a cantora Bruna Lucchesi escolheu este termo para dar título ao terceiro álbum, Bandoleira (2026). A cantora transita — ou bandoleia — entre o folk e o rock mais rasgado, sempre acompanhada de seu violão. A primeira faixa, “Sei Voar”, já mostra para o que veio: “Sigo arisca, levando pedaços de mim”, ela canta... Continue Lendo na Noize

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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Henrique Tibola - Henrique Tibola (2026)...




Direto de Caxias do Sul (RS), Henrique Tibola estreia seu primeiro álbum de estúdio exclusividade aqui no MI antes da chegada oficial às plataformas, nesta quinta-feira, 10 de abril. Neste disco homônimo, o cantor e compositor organiza oito faixas em torno de temas como amor, ausência, memória e solidão. Ao longo do álbum, Tibola investe numa escrita voltada para as delicadezas e contradições do afeto. Com referências em nomes como Tim Bernardes e Ana Suy, ele traduz seu universo de introspecção em linguagem. Os ingles “Chuva Vai”, “Desaguar”, “Ao Redor do Mundo” e “Meu Amor Por Ti”, já anteciparam a atmosfera do disco, mas ouvindo do início ao fim, fica bem clara a travessia emocional que revela um artista que não tem medo de compartilhar com o mundo as experiências sentimentais mais grandiosas pelas quais nós passaremos ao longo dos anos... Continue Lendo no Minuto Indie

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domingo, 3 de maio de 2026

Giancarlo Rufatto - Gospel Irônico (2026)...





Nunca gostei de releases, muito menos de escrever releases. Normalmente o texto precisa apresentar o artista, uma trajetória junto dos motivos pelo qual o novo trabalho existe e você deveria ouvir. Mas a verdade é que se apresentar depois de mais de gravar uma dezena de discos é a pior parte de lançar um disco porque, para um artista pequeno, todo disco é sempre o primeiro disco (e as vezes o ultimo). Quando chega nesta etapa o artista (neste caso, eu) já ouviu as canções do álbum centenas de vezes e precisa da opinião de outras pessoas para se convencer a fazer algum alarde sobre a obra, exemplo: “Giancarlo Rufatto surgiu no interior do Paraná no início dos anos 2000 gravando escondido sob o alterego de “Lo-fi Dreams”. Teve uma banda chamada Hotel Avenida e gravou mais de uma dezena de discos que pouca gente ouviu, acontece. Nunca teve muitas expectativas de se tornar conhecido, apenas continuou gravando enquanto sua geração e a geração seguinte foi parando pelo caminho. Seu novo trabalho se chama “Gospel Irônico”, um álbum essencialmente escrito sobre culpa e aceitação (pelo menos é o que o cantor acha que é) que abre com uma canção “anti algoritmo” sem refrões e com mais de 6 minutos onde o cantor descreve um dia comum vivendo em São Paulo - cidade que adotou recentemente. Se essa música chegar até você significa que seu algoritmo é um pouco melhor que os dos outros.” O álbum está disponível em todas as plataformas de Streaming... Continue Lendo no Substack

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terça-feira, 28 de abril de 2026

Artur Wais - Se Acostumar (2026)...




 "Organizando todo mundo sonha", brinca Artur Wais na faixa que abre o lançamento de seu novo álbum, Se Acostumar (2026). O trabalho transita entre as tradições do Sul e uma sonoridade contemporânea, fruto de um processo de maturação em festivais de composição e residências artísticas. As 14 faixas do disco são divididas em dois lados: o Lado A, intitulado Chegadas (divulgado no ano passado), que reúne sete canções-crônicas de amor e encontros, e o Lado B, denominado Partidas, que mergulha em reflexões sobre a amizade, a finitude e a impermanência. A sonoridade vagueia pelo pop, folk e MPB, contagiando o ouvinte desde o primeiro momento... Continue Lendo No Desalinho Cultural

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domingo, 26 de abril de 2026

Giovani Cidreira - demos ao vivo e outras coisas (2026)...



Download: demos ao vivo e outras coisas (2026).zip (ou vá no bandcamp acima)

O cantor e compositor baiano Giovani Cidreira, lançou de surpresa um trabalho novo neste final de semana. Me refiro ao disquinho "demos ao vivo e outras coisas", um compilado de bootlegs feitos pelo artista baiano, fruto de viagens e encontros dele com Benke Ferraz (da Boogarinhos). "Noites quentes de Recife, noites frias em São Paulo, cidades que nos atravessam, as pessoas mais legais do mundo, gravações ao vivo, gravações em fita k7, releituras, musicas inéditas, coisas que eu nem mostraria, tudo de verdade, tudo aí", conta Gio no post sobre o lançamento em seu instagram. O trabalho é um lançamento do selo/produtora do Benke, precarian takes, e (por enquanto) está com exclusividade no bandcamp do selo. O Gio disse que a gente poderia jogar no Youtube e assim o fizemos, adoramos bootlegs e o Giovani Cidreira...

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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Helder Clério - Pés Ciganos Olhos Acesos (2026)...




“Pés Ciganos Olhos Acesos” é o primeiro EP de Helder Clério, que será lançado dia 20 de março nas principais plataformas digitais. Helder é músico, escritor e psicólogo de Lagoa da Prata, canta desde a adolescência nas praças, bares e centro-oeste mineiro. Já foi guitarrista das bandas Língua de Musquito e Cabal Tribal. Hoje faz parte do trio Paranóia Beat. “Quem ouvir verá: são gravações simples, singelas, o que combina com o espírito das canções, sendo assim uma opção estética, casamento entre forma e conteúdo. “Menos é mais”, como se diz por aí. São canções que foram compostas no violão e pedem, portanto, uma roupagem simples, sóbria, mas com elegância, ao estilo da longa tradição do folk, referência importante desse trabalho.” O EP vem ao mundo com 4 canções escritas por Helder e foram gravadas no Estúdio Mudo em Arcos/MG, sob a produção de Daniel Mudo. Será lançado pelos selos Nexalgum e Limestone Records. “Gravei todos os instrumentos: violão, guitarra, piano elétrico e viola caipira, além disso, contei com o luxuoso apoio da velha amiga Júlia Calácio no canto de 2 canções”, conta Helder Clério... Continue Lendo no Nexalgum

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domingo, 12 de abril de 2026

Gloios - Prensado (2026)...




Download: Prensado (2026).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Você já teve a sensação de ser esmagado pela sua própria casa? Em Prensado (2026) Rafael Xavier explora temas como opressão, ansiedade e sufocamento enquanto detalha incontáveis paisagens instrumentais. São canções que ganham forma em uma medida particular de tempo, sem pressa, como um lento desvendar de sensações que conduz de maneira complexa o sempre meticuloso processo de criação do artista na Gloios. Terceira faixa do disco, Vácuo Grandioso sintetiza isso de forma bastante eficiente. Inaugurada com relativa urgência em relação ao restante do trabalho, a música aos poucos se transforma, abrindo passagem para a inserção de um discurso religioso, a poesia falada de Black Tupi e até trechos de Onda, de Cassiano. Pouco mais de dez minutos em que o músico parece jogar com a experiência do ouvinte de maneira provocativa... Continue Lendo no Música Instantânea

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sexta-feira, 10 de abril de 2026

Henri Vasques - Tudo Que Não Pode Ser Mais Nada (2026)...



Com cinco faixas, o editor de vídeos e músico paulista Henri Vasques lança Tudo Que Não Pode Ser Mais Nada (2026), cujo show de lançamento acontece nesta quinta-feira, 26/6, na Porta Maldita, em Pinheiros (Ingressos aqui). O EP revisita memórias familiares em Santos, sua cidade natal, tudo isso embalado em uma produção minimalista, com foco na voz, nos sopros e violões. A própria capa, com foto de Tauana Sofia, direção de arte de Maju Camargo e design de Ottopapi, sintetiza o projeto, pois traz o artista em um quarto sozinho, apenas na companhia de um gato, cercado por seus instrumentos. Tudo Que Não Pode Ser Mais Nada é completativo, mas, nem por isso, menos universal: as músicas falam sobre relacionamentos, as dificuldades de viver da arte e a paixão pelo mar.  Na sua discografia também vale conferir o álbum Outro Planeta (2022). Produzido por Henrique Leoni, o EP traz participação de Satiê, na faixa “De Volta ao Mar”. No processo de composição, que durou mais de três anos, o cantor conta que Joni Mitchell, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Jorge Ben e Carole King não saíram do seu fone e inspiraram suas letras... Continue Lendo na Noize

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Matheus Pojo - Inverno Amazônico (2026)...




Matheus Pojo é um artista independente de Belém do Pará. Sua música combina violão e voz com arranjos eletrônicos, transitando entre MPB, indie e música alternativa e explorando a relação entre clima, cidade e estados emocionais. O EP observa o ciclo do começo do ano em Belém, quando o carnaval termina e as chuvas intensas começam a atravessar a forma como sentimos o tempo e a rotina...

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quinta-feira, 9 de abril de 2026

Poty - CIDRERÊ (2026)...




A praia de Cidreira fica localizada no litoral norte do Rio Grande do Sul, sendo a praia mais antiga da região e a mais próxima da capital do estado, Porto Alegre. Com paisagens compostas por lagoas, dunas e plataforma de pesca, Cidreira é subestimada por muitos gaúchos por ser considerada simples e popular, mas o cantor jaguarense Poty vai na contramão compondo, no álbum “CIDRERÊ” (2026), uma declaração de amor ao local onde veraneou na infância. “CIDRERÊ” – um jogo de palavras que contrapõe essa praia popular do Rio Grande do Sul com a rica Jurerê, de Santa Catarina – foi influenciado pelo fato de Agatha, filha de três anos de Poty, estar começando a passar seus primeiros verões na praia, local que o artista também vem frequentando nos últimos 25 anos. Não a toa, todas as canções do álbum foram compostas em Cidreira durante esse período, e duas delas com amigos que Poty fez lá (“Noites de Cidreira”, com Francesco Barletta, e “Canção Pra Ela”, com Leandro Heck)... Continue Lendo no Scream Yell

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quarta-feira, 8 de abril de 2026

Marcelo Callado - BRADO (2026)...




Download: BRADO (2026).rar

 “Lenta chuva que caiu na margem do rio onde uma mulher agachada enxugava seu pranto // Isso pode ser uma imagem e tanto // Entanto …”. Este é Marcelo Callado – a certa altura, em “Encanto”, segunda faixa de seu sexto álbum solo, “Brado” – cantando sobre sua visão personalíssima de saudade, solidão, perplexidade e parvo diante do cotidiano que se impõe sobre nossas vidas. Sabemos que não é fácil descrever as sensações que experimentamos nesses tempos, mas as tentativas não param de se suceder, o que nos dá a impressão de que não estamos sozinhos. Talvez daí venha o título do trabalho, que materializa o grito diante disso tudo, a vontade de dizer que tem muita coisa errada, muita gente fazendo muita besteira e demais sentimentos que parecem irracionais, mas que, no fim das contas, são nossas provas mais concretas de sensibilidade e razão. Peço perdão por esta tentativa de teorizar sobre o que passa na cabeça do criador do álbum, mas dá quase pra cravar esses motivos. E a “esquisitice” que permeia a música de Marcelo dialoga muito bem com essa condição forçada de espectador do caos, posto no qual a capacidade de notar os detalhes não significa estar a salvo das agruras que acontecem. Daí a necessidade de gritar. Faz todo o sentido... Continue Lendo no Célula Pop

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sábado, 4 de abril de 2026

bruxa do mangue - the light of knowledge (2026)...





 Novo projeto da artista sergipana Bruxa do Mangue. No EP "the light of knowlegde", ela apresenta faixas lo-fi com pegada melancolicas e aquele modelo de gravação caseira...

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sexta-feira, 3 de abril de 2026

DOREA - O Que Mais Você Quer Saber de Mim? (2026)...





Na vida, tem respostas que só a música encontra. Foi em busca delas que o cantor e compositor baiano Dorea criou “O Que Mais Você Quer De Mim?”, seu segundo álbum, já disponível em todas as plataformas digitais (ouça aqui). Aos 40 anos, o artista resolveu escancarar as próprias portas como nunca antes e apresenta ao público seus desejos, amores, inseguranças e medos, tudo embalado por uma sonoridade que lembra o conforto da própria casa. Em “Grande Coisa”, seu primeiro disco, Dorea transformou angústias da pandemia em canções aflitas. Mas “eu” e “você” eram palavras que não apareciam. Agora, no novo projeto, ele finalmente as assume e planta no público, e talvez em si mesmo, as primeiras respostas. Só que, nesse álbum, responder é também ter mais dúvidas. Na faixa que dá título ao trabalho, o artista canta: “Você me pergunta por que fico assim / Não sei lhe dizer / Eu não me entendo e nem pretendo / Não quero saber”... Continue Lendo no Diário de Pernambuco

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quarta-feira, 25 de março de 2026

Banda Cucamonga - Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim (2025)...




Banda Cucamonga une o jazz e a brasilidade no álbum “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim“. Quinteto de São Paulo apresenta fusão inédita de gêneros musicais revitalizando as possibilidades sonoras que refletem a diversidade cultural do Brasil . Uma explosão de alegria, improviso e criatividade, assim é “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”, álbum que a Banda Cucamonga lançou nas plataformas de música em 13 de setembro. Com uma proposta ousada e contagiante, o disco funde o espírito do jazz tradicional americano com sotaques tropicais e referências genuinamente brasileiras, em uma celebração sonora que é, ao mesmo tempo, brincadeira e reverência... Continue Lendo na Revista Prosa e Arte

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terça-feira, 24 de março de 2026

Serafim - Aqui pra nós (2026)...




 Em um mundo que insiste em correr, ainda é possível escolher o tempo da pausa. Em meio à lógica apressada que rege o presente - marcada por consumo veloz e escutas fragmentadas -, o cantor e compositor alagoano Serafim propõe a desaceleração em Aqui Pra Nós (2026), seu primeiro álbum. Como uma prosa em voz baixa, o disco aposta na profundidade e na intimidade como caminhos possíveis - e necessários - em tempos de superfície. Concebido como uma obra completa, com começo, meio e fim bem definidos, Aqui Pra Nós reafirma o álbum como espaço narrativo. As canções se organizam como capítulos de uma mesma história, conduzidas por uma sonoridade enxuta e por letras que buscam identificação direta com o ouvinte. “A ideia é que o ouvinte se sinta parte das músicas”, aponta Serafim, que constrói o disco como quem abre a própria sala... Continue Lendo no Desalinho Cultural

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domingo, 22 de março de 2026

Velha - Velha (2026)...



Download: Velha (2026).zip (ou bote o mail no bandcamp acima)

 Mas quem diabos é Velha? Ouvindo o disco de estreia talvez não fique claro imediatamente que se trata de Gustavo Seabra, vocalista e guitarrista da Pelvs. São menos guitarras, mais cordas, xilofones e piano, as letras não são aquele delicioso broken English mas sim um carioquíssimo português. Tem oboé, Exu, e um monte de temas e imagens que não apareciam na Pelvs. Mas sim, este é um disco do front man da Pelvs. Um disco que começou a ser composto 20 anos atrás. Roubando trechos do texto escrito pelo amigo de longa data André “Pelé” Tartarini (leia na íntegra aqui), “Velha sentiu (…) que era momento de se desafiar: compor em português, vontade antiga, e buscar um estilo próprio, que ampliasse os horizontes de seu universo(…)“... Continue Lendo no Site do Midsummer Records

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sexta-feira, 20 de março de 2026

Yuri Costa - TUDO DEU INCRIVELMENTE ERRADO (2013-2017) (2026)...




A história é contada muitas vezes pela visão do vencedor, mas eu abraço a perda, as desilusões e o conflito. A coletânea TUDO DEU INCRIVELMENTE ERRADO (2013-2017) só é possível por conta da insistência do cantor e compositor Fluminense Yuri Costa, e da sua mania de preservar suas músicas em diversos suportes: Celular, Ipod, Notebook e aparelho de outras pessoas, tudo isso armazenado em lugares espalhados na Internet e agora reunidos em um único local. As músicas acompanham o processo de envelhecimento do artista, entrada e saída da adolescência, absorção de influências e até umas coisas que ele considero meio bobas, temas de paixão e desilusões amorosas, etc . No entanto, tudo isso é importante por fazer parte do que o Yuri é,,,

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terça-feira, 17 de março de 2026

Virgulados - Autorretrato (2025)...




Depois do anúncio de dois EPs ao longo de quatro meses, o quarteto pernambucano Virgulados enfim anuncia o terceiro e último ato de O Trem De Belo Jardim, aquele que, agora, se mostra seu novo e completo material. Intitulado Autorretrato (Ato 3), o novo EP conta com três músicas inéditas e fortalece a produção assinada por Benke Ferraz. Seu despertar já nasce com uma estrutura madura que chega a surpreender. Encorpada em razão da proeminência do baixo de Gledson Lamartine, a faixa já se mostra capaz de esbanjar uma sensualidade regional marcante que, de início, dá base para uma espécie de vinheta de apresentação entoada por David Biriguy e seu tom graciosamente agridoce. De maneira rápida, mas ao mesmo tempo sutil, a bateria de Heligeison Feitosa passa de um minimalismo oco para algo tão sensual quanto a desenvoltura do baixo. Saliente e sincopado, o instrumento traz consigo uma identidade rítmica nordestina inebriante que abraça, com agradável calor, o universo rítmico do forró. Nesse ínterim, a guitarra de Eduardo Albuquerque se posiciona na dianteira melódica oferecendo, com sua agudez contagiante, uma melodia swingada que traz consigo uma malemolência irresistível. Para os ouvidos atentos, se percebe a presença de outra voz acompanhando o desenrolar lírico dominado por Biriguy... Continue Lendo no site do Diego Pinheiro

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sábado, 14 de março de 2026

Roughyard - Empyrean Skyways (2026)...




Download: Empyrean Skyways (2026).zip (Ou vá no bandcamp acima)

Roughyard é um projeto do músico mineiro Matheus Magalhães. "Empyrean Skyways" é seu álbum mais recente com 7 faixas que misturam elementos de psicodelia, rock, folk e muito sentimento...
 

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