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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

El Toro Fuerte - Nossos Amigos e os Lugares que Visitamos (2019)...




Uma das maiores surpresas de Minas Gerais dos últimos anos, El Toro Fuerte se destacou na cena com um misto de math rock com melodias e letras emo que resultou em um trabalho honestíssimo, Um Tempo Lindo Para Estar Vivo.Agora, três anos após seu lançamento de estreia, o grupo está de volta com Nossos Amigos e os Lugares que Visitamos, um projeto muito mais ambicioso e experimental que seu antecessor.Ao longo de suas treze canções, o quarteto retrata memórias e lembranças melancólicas embaladas ao som das mais diversas influências. A primeira faixa do trabalho, por exemplo, com seus seis minutos de duração, chega a misturar math rock, punk, aquele rock característico dos anos 2000 e termina ao som de uma melodia acústica... VIA
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sábado, 18 de novembro de 2017

Rio Sem Nome - Canções Nômades (2017)




"As ultimas semanas me fizeram pensar muito sobre a morte. O moinho que gira nossas vidas inteiras, e que nos recusamos a ouvir... O que é que realmente tememos nela? O que é que odiamos tanto, que inspira em nós tanto medo e que conhecemos tão pouco? Os xamãs e os pajés são vistos como aqueles que transitam entre os dois mundos: o dos vivos e o dos mortos. A existência como viagem; partida e chegada. Mas se nós, do lado de cá, temos tanto medo de partir, como chegar a algum lugar? Vivemos hoje num mundo só; inventamos portos seguros, casas. Mas a vida é ir e deixar ir. O Rio Sem Nome nasceu numa viagem. Ele nasceu da morte, cantando a morte. Talvez por isso a música ainda seja uma das nossas formas preferidas de lidar com o morrer e as despedidas: porque cantar na morte é deixar-se aproximar dela. E precisamos nos aproximar da morte, como de um ancião de muito respeito e sabedoria. Cantar, como viajar, é morrer um pouco. Morte é Movimento. E a arte de viver também é a arte de saber morrer. O nome disso, de alguma forma, creio, é Nomadismo. O ser humano é um nômade por natureza. Cantamos o passado e o futuro; aquilo que já não podemos tocar e aquilo que ainda não podemos. Tudo chega cedo ou tarde demais. Foi abandonando a minha casa e a segurança que eu aprendi a não ter tanto medo do movimento das coisas; e foi assim que aprendi a viver. Canções Nômades é um pleonasmo: porque cantar é abraçar a morte dentro da vida, a vida dentro da morte. Por isso as canções nos acalmam no luto. Hoje é meu aniversário. Completo 23 anos. Aos 4, me lembro que pela primeira vez chorei com a percepção da morte. Ela anda de mãos dadas, com o movimento e com a vida. Decidi me dar de presente o nascimento desse disco, em dias de tantos lutos e movimentos tão intensos. Peço que esse seja o meu presente: que cantemos mais para os nossos amores, ainda que seja sobre o movimento, sobre tudo que vai e que parte. É isso que peço, é isso que ofereço. Cantem para os seus amores e movam-se, sem medo de existir".
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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Rio Sem Nome - Rio Sem Nome (2016)



Download: Rio Sem Nome.zip

O Riacho Sem Nome é uma localização real, à beira de uma estrada perdida, provavelmente em algum ponto entre Campina Grande e João Pessoa.Rio Sem Nome foi um álbum construído de forma orgânica durante a turnê "Bons Amigos, Maus Hábitos" que passou pelo Rio de Janeiro e diversos estados do Nordeste, terminando no Festival Transborda em Belo Horizonte. Composições, Arranjos, Samples, Voz e Guitarra por João Carvalho.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Sentidor - Memoro Fantomo_Rio Preto (2016)




"“Memoro Fantomo_Rio Preto” é um disco duplo sobre a queda num abismo e os momentos antes dela. Um diário sensorial sobre a depressão e um estudo artístico sobre a mente e as memórias. Compor essas músicas foi a minha forma de dar sentido a um período de perigosa dessignificação na minha vida. Elas funcionam como a trilha de migalhas de pão no meio do caos; são uma linha de acesso aos porquês e aos prelúdios que apenas agora consigo começar a compreender e acessar. Trilhando de alguma forma o mesmo caminho começado em “Dilúvio”, Memoro Fantomo – Memória Fantasma, em esperanto – é uma viagem a memórias não resolvidas. Cada uma das oito faixas representa de alguma forma uma dessas memórias que me acompanharam à força durante o processo de feitura dessa parte do álbum: Os meses de novembro e dezembro de 2015, e janeiro de 2016. As faixas são explorações sensoriais dessas lembranças, e funcionaram como tentativas de lidar com elas: durante esses meses, eu costumava voltar pra casa de madrugada, sem conseguir dormir; eu então pegava meu computador e compunha as paisagens sonoras até que as memórias se tornassem menos incômodas. Por isso o disco tem o tom tão ambiente e denso; antes de funcionarem como arte, “Memoro Fantomo” serviu pra mim como terapia emergencial. Na versão final do álbum, cada faixa é acompanhada por uma foto – com excessão de Dezembro, que vem acompanhada de um cena do filme “Walden”, de Jonas Mekas – e uma série de anotações. Todos os três conteúdos atuam da mesma forma, como abordagens, desabafos e reflexões a respeito das memórias fantasmas. “Rio Preto” por sua vez é um retrato – também abstrato e sensorial – da minha última crise depressiva, que teve início no fim de Maio de 2016. Ela se desencadeou poucos dias depois do meu retorno de uma viagem realizada à Reserva Estadual do Rio Preto, que fica próxima à cidade de São Gonçalo do Rio Preto. Durante os três dias que passei lá, visitando cachoeiras e sítios de pinturas rupestres, participando de um documentário como captador de som direto, as memórias fantasmas se tornaram mais intensas e se transformaram num curioso êxtase que durou quase os três dias. “Rio Preto” foi inteiramente composto no meu quarto, durante a crise de depressão, numa espécie de retrabalho das experiências vividas no Rio Preto. Cada uma das cinco faixas é também acompanhada de uma foto, todas elas tiradas no Rio Preto. As duas metades do disco são trechos de uma mesma crescente psicológica. As memórias fantasmas são a expressão de uma série de dilemas e questões envolvendo o tempo, a memória, o luto e a separação, questões que acabaram por desencadear o processo com o qual tenho lidado nos últimos meses, desde o retorno da viagem ao Rio Preto. São objetos de extremo valor emocional, e são músicas muito pessoais. Compartilho tudo isso em forma de um disco instrumental na esperança que possa tocar alguém, e que possa ajudar da mesma forma que me ajudou. Sem ter de se preocupar com as palavras, o corpo às vezes encontra outras formas de dizer o que precisa. É nisso que se resume esse disco: uma entrega radical de intimidade, a quem quiser tentar ouvir. Espero que a experiência seja rica."
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terça-feira, 24 de maio de 2016

El Toro Fuerte - Um Tempo Lindo Pra Estar Vivo (2016)...




Maio de 2016. A política anda uma merda e as pessoas estão cada vez mais nojentas. "Os humanos são nojentos, alguns humanos não são nojentos e se salvam". Em algumas cidades desse país continental, alguns humanos não são nojentos e se salvam. No Reino de Minas Gerais existem três garotos que se salvam e, pasmem, até tem bandas. Quando fomos pra lá em abril desse ano, tivemos o prazer de conhecê-los. Diego, Gabriel e João não só nos proporcionaram uma das melhores recepções que já tivemos, como também são das pessoas mais animadas desse país, sendo alguns dos principais responsáveis pela materialização da loucura que foi o 1º Bichano Fest em BH. Como se isso não bastasse, realizaram o triunfo deste álbum. Dez músicas impecáveis, gravadas da maneira mais faça você mesmo possível, flertando com o emo, math e noise rock. Só saberá plenamente o quão grandiosos são esses feitos quem estave na Casa do Jornalista no dia 16 de abril de 2016, quando esses três rapazes que compõem o conjunto musical El Toro Fuerte encerraram sua apresentação com o coro de "João e o Mar" cantado a plenos pulmões pela maioria dos presentes, mesmo um mês antes do lançamento do disco. Apesar dos apesares, é mesmo um tempo lindo pra se estar vivo...
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quinta-feira, 31 de março de 2016

Hominis Canidae #70 - Março (2016)...




Chegamos a nossa #Coleta70! Isto em ano, daria o que? Uns cincos e pouco! ESTAMOS INDO LONGE DEMAIS?! Desta vez, o resumo é referente ao mês de março de 2016. Entre os sons, alguns trabalho deste ano, misturado a sons de anos anteriores e até uma pérola dos anos noventa! Alguns destaques do ano, temos o som eletrônico da banda paulistana Afro Hooligans, o post hardcore da banda catarinense Nvblado, o emo dos curitibanos da Memorial, entre outros sons fodas (Sacai o Setlist). A faixa inédita que fecha está mixtape, é o primeiro single do trio mineiro El Toro Fuerte, lançado pela Bichano Records. A faixa "Se a gente tivesse se conhecido" é o melancolico cartão de visitas do primeiro disco da banda, a ser lançado em breve. Saca ai...



A psicodélica arte que da cara a nossa coletânea foi feita pelo quadrinista, zineiro e colecionador de demos carioca Roberto Hollanda. O camarada explicou a ideia: "bom, a ideia foi uma coisa totalmente vintage / vinil com seu cãozinho admirando o gramofone; inclui a garota que quase sempre uso nos meus desenhos e dei um ar mais Mucha / psicodélico". Eu gosto das cores usadas e este clima meio do mato nos anos setenta (Vide o aparelho de som). Parece hippie e também me lembra uma bruxa, sei lá, algo meio estranho. Gostamos dos trabalhos do Roberto desde os tempos famosos do zine nos anos noventa, e aconselhamos sacar este baita LINK com os trampos dele! 

Finalizando, o de sempre, mas que nunca é demais repetir! Esta mixtape não deve ser comercializada, apenas disseminada o máximo possível na internet e fora dela (caso queira ripar um CD). Ela serve como resumo para quem nós acompanha mensalmente e pode ter deixado algum som desses passar. Também serve para quem curte conhecer bandas novas e se surpreender, além de animar seu passei de bicicleta ou suas férias, idas a faculdade ou escola de busão, essas coisas! Mês que vem voltamos com mais uma, por sinal, tá ligado que vai rolar um HC Apresenta em São Paulo?! Saca aqui do lado esquerdo e se jogue!

Continuem indo aos shows, ouvindo música e comprando discos!
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